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		<title>Wiki_Semed - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<title>Práticas Pedagógicas e Gerenciamento do uso das Tecnologias na Educação</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Tulypa: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Sugara Mitra.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que o sistema educacional vigente parece não estar ao par de que a presença da tecnologia digital em nossa sociedade trouxe inúmeras mudanças no comportamento social das crianças. A ampla gama de informações que chegam até os alunos e que permitem uma forma de aprendizado diferente requer ao professor novas formas de intervenção, novas abordagens e metodologias diferenciadas, surge a importância de profundas mudanças no ambiente escolar, banindo de vez a ideia de instrucionismo que ainda reina nas iniciativas de formação do professor, que precisa agora ter a tecnologia como alavanca para uma mudança de paradigma no sentido do ensino-aprendizagem.&lt;br /&gt;
[Marc Presnky][http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI153918-15224,00-MARC+PRENSKY+O+ALUNO+VIROU+O+ESPECIALISTA.html] (2001), em seu artigo Nativos Digitais, Imigrantes Digitais destaca o declínio da educação também em países como os EUA e coloca como principal causa o fato de que nossos alunos mudaram radicalmente seus interesses. Não são os mesmos para os quais o sistema educacional foi criado, visto que a influência da chegada e da rápida difusão da tecnologia trouxe uma nova forma de interação e conhecimento. Três foram aparelhos (o controle remoto da televisão, o mouse do computador e o telefone celular) que mudaram o modo de pensar e o comportamento dessa geração de Nativos Digitais, termo cunhado por Prensky (2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças praticamente já chegam as escolas alfabetizadas pelas [mídias[http://www.eca.usp.br/prof/moran/midias_educ.htm]] Elas aprendem a fantasiar, a criar, a falar, a se emocionar com tudo o que vê pela televisão. Por isso é importante que o professor adote uma postura firme, positiva e mediadora nas suas práticas pedagógicas. Não se pode virar as costas para o que os educandos estão vivenciando no mundo lá fora. Eles aprendem e trazem o &amp;quot;problema&amp;quot; para a sala de aula. Compete ao professor, levantar os aspectos positivos e negativos  do tema proposto pelo aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Influenciados por esses aparelhos, essa geração cresceu utilizando as mais diversas tecnologias, e não apenas o computador e a internet,  mas uma ampla variedade de equipamentos digitais e brinquedos eletrônicos, a exemplo:celulares, vídeo games, câmeras digitais, entre outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paralelamente aos Nativos Digitais temos os Imigrantes Digitais, personificados na figura dos pais e professores.Estes não são falantes nativos da linguagem digital, porém também não são incapazes de aprender a linguagem (digital) utilizada pelas crianças e alunos. Ocorre que embora ocorra a aprendizagem, sempre persiste o “sotaque”. Esse sotaque pode observado em diversos exemplos, tal como a necessidade da impressão de um e-mail.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reside na situação ora apresentada o problema enfrentado hoje pela educação. Os educadores usam na escola uma linguagem já ultrapassada e lutam/buscam para ensinar uma geração que nasceu e cresceu em um mundo digital e que fazem uso de uma linguagem totalmente nova. Isso se deve a diferença marcante entre as duas gerações. Uma é linear,a outra não usa a linearidade, uma busca resolver os problemas por conta própria e a outra, liga para um amigo, pesquisa em redes humanas quando precisam de respostas instantâneas. Seguindo o raciocínio de Pedro Demo, &amp;quot;é indispensável apoiar os professores no acesso a novas tecnologias.&amp;quot; Cabe aos gestores darem apoio aos profissionais da educação, o saber lidar com as tecnologias, tanto computadores, quanto a utilização de aplicativos. Demo ainda diz que &amp;quot;o objetivo é aprimorar a imagem do professor à frente dos tempos, atualizado e capaz de oferece a seus alunos o que há de melhor no mundo do conhecimento (...).