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		<title>Wiki_Semed - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;WilliamCavalari: Criou página com 'A ''Web 2.0'' abre grandes possibilidades para o ensino de História. O primeiro exemplo que pode ser citado é a utilização de blogs, onde é possível disponibilizar materiai...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A ''Web 2.0'' abre grandes possibilidades para o ensino de História. O primeiro exemplo que pode ser citado é a utilização de blogs, onde é possível disponibilizar materiais produzidos por professores em qualquer lugar. Essa troca de experiências e o feedback podem ser dados na própria página, com informações e trocas partilhadas com outros usuários, mais ou menos ativos. Essas discussões se tornam verdadeiros documentos nas nuvens, que podem ser acessados a qualquer momento e de qualquer lugar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, as redes sociais como o Facebook, ou mesmo o YouTube são ótimas alternativas, tanto para discussões quanto para a disponibilização de aulas, vídeos entre outros, podendo, no caso dos dois citados, serem usados conjuntamente. O professor, por sua vez, em sala de aula, precisa direcionar os trabalhos de forma a criar uma criticidade nos alunos em termos de seleção dos sites mais ou menos confiáveis e dos conteúdos que de fato atendem a uma certa demanda e servem para alcançar objetivos mais específicos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aproximação, sobretudo das redes sociais, dessas novas tecnologias com a realidade de sala de aula torna o ensino e a aprendizagem menos penoso para o público-alvo, que é o aluno, o que pode ser, como já tem sido notado, um passo para a diminuição do abismo entre o ensino escolar e aquele que o recebe. Além disso, a própria ideia de colaboração e coautoria levam o educando a uma outra dimensão da escola, desenvolvendo habilidades tão diversas como a leitura, a escrita, a interpretação e a reflexão a partir de contextos de aprendizagens específicos da História. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A'' Web 2.0'' é, portanto, um mundo de possibilidades.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;WilliamCavalari: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A História, como qualquer componente curricular, carece de uma discussão sobre a forma como as novas tecnologias de comunicação e informação (TIC's) serão utilizadas de forma adequada no interior da escola. A ''Web 2.0'', portanto, surge como um conceito interessante para discutir a forma como a História pode dialogar e se aproveitar dessas novas portas que se abrem para a Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ''Web 2.0'' é um conceito que foi utilizado pela primeira vez em 2004, em uma conferência, por Tim O'Reilly, que ultrapassa os limites da ''Web 1.0'', de conteúdos estanques e partindo do pressuposto da passividade do consumidor, para a ideia de colaboração, tornando o consumidor, ele próprio, produtor do conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O conceito [[Web 2.0]] pode ser entendido em si, em consonância com a educação [[Web 2.0 e Educação]] e com o conteúdo de História [[Web 2.0  e História]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Web 2.0 ==&lt;br /&gt;
Na Web 2.0, o conceito de inteligência coletiva é fundamental, em que os usuários saem da posição de apenas consumidores para a de colaboradores. Além disso, o usuário se torna codesenvolvedor de software. Os blogs, por exemplo, se tornaram redes incrementáveis, como afirma MATTAR (São Paulo: 2013, p. 21). As redes sociais, nesse sentido, tornaram-se tecnologias desse universo da Web 2.0, possibilitando ao usuário ainda mais poder de interferência na criação e alteração de materiais disponíveis. Isso sem falar das ''wikis'', que representam a própria noção de texto colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Web 2.0 e Educação ==&lt;br /&gt;
