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		<title>Wiki_Semed - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Texto_coletivo_e_colaborativo,_elaborados_pelos_cusistas_da_Tutoria_Online</id>
		<title>Texto coletivo e colaborativo, elaborados pelos cusistas da Tutoria Online</title>
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				<updated>2014-08-08T20:32:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: /* Web 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;div align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;Elabore uma breve introdução acerca da temática'' Web'' 2.0. Posteriormente cada grupo deverá acessar a página específica referente ao seu componente curricular  e produzir um texto coletivo, contendo uma introdução ao tema proposto que aborde: o conceito de Web 2.0,  ''Web'' 2.0 na educação, e na continuidade da elaboração, explore as possibilidades pedagógicas da ''Web'' 2.0  em cada área específica (Matemática, Arte, Educação Especial, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É necessário estabelecer uma relação com as partes que irão compor a produção colaborativa. É muito importante observar a coesão, a coerência textual e a argumentação teórica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= WEB 2.0 com possibilidades de interação e colaboração na Educação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 com a ampla possibilidade de comunicação e interatividade, sem dúvidas deverá ocupar lugar de efetivo de destaque como ferramenta indispensável na educação.Seja qual for a área de conhecimento, o seu uso é possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para desenvolver um estudo sobre a Web 2.0 é preciso lembrar os “bons tempos” da Web 1.0. Naquele momento, era o grande avanço da informática, representando um salto em termos de apoio tecnológico. Em seus estudos Costa (2012) argumenta de forma importante que &lt;br /&gt;
“A mudança de paradigma de Web 1.0 para Web 2.0 mudou radicalmente a atitude do usuário diante da rede mundial de computadores, mas trouxe consigo algumas inovações em seus aplicativos. Essas inovações tornaram possível desenvolver ferramentas que valorizam a individualidade humana e permitem escrita colaborativa, [...]”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas da Web que possibilitaram a interatividade e a colaboração entre as pessoas em “redes sociais”, também tem causado revolução como plataforma de navegação. Mattar (2013) afirma que “Com a Web 2.0, desenvolve-se também a ideia de um software não estar mais preso a um único dispositivo, mas disponível em diferentes dispositivos. [...] é possível pensar em aplicações e conteúdos multidispositivos”. Cita também estudos que apontam para “uma nova direção da Web: a colisão com o mundo real” (2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na educação as redes de interação passam a constituir uma “nova morfologia em educação” (MATTAR, 2013), pois, a partir delas, ocorrem modificações substanciais na forma de trabalhar e nos resultados do processo de ensino e de aprendizagem, por serem dinâmicas e geram mudanças durante o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com essas novas formas de interação, por meio das tecnologias digitais, é necessário pensar em transformações na “cultura de aprendizagem” que ocorre na construção do conhecimento no espaço escolar, para que se possa, também, acontecer transformações na prática pedagógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0, nesse cenário de transformação da educação pode oferecer aos profissionais da educação e aos alunos “a possibilidade de interagir com a internet, inserindo, alterando, acrescentando, excluindo, construindo e reconstruindo” (COSTA, 2012) um texto de forma inédita ou compartilhada, e o mais importante, com grande alcance social.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A introdução das diferentes tecnologias digitais no contexto escolar representa, como poderíamos dizer de forma simples, a “invasão” da inteligência coletiva, que se encontra hospedada em plataformas interativas da Web 2.0, também conhecida como redes sociais, em espaços de conhecimentos até então específicos do fazer pedagógico, gerando assim, impactos que estão revolucionando a educação mundial. As ferramentas disponibilizadas nesses espaços possibilitam aos sujeitos da aprendizagem (alunos e professores) o contato com novas “tramas” de conhecimentos interdisciplinares e transdisciplinares, e a construção interativa e colaborativa de novas formas de aprendizagem, mais significativas, que integram as relações de saberes acumulados socialmente e que representam o apport para o desenvolvimento dos sujeitos de aprendizagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sociedade contemporânea a grande transformação que a caracteriza é a forma como as pessoas se comunicam, entreterem e adquirem os conhecimentos tendo como suporte interativo as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC). Garcia (2001a) considera que o “mundo da educação não pode ignorar esta realidade tecnológica nem como objeto de estudo e, muito menos, como instrumento para a formação de cidadãos que já se organizam nesta sociedade através de ambientes virtuais”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa afirmativa leva-nos a indagar sobre a importância das tecnologias como potencial para a inovação pedagógica e as implicações que desencadeiam no ambiente de aprendizagem escolar. Uma dessas implicações diz respeito ao currículo que, segundo Almeida e Assis (2011), “depende de diversos aspectos entre os quais a concepção de currículo e a identificação das características tecnológicas da Web 2.0”. Por esta razão a Web 2.0 tem potencial para facilitar o ensino e a aprendizagem, propiciando recursos que auxiliam atividades participativas, incentivando a construção do conhecimento de forma criativa e colaborativa, e, conseqüentemente, possibilitando a inovação no desenvolvimento do currículo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do contexto apresenta- se as várias áreas do currículo, bem como os setores da SEMED que deverão relacionar as suas especificidades e usos do recurso da Web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA e ASSIS. INTEGRAÇÃO DA WEB 2.0 AO CURRÍCULO: A GERAÇÃO WEB CURRÍCULO. la educ@cion – revista digital, OEA-OAS, 2011, mai, n. 145. Disponível em: http://www.educoas.org/portal/laeducacion2010 . Acesso em 25.09.2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATTAR, João. Web 2.0 2 redes sociais na educação. São Paulo: Artesanato Educacional, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HESSEL e SILVA. A inteligência coletiva e conhecimento aberto: relação retroativa recursiva, capítulo 6. Grupo EDVIRT.PUCSP. São Paulo. 2012. Disponível: http://oer.kmi.open.ac.uk/wp-content/uploads/cap06_edvirt.pdf Acesso em: 26.09.2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==[[Web 2.0]]==&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;'''[[Textos de apoio]]'''&amp;lt;/h4&amp;gt; elaborado pelos mediadores do curso&lt;br /&gt;
*[[Língua Portuguesa]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Matemática]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[História]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Geografia]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Ciências]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Língua Estrangeira]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Arte]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Física]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Infantil]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Anos Iniciais (1º ao 5º)]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Especial]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Escolar]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Legislação Educacional]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Web 2.0 na Formação de Professores]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Estratégica no Mundo Digital]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Biblioteca]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[DASE]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=[[REFERÊNCIAS]]=&lt;br /&gt;
1&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Texto_coletivo_e_colaborativo,_elaborados_pelos_cusistas_da_Tutoria_Online</id>
		<title>Texto coletivo e colaborativo, elaborados pelos cusistas da Tutoria Online</title>
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				<updated>2014-08-08T20:31:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: /* Web 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;div align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;Elabore uma breve introdução acerca da temática'' Web'' 2.0. Posteriormente cada grupo deverá acessar a página específica referente ao seu componente curricular  e produzir um texto coletivo, contendo uma introdução ao tema proposto que aborde: o conceito de Web 2.0,  ''Web'' 2.0 na educação, e na continuidade da elaboração, explore as possibilidades pedagógicas da ''Web'' 2.0  em cada área específica (Matemática, Arte, Educação Especial, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É necessário estabelecer uma relação com as partes que irão compor a produção colaborativa. É muito importante observar a coesão, a coerência textual e a argumentação teórica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= WEB 2.0 com possibilidades de interação e colaboração na Educação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 com a ampla possibilidade de comunicação e interatividade, sem dúvidas deverá ocupar lugar de efetivo de destaque como ferramenta indispensável na educação.Seja qual for a área de conhecimento, o seu uso é possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para desenvolver um estudo sobre a Web 2.0 é preciso lembrar os “bons tempos” da Web 1.0. Naquele momento, era o grande avanço da informática, representando um salto em termos de apoio tecnológico. Em seus estudos Costa (2012) argumenta de forma importante que &lt;br /&gt;