&amp;quot; Talvez com essa capacitação, nós os professores imigrantes digitais, possamos interagir de forma positiva com os alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, no entanto, vamos focar nossa discussão na inclusão de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas na Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de algo que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. A tecnologia é um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento por meio do lúdico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas aliadas a prática educacional é uma união que fortalece o processo ensino-aprendizagem, mas para que haja esse fortalecimento é necessário que o professor no seu fazer pedagógico faça com que o aluno busque o conhecimento através de pesquisas, leituras, interpretações e crie possibilidades de aprendizagem significativas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso de jogos ajuda as crianças no seu raciocínio lógico matemático onde há a necessidade de criar estratégias para avançar etapas e também há inúmeros sites que auxiliam na criação de jogos onde eles mesmo criam os jogos e regras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posso relatar que utilizei várias ferramentas tecnológicas em minhas aulas como o uso da sala de tecnologias para pesquisas sobre diversos temas e posteriormente os alunos apresentavam seminários e para a apresentação produziam ''slides'' buscavam imagens ou fotografavam e utilizavam o ''DATA SHOW''. Nessas aulas pude perceber o quanto eles se  interessavam e desenvolviam as atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inclusão digital até a pouco tempo era utopia e agora uma realidade como lidar com ela pois segundo Marc Prensky (2001)somos imigrantes digitais e o nosso alunado é nativo digital.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tulypa</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Arquivo:Sugara_Mitra.jpg</id>
		<title>Arquivo:Sugara Mitra.jpg</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Sugara Mitra.jpg]]O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que o sistema educacional vigente parece não estar ao par de que a presença da tecnologia digital em nossa sociedade trouxe inúmeras mudanças no comportamento social das crianças. A ampla gama de informações que chegam até os alunos e que permitem uma forma de aprendizado diferente requer ao professor novas formas de intervenção, novas abordagens e metodologias diferenciadas, surge a importância de profundas mudanças no ambiente escolar, banindo de vez a ideia de instrucionismo que ainda reina nas iniciativas de formação do professor, que precisa agora ter a tecnologia como alavanca para uma mudança de paradigma no sentido do ensino-aprendizagem.&lt;br /&gt;
[Marc Presnky][http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI153918-15224,00-MARC+PRENSKY+O+ALUNO+VIROU+O+ESPECIALISTA.html] (2001), em seu artigo Nativos Digitais, Imigrantes Digitais destaca o declínio da educação também em países como os EUA e coloca como principal causa o fato de que nossos alunos mudaram radicalmente seus interesses. Não são os mesmos para os quais o sistema educacional foi criado, visto que a influência da chegada e da rápida difusão da tecnologia trouxe uma nova forma de interação e conhecimento. Três foram aparelhos (o controle remoto da televisão, o mouse do computador e o telefone celular) que mudaram o modo de pensar e o comportamento dessa geração de Nativos Digitais, termo cunhado por Prensky (2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças praticamente já chegam as escolas alfabetizadas pelas [mídias[http://www.eca.usp.br/prof/moran/midias_educ.htm]] Elas aprendem a fantasiar, a criar, a falar, a se emocionar com tudo o que vê pela televisão. Por isso é importante que o professor adote uma postura firme, positiva e mediadora nas suas práticas pedagógicas. Não se pode virar as costas para o que os educandos estão vivenciando no mundo lá fora. Eles aprendem e trazem o &amp;quot;problema&amp;quot; para a sala de aula. Compete ao professor, levantar os aspectos positivos e negativos  do tema proposto pelo aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Influenciados por esses aparelhos, essa geração cresceu utilizando as mais diversas tecnologias, e não apenas o computador e a internet,  mas uma ampla variedade de equipamentos digitais e brinquedos eletrônicos, a exemplo:celulares, vídeo games, câmeras digitais, entre outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paralelamente aos Nativos Digitais temos os Imigrantes Digitais, personificados na figura dos pais e professores.Estes não são falantes nativos da linguagem digital, porém também não são incapazes de aprender a linguagem (digital) utilizada pelas crianças e alunos. Ocorre que embora ocorra a aprendizagem, sempre persiste o “sotaque”. Esse sotaque pode observado em diversos exemplos, tal como a necessidade da impressão de um e-mail.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reside na situação ora apresentada o problema enfrentado hoje pela educação. Os educadores usam na escola uma linguagem já ultrapassada e lutam/buscam para ensinar uma geração que nasceu e cresceu em um mundo digital e que fazem uso de uma linguagem totalmente nova. Isso se deve a diferença marcante entre as duas gerações. Uma é linear,a outra não usa a linearidade, uma busca resolver os problemas por conta própria e a outra, liga para um amigo, pesquisa em redes humanas quando precisam de respostas instantâneas. Seguindo o raciocínio de Pedro Demo, &amp;quot;é indispensável apoiar os professores no acesso a novas tecnologias.