A Web 2.0 na Educação nos remete à ideia do aluno, não como o indivíduo imbuído na posição de expectador passivo diante do professor detentor de todo o conhecimento, mas como um agente participativo, também coautor do processo de aprendizagem (MATTAR: 2013, p. 21). Além disso, o educando, nascido em uma cultura digital, faz uso das redes sociais e dos mecanismos de busca, o que, se mediado de forma adequada, pode propiciar um processo de aprendizagem mais significativa e com resultados mais satisfatórios. Contudo, o sucesso da iniciativa depende da estrutura fornecida tanto a alunos como a professores e profissionais da educação como um todo, carentes de um preparo e de uma formação mais específica no sentido de otimizar o uso das novas tecnologias da educação. Dessa forma, seria possível superar velhos hábitos na educação, ou mesmo estimular novos usos a ferramentas, muitas vezes, aplicadas de forma bastante limitada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Web 2.0 e História ==&lt;br /&gt;
A ''Web 2.0'' abre grandes possibilidades para o ensino de História. O primeiro exemplo que pode ser citado é a utilização de blogs, onde é possível disponibilizar materiais produzidos por professores em qualquer lugar. Essa troca de experiências e o ''feedback'' podem ser dados na própria página, com informações e trocas partilhadas com outros usuários, mais ou menos ativos. Essas discussões se tornam verdadeiros documentos nas nuvens, que podem ser acessados a qualquer momento e de qualquer lugar.&lt;br /&gt;
Além disso, as redes sociais como o ''Facebook'', ou mesmo o ''YouTube'' são ótimas alternativas, tanto para discussões quanto para a disponibilização de aulas, vídeos entre outros, podendo, no caso dos dois citados, serem usados conjuntamente.&lt;br /&gt;
O professor, por sua vez, em sala de aula, precisa direcionar os trabalhos de forma a criar uma criticidade nos alunos em termos de seleção dos ''sites'' mais ou menos confiáveis e dos conteúdos que de fato atendem a uma certa demanda e servem para alcançar objetivos mais específicos.&lt;br /&gt;
A aproximação, sobretudo das redes sociais, dessas novas tecnologias com a realidade de sala de aula torna o ensino e a aprendizagem menos penoso para o público-alvo, que é o aluno, o que pode ser, como já tem sido notado, um passo para a diminuição do abismo entre o ensino escolar e aquele que o recebe.&lt;br /&gt;
Além disso, a própria ideia de colaboração e coautoria levam o educando a uma outra dimensão da escola, desenvolvendo habilidades tão diversas como a leitura, a escrita, a interpretação e a reflexão a partir de contextos de aprendizagens específicos da História. A ''Web 2.0'' é, portanto, um mundo de possibilidades.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;WilliamCavalari: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A História, como qualquer componente curricular, carece de uma discussão sobre a forma como as novas tecnologias de comunicação e informação (TIC's) serão utilizadas de forma adequada no interior da escola. A ''Web 2.0'', portanto, surge como um conceito interessante para discutir a forma como a História pode dialogar e se aproveitar dessas novas portas que se abrem para a Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ''Web 2.0'' é um conceito que foi utilizado pela primeira vez em 2004, em uma conferência, por Tim O'Reilly, que ultrapassa os limites da ''Web 1.0'', de conteúdos estanques e partindo do pressuposto da passividade do consumidor, para a ideia de colaboração, tornando o consumidor, ele próprio, produtor do conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O conceito [[Web 2.0]] pode ser entendido em si, em consonância com a educação [[Web 2.0 e Educação]] e com o conteúdo de História [[Web 2.0  e História]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Web 2.0 ==&lt;br /&gt;
Na Web 2.0, o conceito de inteligência coletiva é fundamental, em que os usuários saem da posição de apenas consumidores para a de colaboradores. Além disso, o usuário se torna codesenvolvedor de software. Os blogs, por exemplo, se tornaram redes incrementáveis, como afirma MATTAR (São Paulo: 2013, p. 21). As redes sociais, nesse sentido, tornaram-se tecnologias desse universo da Web 2.0, possibilitando ao usuário ainda mais poder de interferência na criação e alteração de materiais disponíveis. Isso sem falar das ''wikis'', que representam a própria noção de texto colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Web 2.0 e Educação ==&lt;br /&gt;