“A mudança de paradigma de Web 1.0 para Web 2.0 mudou radicalmente a atitude do usuário diante da rede mundial de computadores, mas trouxe consigo algumas inovações em seus aplicativos. Essas inovações tornaram possível desenvolver ferramentas que valorizam a individualidade humana e permitem escrita colaborativa, [...]”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas da Web que possibilitaram a interatividade e a colaboração entre as pessoas em “redes sociais”, também tem causado revolução como plataforma de navegação. Mattar (2013) afirma que “Com a Web 2.0, desenvolve-se também a ideia de um software não estar mais preso a um único dispositivo, mas disponível em diferentes dispositivos. [...] é possível pensar em aplicações e conteúdos multidispositivos”. Cita também estudos que apontam para “uma nova direção da Web: a colisão com o mundo real” (2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na educação as redes de interação passam a constituir uma “nova morfologia em educação” (MATTAR, 2013), pois, a partir delas, ocorrem modificações substanciais na forma de trabalhar e nos resultados do processo de ensino e de aprendizagem, por serem dinâmicas e geram mudanças durante o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com essas novas formas de interação, por meio das tecnologias digitais, é necessário pensar em transformações na “cultura de aprendizagem” que ocorre na construção do conhecimento no espaço escolar, para que se possa, também, acontecer transformações na prática pedagógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0, nesse cenário de transformação da educação pode oferecer aos profissionais da educação e aos alunos “a possibilidade de interagir com a internet, inserindo, alterando, acrescentando, excluindo, construindo e reconstruindo” (COSTA, 2012) um texto de forma inédita ou compartilhada, e o mais importante, com grande alcance social.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A introdução das diferentes tecnologias digitais no contexto escolar representa, como poderíamos dizer de forma simples, a “invasão” da inteligência coletiva, que se encontra hospedada em plataformas interativas da Web 2.0, também conhecida como redes sociais, em espaços de conhecimentos até então específicos do fazer pedagógico, gerando assim, impactos que estão revolucionando a educação mundial. As ferramentas disponibilizadas nesses espaços possibilitam aos sujeitos da aprendizagem (alunos e professores) o contato com novas “tramas” de conhecimentos interdisciplinares e transdisciplinares, e a construção interativa e colaborativa de novas formas de aprendizagem, mais significativas, que integram as relações de saberes acumulados socialmente e que representam o apport para o desenvolvimento dos sujeitos de aprendizagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sociedade contemporânea a grande transformação que a caracteriza é a forma como as pessoas se comunicam, entreterem e adquirem os conhecimentos tendo como suporte interativo as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC). Garcia (2001a) considera que o “mundo da educação não pode ignorar esta realidade tecnológica nem como objeto de estudo e, muito menos, como instrumento para a formação de cidadãos que já se organizam nesta sociedade através de ambientes virtuais”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa afirmativa leva-nos a indagar sobre a importância das tecnologias como potencial para a inovação pedagógica e as implicações que desencadeiam no ambiente de aprendizagem escolar. Uma dessas implicações diz respeito ao currículo que, segundo Almeida e Assis (2011), “depende de diversos aspectos entre os quais a concepção de currículo e a identificação das características tecnológicas da Web 2.0”. Por esta razão a Web 2.0 tem potencial para facilitar o ensino e a aprendizagem, propiciando recursos que auxiliam atividades participativas, incentivando a construção do conhecimento de forma criativa e colaborativa, e, conseqüentemente, possibilitando a inovação no desenvolvimento do currículo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do contexto apresenta- se as várias áreas do currículo, bem como os setores da SEMED que deverão relacionar as suas especificidades e usos do recurso da Web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA e ASSIS. INTEGRAÇÃO DA WEB 2.0 AO CURRÍCULO: A GERAÇÃO WEB CURRÍCULO. la educ@cion – revista digital, OEA-OAS, 2011, mai, n. 145. Disponível em: http://www.educoas.org/portal/laeducacion2010 . Acesso em 25.09.2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATTAR, João. Web 2.0 2 redes sociais na educação. São Paulo: Artesanato Educacional, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HESSEL e SILVA. A inteligência coletiva e conhecimento aberto: relação retroativa recursiva, capítulo 6. Grupo EDVIRT.PUCSP. São Paulo. 2012. Disponível: http://oer.kmi.open.ac.uk/wp-content/uploads/cap06_edvirt.pdf Acesso em: 26.09.2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==[[Web 2.0]]==&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;'''[[Textos de apoio]]'''&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Língua Portuguesa]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Matemática]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[História]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Geografia]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Ciências]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Língua Estrangeira]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Arte]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Física]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Infantil]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Anos Iniciais (1º ao 5º)]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Especial]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Escolar]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Legislação Educacional]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Web 2.0 na Formação de Professores]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Estratégica no Mundo Digital]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Biblioteca]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[DASE]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=[[REFERÊNCIAS]]=&lt;br /&gt;
1&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Texto_coletivo_e_colaborativo,_elaborados_pelos_cusistas_da_Tutoria_Online</id>
		<title>Texto coletivo e colaborativo, elaborados pelos cusistas da Tutoria Online</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Texto_coletivo_e_colaborativo,_elaborados_pelos_cusistas_da_Tutoria_Online"/>
				<updated>2014-08-08T20:30:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: /* Web 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;div align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;Elabore uma breve introdução acerca da temática'' Web'' 2.0. Posteriormente cada grupo deverá acessar a página específica referente ao seu componente curricular  e produzir um texto coletivo, contendo uma introdução ao tema proposto que aborde: o conceito de Web 2.0,  ''Web'' 2.0 na educação, e na continuidade da elaboração, explore as possibilidades pedagógicas da ''Web'' 2.0  em cada área específica (Matemática, Arte, Educação Especial, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É necessário estabelecer uma relação com as partes que irão compor a produção colaborativa. É muito importante observar a coesão, a coerência textual e a argumentação teórica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= WEB 2.0 com possibilidades de interação e colaboração na Educação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 com a ampla possibilidade de comunicação e interatividade, sem dúvidas deverá ocupar lugar de efetivo de destaque como ferramenta indispensável na educação.Seja qual for a área de conhecimento, o seu uso é possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para desenvolver um estudo sobre a Web 2.0 é preciso lembrar os “bons tempos” da Web 1.0. Naquele momento, era o grande avanço da informática, representando um salto em termos de apoio tecnológico. Em seus estudos Costa (2012) argumenta de forma importante que &lt;br /&gt;
