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		<title>Wiki_Semed - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-17T12:41:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* Avaliação como prática educativa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Logo-pmcg-med.png]]                         [[Arquivo:Download.jpg]]                  [[Arquivo:Download (1).jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== '''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013 ''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Introdução'''=&lt;br /&gt;
A educação, direito de todos - apregoada na Constituição Brasileira e na Lei de Diretrizes e Bases – nunca esteve tão em alta enquanto preocupação geral da sociedade brasileira, em vista de que o momento atual passa por uma acelerada mudança no que tange a rapidez e abrangência das informações e com o dinamismo do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sociedade brasileira tem por certo que uma educação de qualidade pode proporcionar sucesso em várias esferas da vida. A melhoria social, a formação profissional e o pleno exercício da cidadania são exemplos do que almeja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa maneira, a avaliação da aprendizagem deve ser considerada de extrema importância em vista de que ela assume um importante papel no desafio proposto para a escola contemporânea: educação de qualidade. As reflexões sobre essa temática tornam-se relevantes na medida em que podem contribuir para a construção dessa nova escola, mais democrática e que tenha por meta cumprir a finalidade primeira da educação brasileira, qual seja o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importa ressaltar que a escola contemporânea configura-se como um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ela pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade. A avaliação de acompanhamento de uma ação acompanha uma atividade em sua dinâmica construtiva e pode haver intervenções para melhoria dos resultados da aprendizagem. &lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação é um processo de  mediação e intervenção pedagógica, fazer a intervenção pedagógica em tempo certo faz com que tenhamos grandes ganhos no desenvolvimento acadêmico do aluno. Na entrevista editada de Jussara Hoffmann, http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf , mostra o que o professor precisa mudar na sua concepção de avaliação para desenvolver uma prática avaliativa mediadora e também sobre a reprovação, porque ainda é tratada de forma equivocada, vale conferir. “ Essa é a intenção do avaliador: conhecer, compreender, acolher os alunos, em suas diferenças e estratégias próprias de aprendizagem para planejar e ajustar ações pedagógicas favorecedoras a cada um e ao grupo como um todo.” (Hoffmann, 2005, p.14)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Processo avaliativo na educação'''=&lt;br /&gt;
Foram muitas as mudanças que ocorreram nas propostas pedagógicas das redes públicas de ensino nas últimas três décadas. Nesse rápido movimento, discussões fundamentais emergiram sobre o que devemos avaliar (LEAL, 2003, p. 21).&lt;br /&gt;
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os critérios de avaliação explicitam as expectativas, considerando objetivos e conteúdos propostos para a  a área a para o ciclo, a organização lógica e interna dos conteúdos, as particularidades de cada momento da escolaridade e as possibilidades de aprendizagem decorrentes de cada etapa do desenvolvimento cognitivo, afetivo e social em uma determinada situação, na qual os alunos tenham condições de desenvolvimento do ponto de vista pessoal e social (PCNs, 1998, p. 80).&lt;br /&gt;
                              &lt;br /&gt;
Sobre o que devemos avaliar e como avaliar Hoffmann (2005, 19) assevera que&lt;br /&gt;
&amp;quot;para se entender de avaliação, o primeiro passo é conceber o termo na amplitude que lhe é de direito. Ao avaliar efetiva-se um conjunto de procedimentos didáticos que se estendem por um longo tempo e se dão em vários espaços escolares, procedimentos de caráter múltiplo e complexo tal como se delineia um processo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar, porém sabemos que existe inúmeras outras sugeridas por outros autores em nossa literatura.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato avaliativo exige critérios claros que orientam a interpretação dos aspectos a serem avaliados. No caso da avaliação escolar, é necessário que se estabeleçam quais são as expectativas de aprendizagem dos alunos, em consequência do ensino, dos objetivos e dos critérios de avaliação propostos e, na definição do que será considerado relevante na avaliação do ensino aprendizagem.&lt;br /&gt;
Se a avaliação está a serviço do processo ensino-aprendizagem, a decisão de aprovar ou reprovar, não deve ser a expressão de um “castigo”, nem ser unicamente pautada no quanto se aprendeu ou se deixou de aprender os conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
No processo educacional a avaliação vem mostrar os resultados obtidos do processo ensino – aprendizagem, para avaliar é preciso conhecer,  saber para que avaliar?  E como intervir se necessário na construção do conhecimento,  não com o objetivo de punir com notas e competição entre o melhor e o pior aluno, mas como forma de auxiliar a aprendizagem dos educandos, cabe ao professor pesquisar e aplicar medidas alternativas para a aprendizagem ser efetiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação como prática educativa'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação deve ocorrer cotidianamente, em todos os momentos do processo educativo, para que ela realmente tenha sucesso. Para que possamos entender qual a função da avaliação devemos antes nos preocupar com que escola queremos e que alunos pretendemos formar.&lt;br /&gt;
Reforçando essa ideia Zabalza (1995, p. 239) lembra que:&lt;br /&gt;
Quando falamos de avaliação não estamos a falar de um fato pontual ou de um ato singular, mas de um conjunto de fases que se condicionam mutuamente. Esse conjunto de fases ordenam-se sequencialmente (é um processo) e atuam integradamente (é um sistema). Por sua vez a avaliação não é (não deveria ser) algo separado do processo de ensino-aprendizagem, não é um apêndice independente do referido processo (está nesse processo) e joga um papel específico  em relação ao conjunto de componentes que integram o ensino como um todo (está num sistema).&lt;br /&gt;
	Dessa forma a avaliação deve abranger o todo e ao mesmo tempo apontar especificações, além de nortear nosso trabalho em sala de aula. Nascimento e Silva (2008, p. 6) ressaltam que:&lt;br /&gt;
A avaliação tem importância desde que seja uma avaliação em que torne o aluno capaz de corrigir e fundamentar-se nos conceitos adquiridos de forma corretamente Caso continue de forma errônea, o aluno não irá captar seu erro e nem irá reaprender o conceito, deixando de lado seu pensamento crítico, aceitando cada vez mais informações desatualizadas e erradas para a vida dele.&lt;br /&gt;
	Os autores citados anteriormente ainda levantam uma questão relevante quando afirmam que durante o processo avaliativo, a educação social, ou seja, aquela dada pelo meio em que o aluno vive, influencia diretamente, pois questões como: onde mora, onde vive, como são seus pais, apresenta uma relação direta em todo o desenvolvimento educacional assim como sua avaliação.&lt;br /&gt;
	Essa contextualização pode ter fundamento quando ao discutirmos a avaliação dentro do processo de ensino-aprendizagem ouvimos muitos educadores dizer: “temos que avaliar cada aluno de uma forma particular”. Com certeza deveria ser assim, porém a atual conjuntura do model&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Concluindo'''=&lt;br /&gt;
:   Ao falarmos de instrumentos utilizados nos processos de avaliação, estaremos falando das tarefas que são planejadas com o propósito de subsidiar, com dados, a análise do professor acerca do momento da aprendizagem de seus estudantes.&lt;br /&gt;
:Não importa a nomenclatura ou o procedimento metodológico utilizado para avaliar se realmente não houver nenhuma avaliação, se houver apenas uma mera e simples classificação por notas, ou um exame daquilo que você &amp;quot;aprendeu&amp;quot; no mês sem qualquer relação com o conhecimento como um todo, ou até mesmo uma mensuração do conhecimento aprendido.&lt;br /&gt;
:   Avaliar no entendimento mais amplo da palavra nos remete a diagnóstico, a elaboração, a produção,a execução e novamente torna ao processo para reconstrução, pois o ser humano tem a necessidade de conhecer e de aprender, para &amp;quot;inventar&amp;quot; algo novo, outra concepção de mundo. Vivemos buscando a verdade e essa busca incessante a torna uma mentira, pois nunca ficamos satisfeitos com a verdade que descobrimos. A avaliação está dentro desse processo de busca, de entendimento da minha relação íntima com o conhecimento, que nem sempre ficamos satisfeitos com aquilo que aprendemos e precisamos desmistificar e evoluir, construir novos paradigmas para que sejam quebrados e reformulados.&lt;br /&gt;
:   Há várias maneiras de se olhar a avaliação, educador e educando, se faz necessário uma mediação, com vistas  ao respeito, sensibilidade e diferenças individuais, sem perder o contexto interativo. A nossa  troca de experiências na escola é muito rica, com ela podemos fazer uma  reflexão das nossas  atitudes,  sobre a importância do tempo de estudo, preparação e qualificação profissional. O único bom ensino é o que acompanha o desenvolvimento dos alunos, independentemente de seu estágio, de forma contínua.&lt;br /&gt;
:   O objetivo da avaliação educacional é dar suporte ao professor para tomada de decisões na metodologia aplicada e para intervenção no processo de construção do conhecimento, é preciso saber objetivamente o que se espera ao avaliar para tomada de decisões.&lt;br /&gt;
:   Na prática escolar, nosso objetivo é que nossos educandos aprendam, e por aprender, se desenvolvam. A avaliação da aprendizagem está a serviço desse projeto de ação e configura – se como um ato de investigar a qualidade da aprendizagem dos educandos, a fim de diagnosticar impasses e consequentemente, se necessário, propor soluções que viabilizem os resultados satisfatórios desejados (LUCKESI, 2011 p. 175)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília : MEC/SEF, 1998.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CHUERI, Mary Stela Ferreira. Concepções de Avaliação no Contexto Escolar.Estudos em Avaliação Educacional, v. 19, n. 39, jan./abr. 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. Avaliação formativa ou avaliação mediadora?. Porto Alegre: Mediação, 2005a. p.13-23.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFAMANN, Jussara. Avaliação entrevista editada. Disponível em:&amp;lt;http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf&amp;gt; Acesso em: 14/06/2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LEAL, Telma Ferraz. Intencionalidade da avaliação na Língua Portuguesa. In: Silva, J.F.; Hoffmann, J.;&lt;br /&gt;
Esteban, M. T.(org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo.&lt;br /&gt;