A Web 2.0 na Educação nos remete à ideia do aluno, não como o indivíduo imbuído na posição de expectador passivo diante do professor detentor de todo o conhecimento, mas como um agente participativo, também coautor do processo de aprendizagem (MATTAR: 2013, p. 21). Além disso, o educando, nascido em uma cultura digital, faz uso das redes sociais e dos mecanismos de busca, o que, se mediado de forma adequada, pode propiciar um processo de aprendizagem mais significativa e com resultados mais satisfatórios. Contudo, o sucesso da iniciativa depende da estrutura fornecida tanto a alunos como a professores e profissionais da educação como um todo, carentes de um preparo e de uma formação mais específica no sentido de otimizar o uso das novas tecnologias da educação. Dessa forma, seria possível superar velhos hábitos na educação, ou mesmo estimular novos usos a ferramentas, muitas vezes, aplicadas de forma bastante limitada.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;WilliamCavalari: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A História, como qualquer componente curricular, carece de uma discussão sobre a forma como as novas tecnologias de comunicação e informação (TIC's) serão utilizadas de forma adequada no interior da escola. A ''Web 2.0'', portanto, surge como um conceito interessante para discutir a forma como a História pode dialogar e se aproveitar dessas novas portas que se abrem para a Educação.&lt;br /&gt;
A ''Web 2.0'' é um conceito utilizado pela primeira vez em 2004, em uma conferência, por Tim O'Reilly, que ultrapassa os limites da ''Web 1.0'', de conteúdos estanques e partindo do pressuposto da passividade do consumidor, para a ideia de colaboração, tornando o consumidor, ele próprio, produtor do conteúdo.&lt;br /&gt;
O conceito [[Web 2.0]] pode ser entendido em si, em consonância com a educação [[Web 2.0 e Educação]] e com o conteúdo de História [[Web 2.0  e História]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Web 2.0 ==&lt;br /&gt;
Na Web 2.0, o conceito de inteligência coletiva é fundamental, em que os usuários saem da posição de apenas consumidores para a de colaboradores. Além disso, o usuário se torna codesenvolvedor de software. Os blogs, por exemplo, se tornaram redes incrementáveis, como afirma MATTAR (São Paulo: 2013, p. 21). As redes sociais, nesse sentido, tornaram-se tecnologias desse universo da Web 2.0, possibilitando ao usuário ainda mais poder de interferência na criação e alteração de materiais disponíveis. Isso sem falar das ''wikis'', que representam a própria noção de texto colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Web 2.0 e Educação ==&lt;br /&gt;
A Web 2.0 na Educação nos remete à ideia do aluno, não como o indivíduo imbuído na posição de expectador passivo diante do professor detentor de todo o conhecimento, mas como um agente participativo, também coautor do processo de aprendizagem (MATTAR: 2013, p. 21). Além disso, o educando, nascido em uma cultura digital, faz uso das redes sociais e dos mecanismos de busca, o que, se mediado de forma adequada, pode propiciar um processo de aprendizagem mais significativa e com resultados mais satisfatórios. Contudo, o sucesso da iniciativa depende da estrutura fornecida tanto a alunos como a professores e profissionais da educação como um todo, carentes de um preparo e de uma formação mais específica no sentido de otimizar o uso das novas tecnologias da educação. Dessa forma, seria possível superar velhos hábitos na educação, ou mesmo estimular novos usos a ferramentas, muitas vezes, aplicadas de forma bastante limitada.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;WilliamCavalari: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Web 2.0'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ''Web 2.0'' é um conceito utilizado pela primeira vez em 2004, em uma conferência, por Tim O'Reilly, que ultrapassa os limites da ''Web 1.0'', de conteúdos estanques e partindo do pressuposto da passividade do consumidor, para a ideia de colaboração, tornando o consumidor, ele próprio, produtor do conteúdo.&lt;br /&gt;
O conceito [[Web 2.0]] pode ser entendido em si, em consonância com a educação [[Web 2.0 e Educação]] e com o conteúdo de História [[Web 2.0  e História]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Web 2.0 ==&lt;br /&gt;
Na Web 2.0, o conceito de inteligência coletiva é fundamental, em que os usuários saem da posição de apenas consumidores para a de colaboradores. Além disso, o usuário se torna codesenvolvedor de software. Os blogs, por exemplo, se tornaram redes incrementáveis, como afirma MATTAR (São Paulo: 2013, p. 21). As redes sociais, nesse sentido, tornaram-se tecnologias desse universo da Web 2.0, possibilitando ao usuário ainda mais poder de interferência na criação e alteração de materiais disponíveis. Isso sem falar das ''wikis'', que representam a própria noção de texto colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Web 2.0 e Educação ==&lt;br /&gt;