“A mudança de paradigma de Web 1.0 para Web 2.0 mudou radicalmente a atitude do usuário diante da rede mundial de computadores, mas trouxe consigo algumas inovações em seus aplicativos. Essas inovações tornaram possível desenvolver ferramentas que valorizam a individualidade humana e permitem escrita colaborativa, [...]”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas da Web que possibilitaram a interatividade e a colaboração entre as pessoas em “redes sociais”, também tem causado revolução como plataforma de navegação. Mattar (2013) afirma que “Com a Web 2.0, desenvolve-se também a ideia de um software não estar mais preso a um único dispositivo, mas disponível em diferentes dispositivos. [...] é possível pensar em aplicações e conteúdos multidispositivos”. Cita também estudos que apontam para “uma nova direção da Web: a colisão com o mundo real” (2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na educação as redes de interação passam a constituir uma “nova morfologia em educação” (MATTAR, 2013), pois, a partir delas, ocorrem modificações substanciais na forma de trabalhar e nos resultados do processo de ensino e de aprendizagem, por serem dinâmicas e geram mudanças durante o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com essas novas formas de interação, por meio das tecnologias digitais, é necessário pensar em transformações na “cultura de aprendizagem” que ocorre na construção do conhecimento no espaço escolar, para que se possa, também, acontecer transformações na prática pedagógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0, nesse cenário de transformação da educação pode oferecer aos profissionais da educação e aos alunos “a possibilidade de interagir com a internet, inserindo, alterando, acrescentando, excluindo, construindo e reconstruindo” (COSTA, 2012) um texto de forma inédita ou compartilhada, e o mais importante, com grande alcance social.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A introdução das diferentes tecnologias digitais no contexto escolar representa, como poderíamos dizer de forma simples, a “invasão” da inteligência coletiva, que se encontra hospedada em plataformas interativas da Web 2.0, também conhecida como redes sociais, em espaços de conhecimentos até então específicos do fazer pedagógico, gerando assim, impactos que estão revolucionando a educação mundial. As ferramentas disponibilizadas nesses espaços possibilitam aos sujeitos da aprendizagem (alunos e professores) o contato com novas “tramas” de conhecimentos interdisciplinares e transdisciplinares, e a construção interativa e colaborativa de novas formas de aprendizagem, mais significativas, que integram as relações de saberes acumulados socialmente e que representam o apport para o desenvolvimento dos sujeitos de aprendizagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sociedade contemporânea a grande transformação que a caracteriza é a forma como as pessoas se comunicam, entreterem e adquirem os conhecimentos tendo como suporte interativo as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC). Garcia (2001a) considera que o “mundo da educação não pode ignorar esta realidade tecnológica nem como objeto de estudo e, muito menos, como instrumento para a formação de cidadãos que já se organizam nesta sociedade através de ambientes virtuais”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa afirmativa leva-nos a indagar sobre a importância das tecnologias como potencial para a inovação pedagógica e as implicações que desencadeiam no ambiente de aprendizagem escolar. Uma dessas implicações diz respeito ao currículo que, segundo Almeida e Assis (2011), “depende de diversos aspectos entre os quais a concepção de currículo e a identificação das características tecnológicas da Web 2.0”. Por esta razão a Web 2.0 tem potencial para facilitar o ensino e a aprendizagem, propiciando recursos que auxiliam atividades participativas, incentivando a construção do conhecimento de forma criativa e colaborativa, e, conseqüentemente, possibilitando a inovação no desenvolvimento do currículo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do contexto apresenta- se as várias áreas do currículo, bem como os setores da SEMED que deverão relacionar as suas especificidades e usos do recurso da Web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA e ASSIS. INTEGRAÇÃO DA WEB 2.0 AO CURRÍCULO: A GERAÇÃO WEB CURRÍCULO. la educ@cion – revista digital, OEA-OAS, 2011, mai, n. 145. Disponível em: http://www.educoas.org/portal/laeducacion2010 . Acesso em 25.09.2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATTAR, João. Web 2.0 2 redes sociais na educação. São Paulo: Artesanato Educacional, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HESSEL e SILVA. A inteligência coletiva e conhecimento aberto: relação retroativa recursiva, capítulo 6. Grupo EDVIRT.PUCSP. São Paulo. 2012. Disponível: http://oer.kmi.open.ac.uk/wp-content/uploads/cap06_edvirt.pdf Acesso em: 26.09.2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==[[Web 2.0]]==&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;'''[[Textos de apoio elaborado pelos mediadores do curso]]'''&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Língua Portuguesa]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Matemática]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[História]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Geografia]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Ciências]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Língua Estrangeira]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Arte]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Física]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Infantil]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Anos Iniciais (1º ao 5º)]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Especial]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Escolar]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Legislação Educacional]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Web 2.0 na Formação de Professores]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Estratégica no Mundo Digital]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Biblioteca]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[DASE]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=[[REFERÊNCIAS]]=&lt;br /&gt;
1&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Moodle</id>
		<title>Moodle</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Moodle"/>
				<updated>2013-11-11T18:39:14Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*História - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Características - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Caracter%C3%ADsticas_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Síntese das atividades no Moodle https://docs.google.com/file/d/0B8g1VEB471NgRElhYWhwbFZaeWc/image?pagenumber=1&amp;amp;w=1200&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VÍDEOS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O QUE MUDA NA EDUCAÇÃO: A DOCÊNCIA ONLINE http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&amp;amp;view=item&amp;amp;item_id=9717about:blank&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
*Outros programas da Série Cibercultura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
**P1 – EAD: Antes de depois da Cibercultura&lt;br /&gt;
**P2 – A docência on-line&lt;br /&gt;
**P3 – Currículo Multirreferencial&lt;br /&gt;
**P4 – Outros Olhares sobre Cibercultura e Educação&lt;br /&gt;
**P5 – Cibercultura e Educação em Debate&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Exemplos e orientações disponíveis para criar uma sala digital no Moodle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
** Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
** Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
** Introdução à plataforma Moodle de ensino à distância - http://www.moodle.fmb.unesp.br/course/view.php?id=13&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Referência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
** comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
**Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;br /&gt;
** Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
** MOODLE: Estratégias Pedagógicas e Estudos de Caso Salto para o Futuro - série sobre Cibercultura e Educação  - http://www.moodle.ufba.br/file.php/1/Moodle_1911_web.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*História - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Características - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Caracter%C3%ADsticas_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Síntese das atividades no Moodle https://docs.google.com/file/d/0B8g1VEB471NgRElhYWhwbFZaeWc/image?pagenumber=1&amp;amp;w=1200&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VÍDEOS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O QUE MUDA NA EDUCAÇÃO: A DOCÊNCIA ONLINE http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&amp;amp;view=item&amp;amp;item_id=9717about:blank&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
*Outros programas da Série Cibercultura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
**P1 – EAD: Antes de depois da Cibercultura&lt;br /&gt;
**P2 – A docência on-line&lt;br /&gt;
**P3 – Currículo Multirreferencial&lt;br /&gt;
**P4 – Outros Olhares sobre Cibercultura e Educação&lt;br /&gt;
**P5 – Cibercultura e Educação em Debate&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Exemplos e orientações disponíveis para criar uma sala digital no Moodle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
** Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
** Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Referência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
** comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
**Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;br /&gt;
** Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
** MOODLE: Estratégias Pedagógicas e Estudos de Caso Salto para o Futuro - série sobre Cibercultura e Educação  - http://www.moodle.ufba.br/file.php/1/Moodle_1911_web.pdf&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*História - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Características - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Caracter%C3%ADsticas_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Síntese das atividades no Moodle https://docs.google.com/file/d/0B8g1VEB471NgRElhYWhwbFZaeWc/image?pagenumber=1&amp;amp;w=1200&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VÍDEOS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O QUE MUDA NA EDUCAÇÃO: A DOCÊNCIA ONLINE http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&amp;amp;view=item&amp;amp;item_id=9717about:blank&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
*Outros programas da Série Cibercultura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