Porto Alegre: Ed. Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico. 2011, São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FERREIRA, Rosalina. Avaliação educacional: avaliação do processo de ensino e aprendizagem. Disponível em http://www.webartigos.com/. Publicado em 24 de fevereiro de 2010 em Educação, acessado em 17 de junho de 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NASCIMENTO, Felipe de Araújo; SILVA, Jullyana Karla da. Avaliação: o que é e qual sua importância? Instituto Construir e Conhecer; Goiânia; Enciclopédia Biosfera N.05; 2008. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ZABALZA, M. Diseño y desarrollo curriclular. (6ª ed.). Madrid: Narcea, 1995&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-17T12:40:53Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* Avaliação como prática educativa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Logo-pmcg-med.png]]                         [[Arquivo:Download.jpg]]                  [[Arquivo:Download (1).jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== '''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013 ''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Introdução'''=&lt;br /&gt;
A educação, direito de todos - apregoada na Constituição Brasileira e na Lei de Diretrizes e Bases – nunca esteve tão em alta enquanto preocupação geral da sociedade brasileira, em vista de que o momento atual passa por uma acelerada mudança no que tange a rapidez e abrangência das informações e com o dinamismo do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sociedade brasileira tem por certo que uma educação de qualidade pode proporcionar sucesso em várias esferas da vida. A melhoria social, a formação profissional e o pleno exercício da cidadania são exemplos do que almeja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa maneira, a avaliação da aprendizagem deve ser considerada de extrema importância em vista de que ela assume um importante papel no desafio proposto para a escola contemporânea: educação de qualidade. As reflexões sobre essa temática tornam-se relevantes na medida em que podem contribuir para a construção dessa nova escola, mais democrática e que tenha por meta cumprir a finalidade primeira da educação brasileira, qual seja o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importa ressaltar que a escola contemporânea configura-se como um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ela pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade. A avaliação de acompanhamento de uma ação acompanha uma atividade em sua dinâmica construtiva e pode haver intervenções para melhoria dos resultados da aprendizagem. &lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação é um processo de  mediação e intervenção pedagógica, fazer a intervenção pedagógica em tempo certo faz com que tenhamos grandes ganhos no desenvolvimento acadêmico do aluno. Na entrevista editada de Jussara Hoffmann, http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf , mostra o que o professor precisa mudar na sua concepção de avaliação para desenvolver uma prática avaliativa mediadora e também sobre a reprovação, porque ainda é tratada de forma equivocada, vale conferir. “ Essa é a intenção do avaliador: conhecer, compreender, acolher os alunos, em suas diferenças e estratégias próprias de aprendizagem para planejar e ajustar ações pedagógicas favorecedoras a cada um e ao grupo como um todo.” (Hoffmann, 2005, p.14)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Processo avaliativo na educação'''=&lt;br /&gt;
Foram muitas as mudanças que ocorreram nas propostas pedagógicas das redes públicas de ensino nas últimas três décadas. Nesse rápido movimento, discussões fundamentais emergiram sobre o que devemos avaliar (LEAL, 2003, p. 21).&lt;br /&gt;
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os critérios de avaliação explicitam as expectativas, considerando objetivos e conteúdos propostos para a  a área a para o ciclo, a organização lógica e interna dos conteúdos, as particularidades de cada momento da escolaridade e as possibilidades de aprendizagem decorrentes de cada etapa do desenvolvimento cognitivo, afetivo e social em uma determinada situação, na qual os alunos tenham condições de desenvolvimento do ponto de vista pessoal e social (PCNs, 1998, p. 80).&lt;br /&gt;
                              &lt;br /&gt;
Sobre o que devemos avaliar e como avaliar Hoffmann (2005, 19) assevera que&lt;br /&gt;
&amp;quot;para se entender de avaliação, o primeiro passo é conceber o termo na amplitude que lhe é de direito. Ao avaliar efetiva-se um conjunto de procedimentos didáticos que se estendem por um longo tempo e se dão em vários espaços escolares, procedimentos de caráter múltiplo e complexo tal como se delineia um processo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar, porém sabemos que existe inúmeras outras sugeridas por outros autores em nossa literatura.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato avaliativo exige critérios claros que orientam a interpretação dos aspectos a serem avaliados. No caso da avaliação escolar, é necessário que se estabeleçam quais são as expectativas de aprendizagem dos alunos, em consequência do ensino, dos objetivos e dos critérios de avaliação propostos e, na definição do que será considerado relevante na avaliação do ensino aprendizagem.&lt;br /&gt;
Se a avaliação está a serviço do processo ensino-aprendizagem, a decisão de aprovar ou reprovar, não deve ser a expressão de um “castigo”, nem ser unicamente pautada no quanto se aprendeu ou se deixou de aprender os conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
No processo educacional a avaliação vem mostrar os resultados obtidos do processo ensino – aprendizagem, para avaliar é preciso conhecer,  saber para que avaliar?  E como intervir se necessário na construção do conhecimento,  não com o objetivo de punir com notas e competição entre o melhor e o pior aluno, mas como forma de auxiliar a aprendizagem dos educandos, cabe ao professor pesquisar e aplicar medidas alternativas para a aprendizagem ser efetiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação como prática educativa'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação deve ocorrer cotidianamente, em todos os momentos do processo educativo, para que ela realmente tenha sucesso. Para que possamos entender qual a função da avaliação devemos antes nos preocupar com que escola queremos e que alunos pretendemos formar.&lt;br /&gt;
Reforçando essa ideia Zabalza (1995, p. 239) lembra que:&lt;br /&gt;
Quando falamos de avaliação não estamos a falar de um fato pontual ou de um ato singular, mas de um conjunto de fases que se condicionam mutuamente. Esse conjunto de fases ordenam-se sequencialmente (é um processo) e atuam integradamente (é um sistema). Por sua vez a avaliação não é (não deveria ser) algo separado do processo de ensino-aprendizagem, não é um apêndice independente do referido processo (está nesse processo) e joga um papel específico  em relação ao conjunto de componentes que integram o ensino como um todo (está num sistema).&amp;lt;small&amp;gt;texto pequeno&amp;lt;/small&amp;gt; &lt;br /&gt;
	Dessa forma a avaliação deve abranger o todo e ao mesmo tempo apontar especificações, além de nortear nosso trabalho em sala de aula. Nascimento e Silva (2008, p. 6) ressaltam que:&lt;br /&gt;
A avaliação tem importância desde que seja uma avaliação em que torne o aluno capaz de corrigir e fundamentar-se nos conceitos adquiridos de forma corretamente Caso continue de forma errônea, o aluno não irá captar seu erro e nem irá reaprender o conceito, deixando de lado seu pensamento crítico, aceitando cada vez mais informações desatualizadas e erradas para a vida dele.&lt;br /&gt;
	Os autores citados anteriormente ainda levantam uma questão relevante quando afirmam que durante o processo avaliativo, a educação social, ou seja, aquela dada pelo meio em que o aluno vive, influencia diretamente, pois questões como: onde mora, onde vive, como são seus pais, apresenta uma relação direta em todo o desenvolvimento educacional assim como sua avaliação.&lt;br /&gt;
	Essa contextualização pode ter fundamento quando ao discutirmos a avaliação dentro do processo de ensino-aprendizagem ouvimos muitos educadores dizer: “temos que avaliar cada aluno de uma forma particular”. Com certeza deveria ser assim, porém a atual conjuntura do model&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Concluindo'''=&lt;br /&gt;
:   Ao falarmos de instrumentos utilizados nos processos de avaliação, estaremos falando das tarefas que são planejadas com o propósito de subsidiar, com dados, a análise do professor acerca do momento da aprendizagem de seus estudantes.&lt;br /&gt;
:Não importa a nomenclatura ou o procedimento metodológico utilizado para avaliar se realmente não houver nenhuma avaliação, se houver apenas uma mera e simples classificação por notas, ou um exame daquilo que você &amp;quot;aprendeu&amp;quot; no mês sem qualquer relação com o conhecimento como um todo, ou até mesmo uma mensuração do conhecimento aprendido.&lt;br /&gt;
:   Avaliar no entendimento mais amplo da palavra nos remete a diagnóstico, a elaboração, a produção,a execução e novamente torna ao processo para reconstrução, pois o ser humano tem a necessidade de conhecer e de aprender, para &amp;quot;inventar&amp;quot; algo novo, outra concepção de mundo. Vivemos buscando a verdade e essa busca incessante a torna uma mentira, pois nunca ficamos satisfeitos com a verdade que descobrimos. A avaliação está dentro desse processo de busca, de entendimento da minha relação íntima com o conhecimento, que nem sempre ficamos satisfeitos com aquilo que aprendemos e precisamos desmistificar e evoluir, construir novos paradigmas para que sejam quebrados e reformulados.&lt;br /&gt;
:   Há várias maneiras de se olhar a avaliação, educador e educando, se faz necessário uma mediação, com vistas  ao respeito, sensibilidade e diferenças individuais, sem perder o contexto interativo. A nossa  troca de experiências na escola é muito rica, com ela podemos fazer uma  reflexão das nossas  atitudes,  sobre a importância do tempo de estudo, preparação e qualificação profissional. O único bom ensino é o que acompanha o desenvolvimento dos alunos, independentemente de seu estágio, de forma contínua.&lt;br /&gt;
:   O objetivo da avaliação educacional é dar suporte ao professor para tomada de decisões na metodologia aplicada e para intervenção no processo de construção do conhecimento, é preciso saber objetivamente o que se espera ao avaliar para tomada de decisões.&lt;br /&gt;
:   Na prática escolar, nosso objetivo é que nossos educandos aprendam, e por aprender, se desenvolvam. A avaliação da aprendizagem está a serviço desse projeto de ação e configura – se como um ato de investigar a qualidade da aprendizagem dos educandos, a fim de diagnosticar impasses e consequentemente, se necessário, propor soluções que viabilizem os resultados satisfatórios desejados (LUCKESI, 2011 p. 175)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília : MEC/SEF, 1998.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CHUERI, Mary Stela Ferreira. Concepções de Avaliação no Contexto Escolar.Estudos em Avaliação Educacional, v. 19, n. 39, jan./abr. 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. Avaliação formativa ou avaliação mediadora?. Porto Alegre: Mediação, 2005a. p.13-23.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFAMANN, Jussara. Avaliação entrevista editada. Disponível em:&amp;lt;http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf&amp;gt; Acesso em: 14/06/2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LEAL, Telma Ferraz. Intencionalidade da avaliação na Língua Portuguesa. In: Silva, J.F.; Hoffmann, J.;&lt;br /&gt;
Esteban, M. T.(org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo.&lt;br /&gt;