&amp;quot; Cabe aos gestores darem apoio aos profissionais da educação, o saber lidar com as tecnologias, tanto computadores, quanto a utilização de aplicativos. Demo ainda diz que &amp;quot;o objetivo é aprimorar a imagem do professor à frente dos tempos, atualizado e capaz de oferece a seus alunos o que há de melhor no mundo do conhecimento (...).&amp;quot; Talvez com essa capacitação, nós os professores imigrantes digitais, possamos interagir de forma positiva com os alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, no entanto, vamos focar nossa discussão na inclusão de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas na Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de algo que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. A tecnologia é um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento por meio do lúdico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas aliadas a prática educacional é uma união que fortalece o processo ensino-aprendizagem, mas para que haja esse fortalecimento é necessário que o professor no seu fazer pedagógico faça com que o aluno busque o conhecimento através de pesquisas, leituras, interpretações e crie possibilidades de aprendizagem significativas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso de jogos ajuda as crianças no seu raciocínio lógico matemático onde há a necessidade de criar estratégias para avançar etapas e também há inúmeros sites que auxiliam na criação de jogos onde eles mesmo criam os jogos e regras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posso relatar que utilizei várias ferramentas tecnológicas em minhas aulas como o uso da sala de tecnologias para pesquisas sobre diversos temas e posteriormente os alunos apresentavam seminários e para a apresentação produziam ''slides'' buscavam imagens ou fotografavam e utilizavam o ''DATA SHOW''. Nessas aulas pude perceber o quanto eles se  interessavam e desenvolviam as atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inclusão digital até a pouco tempo era utopia e agora uma realidade como lidar com ela pois segundo Marc Prensky (2001)somos imigrantes digitais e o nosso alunado é nativo digital.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tulypa</name></author>	</entry>

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				<updated>2012-02-20T20:06:20Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tulypa: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que o sistema educacional vigente parece não estar ao par de que a presença da tecnologia digital em nossa sociedade trouxe inúmeras mudanças no comportamento social das crianças. A ampla gama de informações que chegam até os alunos e que permitem uma forma de aprendizado diferente requer ao professor novas formas de intervenção, novas abordagens e metodologias diferenciadas, surge a importância de profundas mudanças no ambiente escolar, banindo de vez a ideia de instrucionismo que ainda reina nas iniciativas de formação do professor, que precisa agora ter a tecnologia como alavanca para uma mudança de paradigma no sentido do ensino-aprendizagem.&lt;br /&gt;
[Marc Presnky][http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI153918-15224,00-MARC+PRENSKY+O+ALUNO+VIROU+O+ESPECIALISTA.html] (2001), em seu artigo Nativos Digitais, Imigrantes Digitais destaca o declínio da educação também em países como os EUA e coloca como principal causa o fato de que nossos alunos mudaram radicalmente seus interesses. Não são os mesmos para os quais o sistema educacional foi criado, visto que a influência da chegada e da rápida difusão da tecnologia trouxe uma nova forma de interação e conhecimento. Três foram aparelhos (o controle remoto da televisão, o mouse do computador e o telefone celular) que mudaram o modo de pensar e o comportamento dessa geração de Nativos Digitais, termo cunhado por Prensky (2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças praticamente já chegam as escolas alfabetizadas pelas [mídias[http://www.eca.usp.br/prof/moran/midias_educ.htm]] Elas aprendem a fantasiar, a criar, a falar, a se emocionar com tudo o que vê pela televisão. Por isso é importante que o professor adote uma postura firme, positiva e mediadora nas suas práticas pedagógicas. Não se pode virar as costas para o que os educandos estão vivenciando no mundo lá fora. Eles aprendem e trazem o &amp;quot;problema&amp;quot; para a sala de aula. Compete ao professor, levantar os aspectos positivos e