**P1 – EAD: Antes de depois da Cibercultura&lt;br /&gt;
**P2 – A docência on-line&lt;br /&gt;
**P3 – Currículo Multirreferencial&lt;br /&gt;
**P4 – Outros Olhares sobre Cibercultura e Educação&lt;br /&gt;
**P5 – Cibercultura e Educação em Debate&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Exemplos e orientações disponíveis para criar uma sala digital no Moodle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
** Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
** Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Referência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
** comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
**Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;br /&gt;
** Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
** MOODLE: Estratégias Pedagógicas e Estudos de Caso&lt;br /&gt;
Salto para o Futuro - série sobre Cibercultura e Educação  - http://www.moodle.ufba.br/file.php/1/Moodle_1911_web.pdf&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*História - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Características - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Caracter%C3%ADsticas_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Síntese das atividades no Moodle https://docs.google.com/file/d/0B8g1VEB471NgRElhYWhwbFZaeWc/image?pagenumber=1&amp;amp;w=1200&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VÍDEOS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O QUE MUDA NA EDUCAÇÃO: A DOCÊNCIA ONLINE http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&amp;amp;view=item&amp;amp;item_id=9717about:blank&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
*Outros programas da Série Cibercultura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
**P1 – EAD: Antes de depois da Cibercultura&lt;br /&gt;
**P2 – A docência on-line&lt;br /&gt;
**P3 – Currículo Multirreferencial&lt;br /&gt;
**P4 – Outros Olhares sobre Cibercultura e Educação&lt;br /&gt;
**P5 – Cibercultura e Educação em Debate&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Exemplos e orientações disponíveis para criar uma sala digital no Moodle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
** Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
** Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Referência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
* Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;br /&gt;
* Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
* MOODLE: Estratégias Pedagógicas e Estudos de Caso&lt;br /&gt;
Salto para o Futuro - série sobre Cibercultura e Educação  - http://www.moodle.ufba.br/file.php/1/Moodle_1911_web.pdf&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
História - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Características - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Caracter%C3%ADsticas_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Síntese das atividades no Moodle https://docs.google.com/file/d/0B8g1VEB471NgRElhYWhwbFZaeWc/image?pagenumber=1&amp;amp;w=1200&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VÍDEOS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O QUE MUDA NA EDUCAÇÃO: A DOCÊNCIA ONLINE http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&amp;amp;view=item&amp;amp;item_id=9717about:blank&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
*Outros programas da Série Cibercultura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
**P1 – EAD: Antes de depois da Cibercultura&lt;br /&gt;
**P2 – A docência on-line&lt;br /&gt;
**P3 – Currículo Multirreferencial&lt;br /&gt;
**P4 – Outros Olhares sobre Cibercultura e Educação&lt;br /&gt;
**P5 – Cibercultura e Educação em Debate&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Exemplos e orientações disponíveis para criar uma sala digital no Moodle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
** Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
** Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Referência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
* Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;br /&gt;
* Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
* MOODLE: Estratégias Pedagógicas e Estudos de Caso&lt;br /&gt;
Salto para o Futuro - série sobre Cibercultura e Educação  - http://www.moodle.ufba.br/file.php/1/Moodle_1911_web.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

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		<title>Moodle</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Moodle"/>
				<updated>2013-11-11T17:58:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
História - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Características - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Caracter%C3%ADsticas_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Síntese das atividades no Moodle https://docs.google.com/file/d/0B8g1VEB471NgRElhYWhwbFZaeWc/image?pagenumber=1&amp;amp;w=1200&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VÍDEOS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O QUE MUDA NA EDUCAÇÃO: A DOCÊNCIA ONLINE http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&amp;amp;view=item&amp;amp;item_id=9717about:blank&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Outros programas da Série Cibercultura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P1 – EAD: Antes de depois da Cibercultura&lt;br /&gt;
P2 – A docência on-line&lt;br /&gt;
P3 – Currículo Multirreferencial&lt;br /&gt;
P4 – Outros Olhares sobre Cibercultura e Educação&lt;br /&gt;
P5 – Cibercultura e Educação em Debate&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Exemplos e orientações disponíveis para criar uma sala digital no Moodle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
* Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
* Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;br /&gt;
* Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
* MOODLE: Estratégias Pedagógicas e Estudos de Caso&lt;br /&gt;
Salto para o Futuro - série sobre Cibercultura e Educação  - http://www.moodle.ufba.br/file.php/1/Moodle_1911_web.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

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		<title>Moodle</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
História - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Características - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Caracter%C3%ADsticas_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Síntese das atividades no Moodle https://docs.google.com/file/d/0B8g1VEB471NgRElhYWhwbFZaeWc/image?pagenumber=1&amp;amp;w=1200&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VÍDEOS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O QUE MUDA NA EDUCAÇÃO: A DOCÊNCIA ONLINE http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&amp;amp;view=item&amp;amp;item_id=9717about:blank&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
* Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;br /&gt;
* Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* MOODLE: Estratégias Pedagógicas e Estudos de Caso&lt;br /&gt;
Salto para o Futuro - série sobre Cibercultura e Educação  - http://www.moodle.ufba.br/file.php/1/Moodle_1911_web.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
História - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Características - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Caracter%C3%ADsticas_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Síntese das atividades no Moodle https://docs.google.com/file/d/0B8g1VEB471NgRElhYWhwbFZaeWc/image?pagenumber=1&amp;amp;w=1200&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VÍDEOS &lt;br /&gt;
O QUE MUDA NA EDUCAÇÃO: A DOCÊNCIA ONLINE http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&amp;amp;view=item&amp;amp;item_id=9717about:blank&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
* Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;br /&gt;
* Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* MOODLE: Estratégias Pedagógicas e Estudos de Caso&lt;br /&gt;
Salto para o Futuro - série sobre Cibercultura e Educação  - http://www.moodle.ufba.br/file.php/1/Moodle_1911_web.pdf&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
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História - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
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Características - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Caracter%C3%ADsticas_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Síntese das atividades no Moodle https://docs.google.com/file/d/0B8g1VEB471NgRElhYWhwbFZaeWc/image?pagenumber=1&amp;amp;w=1200&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
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 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
* Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;br /&gt;
* Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013 http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* MOODLE: Estratégias Pedagógicas e Estudos de Caso&lt;br /&gt;
Salto para o Futuro - série sobre Cibercultura e Educação  - http://www.moodle.ufba.br/file.php/1/Moodle_1911_web.pdf&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
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Atividade do moodle - &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
* Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;br /&gt;
* Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
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Salto para o Futuro - série sobre Cibercultura e Educação  - http://www.moodle.ufba.br/file.php/1/Moodle_1911_web.pdf&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
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História - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
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Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
* Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;br /&gt;
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Salto para o Futuro - série sobre Cibercultura e Educação  - http://www.moodle.ufba.br/file.php/1/Moodle_1911_web.pdf&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