Porto Alegre: Ed. Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico. 2011, São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FERREIRA, Rosalina. Avaliação educacional: avaliação do processo de ensino e aprendizagem. Disponível em http://www.webartigos.com/. Publicado em 24 de fevereiro de 2010 em Educação, acessado em 17 de junho de 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NASCIMENTO, Felipe de Araújo; SILVA, Jullyana Karla da. Avaliação: o que é e qual sua importância? Instituto Construir e Conhecer; Goiânia; Enciclopédia Biosfera N.05; 2008. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ZABALZA, M. Diseño y desarrollo curriclular. (6ª ed.). Madrid: Narcea, 1995&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-17T12:35:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* Referências Bibliográficas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Logo-pmcg-med.png]]                         [[Arquivo:Download.jpg]]                  [[Arquivo:Download (1).jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== '''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013 ''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Introdução'''=&lt;br /&gt;
A educação, direito de todos - apregoada na Constituição Brasileira e na Lei de Diretrizes e Bases – nunca esteve tão em alta enquanto preocupação geral da sociedade brasileira, em vista de que o momento atual passa por uma acelerada mudança no que tange a rapidez e abrangência das informações e com o dinamismo do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sociedade brasileira tem por certo que uma educação de qualidade pode proporcionar sucesso em várias esferas da vida. A melhoria social, a formação profissional e o pleno exercício da cidadania são exemplos do que almeja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa maneira, a avaliação da aprendizagem deve ser considerada de extrema importância em vista de que ela assume um importante papel no desafio proposto para a escola contemporânea: educação de qualidade. As reflexões sobre essa temática tornam-se relevantes na medida em que podem contribuir para a construção dessa nova escola, mais democrática e que tenha por meta cumprir a finalidade primeira da educação brasileira, qual seja o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importa ressaltar que a escola contemporânea configura-se como um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ela pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade. A avaliação de acompanhamento de uma ação acompanha uma atividade em sua dinâmica construtiva e pode haver intervenções para melhoria dos resultados da aprendizagem. &lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação é um processo de  mediação e intervenção pedagógica, fazer a intervenção pedagógica em tempo certo faz com que tenhamos grandes ganhos no desenvolvimento acadêmico do aluno. Na entrevista editada de Jussara Hoffmann, http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf , mostra o que o professor precisa mudar na sua concepção de avaliação para desenvolver uma prática avaliativa mediadora e também sobre a reprovação, porque ainda é tratada de forma equivocada, vale conferir. “ Essa é a intenção do avaliador: conhecer, compreender, acolher os alunos, em suas diferenças e estratégias próprias de aprendizagem para planejar e ajustar ações pedagógicas favorecedoras a cada um e ao grupo como um todo.” (Hoffmann, 2005, p.14)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Processo avaliativo na educação'''=&lt;br /&gt;
Foram muitas as mudanças que ocorreram nas propostas pedagógicas das redes públicas de ensino nas últimas três décadas. Nesse rápido movimento, discussões fundamentais emergiram sobre o que devemos avaliar (LEAL, 2003, p. 21).&lt;br /&gt;
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os critérios de avaliação explicitam as expectativas, considerando objetivos e conteúdos propostos para a  a área a para o ciclo, a organização lógica e interna dos conteúdos, as particularidades de cada momento da escolaridade e as possibilidades de aprendizagem decorrentes de cada etapa do desenvolvimento cognitivo, afetivo e social em uma determinada situação, na qual os alunos tenham condições de desenvolvimento do ponto de vista pessoal e social (PCNs, 1998, p. 80).&lt;br /&gt;
                              &lt;br /&gt;
Sobre o que devemos avaliar e como avaliar Hoffmann (2005, 19) assevera que&lt;br /&gt;
&amp;quot;para se entender de avaliação, o primeiro passo é conceber o termo na amplitude que lhe é de direito. Ao avaliar efetiva-se um conjunto de procedimentos didáticos que se estendem por um longo tempo e se dão em vários espaços escolares, procedimentos de caráter múltiplo e complexo tal como se delineia um processo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar, porém sabemos que existe inúmeras outras sugeridas por outros autores em nossa literatura.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato avaliativo exige critérios claros que orientam a interpretação dos aspectos a serem avaliados. No caso da avaliação escolar, é necessário que se estabeleçam quais são as expectativas de aprendizagem dos alunos, em consequência do ensino, dos objetivos e dos critérios de avaliação propostos e, na definição do que será considerado relevante na avaliação do ensino aprendizagem.&lt;br /&gt;
Se a avaliação está a serviço do processo ensino-aprendizagem, a decisão de aprovar ou reprovar, não deve ser a expressão de um “castigo”, nem ser unicamente pautada no quanto se aprendeu ou se deixou de aprender os conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
No processo educacional a avaliação vem mostrar os resultados obtidos do processo ensino – aprendizagem, para avaliar é preciso conhecer,  saber para que avaliar?  E como intervir se necessário na construção do conhecimento,  não com o objetivo de punir com notas e competição entre o melhor e o pior aluno, mas como forma de auxiliar a aprendizagem dos educandos, cabe ao professor pesquisar e aplicar medidas alternativas para a aprendizagem ser efetiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação como prática educativa'''=&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
 A avaliação deve ocorrer cotidianamente, em todos os momentos do processo educativo, para que ela realmente tenha sucesso. Para que possamos entender qual a função da avaliação devemos antes nos preocupar com que escola queremos e que alunos pretendemos formar.&lt;br /&gt;
Reforçando essa ideia Zabalza (1995, p. 239) lembra que:&lt;br /&gt;
Quando falamos de avaliação não estamos a falar de um fato pontual ou de um ato singular, mas de um conjunto de fases que se condicionam mutuamente. Esse conjunto de fases ordenam-se sequencialmente (é um processo) e atuam integradamente (é um sistema). Por sua vez a avaliação não é (não deveria ser) algo separado do processo de ensino-aprendizagem, não é um apêndice independente do referido processo (está nesse processo) e joga um papel específico  em relação ao conjunto de componentes que integram o ensino como um todo (está num sistema). &lt;br /&gt;
	Dessa forma a avaliação deve abranger o todo e ao mesmo tempo apontar especificações, além de nortear nosso trabalho em sala de aula. Nascimento e Silva (2008, p. 6) ressaltam que:&lt;br /&gt;
A avaliação tem importância desde que seja uma avaliação em que torne o aluno capaz de corrigir e fundamentar-se nos conceitos adquiridos de forma corretamente Caso continue de forma errônea, o aluno não irá captar seu erro e nem irá reaprender o conceito, deixando de lado seu pensamento crítico, aceitando cada vez mais informações desatualizadas e erradas para a vida dele.&lt;br /&gt;
	Os autores citados anteriormente ainda levantam uma questão relevante quando afirmam que durante o processo avaliativo, a educação social, ou seja, aquela dada pelo meio em que o aluno vive, influencia diretamente, pois questões como: onde mora, onde vive, como são seus pais, apresenta uma relação direta em todo o desenvolvimento educacional assim como sua avaliação.&lt;br /&gt;
	Essa contextualização pode ter fundamento quando ao discutirmos a avaliação dentro do processo de ensino-aprendizagem ouvimos muitos educadores dizer: “temos que avaliar cada aluno de uma forma particular”. Com certeza deveria ser assim, porém a atual conjuntura do modelo escolar brasileiro ainda não permite tal avaliação, pelo menos em escolas públicas, onde o número de alunos é muito grande em sala de aula e o professor às vezes faz jornada dupla ou tripla para complementar sua renda.&lt;br /&gt;
	Esquecendo um pouco essa realidade e retomando a discussão, Ferreira (2010) afirma que avaliar dentro desse contexto significa uma ação provocativa do professor desafiando o educando a refletir sobre as situações vividas, a formular e reformular hipóteses, encaminhando-o a um saber enriquecido, acompanhando o &amp;quot;vir a ser&amp;quot;, favorecendo ações educativas para novas descobertas. Ainda lembra a autora que a avaliação apresenta uma importância social e política fundamental no fazer educativo vinculando-a a ideia de qualidade. &lt;br /&gt;
Portanto, avaliar com qualidade e, neste ponto corroboramos com Ferreira (2010) significa um julgamento mais global e intenso, no qual o aluno é observado como um ser integral, colocado em determinada situação relacionada às expectativas do professor e também deles mesmos. Nesse momento, o professor deixa de ser um simples colecionador de elementos quantificáveis e utiliza sua experiência e competência analisando os fatos dentro de um contexto de valores, que legitimam sua atitude como educador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Concluindo'''=&lt;br /&gt;
:   Ao falarmos de instrumentos utilizados nos processos de avaliação, estaremos falando das tarefas que são planejadas com o propósito de subsidiar, com dados, a análise do professor acerca do momento da aprendizagem de seus estudantes.&lt;br /&gt;
:Não importa a nomenclatura ou o procedimento metodológico utilizado para avaliar se realmente não houver nenhuma avaliação, se houver apenas uma mera e simples classificação por notas, ou um exame daquilo que você &amp;quot;aprendeu&amp;quot; no mês sem qualquer relação com o conhecimento como um todo, ou até mesmo uma mensuração do conhecimento aprendido.&lt;br /&gt;
:   Avaliar no entendimento mais amplo da palavra nos remete a diagnóstico, a elaboração, a produção,a execução e novamente torna ao processo para reconstrução, pois o ser humano tem a necessidade de conhecer e de aprender, para &amp;quot;inventar&amp;quot; algo novo, outra concepção de mundo. Vivemos buscando a verdade e essa busca incessante a torna uma mentira, pois nunca ficamos satisfeitos com a verdade que descobrimos. A avaliação está dentro desse processo de busca, de entendimento da minha relação íntima com o conhecimento, que nem sempre ficamos satisfeitos com aquilo que aprendemos e precisamos desmistificar e evoluir, construir novos paradigmas para que sejam quebrados e reformulados.&lt;br /&gt;
:   Há várias maneiras de se olhar a avaliação, educador e educando, se faz necessário uma mediação, com vistas  ao respeito, sensibilidade e diferenças individuais, sem perder o contexto interativo. A nossa  troca de experiências na escola é muito rica, com ela podemos fazer uma  reflexão das nossas  atitudes,  sobre a importância do tempo de estudo, preparação e qualificação profissional. O único bom ensino é o que acompanha o desenvolvimento dos alunos, independentemente de seu estágio, de forma contínua.&lt;br /&gt;
:   O objetivo da avaliação educacional é dar suporte ao professor para tomada de decisões na metodologia aplicada e para intervenção no processo de construção do conhecimento, é preciso saber objetivamente o que se espera ao avaliar para tomada de decisões.&lt;br /&gt;