negativos  do tema proposto pelo aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Influenciados por esses aparelhos, essa geração cresceu utilizando as mais diversas tecnologias, e não apenas o computador e a internet,  mas uma ampla variedade de equipamentos digitais e brinquedos eletrônicos, a exemplo:celulares, vídeo games, câmeras digitais, entre outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paralelamente aos Nativos Digitais temos os Imigrantes Digitais, personificados na figura dos pais e professores.Estes não são falantes nativos da linguagem digital, porém também não são incapazes de aprender a linguagem (digital) utilizada pelas crianças e alunos. Ocorre que embora ocorra a aprendizagem, sempre persiste o “sotaque”. Esse sotaque pode observado em diversos exemplos, tal como a necessidade da impressão de um e-mail.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reside na situação ora apresentada o problema enfrentado hoje pela educação. Os educadores usam na escola uma linguagem já ultrapassada e lutam/buscam para ensinar uma geração que nasceu e cresceu em um mundo digital e que fazem uso de uma linguagem totalmente nova. Isso se deve a diferença marcante entre as duas gerações. Uma é linear,a outra não usa a linearidade, uma busca resolver os problemas por conta própria e a outra, liga para um amigo, pesquisa em redes humanas quando precisam de respostas instantâneas. Seguindo o raciocínio de Pedro Demo, &amp;quot;é indispensável apoiar os professores no acesso a novas tecnologias.&amp;quot; Cabe aos gestores darem apoio aos profissionais da educação, o saber lidar com as tecnologias, tanto computadores, quanto a utilização de aplicativos. Demo ainda diz que &amp;quot;o objetivo é aprimorar a imagem do professor à frente dos tempos, atualizado e capaz de oferece a seus alunos o que há de melhor no mundo do conhecimento (...).&amp;quot; Talvez com essa capacitação, nós os professores imigrantes digitais, possamos interagir de forma positiva com os alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, no entanto, vamos focar nossa discussão na inclusão de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas na Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de algo que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. A tecnologia é um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento por meio do lúdico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas aliadas a prática educacional é uma união que fortalece o processo ensino-aprendizagem, mas para que haja esse fortalecimento é necessário que o professor no seu fazer pedagógico faça com que o aluno busque o conhecimento através de pesquisas, leituras, interpretações e crie possibilidades de aprendizagem significativas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso de jogos ajuda as crianças no seu raciocínio lógico matemático onde há a necessidade de criar estratégias para avançar etapas e também há inúmeros sites que auxiliam na criação de jogos onde eles mesmo criam os jogos e regras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posso relatar que utilizei várias ferramentas tecnológicas em minhas aulas como o uso da sala de tecnologias para pesquisas sobre diversos temas e posteriormente os alunos apresentavam seminários e para a apresentação produziam ''slides'' buscavam imagens ou fotografavam e utilizavam o ''DATA SHOW''. Nessas aulas pude perceber o quanto eles se  interessavam e desenvolviam as atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inclusão digital até a pouco tempo era utopia e agora uma realidade como lidar com ela pois segundo Marc Prensky (2001)somos imigrantes digitais e o nosso alunado é nativo digital.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tulypa</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Tulypa: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que o sistema educacional vigente parece não estar ao par de que a presença da tecnologia digital em nossa sociedade trouxe inúmeras mudanças no comportamento social das crianças. A ampla gama de informações que chegam até os alunos e que permitem uma forma de aprendizado diferente requer ao professor novas formas de intervenção, novas abordagens e metodologias diferenciadas, surge a importância de profundas mudanças no ambiente escolar, banindo de vez a ideia de instrucionismo que ainda reina nas iniciativas de formação do professor, que precisa agora ter a tecnologia como alavanca para uma mudança de paradigma no sentido do ensino-aprendizagem.&lt;br /&gt;