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Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
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História - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
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Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
*Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;br /&gt;
*&lt;br /&gt;
Moodle da UFBA - experimental e orientação 2013http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=12943&lt;br /&gt;
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&lt;hr /&gt;
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&lt;br /&gt;
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'''Moodle'''&lt;br /&gt;
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Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
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*comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
*Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;br /&gt;
*&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

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				<updated>2013-11-04T13:01:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
História - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Características - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Caracter%C3%ADsticas_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
*comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
Moodle: Como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. Rodolfo Nakamura. &lt;br /&gt;
http://www.moodle.ufrb.edu.br/pluginfile.php/63/mod_page/content/1/rodolfo-nakamura_moodle.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Moodle</id>
		<title>Moodle</title>
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				<updated>2013-10-31T13:51:23Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosofia - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Filosofia_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
História - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Características - http://docs.moodle.org/all/pt_br/Caracter%C3%ADsticas_do_Moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
*comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Moodle'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eilosofia do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
*comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O que é o Moodle?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eilosofia do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação de Professores - Usando o Moodle e criando cursos http://virtual.ifpb.edu.br/moodle/course/view.php?id=188&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
*comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O que é o Moodle?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eilosofia do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade do moodle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionário http://docs.moodle.org/all/pt_br/Question%C3%A1rios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
*comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O que é o Moodle?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eilosofia do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
*comunidade Moodle em Português http://docs.moodle.org/all/pt_br/Hist%C3%B3ria_do_Moodle&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O que é o Moodle?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eilosofia do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referência&lt;br /&gt;
*comunidade Moodle em Português&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Moodle na formação de professores'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O que é o Moodle?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
filosofia do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
referência&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Moodle na formação de professores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O que é o Moodle?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
filosofia do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
referência&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;div&gt;Moodle na formação de professores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O que é o Moodle?''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
filosofia do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
referência&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;div&gt;Moodle na formação de professores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O que é o Moodle?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
filosofia do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
referência&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Moodle na formação de professores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O que é o Moodle?&amp;quot;&lt;br /&gt;
filosofia do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
referência&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Moodle na formação de professores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
filosofia do moodle - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
referência&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: Criou página com 'Moodle'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Moodle&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste</id>
		<title>Página de Teste</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nomeie na língua inglesa a figura [[Arquivo:Modelo1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Exemplo.jpg]]&lt;br /&gt;
==ENSINO DE LÍNGUAS==&lt;br /&gt;
----[http://g1.globo.com/ ESPANHOL]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
[coef][https://coef6a9semed.blogspot.com]&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
----[[Tecnologia na Educação]]&lt;br /&gt;
=Avaliação escolar no contexto do ensino e aprendizagem=&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align=”Justify”&amp;gt; Com a '''[evolução][https://www.google.com.br/]''' das [[tecnologias]] utilizadas no processo educativo ocorreram mudanças nas metodologias praticadas na sala de aula  e consequentemente mudanças nas formas de ''avaliação'', sejam nos aspectos do processo ensino-[[aprendizagem]] em si, ou para provocar mudanças significativas para um melhor aproveitamento dos alunos do ensino fundamental e médio.&lt;br /&gt;
==Segundo Luckesi,==&lt;br /&gt;
&amp;quot;...a '''''[[avaliação]]''''' é uma apreciação qualitativa sobre dados relevantes do processo de ensino-aprendizagem que auxilia o professor a tomar decisões sobre o seu trabalho”. Ou seja a '''avaliação''' escolar é um componente do processo de ensino que visa, através da verificação e qualificação dos resultados obtidos, determinar a [http://www.educacional.com.br/articulistas/outrosEducacao_lista.asp?artigo=regina0001 correspondência] destes com os objetivos propostos e, daí, orientar a tomada de decisões em relação às atividades didáticas futuras.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
A [[Media:avaliação]] como instrumento de investigação, '''Luckesi''' (2011), destaca pontualmente a  importância da qualidade no âmbito da realidade, o instrumento de ação do gestor em suas ações e decisões, definindo ele,  a partir de então o conhecimento como a luz, que amplia e direciona o caminhar, permitindo as intervenções necessárias à melhoria do ambiente de ensino aprendizagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão da [http://www.inclusao.com.br/index_.htm inclusão], ante a discriminação e o trabalho de acolhimento das diferenças em sala de aula, passa por limites de aceitação e relacionamentos, visando a oportunizar igualdade no ambiente de ensino aprendizagem, conforme '''Jussara Hoffman''' (2005), o respeito e o dinamismo na forma de apreensão do conhecimento, na didática do professor , evidencia a participação do incluso entre os demais alunos, favorecendo em questões de avaliação as múltiplas interpretações de quem as interpreta.&lt;br /&gt;
Verificando ainda, a aprendizagem no olhar de Luckesi, a visão da realidade torna-se muito ampla, quanto ao conhecimento, o conceito visto por ele, mostra a realidade como é e funciona, ele não se define apenas na mensuração do que se dispõe a buscar, mas tornando compreensível aquilo que não é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Referências:]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Hoje dia 23 de setembro aprendemos''', ou seja verificamos o rumo para logar na página. Portanto, o uso das tecnologias aplicadas à educação apresentam efeito no processo de ensino e apr&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Moodle]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste</id>
		<title>Página de Teste</title>
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				<updated>2013-10-18T17:34:36Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nomeie na língua inglesa a figura [[Arquivo:Modelo1.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Exemplo.jpg]]&lt;br /&gt;
==ENSINO DE LÍNGUAS==&lt;br /&gt;
----[http://g1.globo.com/ ESPANHOL]&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
[coef][https://coef6a9semed.blogspot.com]&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
----[[Tecnologia na Educação]]&lt;br /&gt;
=Avaliação escolar no contexto do ensino e aprendizagem=&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align=”Justify”&amp;gt; Com a '''[evolução][https://www.google.com.br/]''' das [[tecnologias]] utilizadas no processo educativo ocorreram mudanças nas metodologias praticadas na sala de aula  e consequentemente mudanças nas formas de ''avaliação'', sejam nos aspectos do processo ensino-[[aprendizagem]] em si, ou para provocar mudanças significativas para um melhor aproveitamento dos alunos do ensino fundamental e médio.&lt;br /&gt;