:   Na prática escolar, nosso objetivo é que nossos educandos aprendam, e por aprender, se desenvolvam. A avaliação da aprendizagem está a serviço desse projeto de ação e configura – se como um ato de investigar a qualidade da aprendizagem dos educandos, a fim de diagnosticar impasses e consequentemente, se necessário, propor soluções que viabilizem os resultados satisfatórios desejados (LUCKESI, 2011 p. 175)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília : MEC/SEF, 1998.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CHUERI, Mary Stela Ferreira. Concepções de Avaliação no Contexto Escolar.Estudos em Avaliação Educacional, v. 19, n. 39, jan./abr. 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. Avaliação formativa ou avaliação mediadora?. Porto Alegre: Mediação, 2005a. p.13-23.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFAMANN, Jussara. Avaliação entrevista editada. Disponível em:&amp;lt;http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf&amp;gt; Acesso em: 14/06/2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LEAL, Telma Ferraz. Intencionalidade da avaliação na Língua Portuguesa. In: Silva, J.F.; Hoffmann, J.;&lt;br /&gt;
Esteban, M. T.(org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo.&lt;br /&gt;
Porto Alegre: Ed. Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico. 2011, São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FERREIRA, Rosalina. Avaliação educacional: avaliação do processo de ensino e aprendizagem. Disponível em http://www.webartigos.com/. Publicado em 24 de fevereiro de 2010 em Educação, acessado em 17 de junho de 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NASCIMENTO, Felipe de Araújo; SILVA, Jullyana Karla da. Avaliação: o que é e qual sua importância? Instituto Construir e Conhecer; Goiânia; Enciclopédia Biosfera N.05; 2008. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ZABALZA, M. Diseño y desarrollo curriclular. (6ª ed.). Madrid: Narcea, 1995&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-17T12:34:51Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* Avaliação como prática educativa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Logo-pmcg-med.png]]                         [[Arquivo:Download.jpg]]                  [[Arquivo:Download (1).jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== '''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013 ''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Introdução'''=&lt;br /&gt;
A educação, direito de todos - apregoada na Constituição Brasileira e na Lei de Diretrizes e Bases – nunca esteve tão em alta enquanto preocupação geral da sociedade brasileira, em vista de que o momento atual passa por uma acelerada mudança no que tange a rapidez e abrangência das informações e com o dinamismo do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sociedade brasileira tem por certo que uma educação de qualidade pode proporcionar sucesso em várias esferas da vida. A melhoria social, a formação profissional e o pleno exercício da cidadania são exemplos do que almeja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa maneira, a avaliação da aprendizagem deve ser considerada de extrema importância em vista de que ela assume um importante papel no desafio proposto para a escola contemporânea: educação de qualidade. As reflexões sobre essa temática tornam-se relevantes na medida em que podem contribuir para a construção dessa nova escola, mais democrática e que tenha por meta cumprir a finalidade primeira da educação brasileira, qual seja o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importa ressaltar que a escola contemporânea configura-se como um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ela pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade. A avaliação de acompanhamento de uma ação acompanha uma atividade em sua dinâmica construtiva e pode haver intervenções para melhoria dos resultados da aprendizagem. &lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação é um processo de  mediação e intervenção pedagógica, fazer a intervenção pedagógica em tempo certo faz com que tenhamos grandes ganhos no desenvolvimento acadêmico do aluno. Na entrevista editada de Jussara Hoffmann, http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf , mostra o que o professor precisa mudar na sua concepção de avaliação para desenvolver uma prática avaliativa mediadora e também sobre a reprovação, porque ainda é tratada de forma equivocada, vale conferir. “ Essa é a intenção do avaliador: conhecer, compreender, acolher os alunos, em suas diferenças e estratégias próprias de aprendizagem para planejar e ajustar ações pedagógicas favorecedoras a cada um e ao grupo como um todo.” (Hoffmann, 2005, p.14)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Processo avaliativo na educação'''=&lt;br /&gt;
Foram muitas as mudanças que ocorreram nas propostas pedagógicas das redes públicas de ensino nas últimas três décadas. Nesse rápido movimento, discussões fundamentais emergiram sobre o que devemos avaliar (LEAL, 2003, p. 21).&lt;br /&gt;
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os critérios de avaliação explicitam as expectativas, considerando objetivos e conteúdos propostos para a  a área a para o ciclo, a organização lógica e interna dos conteúdos, as particularidades de cada momento da escolaridade e as possibilidades de aprendizagem decorrentes de cada etapa do desenvolvimento cognitivo, afetivo e social em uma determinada situação, na qual os alunos tenham condições de desenvolvimento do ponto de vista pessoal e social (PCNs, 1998, p. 80).&lt;br /&gt;
                              &lt;br /&gt;
Sobre o que devemos avaliar e como avaliar Hoffmann (2005, 19) assevera que&lt;br /&gt;
&amp;quot;para se entender de avaliação, o primeiro passo é conceber o termo na amplitude que lhe é de direito. Ao avaliar efetiva-se um conjunto de procedimentos didáticos que se estendem por um longo tempo e se dão em vários espaços escolares, procedimentos de caráter múltiplo e complexo tal como se delineia um processo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar, porém sabemos que existe inúmeras outras sugeridas por outros autores em nossa literatura.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato avaliativo exige critérios claros que orientam a interpretação dos aspectos a serem avaliados. No caso da avaliação escolar, é necessário que se estabeleçam quais são as expectativas de aprendizagem dos alunos, em consequência do ensino, dos objetivos e dos critérios de avaliação propostos e, na definição do que será considerado relevante na avaliação do ensino aprendizagem.&lt;br /&gt;
Se a avaliação está a serviço do processo ensino-aprendizagem, a decisão de aprovar ou reprovar, não deve ser a expressão de um “castigo”, nem ser unicamente pautada no quanto se aprendeu ou se deixou de aprender os conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
No processo educacional a avaliação vem mostrar os resultados obtidos do processo ensino – aprendizagem, para avaliar é preciso conhecer,  saber para que avaliar?  E como intervir se necessário na construção do conhecimento,  não com o objetivo de punir com notas e competição entre o melhor e o pior aluno, mas como forma de auxiliar a aprendizagem dos educandos, cabe ao professor pesquisar e aplicar medidas alternativas para a aprendizagem ser efetiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação como prática educativa'''=&lt;br /&gt;
      &lt;br /&gt;
 A avaliação deve ocorrer cotidianamente, em todos os momentos do processo educativo, para que ela realmente tenha sucesso. Para que possamos entender qual a função da avaliação devemos antes nos preocupar com que escola queremos e que alunos pretendemos formar.&lt;br /&gt;
Reforçando essa ideia Zabalza (1995, p. 239) lembra que:&lt;br /&gt;
Quando falamos de avaliação não estamos a falar de um fato pontual ou de um ato singular, mas de um conjunto de fases que se condicionam mutuamente. Esse conjunto de fases ordenam-se sequencialmente (é um processo) e atuam integradamente (é um sistema). Por sua vez a avaliação não é (não deveria ser) algo separado do processo de ensino-aprendizagem, não é um apêndice independente do referido processo (está nesse processo) e joga um papel específico  em relação ao conjunto de componentes que integram o ensino como um todo (está num sistema). &lt;br /&gt;
	Dessa forma a avaliação deve abranger o todo e ao mesmo tempo apontar especificações, além de nortear nosso trabalho em sala de aula. Nascimento e Silva (2008, p. 6) ressaltam que:&lt;br /&gt;
A avaliação tem importância desde que seja uma avaliação em que torne o aluno capaz de corrigir e fundamentar-se nos conceitos adquiridos de forma corretamente Caso continue de forma errônea, o aluno não irá captar seu erro e nem irá reaprender o conceito, deixando de lado seu pensamento crítico, aceitando cada vez mais informações desatualizadas e erradas para a vida dele.&lt;br /&gt;
	Os autores citados anteriormente ainda levantam uma questão relevante quando afirmam que durante o processo avaliativo, a educação social, ou seja, aquela dada pelo meio em que o aluno vive, influencia diretamente, pois questões como: onde mora, onde vive, como são seus pais, apresenta uma relação direta em todo o desenvolvimento educacional assim como sua avaliação.&lt;br /&gt;
	Essa contextualização pode ter fundamento quando ao discutirmos a avaliação dentro do processo de ensino-aprendizagem ouvimos muitos educadores dizer: “temos que avaliar cada aluno de uma forma particular”. Com certeza deveria ser assim, porém a atual conjuntura do modelo escolar brasileiro ainda não permite tal avaliação, pelo menos em escolas públicas, onde o número de alunos é muito grande em sala de aula e o professor às vezes faz jornada dupla ou tripla para complementar sua renda.&lt;br /&gt;
	Esquecendo um pouco essa realidade e retomando a discussão, Ferreira (2010) afirma que avaliar dentro desse contexto significa uma ação provocativa do professor desafiando o educando a refletir sobre as situações vividas, a formular e reformular hipóteses, encaminhando-o a um saber enriquecido, acompanhando o &amp;quot;vir a ser&amp;quot;, favorecendo ações educativas para novas descobertas. Ainda lembra a autora que a avaliação apresenta uma importância social e política fundamental no fazer educativo vinculando-a a ideia de qualidade. &lt;br /&gt;
Portanto, avaliar com qualidade e, neste ponto corroboramos com Ferreira (2010) significa um julgamento mais global e intenso, no qual o aluno é observado como um ser integral, colocado em determinada situação relacionada às expectativas do professor e também deles mesmos. Nesse momento, o professor deixa de ser um simples colecionador de elementos quantificáveis e utiliza sua experiência e competência analisando os fatos dentro de um contexto de valores, que legitimam sua atitude como educador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Concluindo'''=&lt;br /&gt;
:Ao falarmos de instrumentos utilizados nos processos de avaliação, estaremos falando das tarefas que são planejadas com o propósito de subsidiar, com dados, a análise do professor acerca do momento da aprendizagem de seus estudantes.&lt;br /&gt;
:Não importa a nomenclatura ou o procedimento metodológico utilizado para avaliar se realmente não houver nenhuma avaliação, se houver apenas uma mera e simples classificação por notas, ou um exame daquilo que você &amp;quot;aprendeu&amp;quot; no mês sem qualquer relação com o conhecimento como um todo, ou até mesmo uma mensuração do conhecimento aprendido.&lt;br /&gt;
:Avaliar no entendimento mais amplo da palavra nos remete a diagnóstico, a elaboração, a produção,a execução e novamente torna ao processo para reconstrução, pois o ser humano tem a necessidade de conhecer e de aprender, para &amp;quot;inventar&amp;quot; algo novo, outra concepção de mundo. Vivemos buscando a verdade e essa busca incessante a torna uma mentira, pois nunca ficamos satisfeitos com a verdade que descobrimos. A avaliação está dentro desse processo de busca, de entendimento da minha relação íntima com o conhecimento, que nem sempre ficamos satisfeitos com aquilo que aprendemos e precisamos desmistificar e evoluir, construir novos paradigmas para que sejam quebrados e reformulados.&lt;br /&gt;