A Web 2.0 na Educação nos remete à ideia do aluno, não como o indivíduo imbuído na posição de expectador passivo diante do professor detentor de todo o conhecimento, mas como um agente participativo, também coautor do processo de aprendizagem (MATTAR: 2013, p. 21). Além disso, o educando, nascido em uma cultura digital, faz uso das redes sociais e dos mecanismos de busca, o que, se mediado de forma adequada, pode propiciar um processo de aprendizagem mais significativa e com resultados mais satisfatórios. Contudo, o sucesso da iniciativa depende da estrutura fornecida tanto a alunos como a professores e profissionais da educação como um todo, carentes de um preparo e de uma formação mais específica no sentido de otimizar o uso das novas tecnologias da educação. Dessa forma, seria possível superar velhos hábitos na educação, ou mesmo estimular novos usos a ferramentas, muitas vezes, aplicadas de forma bastante limitada.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;WilliamCavalari: Criou página com 'A Web 2.0 na Educação nos remete à ideia do aluno, não como o indivíduo imbuído na posição de expectador passivo diante do professor detentor de todo o conhecimento, mas ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A Web 2.0 na Educação nos remete à ideia do aluno, não como o indivíduo imbuído na posição de expectador passivo diante do professor detentor de todo o conhecimento, mas como um agente ''participativo, também coautor do processo de aprendizagem'' (MATTAR: 2013, p. 21).&lt;br /&gt;
Além disso, o educando, nascido em uma cultura digital, faz uso das redes sociais e dos mecanismos de busca, o que, se mediado de forma adequada, pode propiciar um processo de aprendizagem mais significativa e com resultados mais satisfatórios.&lt;br /&gt;
Contudo, o sucesso da iniciativa depende da estrutura fornecida tanto a alunos como a professores e profissionais da educação como um todo, carentes de um preparo e de uma formação mais específica no sentido de otimizar o uso das novas tecnologias da educação. Dessa forma, seria possível  superar velhos hábitos na educação, ou mesmo estimular novos usos a ferramentas, muitas vezes, aplicadas de forma bastante limitada.&lt;/div&gt;</summary>
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				<updated>2013-10-02T14:26:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;WilliamCavalari: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Na ''Web 2.0'', o conceito de inteligência coletiva é fundamental, em que os usuários saem da posição de apenas consumidores para a de colaboradores. Além disso, o usuário se torna codesenvolvedor de software. Os blogs, por exemplo, se tornaram redes incrementáveis, como afirma MATTAR (São Paulo: 2013, p. 21). As redes sociais, nesse sentido, tornaram-se tecnologias desse universo da Web 2.0, possibilitando ao usuário ainda mais poder de interferência na criação e alteração de materiais disponíveis. Isso sem falar das ''wikis'', que representam a própria noção de texto colaborativo.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;WilliamCavalari: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Web 2.0'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ''Web 2.0'' é um conceito utilizado pela primeira vez em 2004, em uma conferência, por Tim O'Reilly, que ultrapassa os limites da ''Web 1.0'', de conteúdos estanques e partindo do pressuposto da passividade do consumidor, para a ideia de colaboração, tornando o consumidor, ele próprio, produtor do conteúdo.&lt;br /&gt;
O conceito [[Web 2.0]] pode ser entendido em si, em consonância com a educação [[Web 2.0 e Educação]] e com o conteúdo de História [[Web 2.0  e História]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Web 2.0 ==&lt;br /&gt;