==Segundo Luckesi,==&lt;br /&gt;
&amp;quot;...a '''''[[avaliação]]''''' é uma apreciação qualitativa sobre dados relevantes do processo de ensino-aprendizagem que auxilia o professor a tomar decisões sobre o seu trabalho”. Ou seja a '''avaliação''' escolar é um componente do processo de ensino que visa, através da verificação e qualificação dos resultados obtidos, determinar a [http://www.educacional.com.br/articulistas/outrosEducacao_lista.asp?artigo=regina0001 correspondência] destes com os objetivos propostos e, daí, orientar a tomada de decisões em relação às atividades didáticas futuras.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
A [[Media:avaliação]] como instrumento de investigação, '''Luckesi''' (2011), destaca pontualmente a  importância da qualidade no âmbito da realidade, o instrumento de ação do gestor em suas ações e decisões, definindo ele,  a partir de então o conhecimento como a luz, que amplia e direciona o caminhar, permitindo as intervenções necessárias à melhoria do ambiente de ensino aprendizagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão da [http://www.inclusao.com.br/index_.htm inclusão], ante a discriminação e o trabalho de acolhimento das diferenças em sala de aula, passa por limites de aceitação e relacionamentos, visando a oportunizar igualdade no ambiente de ensino aprendizagem, conforme '''Jussara Hoffman''' (2005), o respeito e o dinamismo na forma de apreensão do conhecimento, na didática do professor , evidencia a participação do incluso entre os demais alunos, favorecendo em questões de avaliação as múltiplas interpretações de quem as interpreta.&lt;br /&gt;
Verificando ainda, a aprendizagem no olhar de Luckesi, a visão da realidade torna-se muito ampla, quanto ao conhecimento, o conceito visto por ele, mostra a realidade como é e funciona, ele não se define apenas na mensuração do que se dispõe a buscar, mas tornando compreensível aquilo que não é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Referências:]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Hoje dia 23 de setembro aprendemos''', ou seja verificamos o rumo para logar na página. Portanto, o uso das tecnologias aplicadas à educação apresentam efeito no processo de ensino e apr&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[DASE]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Texto_coletivo_e_colaborativo,_elaborados_pelos_cusistas_da_Tutoria_Online</id>
		<title>Texto coletivo e colaborativo, elaborados pelos cusistas da Tutoria Online</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Texto_coletivo_e_colaborativo,_elaborados_pelos_cusistas_da_Tutoria_Online"/>
				<updated>2013-10-07T20:47:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: /* Web 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;div align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;Elabore uma breve introdução acerca da temática'' Web'' 2.0. Posteriormente cada grupo deverá acessar a página específica referente ao seu componente curricular  e produzir um texto coletivo, contendo uma introdução ao tema proposto que aborde: o conceito de Web 2.0,  ''Web'' 2.0 na educação, e na continuidade da elaboração, explore as possibilidades pedagógicas da ''Web'' 2.0  em cada área específica (Matemática, Arte, Educação Especial, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É necessário estabelecer uma relação com as partes que irão compor a produção colaborativa. É muito importante observar a coesão, a coerência textual e a argumentação teórica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= WEB 2.0 com possibilidades de interação e colaboração na Educação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 com a ampla possibilidade de comunicação e interatividade, sem dúvidas deverá ocupar lugar de efetivo de destaque como ferramenta indispensável na educação.Seja qual for a área de conhecimento, o seu uso é possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para desenvolver um estudo sobre a Web 2.0 é preciso lembrar os “bons tempos” da Web 1.0. Naquele momento, era o grande avanço da informática, representando um salto em termos de apoio tecnológico. Em seus estudos Costa (2012) argumenta de forma importante que &lt;br /&gt;
“A mudança de paradigma de Web 1.0 para Web 2.0 mudou radicalmente a atitude do usuário diante da rede mundial de computadores, mas trouxe consigo algumas inovações em seus aplicativos. Essas inovações tornaram possível desenvolver ferramentas que valorizam a individualidade humana e permitem escrita colaborativa, [...]”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas da Web que possibilitaram a interatividade e a colaboração entre as pessoas em “redes sociais”, também tem causado revolução como plataforma de navegação. Mattar (2013) afirma que “Com a Web 2.0, desenvolve-se também a ideia de um software não estar mais preso a um único dispositivo, mas disponível em diferentes dispositivos. [...] é possível pensar em aplicações e conteúdos multidispositivos”. Cita também estudos que apontam para “uma nova direção da Web: a colisão com o mundo real” (2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na educação as redes de interação passam a constituir uma “nova morfologia em educação” (MATTAR, 2013), pois, a partir delas, ocorrem modificações substanciais na forma de trabalhar e nos resultados do processo de ensino e de aprendizagem, por serem dinâmicas e geram mudanças durante o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com essas novas formas de interação, por meio das tecnologias digitais, é necessário pensar em transformações na “cultura de aprendizagem” que ocorre na construção do conhecimento no espaço escolar, para que se possa, também, acontecer transformações na prática pedagógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0, nesse cenário de transformação da educação pode oferecer aos profissionais da educação e aos alunos “a possibilidade de interagir com a internet, inserindo, alterando, acrescentando, excluindo, construindo e reconstruindo” (COSTA, 2012) um texto de forma inédita ou compartilhada, e o mais importante, com grande alcance social.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A introdução das diferentes tecnologias digitais no contexto escolar representa, como poderíamos dizer de forma simples, a “invasão” da inteligência coletiva, que se encontra hospedada em plataformas interativas da Web 2.0, também conhecida como redes sociais, em espaços de conhecimentos até então específicos do fazer pedagógico, gerando assim, impactos que estão revolucionando a educação mundial. As ferramentas disponibilizadas nesses espaços possibilitam aos sujeitos da aprendizagem (alunos e professores) o contato com novas “tramas” de conhecimentos interdisciplinares e transdisciplinares, e a construção interativa e colaborativa de novas formas de aprendizagem, mais significativas, que integram as relações de saberes acumulados socialmente e que representam o apport para o desenvolvimento dos sujeitos de aprendizagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sociedade contemporânea a grande transformação que a caracteriza é a forma como as pessoas se comunicam, entreterem e adquirem os conhecimentos tendo como suporte interativo as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC). Garcia (2001a) considera que o “mundo da educação não pode ignorar esta realidade tecnológica nem como objeto de estudo e, muito menos, como instrumento para a formação de cidadãos que já se organizam nesta sociedade através de ambientes virtuais”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa afirmativa leva-nos a indagar sobre a importância das tecnologias como potencial para a inovação pedagógica e as implicações que desencadeiam no ambiente de aprendizagem escolar. Uma dessas implicações diz respeito ao currículo que, segundo Almeida e Assis (2011), “depende de diversos aspectos entre os quais a concepção de currículo e a identificação das características tecnológicas da Web 2.0”. Por esta razão a Web 2.0 tem potencial para facilitar o ensino e a aprendizagem, propiciando recursos que auxiliam atividades participativas, incentivando a construção do conhecimento de forma criativa e colaborativa, e, conseqüentemente, possibilitando a inovação no desenvolvimento do currículo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do contexto apresenta- se as várias áreas do currículo, bem como os setores da SEMED que deverão relacionar as suas especificidades e usos do recurso da Web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA e ASSIS. INTEGRAÇÃO DA WEB 2.0 AO CURRÍCULO: A GERAÇÃO WEB CURRÍCULO. la educ@cion – revista digital, OEA-OAS, 2011, mai, n. 145. Disponível em: http://www.educoas.org/portal/laeducacion2010 . Acesso em 25.09.2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATTAR, João. Web 2.0 2 redes sociais na educação. São Paulo: Artesanato Educacional, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HESSEL e SILVA. A inteligência coletiva e conhecimento aberto: relação retroativa recursiva, capítulo 6. Grupo EDVIRT.PUCSP. São Paulo. 2012. Disponível: http://oer.kmi.open.ac.uk/wp-content/uploads/cap06_edvirt.pdf Acesso em: 26.09.2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==[[Web 2.0]]==&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;'''[[Textos de apoio]]'''&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Língua Portuguesa]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Matemática]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[História]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Geografia]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Ciências]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Língua Estrangeira]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Arte]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Física]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Infantil]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Anos Iniciais (1º ao 5º)]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Especial]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Escolar]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Legislação Educacional]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Web 2.0 na Formação de Professores]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Estratégica no Mundo Digital]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Biblioteca]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[DASE]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=[[REFERÊNCIAS]]=&lt;br /&gt;