:Há várias maneiras de se olhar a avaliação, educador e educando, se faz necessário uma mediação, com vistas  ao respeito, sensibilidade e diferenças individuais, sem perder o contexto interativo. A nossa  troca de experiências na escola é muito rica, com ela podemos fazer uma  reflexão das nossas  atitudes,  sobre a importância do tempo de estudo, preparação e qualificação profissional. O único bom ensino é o que acompanha o desenvolvimento dos alunos, independentemente de seu estágio, de forma contínua.&lt;br /&gt;
:O objetivo da avaliação educacional é dar suporte ao professor para tomada de decisões na metodologia aplicada e para intervenção no processo de construção do conhecimento, é preciso saber objetivamente o que se espera ao avaliar para tomada de decisões.&lt;br /&gt;
:Na prática escolar, nosso objetivo é que nossos educandos aprendam, e por aprender, se desenvolvam. A avaliação da aprendizagem está a serviço desse projeto de ação e configura – se como um ato de investigar a qualidade da aprendizagem dos educandos, a fim de diagnosticar impasses e consequentemente, se necessário, propor soluções que viabilizem os resultados satisfatórios desejados (LUCKESI, 2011 p. 175)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília : MEC/SEF, 1998.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CHUERI, Mary Stela Ferreira. Concepções de Avaliação no Contexto Escolar.Estudos em Avaliação Educacional, v. 19, n. 39, jan./abr. 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. Avaliação formativa ou avaliação mediadora?. Porto Alegre: Mediação, 2005a. p.13-23.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFAMANN, Jussara. Avaliação entrevista editada. Disponível em:&amp;lt;http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf&amp;gt; Acesso em: 14/06/2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LEAL, Telma Ferraz. Intencionalidade da avaliação na Língua Portuguesa. In: Silva, J.F.; Hoffmann, J.;&lt;br /&gt;
Esteban, M. T.(org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo.&lt;br /&gt;
Porto Alegre: Ed. Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico. 2011, São Paulo.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-17T12:31:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* Avaliação como prática educativa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Logo-pmcg-med.png]]                         [[Arquivo:Download.jpg]]                  [[Arquivo:Download (1).jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== '''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013 ''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Introdução'''=&lt;br /&gt;
A educação, direito de todos - apregoada na Constituição Brasileira e na Lei de Diretrizes e Bases – nunca esteve tão em alta enquanto preocupação geral da sociedade brasileira, em vista de que o momento atual passa por uma acelerada mudança no que tange a rapidez e abrangência das informações e com o dinamismo do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sociedade brasileira tem por certo que uma educação de qualidade pode proporcionar sucesso em várias esferas da vida. A melhoria social, a formação profissional e o pleno exercício da cidadania são exemplos do que almeja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa maneira, a avaliação da aprendizagem deve ser considerada de extrema importância em vista de que ela assume um importante papel no desafio proposto para a escola contemporânea: educação de qualidade. As reflexões sobre essa temática tornam-se relevantes na medida em que podem contribuir para a construção dessa nova escola, mais democrática e que tenha por meta cumprir a finalidade primeira da educação brasileira, qual seja o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importa ressaltar que a escola contemporânea configura-se como um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ela pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade. A avaliação de acompanhamento de uma ação acompanha uma atividade em sua dinâmica construtiva e pode haver intervenções para melhoria dos resultados da aprendizagem. &lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação é um processo de  mediação e intervenção pedagógica, fazer a intervenção pedagógica em tempo certo faz com que tenhamos grandes ganhos no desenvolvimento acadêmico do aluno. Na entrevista editada de Jussara Hoffmann, http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf , mostra o que o professor precisa mudar na sua concepção de avaliação para desenvolver uma prática avaliativa mediadora e também sobre a reprovação, porque ainda é tratada de forma equivocada, vale conferir. “ Essa é a intenção do avaliador: conhecer, compreender, acolher os alunos, em suas diferenças e estratégias próprias de aprendizagem para planejar e ajustar ações pedagógicas favorecedoras a cada um e ao grupo como um todo.” (Hoffmann, 2005, p.14)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Processo avaliativo na educação'''=&lt;br /&gt;
Foram muitas as mudanças que ocorreram nas propostas pedagógicas das redes públicas de ensino nas últimas três décadas. Nesse rápido movimento, discussões fundamentais emergiram sobre o que devemos avaliar (LEAL, 2003, p. 21).&lt;br /&gt;
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os critérios de avaliação explicitam as expectativas, considerando objetivos e conteúdos propostos para a  a área a para o ciclo, a organização lógica e interna dos conteúdos, as particularidades de cada momento da escolaridade e as possibilidades de aprendizagem decorrentes de cada etapa do desenvolvimento cognitivo, afetivo e social em uma determinada situação, na qual os alunos tenham condições de desenvolvimento do ponto de vista pessoal e social (PCNs, 1998, p. 80).&lt;br /&gt;
                              &lt;br /&gt;
Sobre o que devemos avaliar e como avaliar Hoffmann (2005, 19) assevera que&lt;br /&gt;
&amp;quot;para se entender de avaliação, o primeiro passo é conceber o termo na amplitude que lhe é de direito. Ao avaliar efetiva-se um conjunto de procedimentos didáticos que se estendem por um longo tempo e se dão em vários espaços escolares, procedimentos de caráter múltiplo e complexo tal como se delineia um processo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar, porém sabemos que existe inúmeras outras sugeridas por outros autores em nossa literatura.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato avaliativo exige critérios claros que orientam a interpretação dos aspectos a serem avaliados. No caso da avaliação escolar, é necessário que se estabeleçam quais são as expectativas de aprendizagem dos alunos, em consequência do ensino, dos objetivos e dos critérios de avaliação propostos e, na definição do que será considerado relevante na avaliação do ensino aprendizagem.&lt;br /&gt;
Se a avaliação está a serviço do processo ensino-aprendizagem, a decisão de aprovar ou reprovar, não deve ser a expressão de um “castigo”, nem ser unicamente pautada no quanto se aprendeu ou se deixou de aprender os conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
No processo educacional a avaliação vem mostrar os resultados obtidos do processo ensino – aprendizagem, para avaliar é preciso conhecer,  saber para que avaliar?  E como intervir se necessário na construção do conhecimento,  não com o objetivo de punir com notas e competição entre o melhor e o pior aluno, mas como forma de auxiliar a aprendizagem dos educandos, cabe ao professor pesquisar e aplicar medidas alternativas para a aprendizagem ser efetiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação como prática educativa'''=&lt;br /&gt;
        A avaliação deve ocorrer cotidianamente, em todos os momentos do processo educativo, para que ela realmente tenha sucesso. Para que possamos entender qual a função da avaliação devemos antes nos preocupar com que escola queremos e que alunos pretendemos formar.&lt;br /&gt;
Reforçando essa ideia Zabalza (1995, p. 239) lembra que:&lt;br /&gt;
Quando falamos de avaliação não estamos a falar de um fato pontual ou de um ato singular, mas de um conjunto de fases que se condicionam mutuamente. Esse conjunto de fases ordenam-se sequencialmente (é um processo) e atuam integradamente (é um sistema). Por sua vez a avaliação não é (não deveria ser) algo separado do processo de ensino-aprendizagem, não é um apêndice independente do referido processo (está nesse processo) e joga um papel específico  em relação ao conjunto de componentes que integram o ensino como um todo (está num sistema). &lt;br /&gt;
	Dessa forma a avaliação deve abranger o todo e ao mesmo tempo apontar especificações, além de nortear nosso trabalho em sala de aula. Nascimento e Silva (2008, p. 6) ressaltam que:&lt;br /&gt;
A avaliação tem importância desde que seja uma avaliação em que torne o aluno capaz de corrigir e fundamentar-se nos conceitos adquiridos de forma corretamente Caso continue de forma errônea, o aluno não irá captar seu erro e nem irá reaprender o conceito, deixando de lado seu pensamento crítico, aceitando cada vez mais informações desatualizadas e erradas para a vida dele.&lt;br /&gt;
	Os autores citados anteriormente ainda levantam uma questão relevante quando afirmam que durante o processo avaliativo, a educação social, ou seja, aquela dada pelo meio em que o aluno vive, influencia diretamente, pois questões como: onde mora, onde vive, como são seus pais, apresenta uma relação direta em todo o desenvolvimento educacional assim como sua avaliação.&lt;br /&gt;
	Essa contextualização pode ter fundamento quando ao discutirmos a avaliação dentro do processo de ensino-aprendizagem ouvimos muitos educadores dizer: “temos que avaliar cada aluno de uma forma particular”. Com certeza deveria ser assim, porém a atual conjuntura do modelo escolar brasileiro ainda não permite tal avaliação, pelo menos em escolas públicas, onde o número de alunos é muito grande em sala de aula e o professor às vezes faz jornada dupla ou tripla para complementar sua renda.&lt;br /&gt;
	Esquecendo um pouco essa realidade e retomando a discussão, Ferreira (2010) afirma que avaliar dentro desse contexto significa uma ação provocativa do professor desafiando o educando a refletir sobre as situações vividas, a formular e reformular hipóteses, encaminhando-o a um saber enriquecido, acompanhando o &amp;quot;vir a ser&amp;quot;, favorecendo ações educativas para novas descobertas. Ainda lembra a autora que a avaliação apresenta uma importância social e política fundamental no fazer educativo vinculando-a a ideia de qualidade. &lt;br /&gt;
Portanto, avaliar com qualidade e, neste ponto corroboramos com Ferreira (2010) significa um julgamento mais global e intenso, no qual o aluno é observado como um ser integral, colocado em determinada situação relacionada às expectativas do professor e também deles mesmos. Nesse momento, o professor deixa de ser um simples colecionador de elementos quantificáveis e utiliza sua experiência e competência analisando os fatos dentro de um contexto de valores, que legitimam sua atitude como educador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Concluindo'''=&lt;br /&gt;
Não importa a nomenclatura ou o procedimento metodológico utilizado para avaliar se realmente não houver nenhuma avaliação, se houver apenas uma mera e simples classificação por notas, ou um exame daquilo que você &amp;quot;aprendeu&amp;quot; no mês sem qualquer relação com o conhecimento como um todo, ou até mesmo uma mensuração do conhecimento aprendido.&lt;br /&gt;