[http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI153918-15224,00-MARC+PRENSKY+O+ALUNO+VIROU+O+ESPECIALISTA.html] (2001), em seu artigo Nativos Digitais, Imigrantes Digitais destaca o declínio da educação também em países como os EUA e coloca como principal causa o fato de que nossos alunos mudaram radicalmente seus interesses. Não são os mesmos para os quais o sistema educacional foi criado, visto que a influência da chegada e da rápida difusão da tecnologia trouxe uma nova forma de interação e conhecimento. Três foram aparelhos (o controle remoto da televisão, o mouse do computador e o telefone celular) que mudaram o modo de pensar e o comportamento dessa geração de Nativos Digitais, termo cunhado por Prensky (2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças praticamente já chegam as escolas alfabetizadas pelas [mídias[http://www.eca.usp.br/prof/moran/midias_educ.htm]] Elas aprendem a fantasiar, a criar, a falar, a se emocionar com tudo o que vê pela televisão. Por isso é importante que o professor adote uma postura firme, positiva e mediadora nas suas práticas pedagógicas. Não se pode virar as costas para o que os educandos estão vivenciando no mundo lá fora. Eles aprendem e trazem o &amp;quot;problema&amp;quot; para a sala de aula. Compete ao professor, levantar os aspectos positivos e negativos  do tema proposto pelo aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Influenciados por esses aparelhos, essa geração cresceu utilizando as mais diversas tecnologias, e não apenas o computador e a internet,  mas uma ampla variedade de equipamentos digitais e brinquedos eletrônicos, a exemplo:celulares, vídeo games, câmeras digitais, entre outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paralelamente aos Nativos Digitais temos os Imigrantes Digitais, personificados na figura dos pais e professores.Estes não são falantes nativos da linguagem digital, porém também não são incapazes de aprender a linguagem (digital) utilizada pelas crianças e alunos. Ocorre que embora ocorra a aprendizagem, sempre persiste o “sotaque”. Esse sotaque pode observado em diversos exemplos, tal como a necessidade da impressão de um e-mail.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reside na situação ora apresentada o problema enfrentado hoje pela educação. Os educadores usam na escola uma linguagem já ultrapassada e lutam/buscam para ensinar uma geração que nasceu e cresceu em um mundo digital e que fazem uso de uma linguagem totalmente nova. Isso se deve a diferença marcante entre as duas gerações. Uma é linear,a outra não usa a linearidade, uma busca resolver os problemas por conta própria e a outra, liga para um amigo, pesquisa em redes humanas quando precisam de respostas instantâneas. Seguindo o raciocínio de Pedro Demo, &amp;quot;é indispensável apoiar os professores no acesso a novas tecnologias.&amp;quot; Cabe aos gestores darem apoio aos profissionais da educação, o saber lidar com as tecnologias, tanto computadores, quanto a utilização de aplicativos. Demo ainda diz que &amp;quot;o objetivo é aprimorar a imagem do professor à frente dos tempos, atualizado e capaz de oferece a seus alunos o que há de melhor no mundo do conhecimento (...).&amp;quot; Talvez com essa capacitação, nós os professores imigrantes digitais, possamos interagir de forma positiva com os alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, no entanto, vamos focar nossa discussão na inclusão de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas na Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de algo que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. A tecnologia é um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento por meio do lúdico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas aliadas a prática educacional é uma união que fortalece o processo ensino-aprendizagem, mas para que haja esse fortalecimento é necessário que o professor no seu fazer pedagógico faça com que o aluno busque o conhecimento através de pesquisas, leituras, interpretações e crie possibilidades de aprendizagem significativas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso de jogos ajuda as crianças no seu raciocínio lógico matemático onde há a necessidade de criar estratégias para avançar etapas e também há inúmeros sites que auxiliam na criação de jogos onde eles mesmo criam os jogos e regras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posso relatar que utilizei várias ferramentas tecnológicas em minhas aulas como o uso da sala de tecnologias para pesquisas sobre diversos temas e posteriormente os alunos apresentavam seminários e para a apresentação produziam ''slides'' buscavam imagens ou fotografavam e utilizavam o ''DATA SHOW''. Nessas aulas pude perceber o quanto eles se  interessavam e desenvolviam as atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inclusão digital até a pouco tempo era utopia e agora uma realidade como lidar com ela pois segundo Marc Prensky (2001)somos imigrantes digitais e o nosso alunado é nativo digital.