1&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Texto_coletivo_e_colaborativo,_elaborados_pelos_cusistas_da_Tutoria_Online</id>
		<title>Texto coletivo e colaborativo, elaborados pelos cusistas da Tutoria Online</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Texto_coletivo_e_colaborativo,_elaborados_pelos_cusistas_da_Tutoria_Online"/>
				<updated>2013-10-03T01:46:38Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: /* WEB 2.0 na Educação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;div align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;Elabore uma breve introdução acerca da temática'' Web'' 2.0. Posteriormente cada grupo deverá acessar a página específica referente ao seu componente curricular  e produzir um texto coletivo, contendo uma introdução ao tema proposto que aborde: o conceito de Web 2.0,  ''Web'' 2.0 na educação, e na continuidade da elaboração, explore as possibilidades pedagógicas da ''Web'' 2.0  em cada área específica (Matemática, Arte, Educação Especial, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É necessário estabelecer uma relação com as partes que irão compor a produção colaborativa. É muito importante observar a coesão, a coerência textual e a argumentação teórica.&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== WEB 2.0 na Educação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 com a ampla possibilidade de comunicação e interatividade, sem dúvidas deverá ocupar lugar de efetivo de destaque como ferramenta indispensável na educação.Seja qual for a área de conhecimento, o seu uso é possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para desenvolver um estudo sobre a Web 2.0 é preciso lembrar os “bons tempos” da Web 1.0. Naquele momento, era o grande avanço da informática, representando um salto em termos de apoio tecnológico. Em seus estudos Costa (2012) argumenta de forma importante que &lt;br /&gt;
“A mudança de paradigma de Web 1.0 para Web 2.0 mudou radicalmente a atitude do usuário diante da rede mundial de computadores, mas trouxe consigo algumas inovações em seus aplicativos. Essas inovações tornaram possível desenvolver ferramentas que valorizam a individualidade humana e permitem escrita colaborativa, [...]”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas da Web que possibilitaram a interatividade e a colaboração entre as pessoas em “redes sociais”, também tem causado revolução como plataforma de navegação. Mattar (2013) afirma que “Com a Web 2.0, desenvolve-se também a ideia de um software não estar mais preso a um único dispositivo, mas disponível em diferentes dispositivos. [...] é possível pensar em aplicações e conteúdos multidispositivos”. Cita também estudos que apontam para “uma nova direção da Web: a colisão com o mundo real” (2013).&lt;br /&gt;
Na educação as redes de interação passam a constituir uma “nova morfologia em educação” (MATTAR, 2013), pois, a partir delas, ocorrem modificações substanciais na forma de trabalhar e nos resultados do processo de ensino e de aprendizagem, por serem dinâmicas e geram mudanças durante o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com essas novas formas de interação, por meio das tecnologias digitais, é necessário pensar em transformações na “cultura de aprendizagem” que ocorre na construção do conhecimento no espaço escolar, para que se possa, também, acontecer transformações na prática pedagógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0, nesse cenário de transformação da educação pode oferecer aos profissionais da educação e aos alunos “a possibilidade de interagir com a internet, inserindo, alterando, acrescentando, excluindo, construindo e reconstruindo” (COSTA, 2012) um texto de forma inédita ou compartilhada, e o mais importante, com grande alcance social.  &lt;br /&gt;
A introdução das diferentes tecnologias digitais no contexto escolar representa, como poderíamos dizer de forma simples, a “invasão” da inteligência coletiva, que se encontra hospedada em plataformas interativas da Web 2.0, também conhecida como redes sociais, em espaços de conhecimentos até então específicos do fazer pedagógico, gerando assim, impactos que estão revolucionando a educação mundial. As ferramentas disponibilizadas nesses espaços possibilitam aos sujeitos da aprendizagem (alunos e professores) o contato com novas “tramas” de conhecimentos interdisciplinares e transdisciplinares, e a construção interativa e colaborativa de novas formas de aprendizagem, mais significativas, que integram as relações de saberes acumulados socialmente e que representam o apport para o desenvolvimento dos sujeitos de aprendizagem. &lt;br /&gt;
Na sociedade contemporânea a grande transformação que a caracteriza é a forma como as pessoas se comunicam, entreterem e adquirem os conhecimentos tendo como suporte interativo as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC). Garcia (2001a) considera que o “mundo da educação não pode ignorar esta realidade tecnológica nem como objeto de estudo e, muito menos, como instrumento para a formação de cidadãos que já se organizam nesta sociedade através de ambientes virtuais”. &lt;br /&gt;
Essa afirmativa leva-nos a indagar sobre a importância das tecnologias como potencial para a inovação pedagógica e as implicações que desencadeiam no ambiente de aprendizagem escolar. Uma dessas implicações diz respeito ao currículo que, segundo Almeida e Assis (2011), “depende de diversos aspectos entre os quais a concepção de currículo e a identificação das características tecnológicas da Web 2.0”. Por esta razão a Web 2.0 tem potencial para facilitar o ensino e a aprendizagem, propiciando recursos que auxiliam atividades participativas, incentivando a construção do conhecimento de forma criativa e colaborativa, e, conseqüentemente, possibilitando a inovação no desenvolvimento do currículo.&lt;br /&gt;
Diante do contexto apresenta- se as várias áreas do currículo, bem como os setores da SEMED que deverão relacionar as suas especificidades e usos do recurso da Web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA e ASSIS. INTEGRAÇÃO DA WEB 2.0 AO CURRÍCULO: A GERAÇÃO WEB CURRÍCULO. la educ@cion – revista digital, OEA-OAS, 2011, mai, n. 145. Disponível em: http://www.educoas.org/portal/laeducacion2010 . Acesso em 25.09.2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATTAR, João. Web 2.0 2 redes sociais na educação. São Paulo: Artesanato Educacional, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HESSEL e SILVA. A inteligência coletiva e conhecimento aberto: relação retroativa recursiva, capítulo 6. Grupo EDVIRT.PUCSP. São Paulo. 2012. Disponível: http://oer.kmi.open.ac.uk/wp-content/uploads/cap06_edvirt.pdf Acesso em: 26.09.2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==[[Web 2.0]]==&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;'''[[Textos de apoio]]'''&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Língua Portuguesa]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Matemática]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[História]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Geografia]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Ciências]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Língua Estrangeira]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Arte]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Física]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Infantil]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Anos Iniciais (1º ao 5º)]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Especial]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Escolar]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Legislação Educacional]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Estratégica no Mundo Digital]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Biblioteca]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[DASE]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=[[REFERÊNCIAS]]=&lt;br /&gt;
1&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Gest%C3%A3o_Estrat%C3%A9gica</id>
		<title>Gestão Estratégica</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Gest%C3%A3o_Estrat%C3%A9gica"/>
				<updated>2013-09-23T13:17:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: Criou página com ' Gestão Estratégica no Mundo Digital'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Gestão Estratégica no Mundo Digital&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Texto_coletivo_e_colaborativo,_elaborados_pelos_cusistas_da_Tutoria_Online</id>
		<title>Texto coletivo e colaborativo, elaborados pelos cusistas da Tutoria Online</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Texto_coletivo_e_colaborativo,_elaborados_pelos_cusistas_da_Tutoria_Online"/>