Avaliar no entendimento mais amplo da palavra nos remete a diagnóstico, a elaboração, a produção,a execução e novamente torna ao processo para reconstrução, pois o ser humano tem a necessidade de conhecer e de aprender, para &amp;quot;inventar&amp;quot; algo novo, outra concepção de mundo. Vivemos buscando a verdade e essa busca incessante a torna uma mentira, pois nunca ficamos satisfeitos com a verdade que descobrimos. A avaliação está dentro desse processo de busca, de entendimento da minha relação íntima com o conhecimento, que nem sempre ficamos satisfeitos com aquilo que aprendemos e precisamos desmistificar e evoluir, construir novos paradigmas para que sejam quebrados e reformulados.&lt;br /&gt;
Há várias maneiras de se olhar a avaliação, educador e educando, se faz necessário uma mediação, com vistas  ao respeito, sensibilidade e diferenças individuais, sem perder o contexto interativo. A nossa  troca de experiências na escola é muito rica, com ela podemos fazer uma  reflexão das nossas  atitudes,  sobre a importância do tempo de estudo, preparação e qualificação profissional. O único bom ensino é o que acompanha o desenvolvimento dos alunos, independentemente de seu estágio, de forma contínua.&lt;br /&gt;
O objetivo da avaliação educacional é dar suporte ao professor para tomada de decisões na metodologia aplicada e para intervenção no processo de construção do conhecimento, é preciso saber objetivamente o que se espera ao avaliar para tomada de decisões.&lt;br /&gt;
Na prática escolar, nosso objetivo é que nossos educandos aprendam, e por aprender, se desenvolvam. A avaliação da aprendizagem está a serviço desse projeto de ação e configura – se como um ato de investigar a qualidade da aprendizagem dos educandos, a fim de diagnosticar impasses e consequentemente, se necessário, propor soluções que viabilizem os resultados satisfatórios desejados (LUCKESI, 2011 p. 175)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília : MEC/SEF, 1998.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CHUERI, Mary Stela Ferreira. Concepções de Avaliação no Contexto Escolar.Estudos em Avaliação Educacional, v. 19, n. 39, jan./abr. 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. Avaliação formativa ou avaliação mediadora?. Porto Alegre: Mediação, 2005a. p.13-23.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFAMANN, Jussara. Avaliação entrevista editada. Disponível em:&amp;lt;http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf&amp;gt; Acesso em: 14/06/2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LEAL, Telma Ferraz. Intencionalidade da avaliação na Língua Portuguesa. In: Silva, J.F.; Hoffmann, J.;&lt;br /&gt;
Esteban, M. T.(org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo.&lt;br /&gt;
Porto Alegre: Ed. Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico. 2011, São Paulo.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-17T11:51:59Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Logo-pmcg-med.png]]                         [[Arquivo:Download.jpg]]                  [[Arquivo:Download (1).jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Introdução'''=&lt;br /&gt;
A educação, direito de todos - apregoada na Constituição Brasileira e na Lei de Diretrizes e Bases – nunca esteve tão em alta enquanto preocupação geral da sociedade brasileira, em vista de que o momento atual passa por uma acelerada mudança no que tange a rapidez e abrangência das informações e com o dinamismo do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sociedade brasileira tem por certo que uma educação de qualidade pode proporcionar sucesso em várias esferas da vida. A melhoria social, a formação profissional e o pleno exercício da cidadania são exemplos do que almeja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa maneira, a avaliação da aprendizagem deve ser considerada de extrema importância em vista de que ela assume um importante papel no desafio proposto para a escola contemporânea: educação de qualidade. As reflexões sobre essa temática tornam-se relevantes na medida em que podem contribuir para a construção dessa nova escola, mais democrática e que tenha por meta cumprir a finalidade primeira da educação brasileira, qual seja o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importa ressaltar que a escola contemporânea configura-se como um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ela pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade. A avaliação de acompanhamento de uma ação acompanha uma atividade em sua dinâmica construtiva e pode haver intervenções para melhoria dos resultados da aprendizagem. &lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação é um processo de  mediação e intervenção pedagógica, fazer a intervenção pedagógica em tempo certo faz com que tenhamos grandes ganhos no desenvolvimento acadêmico do aluno. Na entrevista editada de Jussara Hoffmann, http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf , mostra o que o professor precisa mudar na sua concepção de avaliação para desenvolver uma prática avaliativa mediadora e também sobre a reprovação, porque ainda é tratada de forma equivocada, vale conferir. “ Essa é a intenção do avaliador: conhecer, compreender, acolher os alunos, em suas diferenças e estratégias próprias de aprendizagem para planejar e ajustar ações pedagógicas favorecedoras a cada um e ao grupo como um todo.” (Hoffmann, 2005, p.14)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Processo avaliativo na educação'''=&lt;br /&gt;
Foram muitas as mudanças que ocorreram nas propostas pedagógicas das redes públicas de ensino nas últimas três décadas. Nesse rápido movimento, discussões fundamentais emergiram sobre o que devemos avaliar (LEAL, 2003, p. 21).&lt;br /&gt;
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os critérios de avaliação explicitam as expectativas, considerando objetivos e conteúdos propostos para a  a área a para o ciclo, a organização lógica e interna dos conteúdos, as particularidades de cada momento da escolaridade e as possibilidades de aprendizagem decorrentes de cada etapa do desenvolvimento cognitivo, afetivo e social em uma determinada situação, na qual os alunos tenham condições de desenvolvimento do ponto de vista pessoal e social (PCNs, 1998, p. 80).&lt;br /&gt;
                              &lt;br /&gt;
Sobre o que devemos avaliar e como avaliar Hoffmann (2005, 19) assevera que&lt;br /&gt;
&amp;quot;para se entender de avaliação, o primeiro passo é conceber o termo na amplitude que lhe é de direito. Ao avaliar efetiva-se um conjunto de procedimentos didáticos que se estendem por um longo tempo e se dão em vários espaços escolares, procedimentos de caráter múltiplo e complexo tal como se delineia um processo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar, porém sabemos que existe inúmeras outras sugeridas por outros autores em nossa literatura.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
No processo educacional a avaliação vem mostrar os resultados obtidos do processo ensino – aprendizagem, para avaliar é preciso conhecer,  saber para que avaliar?  E como intervir se necessário na construção do conhecimento,  não com o objetivo de punir com notas e competição entre o melhor e o pior aluno, mas como forma de auxiliar a aprendizagem dos educandos, cabe ao professor pesquisar e aplicar medidas alternativas para a aprendizagem ser efetiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação como prática educativa'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Concluindo'''=&lt;br /&gt;
Não importa a nomenclatura ou o procedimento metodológico utilizado para avaliar se realmente não houver nenhuma avaliação, se houver apenas uma mera e simples classificação por notas, ou um exame daquilo que você &amp;quot;aprendeu&amp;quot; no mês sem qualquer relação com o conhecimento como um todo, ou até mesmo uma mensuração do conhecimento aprendido.&lt;br /&gt;
Avaliar no entendimento mais amplo da palavra nos remete a diagnóstico, a elaboração, a produção,a execução e novamente torna ao processo para reconstrução, pois o ser humano tem a necessidade de conhecer e de aprender, para &amp;quot;inventar&amp;quot; algo novo, outra concepção de mundo. Vivemos buscando a verdade e essa busca incessante a torna uma mentira, pois nunca ficamos satisfeitos com a verdade que descobrimos. A avaliação está dentro desse processo de busca, de entendimento da minha relação íntima com o conhecimento, que nem sempre ficamos satisfeitos com aquilo que aprendemos e precisamos desmistificar e evoluir, construir novos paradigmas para que sejam quebrados e reformulados.&lt;br /&gt;
Há várias maneiras de se olhar a avaliação, educador e educando, se faz necessário uma mediação, com vistas  ao respeito, sensibilidade e diferenças individuais, sem perder o contexto interativo. A nossa  troca de experiências na escola é muito rica, com ela podemos fazer uma  reflexão das nossas  atitudes,  sobre a importância do tempo de estudo, preparação e qualificação profissional. O único bom ensino é o que acompanha o desenvolvimento dos alunos, independentemente de seu estágio, de forma contínua.&lt;br /&gt;
O objetivo da avaliação educacional é dar suporte ao professor para tomada de decisões na metodologia aplicada e para intervenção no processo de construção do conhecimento, é preciso saber objetivamente o que se espera ao avaliar para tomada de decisões.&lt;br /&gt;
Na prática escolar, nosso objetivo é que nossos educandos aprendam, e por aprender, se desenvolvam. A avaliação da aprendizagem está a serviço desse projeto de ação e configura – se como um ato de investigar a qualidade da aprendizagem dos educandos, a fim de diagnosticar impasses e consequentemente, se necessário, propor soluções que viabilizem os resultados satisfatórios desejados (LUCKESI, 2011 p. 175)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília : MEC/SEF, 1998.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CHUERI, Mary Stela Ferreira. Concepções de Avaliação no Contexto Escolar.Estudos em Avaliação Educacional, v. 19, n. 39, jan./abr. 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. Avaliação formativa ou avaliação mediadora?. Porto Alegre: Mediação, 2005a. p.13-23.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFAMANN, Jussara. Avaliação entrevista editada. Disponível em:&amp;lt;http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf&amp;gt; Acesso em: 14/06/2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LEAL, Telma Ferraz. Intencionalidade da avaliação na Língua Portuguesa. In: Silva, J.F.; Hoffmann, J.;&lt;br /&gt;
Esteban, M. T.(org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo.&lt;br /&gt;
Porto Alegre: Ed. Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico. 2011, São Paulo.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-17T11:51:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Logo-pmcg-med.png]]                         [[Arquivo:Download.jpg]]                  [[Arquivo:Download (1).jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Cloud-avaliação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Introdução'''=&lt;br /&gt;