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tulypa</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Pr%C3%A1ticas_Pedag%C3%B3gicas_e_Gerenciamento_do_uso_das_Tecnologias_na_Educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>Práticas Pedagógicas e Gerenciamento do uso das Tecnologias na Educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Pr%C3%A1ticas_Pedag%C3%B3gicas_e_Gerenciamento_do_uso_das_Tecnologias_na_Educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-02-20T20:03:18Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tulypa: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que o sistema educacional vigente parece não estar ao par de que a presença da tecnologia digital em nossa sociedade trouxe inúmeras mudanças no comportamento social das crianças. A ampla gama de informações que chegam até os alunos e que permitem uma forma de aprendizado diferente requer ao professor novas formas de intervenção, novas abordagens e metodologias diferenciadas, surge a importância de profundas mudanças no ambiente escolar, banindo de vez a ideia de instrucionismo que ainda reina nas iniciativas de formação do professor, que precisa agora ter a tecnologia como alavanca para uma mudança de paradigma no sentido do ensino-aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Marc Prensky http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI153918-15224,00-MARC+PRENSKY+O+ALUNO+VIROU+O+ESPECIALISTA.html] (2001), em seu artigo Nativos Digitais, Imigrantes Digitais destaca o declínio da educação também em países como os EUA e coloca como principal causa o fato de que nossos alunos mudaram radicalmente seus interesses. Não são os mesmos para os quais o sistema educacional foi criado, visto que a influência da chegada e da rápida difusão da tecnologia trouxe uma nova forma de interação e conhecimento. Três foram aparelhos (o controle remoto da televisão, o mouse do computador e o telefone celular) que mudaram o modo de pensar e o comportamento dessa geração de Nativos Digitais, termo cunhado por Prensky (2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças praticamente já chegam as escolas alfabetizadas pelas [mídias[http://www.eca.usp.br/prof/moran/midias_educ.htm]] Elas aprendem a fantasiar, a criar, a falar, a se emocionar com tudo o que vê pela televisão. Por isso é importante que o professor adote uma postura firme, positiva e mediadora nas suas práticas pedagógicas. Não se pode virar as costas para o que os educandos estão vivenciando no mundo lá fora. Eles aprendem e trazem o &amp;quot;problema&amp;quot; para a sala de aula. Compete ao professor, levantar os aspectos positivos e negativos  do tema proposto pelo aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Influenciados por esses aparelhos, essa geração cresceu utilizando as mais diversas tecnologias, e não apenas o computador e a internet,  mas uma ampla variedade de equipamentos digitais e brinquedos eletrônicos, a exemplo:celulares, vídeo games, câmeras digitais, entre outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paralelamente aos Nativos Digitais temos os Imigrantes Digitais, personificados na figura dos pais e professores.Estes não são falantes nativos da linguagem digital, porém também não são incapazes de aprender a linguagem (digital) utilizada pelas crianças e alunos. Ocorre que embora ocorra a aprendizagem, sempre persiste o “sotaque”. Esse sotaque pode observado em diversos exemplos, tal como a necessidade da impressão de um e-mail.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reside na situação ora apresentada o problema enfrentado hoje pela educação. Os educadores usam na escola uma linguagem já ultrapassada e lutam/buscam para ensinar uma geração que nasceu e cresceu em um mundo digital e que fazem uso de uma linguagem totalmente nova. Isso se deve a diferença marcante entre as duas gerações. Uma é linear,a outra não usa a linearidade, uma busca resolver os problemas por conta própria e a outra, liga para um amigo, pesquisa em redes humanas quando precisam de respostas instantâneas. Seguindo o raciocínio de Pedro Demo, &amp;quot;é indispensável apoiar os professores no acesso a novas tecnologias.&amp;quot; Cabe aos gestores darem apoio aos profissionais da educação, o saber lidar com as tecnologias, tanto computadores, quanto a utilização de aplicativos. Demo ainda diz que &amp;quot;o objetivo é aprimorar a imagem do professor à frente dos tempos, atualizado e capaz de oferece a seus alunos o que há de melhor no mundo do conhecimento (...).