Na Web 2.0, o conceito de inteligência coletiva é fundamental, em que os usuários saem da posição de apenas consumidores para a de colaboradores. Além disso, o usuário se torna codesenvolvedor de software. Os blogs, por exemplo, se tornaram redes incrementáveis, como afirma MATTAR (São Paulo: 2013, p. 21). As redes sociais, nesse sentido, tornaram-se tecnologias desse universo da Web 2.0, possibilitando ao usuário ainda mais poder de interferência na criação e alteração de materiais disponíveis. Isso sem falar das ''wikis'', que representam a própria noção de texto colaborativo.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;WilliamCavalari: Criou página com 'Na ''Web 2.0'', o conceito de inteligência coletiva é fundamental, em que os usuários saem da posição de apenas consumidores para a de colaboradores. Além disso, o usuário...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Na ''Web 2.0'', o conceito de inteligência coletiva é fundamental, em que os usuários saem da posição de apenas consumidores para a de colaboradores. Além disso, o usuário se torna codesenvolvedor de software. Os blogs, por exemplo, se tornaram redes incrementáveis, como afirma MATTAR (São Paulo: 2013, p. 21). As redes sociais, nesse sentido, tornaram-se tecnologias desse universo da Web 2.0, possibilitando ao usuário ainda mais poder de interferência na criação e alteração de materiais dispoíveis. Isso sem falar das wikis, que representam a própria noção de texto colaborativo.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>WilliamCavalari</name></author>	</entry>

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		<title>História</title>
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				<updated>2013-10-02T14:13:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;WilliamCavalari: Introdução; Web 2.0; Web 2.0 e Educação; Web 2.0 e História&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Web 2.0'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ''Web 2.0'' é um conceito utilizado pela primeira vez em 2004, em uma conferência, por Tim O'Reilly, que ultrapassa os limites da ''Web 1.0'', de conteúdos estanques e partindo do pressuposto da passividade do consumidor, para a ideia de colaboração, tornando o consumidor, ele próprio, produtor do conteúdo.&lt;br /&gt;
O conceito [[Web 2.0]] pode ser entendido em si, em consonância com a educação [[Web 2.0 e Educação]] e com o conteúdo de História [[Web 2.0  e História]].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>WilliamCavalari</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Hist%C3%B3ria</id>
		<title>História</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Hist%C3%B3ria"/>
				<updated>2013-10-02T14:03:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;WilliamCavalari: Criou página com 'História'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;História&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>WilliamCavalari</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Texto_coletivo_e_colaborativo,_elaborados_pelos_cusistas_da_Tutoria_Online</id>
		<title>Texto coletivo e colaborativo, elaborados pelos cusistas da Tutoria Online</title>
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				<updated>2013-10-02T14:02:35Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;WilliamCavalari: /* WEB 2.0 na Educação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Elabore uma breve introdução acerca da temática'' Web'' 2.0. Posteriormente cada grupo deverá acessar a página específica referente ao seu componente curricular  e produzir um texto coletivo, contendo uma introdução ao tema proposto que aborde: o conceito de Web 2.0,  ''Web'' 2.0 na educação, e na continuidade da elaboração, explore as possibilidades pedagógicas da ''Web'' 2.0  em cada área específica (Matemática, Arte, Educação Especial, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É necessário estabelecer uma relação com as partes que irão compor a produção colaborativa. É muito importante observar a coesão, a coerência textual e a argumentação teórica.&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== WEB 2.0 na Educação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 com a ampla possibilidade de comunicação e interatividade, sem dúvidas deverá ocupar lugar de efetivo de destaque como ferramenta indispensável na educação.Seja qual for a área de conhecimento, o seu uso é possível. &lt;br /&gt;
Para desenvolver um estudo sobre a Web 2.0 é preciso lembrar os “bons tempos” da Web 1.0. Naquele momento, era o grande avanço da informática, representando um salto em termos de apoio tecnológico. Em seus estudos Costa (2012) argumenta de forma importante que &lt;br /&gt;