A educação, direito de todos - apregoada na Constituição Brasileira e na Lei de Diretrizes e Bases – nunca esteve tão em alta enquanto preocupação geral da sociedade brasileira, em vista de que o momento atual passa por uma acelerada mudança no que tange a rapidez e abrangência das informações e com o dinamismo do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sociedade brasileira tem por certo que uma educação de qualidade pode proporcionar sucesso em várias esferas da vida. A melhoria social, a formação profissional e o pleno exercício da cidadania são exemplos do que almeja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa maneira, a avaliação da aprendizagem deve ser considerada de extrema importância em vista de que ela assume um importante papel no desafio proposto para a escola contemporânea: educação de qualidade. As reflexões sobre essa temática tornam-se relevantes na medida em que podem contribuir para a construção dessa nova escola, mais democrática e que tenha por meta cumprir a finalidade primeira da educação brasileira, qual seja o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importa ressaltar que a escola contemporânea configura-se como um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ela pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade. A avaliação de acompanhamento de uma ação acompanha uma atividade em sua dinâmica construtiva e pode haver intervenções para melhoria dos resultados da aprendizagem. &lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação é um processo de  mediação e intervenção pedagógica, fazer a intervenção pedagógica em tempo certo faz com que tenhamos grandes ganhos no desenvolvimento acadêmico do aluno. Na entrevista editada de Jussara Hoffmann, http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf , mostra o que o professor precisa mudar na sua concepção de avaliação para desenvolver uma prática avaliativa mediadora e também sobre a reprovação, porque ainda é tratada de forma equivocada, vale conferir. “ Essa é a intenção do avaliador: conhecer, compreender, acolher os alunos, em suas diferenças e estratégias próprias de aprendizagem para planejar e ajustar ações pedagógicas favorecedoras a cada um e ao grupo como um todo.” (Hoffmann, 2005, p.14)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Processo avaliativo na educação'''=&lt;br /&gt;
Foram muitas as mudanças que ocorreram nas propostas pedagógicas das redes públicas de ensino nas últimas três décadas. Nesse rápido movimento, discussões fundamentais emergiram sobre o que devemos avaliar (LEAL, 2003, p. 21).&lt;br /&gt;
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os critérios de avaliação explicitam as expectativas, considerando objetivos e conteúdos propostos para a  a área a para o ciclo, a organização lógica e interna dos conteúdos, as particularidades de cada momento da escolaridade e as possibilidades de aprendizagem decorrentes de cada etapa do desenvolvimento cognitivo, afetivo e social em uma determinada situação, na qual os alunos tenham condições de desenvolvimento do ponto de vista pessoal e social (PCNs, 1998, p. 80).&lt;br /&gt;
                              &lt;br /&gt;
Sobre o que devemos avaliar e como avaliar Hoffmann (2005, 19) assevera que&lt;br /&gt;
&amp;quot;para se entender de avaliação, o primeiro passo é conceber o termo na amplitude que lhe é de direito. Ao avaliar efetiva-se um conjunto de procedimentos didáticos que se estendem por um longo tempo e se dão em vários espaços escolares, procedimentos de caráter múltiplo e complexo tal como se delineia um processo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar, porém sabemos que existe inúmeras outras sugeridas por outros autores em nossa literatura.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
No processo educacional a avaliação vem mostrar os resultados obtidos do processo ensino – aprendizagem, para avaliar é preciso conhecer,  saber para que avaliar?  E como intervir se necessário na construção do conhecimento,  não com o objetivo de punir com notas e competição entre o melhor e o pior aluno, mas como forma de auxiliar a aprendizagem dos educandos, cabe ao professor pesquisar e aplicar medidas alternativas para a aprendizagem ser efetiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação como prática educativa'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Concluindo'''=&lt;br /&gt;
Não importa a nomenclatura ou o procedimento metodológico utilizado para avaliar se realmente não houver nenhuma avaliação, se houver apenas uma mera e simples classificação por notas, ou um exame daquilo que você &amp;quot;aprendeu&amp;quot; no mês sem qualquer relação com o conhecimento como um todo, ou até mesmo uma mensuração do conhecimento aprendido.&lt;br /&gt;
Avaliar no entendimento mais amplo da palavra nos remete a diagnóstico, a elaboração, a produção,a execução e novamente torna ao processo para reconstrução, pois o ser humano tem a necessidade de conhecer e de aprender, para &amp;quot;inventar&amp;quot; algo novo, outra concepção de mundo. Vivemos buscando a verdade e essa busca incessante a torna uma mentira, pois nunca ficamos satisfeitos com a verdade que descobrimos. A avaliação está dentro desse processo de busca, de entendimento da minha relação íntima com o conhecimento, que nem sempre ficamos satisfeitos com aquilo que aprendemos e precisamos desmistificar e evoluir, construir novos paradigmas para que sejam quebrados e reformulados.&lt;br /&gt;
Há várias maneiras de se olhar a avaliação, educador e educando, se faz necessário uma mediação, com vistas  ao respeito, sensibilidade e diferenças individuais, sem perder o contexto interativo. A nossa  troca de experiências na escola é muito rica, com ela podemos fazer uma  reflexão das nossas  atitudes,  sobre a importância do tempo de estudo, preparação e qualificação profissional. O único bom ensino é o que acompanha o desenvolvimento dos alunos, independentemente de seu estágio, de forma contínua.&lt;br /&gt;
O objetivo da avaliação educacional é dar suporte ao professor para tomada de decisões na metodologia aplicada e para intervenção no processo de construção do conhecimento, é preciso saber objetivamente o que se espera ao avaliar para tomada de decisões.&lt;br /&gt;
Na prática escolar, nosso objetivo é que nossos educandos aprendam, e por aprender, se desenvolvam. A avaliação da aprendizagem está a serviço desse projeto de ação e configura – se como um ato de investigar a qualidade da aprendizagem dos educandos, a fim de diagnosticar impasses e consequentemente, se necessário, propor soluções que viabilizem os resultados satisfatórios desejados (LUCKESI, 2011 p. 175)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília : MEC/SEF, 1998.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CHUERI, Mary Stela Ferreira. Concepções de Avaliação no Contexto Escolar.Estudos em Avaliação Educacional, v. 19, n. 39, jan./abr. 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. Avaliação formativa ou avaliação mediadora?. Porto Alegre: Mediação, 2005a. p.13-23.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFAMANN, Jussara. Avaliação entrevista editada. Disponível em:&amp;lt;http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf&amp;gt; Acesso em: 14/06/2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LEAL, Telma Ferraz. Intencionalidade da avaliação na Língua Portuguesa. In: Silva, J.F.; Hoffmann, J.;&lt;br /&gt;
Esteban, M. T.(org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo.&lt;br /&gt;
Porto Alegre: Ed. Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico. 2011, São Paulo.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-17T11:50:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* Processo avaliativo na educação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Logo-pmcg-med.png]]                         [[Arquivo:Download.jpg]]                  [[Arquivo:Download (1).jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Cloud-avaliação.jpg]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
='''Introdução'''=&lt;br /&gt;
A educação, direito de todos - apregoada na Constituição Brasileira e na Lei de Diretrizes e Bases – nunca esteve tão em alta enquanto preocupação geral da sociedade brasileira, em vista de que o momento atual passa por uma acelerada mudança no que tange a rapidez e abrangência das informações e com o dinamismo do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sociedade brasileira tem por certo que uma educação de qualidade pode proporcionar sucesso em várias esferas da vida. A melhoria social, a formação profissional e o pleno exercício da cidadania são exemplos do que almeja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa maneira, a avaliação da aprendizagem deve ser considerada de extrema importância em vista de que ela assume um importante papel no desafio proposto para a escola contemporânea: educação de qualidade. As reflexões sobre essa temática tornam-se relevantes na medida em que podem contribuir para a construção dessa nova escola, mais democrática e que tenha por meta cumprir a finalidade primeira da educação brasileira, qual seja o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importa ressaltar que a escola contemporânea configura-se como um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ela pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade. A avaliação de acompanhamento de uma ação acompanha uma atividade em sua dinâmica construtiva e pode haver intervenções para melhoria dos resultados da aprendizagem. &lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação é um processo de  mediação e intervenção pedagógica, fazer a intervenção pedagógica em tempo certo faz com que tenhamos grandes ganhos no desenvolvimento acadêmico do aluno. Na entrevista editada de Jussara Hoffmann, http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf , mostra o que o professor precisa mudar na sua concepção de avaliação para desenvolver uma prática avaliativa mediadora e também sobre a reprovação, porque ainda é tratada de forma equivocada, vale conferir. “ Essa é a intenção do avaliador: conhecer, compreender, acolher os alunos, em suas diferenças e estratégias próprias de aprendizagem para planejar e ajustar ações pedagógicas favorecedoras a cada um e ao grupo como um todo.” (Hoffmann, 2005, p.14)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Processo avaliativo na educação'''=&lt;br /&gt;
Foram muitas as mudanças que ocorreram nas propostas pedagógicas das redes públicas de ensino nas últimas três décadas. Nesse rápido movimento, discussões fundamentais emergiram sobre o que devemos avaliar (LEAL, 2003, p. 21).&lt;br /&gt;
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os critérios de avaliação explicitam as expectativas, considerando objetivos e conteúdos propostos para a  a área a para o ciclo, a organização lógica e interna dos conteúdos, as particularidades de cada momento da escolaridade e as possibilidades de aprendizagem decorrentes de cada etapa do desenvolvimento cognitivo, afetivo e social em uma determinada situação, na qual os alunos tenham condições de desenvolvimento do ponto de vista pessoal e social (PCNs, 1998, p. 80).&lt;br /&gt;
                              &lt;br /&gt;
Sobre o que devemos avaliar e como avaliar Hoffmann (2005, 19) assevera que&lt;br /&gt;
&amp;quot;para se entender de avaliação, o primeiro passo é conceber o termo na amplitude que lhe é de direito. Ao avaliar efetiva-se um conjunto de procedimentos didáticos que se estendem por um longo tempo e se dão em vários espaços escolares, procedimentos de caráter múltiplo e complexo tal como se delineia um processo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar, porém sabemos que existe inúmeras outras sugeridas por outros autores em nossa literatura.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
No processo educacional a avaliação vem mostrar os resultados obtidos do processo ensino – aprendizagem, para avaliar é preciso conhecer,  saber para que avaliar?  E como intervir se necessário na construção do conhecimento,  não com o objetivo de punir com notas e competição entre o melhor e o pior aluno, mas como forma de auxiliar a aprendizagem dos educandos, cabe ao professor pesquisar e aplicar medidas alternativas para a aprendizagem ser efetiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação como prática educativa'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Concluindo'''=&lt;br /&gt;