&amp;quot; Talvez com essa capacitação, nós os professores imigrantes digitais, possamos interagir de forma positiva com os alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, no entanto, vamos focar nossa discussão na inclusão de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas na Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de algo que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. A tecnologia é um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento por meio do lúdico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas aliadas a prática educacional é uma união que fortalece o processo ensino-aprendizagem, mas para que haja esse fortalecimento é necessário que o professor no seu fazer pedagógico faça com que o aluno busque o conhecimento através de pesquisas, leituras, interpretações e crie possibilidades de aprendizagem significativas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso de jogos ajuda as crianças no seu raciocínio lógico matemático onde há a necessidade de criar estratégias para avançar etapas e também há inúmeros sites que auxiliam na criação de jogos onde eles mesmo criam os jogos e regras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posso relatar que utilizei várias ferramentas tecnológicas em minhas aulas como o uso da sala de tecnologias para pesquisas sobre diversos temas e posteriormente os alunos apresentavam seminários e para a apresentação produziam ''slides'' buscavam imagens ou fotografavam e utilizavam o ''DATA SHOW''. Nessas aulas pude perceber o quanto eles se  interessavam e desenvolviam as atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inclusão digital até a pouco tempo era utopia e agora uma realidade como lidar com ela pois segundo Marc Prensky (2001)somos imigrantes digitais e o nosso alunado é nativo digital.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tulypa</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Pr%C3%A1ticas_Pedag%C3%B3gicas_e_Gerenciamento_do_uso_das_Tecnologias_na_Educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>Práticas Pedagógicas e Gerenciamento do uso das Tecnologias na Educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Pr%C3%A1ticas_Pedag%C3%B3gicas_e_Gerenciamento_do_uso_das_Tecnologias_na_Educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-02-20T20:02:21Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tulypa: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que o sistema educacional vigente parece não estar ao par de que a presença da tecnologia digital em nossa sociedade trouxe inúmeras mudanças no comportamento social das crianças. A ampla gama de informações que chegam até os alunos e que permitem uma forma de aprendizado diferente requer ao professor novas formas de intervenção, novas abordagens e metodologias diferenciadas, surge a importância de profundas mudanças no ambiente escolar, banindo de vez a ideia de instrucionismo que ainda reina nas iniciativas de formação do professor, que precisa agora ter a tecnologia como alavanca para uma mudança de paradigma no sentido do ensino-aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Marc Prensky][http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI153918-15224,00-MARC+PRENSKY+O+ALUNO+VIROU+O+ESPECIALISTA.html] (2001), em seu artigo Nativos Digitais, Imigrantes Digitais destaca o declínio da educação também em países como os EUA e coloca como principal causa o fato de que nossos alunos mudaram radicalmente seus interesses. Não são os mesmos para os quais o sistema educacional foi criado, visto que a influência da chegada e da rápida difusão da tecnologia trouxe uma nova forma de interação e conhecimento. Três foram aparelhos (o controle remoto da televisão, o mouse do computador e o telefone celular) que mudaram o modo de pensar e o comportamento dessa geração de Nativos Digitais, termo cunhado por Prensky (2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças praticamente já chegam as escolas alfabetizadas pelas [mídias[http://www.eca.usp.br/prof/moran/midias_educ.htm]] Elas aprendem a fantasiar, a criar, a falar, a se emocionar com tudo o que vê pela televisão. Por isso é importante que o professor adote uma postura firme, positiva e mediadora nas suas práticas pedagógicas. Não se pode virar as costas para o que os educandos estão vivenciando no mundo lá fora. Eles aprendem e trazem o &amp;quot;problema&amp;quot; para a sala de aula. Compete ao professor, levantar os aspectos positivos e negativos  do tema proposto pelo aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Influenciados por esses aparelhos, essa geração cresceu utilizando as mais diversas tecnologias, e não apenas o computador e a internet,  mas uma ampla variedade de equipamentos digitais e brinquedos eletrônicos, a exemplo:celulares, vídeo games, câmeras digitais, entre outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paralelamente aos Nativos Digitais temos os Imigrantes Digitais, personificados na figura dos pais e professores.Estes não são falantes nativos da linguagem digital, porém também não são incapazes de aprender a linguagem (digital) utilizada pelas crianças e alunos. Ocorre que embora ocorra a aprendizagem, sempre persiste o “sotaque”. Esse sotaque pode observado em diversos exemplos, tal como a necessidade da impressão de um e-mail.