“A mudança de paradigma de Web 1.0 para Web 2.0 mudou radicalmente a atitude do usuário diante da rede mundial de computadores, mas trouxe consigo algumas inovações em seus aplicativos. Essas inovações tornaram possível desenvolver ferramentas que valorizam a individualidade humana e permitem escrita colaborativa, [...]”.&lt;br /&gt;
As ferramentas da Web que possibilitaram a interatividade e a colaboração entre as pessoas em “redes sociais”, também tem causado revolução como plataforma de navegação. Mattar (2013) afirma que “Com a Web 2.0, desenvolve-se também a ideia de um software não estar mais preso a um único dispositivo, mas disponível em diferentes dispositivos. [...] é possível pensar em aplicações e conteúdos multidispositivos”. Cita também estudos que apontam para “uma nova direção da web: a colisão com o mundo real” (2013).&lt;br /&gt;
Na educação as redes de interação passam a constituir uma “nova morfologia em educação” (MATTAR, 2013), pois, a partir delas, ocorrem modificações substanciais na forma de trabalhar e nos resultados do processo de ensino e de aprendizagem, por serem dinâmicas e geram mudanças durante o tempo.&lt;br /&gt;
Com essas novas formas de interação, por meio das tecnologias digitais, é necessário pensar em transformações na “cultura de aprendizagem” que ocorre na construção do conhecimento no espaço escolar, para que se possa, também, acontecer transformações na prática pedagógica.&lt;br /&gt;
A Web 2.0, nesse cenário de transformação da educação pode oferecer aos profissionais da educação e aos alunos “a possibilidade de interagir com a internet, inserindo, alterando, acrescentando, excluindo, construindo e reconstruindo” (COSTA, 2012) um texto de forma inédita ou compartilhada, e o mais importante, com grande alcance social.  &lt;br /&gt;
A introdução das diferentes tecnologias digitais no contexto escolar representa, como poderíamos dizer de forma simples, a “invasão” da inteligência coletiva, que se encontra hospedada em plataformas interativas da Web 2.0, também conhecida como redes sociais, em espaços de conhecimentos até então específicos do fazer pedagógico, gerando assim, impactos que estão revolucionando a educação mundial. As ferramentas disponibilizadas nesses espaços possibilitam aos sujeitos da aprendizagem (alunos e professores) o contato com novas “tramas” de conhecimentos interdisciplinares e transdisciplinares, e a construção interativa e colaborativa de novas formas de aprendizagem, mais significativas, que integram as relações de saberes acumulados socialmente e que representam o apport para o desenvolvimento dos sujeitos de aprendizagem. &lt;br /&gt;
Na sociedade contemporânea a grande transformação que a caracteriza é a forma como as pessoas se comunicam, entreterem e adquirem os conhecimentos tendo como suporte interativo as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC). Garcia (2001a) considera que o “mundo da educação não pode ignorar esta realidade tecnológica nem como objeto de estudo e, muito menos, como instrumento para a formação de cidadãos que já se organizam nesta sociedade através de ambientes virtuais”. &lt;br /&gt;
Essa afirmativa leva-nos a indagar sobre a importância das tecnologias como potencial para a inovação pedagógica e as implicações que desencadeiam no ambiente de aprendizagem escolar. Uma dessas implicações diz respeito ao currículo que, segundo Almeida e Assis (2011), “depende de diversos aspectos entre os quais a concepção de currículo e a identificação das características tecnológicas da Web 2.0”. Por esta razão a Web 2.0 tem potencial para facilitar o ensino e a aprendizagem, propiciando recursos que auxiliam atividades participativas, incentivando a construção do conhecimento de forma criativa e colaborativa, e, conseqüentemente, possibilitando a inovação no desenvolvimento do currículo.&lt;br /&gt;