Não importa a nomenclatura ou o procedimento metodológico utilizado para avaliar se realmente não houver nenhuma avaliação, se houver apenas uma mera e simples classificação por notas, ou um exame daquilo que você &amp;quot;aprendeu&amp;quot; no mês sem qualquer relação com o conhecimento como um todo, ou até mesmo uma mensuração do conhecimento aprendido.&lt;br /&gt;
Avaliar no entendimento mais amplo da palavra nos remete a diagnóstico, a elaboração, a produção,a execução e novamente torna ao processo para reconstrução, pois o ser humano tem a necessidade de conhecer e de aprender, para &amp;quot;inventar&amp;quot; algo novo, outra concepção de mundo. Vivemos buscando a verdade e essa busca incessante a torna uma mentira, pois nunca ficamos satisfeitos com a verdade que descobrimos. A avaliação está dentro desse processo de busca, de entendimento da minha relação íntima com o conhecimento, que nem sempre ficamos satisfeitos com aquilo que aprendemos e precisamos desmistificar e evoluir, construir novos paradigmas para que sejam quebrados e reformulados.&lt;br /&gt;
Há várias maneiras de se olhar a avaliação, educador e educando, se faz necessário uma mediação, com vistas  ao respeito, sensibilidade e diferenças individuais, sem perder o contexto interativo. A nossa  troca de experiências na escola é muito rica, com ela podemos fazer uma  reflexão das nossas  atitudes,  sobre a importância do tempo de estudo, preparação e qualificação profissional. O único bom ensino é o que acompanha o desenvolvimento dos alunos, independentemente de seu estágio, de forma contínua.&lt;br /&gt;
O objetivo da avaliação educacional é dar suporte ao professor para tomada de decisões na metodologia aplicada e para intervenção no processo de construção do conhecimento, é preciso saber objetivamente o que se espera ao avaliar para tomada de decisões.&lt;br /&gt;
Na prática escolar, nosso objetivo é que nossos educandos aprendam, e por aprender, se desenvolvam. A avaliação da aprendizagem está a serviço desse projeto de ação e configura – se como um ato de investigar a qualidade da aprendizagem dos educandos, a fim de diagnosticar impasses e consequentemente, se necessário, propor soluções que viabilizem os resultados satisfatórios desejados (LUCKESI, 2011 p. 175)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília : MEC/SEF, 1998.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CHUERI, Mary Stela Ferreira. Concepções de Avaliação no Contexto Escolar.Estudos em Avaliação Educacional, v. 19, n. 39, jan./abr. 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. Avaliação formativa ou avaliação mediadora?. Porto Alegre: Mediação, 2005a. p.13-23.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFAMANN, Jussara. Avaliação entrevista editada. Disponível em:&amp;lt;http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf&amp;gt; Acesso em: 14/06/2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LEAL, Telma Ferraz. Intencionalidade da avaliação na Língua Portuguesa. In: Silva, J.F.; Hoffmann, J.;&lt;br /&gt;
Esteban, M. T.(org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo.&lt;br /&gt;
Porto Alegre: Ed. Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico. 2011, São Paulo.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-14T14:48:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* Avaliação no Contexto Escola de Hoje */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''''''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013'''[[Arquivo:Cloud-avaliação.jpg]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
=='''INTRODUÇÃO'''==&lt;br /&gt;
A escola é um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ele pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade.&lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação no Contexto Escola de Hoje'''=&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar, porém sabemos que existe inúmeras outras sugeridas por outros autores em nossa literatura.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Concluindo'''=&lt;br /&gt;
Não importa a nomenclatura ou o procedimento metodológico utilizado para avaliar se realmente não houver nenhuma avaliação, se houver apenas uma mera e simples classificação por notas, ou um exame daquilo que você &amp;quot;aprendeu&amp;quot; no mês sem qualquer relação com o conhecimento como um todo, ou até mesmo uma mensuração do conhecimento aprendido.&lt;br /&gt;
Avaliar no entendimento mais amplo da palavra nos remete a diagnóstico, a elaboração, a produção,a execução e novamente torna ao processo para reconstrução, pois o ser humano tem a necessidade de conhecer e de aprender, para &amp;quot;inventar&amp;quot; algo novo, outra concepção de mundo. Vivemos buscando a verdade e essa busca incessante a torna uma mentira, pois nunca ficamos satisfeitos com a verdade que descobrimos. A avaliação está dentro desse processo de busca, de entendimento da minha relação íntima com o conhecimento, que nem sempre ficamos satisfeitos com aquilo que aprendemos e precisamos desmistificar e evoluir, construir novos paradigmas para que sejam quebrados e reformulados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CHUERI, Mary Stela Ferreira. Concepções de Avaliação no Contexto Escolar.Estudos em Avaliação Educacional, v. 19, n. 39, jan./abr. 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-14T14:40:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* Avaliação no Contexto Escola de Hoje */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''''''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013'''[[Arquivo:Cloud-avaliação.jpg]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
=='''INTRODUÇÃO'''==&lt;br /&gt;
A escola é um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ele pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade.&lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação no Contexto Escola de Hoje'''=&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar, porém sabemos que existe inúmeras outras sugeridas por outros autores em nossa literatura.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação no Contexto Escola de Hoje'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CHUERI, Mary Stela Ferreira. Concepções de Avaliação no Contexto Escolar.Estudos em Avaliação Educacional, v. 19, n. 39, jan./abr. 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-14T14:40:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* Avaliação no Contexto Escola de Hoje */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''''''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013'''[[Arquivo:Cloud-avaliação.jpg]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
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=='''INTRODUÇÃO'''==&lt;br /&gt;
A escola é um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ele pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade.&lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação no Contexto Escola de Hoje'''=&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar, porém sabemos que existe inúmeras outras sugeridas por outros autores em nossa literatura.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CHUERI, Mary Stela Ferreira. Concepções de Avaliação no Contexto Escolar.Estudos em Avaliação Educacional, v. 19, n. 39, jan./abr. 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-14T14:35:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* Referências Bibliográficas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''''''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013'''[[Arquivo:Cloud-avaliação.jpg]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
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=='''INTRODUÇÃO'''==&lt;br /&gt;
A escola é um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ele pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade.&lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação no Contexto Escola de Hoje'''=&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CHUERI, Mary Stela Ferreira. Concepções de Avaliação no Contexto Escolar.Estudos em Avaliação Educacional, v. 19, n. 39, jan./abr. 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-14T14:34:02Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* Avaliação no Contexto Escola de Hoje */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''''''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013'''[[Arquivo:Cloud-avaliação.jpg]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
=='''INTRODUÇÃO'''==&lt;br /&gt;
A escola é um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ele pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade.&lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação no Contexto Escola de Hoje'''=&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-14T14:19:23Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* Referências Bibliográficas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''''''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013'''[[Arquivo:Cloud-avaliação.jpg]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
=='''INTRODUÇÃO'''==&lt;br /&gt;
A escola é um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ele pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade.&lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação no Contexto Escola de Hoje'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
CALDEIRA, Ana M. Salgueiro. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-14T14:18:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* Avaliação no Contexto Escola de Hoje */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''''''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013'''[[Arquivo:Cloud-avaliação.jpg]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
=='''INTRODUÇÃO'''==&lt;br /&gt;
A escola é um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ele pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade.&lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação no Contexto Escola de Hoje'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* INTRODUÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''''''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013'''[[Arquivo:Cloud-avaliação.jpg]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
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=='''INTRODUÇÃO'''==&lt;br /&gt;
A escola é um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ele pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade.&lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação no Contexto Escola de Hoje'''=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: /* INTRODUÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''''''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013'''[[Arquivo:Cloud-avaliação.jpg]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
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=='''INTRODUÇÃO'''==&lt;br /&gt;
A escola é um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ele pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade.&lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Warley: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''''''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013'''[[Arquivo:Cloud-avaliação.jpg]]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
=='''INTRODUÇÃO'''==&lt;br /&gt;
A escola é um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ele pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade.&lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) &lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ava1.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warley</name></author>	</entry>

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