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reside na situação ora apresentada o problema enfrentado hoje pela educação. Os educadores usam na escola uma linguagem já ultrapassada e lutam/buscam para ensinar uma geração que nasceu e cresceu em um mundo digital e que fazem uso de uma linguagem totalmente nova. Isso se deve a diferença marcante entre as duas gerações. Uma é linear,a outra não usa a linearidade, uma busca resolver os problemas por conta própria e a outra, liga para um amigo, pesquisa em redes humanas quando precisam de respostas instantâneas. Seguindo o raciocínio de Pedro Demo, &amp;quot;é indispensável apoiar os professores no acesso a novas tecnologias.&amp;quot; Cabe aos gestores darem apoio aos profissionais da educação, o saber lidar com as tecnologias, tanto computadores, quanto a utilização de aplicativos. Demo ainda diz que &amp;quot;o objetivo é aprimorar a imagem do professor à frente dos tempos, atualizado e capaz de oferece a seus alunos o que há de melhor no mundo do conhecimento (...).&amp;quot; Talvez com essa capacitação, nós os professores imigrantes digitais, possamos interagir de forma positiva com os alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, no entanto, vamos focar nossa discussão na inclusão de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas na Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de algo que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. A tecnologia é um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento por meio do lúdico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas aliadas a prática educacional é uma união que fortalece o processo ensino-aprendizagem, mas para que haja esse fortalecimento é necessário que o professor no seu fazer pedagógico faça com que o aluno busque o conhecimento através de pesquisas, leituras, interpretações e crie possibilidades de aprendizagem significativas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso de jogos ajuda as crianças no seu raciocínio lógico matemático onde há a necessidade de criar estratégias para avançar etapas e também há inúmeros sites que auxiliam na criação de jogos onde eles mesmo criam os jogos e regras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posso relatar que utilizei várias ferramentas tecnológicas em minhas aulas como o uso da sala de tecnologias para pesquisas sobre diversos temas e posteriormente os alunos apresentavam seminários e para a apresentação produziam ''slides'' buscavam imagens ou fotografavam e utilizavam o ''DATA SHOW''. Nessas aulas pude perceber o quanto eles se  interessavam e desenvolviam as atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inclusão digital até a pouco tempo era utopia e agora uma realidade como lidar com ela pois segundo Marc Prensky (2001)somos imigrantes digitais e o nosso alunado é nativo digital.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tulypa</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste</id>
		<title>Página de Teste</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste"/>
				<updated>2012-02-14T22:29:56Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tulypa: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Fantástica ferramenta!!!&lt;br /&gt;
Somos imigrantes digitais buscando melhorias para para desenvolver a direção dos nativos... &lt;br /&gt;
==Web 2.0==&lt;br /&gt;
===Mundo digital===&lt;br /&gt;
Somos imigrantes digitais.&lt;br /&gt;
Sou imigrante digital.&lt;br /&gt;
===De igual pra igual===&lt;br /&gt;
Discutindo as tecnologias e qual a melhor posição dos imigrantes para a geração digital, como poderemos encarar sem medo essa nova geração, de igual pra igual.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tulypa</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste</id>
		<title>Página de Teste</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste"/>
				<updated>2012-02-14T22:25:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tulypa: /* NATIVOS DIGITAIS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== WEB 2.0==&lt;br /&gt;
===NATIVOS DIGITAIS===&lt;br /&gt;
Discutindo as tecnologias e qual a melhor posição dos imigrantes para a geração digital, como poderemos encarar sem medo essa nova geração, de igual pra igual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==  ==&lt;br /&gt;
[http://www.example.com título do link]&lt;br /&gt;
[http://www.google.com.br google]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tulypa</name></author>	</entry>

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