Diante do contexto apresenta- se as várias áreas do currículo, bem como os setores da SEMED que deverão relacionar as suas especificidades e usos do recurso da Web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA e ASSIS. INTEGRAÇÃO DA WEB 2.0 AO CURRÍCULO: A GERAÇÃO WEB CURRÍCULO. la educ@cion – revista digital, OEA-OAS, 2011, mai, n. 145. Disponível em: http://www.educoas.org/portal/laeducacion2010 . Acesso em 25.09.2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATTAR, João. Web 2.0 2 redes sociais na educação. São Paulo: Artesanato Educacional, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HESSEL e SILVA. A inteligência coletiva e conhecimento aberto: relação retroativa recursiva, capítulo 6. Grupo EDVIRT.PUCSP. São Paulo. 2012. Disponível: http://oer.kmi.open.ac.uk/wp-content/uploads/cap06_edvirt.pdf Acesso em: 26.09.2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==[[Web 2.0]]==&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;'''[[Textos de apoio]]'''&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Língua Portuguesa]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Matemática]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[História]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Geografia]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Ciências]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Língua Estrangeira]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Arte]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Física]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Infantil]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Anos Iniciais (1º ao 5º)]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Especial]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Escolar]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Legislação Educacional]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Estratégica no Mundo Digital]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Biblioteca]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>WilliamCavalari</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste</id>
		<title>Página de Teste</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste"/>
				<updated>2013-09-23T19:29:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;WilliamCavalari: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''INTRODUÇÃO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Avaliação escolar no contexto do ensino e aprendizagem.==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a '''[evolução][https://www.google.com.br/]''' das [[tecnologias]] utilizadas no processo educativo ocorreram mudanças nas metodologias praticadas na sala de aula  e consequentemente mudanças nas formas de ''avaliação'', sejam nos aspectos do processo ensino-aprendizagem em si, ou para provocar mudanças significativas para um melhor aproveitamento dos alunos do ensino fundamental e médio.&lt;br /&gt;
Segundo Luckesi, &amp;quot;...a '''''avaliação''''' é uma apreciação qualitativa sobre dados relevantes do processo de ensino-aprendizagem que auxilia o professor a tomar decisões sobre o seu trabalho”. Ou seja a '''avaliação''' escolar é um componente do processo de ensino que visa, através da verificação e qualificação dos resultados obtidos, determinar a correspondência destes com os objetivos propostos e, daí, orientar a tomada de decisões em relação às atividades didáticas futuras.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
A avaliação como instrumento de investigação, '''Luckesi''' (2011), destaca pontualmente a  importância da qualidade no âmbito da realidade, o instrumento de ação do gestor em suas ações e decisões, definindo ele,  a partir de então o conhecimento como a luz, que amplia e direciona o caminhar, permitindo as intervenções necessárias à melhoria do ambiente de ensino aprendizagem. &lt;br /&gt;
A questão da inclusão, ante a discriminação e o trabalho de acolhimento das diferenças em sala de aula, passa por limites de aceitação e relacionamentos, visando a oportunizar igualdade no ambiente de ensino aprendizagem, conforme '''Jussara Hoffman''' (2005), o respeito e o dinamismo na forma de apreensão do conhecimento, na didática do professor , evidencia a participação do incluso entre os demais alunos, favorecendo em questões de avaliação as múltiplas interpretações de quem as interpreta.&lt;br /&gt;
Verificando ainda, a aprendizagem no olhar de Luckesi, a visão da realidade torna-se muito ampla, quanto ao conhecimento, o conceito visto por ele, mostra a realidade como é e funciona, ele não se define apenas na mensuração do que se dispõe a buscar, mas tornando compreensível aquilo que não é. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
teste Hoje dia 23 de setembro estamos aprendendo, ou seja verificando o rumo para logar na página.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>WilliamCavalari</name></author>	</entry>

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