				<updated>2013-09-23T13:16:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: /* Web 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Elabore uma breve introdução acerca da temática'' Web'' 2.0. Posteriormente cada grupo deverá acessar a página específica referente ao seu componente curricular  e produzir um texto coletivo, contendo uma introdução ao tema proposto que aborde: o conceito de Web 2.0,  ''Web'' 2.0 na educação, e na continuidade da elaboração, explore as possibilidades pedagógicas da ''Web'' 2.0  em cada área específica (Matemática, Arte, Educação Especial, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É necessário estabelecer uma relação com as partes que irão compor a produção colaborativa. É muito importante observar a coesão, a coerência textual e a argumentação teórica.&lt;br /&gt;
==[[Web 2.0]]==&lt;br /&gt;
[https://docs.google.com/document/d/1LnhseqpoWloW9NZrrtMryz_sqyBnS6Y3F2NqR8iVSyE/edit?usp=sharing Textos de apoio]&lt;br /&gt;
*[[Língua Portuguesa]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Matemática]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[História]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Geografia]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Ciências]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Língua Estrangeira]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Arte]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Física]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Infantil]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Anos Iniciais (1º ao 5º)]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Educação Especial]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Escolar]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Legislação Educacional]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[[Gestão Estratégica]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste</id>
		<title>Página de Teste</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste"/>
				<updated>2013-09-20T17:48:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;                   &amp;lt;nowiki&amp;gt;Avaliação escolar no contexto do ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a evolução das tecnologias utilizadas no processo educativo ocorreram mudanças nas metodologias praticadas na sala de aula  e consequentemente mudanças nas formas de avaliação, sejam nos aspectos do processo ensino-aprendizagem em si, ou para provocar mudanças significativas para um melhor aproveitamento dos alunos do ensino fundamental e médio.&lt;br /&gt;
Segundo Luckesi, &amp;quot;...a avaliação é uma apreciação qualitativa sobre dados relevantes do processo de ensino-aprendizagem que auxilia o professor a tomar decisões sobre o seu trabalho”. Ou seja a avaliação escolar é um componente do processo de ensino que visa, através da verificação e qualificação dos resultados obtidos, determinar a correspondência destes com os objetivos propostos e, daí, orientar a tomada de decisões em relação às atividades didáticas futuras.&lt;br /&gt;
A avaliação como instrumento de investigação, Luckesi (2011), destaca pontualmente a  importância da qualidade no âmbito da realidade, o instrumento de ação do gestor em suas ações e decisões, definindo ele,  a partir de então o conhecimento como a luz, que amplia e direciona o caminhar, permitindo as intervenções necessárias à melhoria do ambiente de ensino aprendizagem. &lt;br /&gt;
A questão da inclusão, ante a discriminação e o trabalho de acolhimento das diferenças em sala de aula, passa por limites de aceitação e relacionamentos, visando a oportunizar igualdade no ambiente de ensino aprendizagem, conforme Jussara Hoffman(2005), o respeito e o dinamismo na forma de apreensão do conhecimento, na didática do professor , evidencia a participação do incluso entre os demais alunos, favorecendo em questões de avaliação as múltiplas interpretações de quem as interpreta.&lt;br /&gt;
Verificando ainda, a aprendizagem no olhar de Luckesi, a visão da realidade torna-se muito ampla, quanto ao conhecimento, o conceito visto por ele, mostra a realidade como é e funciona, ele não se define apenas na mensuração do que se dispõe a buscar, mas tornando compreensível aquilo que não é. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
teste&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino</id>
		<title>Turma - B - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Matutino"/>
				<updated>2013-07-09T15:57:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Logo-pmcg-med.png]]                         [[Arquivo:Download.jpg]]                  [[Arquivo:Download (1).jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== '''AVALIAÇÃO ESCOLAR:  IMPLICAÇÕES NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM DO ALUNO/2013 ''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Introdução'''=&lt;br /&gt;
A  avaliação escolar e suas implicações no ensino e na aprendizagem do aluno é um tema bastante complexo, pois nos remete a uma reflexão enquanto professor.&lt;br /&gt;
Avaliar segundo Luckesi implica em investigação, “investigar para conhecer e conhecer para agir”. Assim, o conhecimento se faz através da investigação, sem ela  é impossível conhecer algo que seja desconhecido até então.&lt;br /&gt;
A avaliação da aprendizagem não é diferente, precisamos primeiro investigar (conhecer o que desejamos avaliar) ou seja nosso educando, como ele aprende e quais suas limitações. Assim o ato de avaliar consiste em uma investigação para uma  ação pedagógica que possibilite a melhor metodologia que possa intervir na prática pedagógica e possibilite uma  aprendizagem  significativa para o aluno.&lt;br /&gt;
Segundo Luckesi [1], (2007, p. 5) “Avaliar é o ato de diagnosticar uma experiência, tendo em vista reorientá-la para produzir o melhor resultado possível; por isso, não é classificatória nem seletiva, ao contrário, é diagnóstica e inclusiva. [...] O ato de avaliar tem seu foco na construção dos melhores resultados possíveis, enquanto o ato de examinar está centrado no julgamento de aprovação ou reprovação.” Portanto, a avaliação deve ser usada em de medir o conhecimento , mas ao contrário ajudar na construção do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de avaliar deve ter um caráter diagnóstico, ou seja, o professor avalia o aluno para ter conhecimento de onde estão as dificuldades de aprendizagem, para assim fazer as devidas intervenções, reconstruindo, dessa forma, a sua prática.&lt;br /&gt;
Segundo Demo (2007, p.56) [...] saber avaliar continua sendo habilidade crucial do professor, comprometida crucialmente com a aprendizagem do aluno, de cujo diagnóstico bem feito podem decorrer intervenções adequadas [...]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Exemplo.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação diagnóstica tem como objetivo incluir o aluno no processo e não exclui-lo, tem como função acolhê-lo na busca pelo conhecimento, sendo que o professor tem o papel de criar condições para que o educando atinja com satisfatoriedade o conhecimento que se pretende adquirir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Luckesi (2006, p. 172)&amp;quot;defino a avaliação como um ato amoroso, no sentido de que a avaliação, por si, é um ato acolhedor, integrativo, inclusivo. Para compreender isso, importa distinguir a avaliação de julgamento. O julgamento é um ato que distingue o certo do errado, incluindo o primeiro e excluindo o segundo. A avaliação tem por base acolher uma situação, para, então (e só então), ajuizar a sua qualidade, tendo em vista dar-lhe suporte de mudança, se necessário [...]&amp;quot;&lt;br /&gt;
O ato de avaliar, no contexto citado acima pelo autor, deve ser amoroso, pois acolhe o aluno com seus conhecimentos da forma que são, ou seja, tem a característica de acolher a situação do educando e não de julgá-la. Partindo desse princípio, o professor consegue colocar em prática a avaliação diagnóstica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A educação, direito de todos - apregoada na Constituição Brasileira e na Lei de Diretrizes e Bases – nunca esteve tão em alta enquanto preocupação geral da sociedade brasileira, em vista de que o momento atual passa por uma acelerada mudança no que tange a rapidez e abrangência das informações e com o dinamismo do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sociedade brasileira tem por certo que uma educação de qualidade pode proporcionar sucesso em várias esferas da vida. A melhoria social, a formação profissional e o pleno exercício da cidadania são exemplos do que almeja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa maneira, a avaliação da aprendizagem deve ser considerada de extrema importância em vista de que ela assume um importante papel no desafio proposto para a escola contemporânea: educação de qualidade. As reflexões sobre essa temática tornam-se relevantes na medida em que podem contribuir para a construção dessa nova escola, mais democrática e que tenha por meta cumprir a finalidade primeira da educação brasileira, qual seja o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.&lt;br /&gt;
Mas, para que servem estes testes, qual a importância desta avaliação no contexto de educação?&amp;quot;Não há como negar que toda a avaliação é sempre injusta, incômoda, incompleta, ideológica, facilmente autoritária, excludente, humilhante e insidiosa&amp;quot;.&lt;br /&gt;
(Hoffmam, J.2005,p.28, apud Demo, 2004).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importa ressaltar que a escola contemporânea configura-se como um ambiente de múltiplas aprendizagens, isso porque ela pode ocorrer de várias formas e sob diversos aspectos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Aprendizagem.gif]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tanto avaliar dentro desse contexto se torna muito complexo e ao mesmo tempo desafiante, haja vista que os instrumentos que serão utilizados devem ser elaborados de acordo com o aluno e não o contrário, não aplicamos avaliação para atender os anseios da escola e da sociedade. A avaliação de acompanhamento de uma ação acompanha uma atividade em sua dinâmica construtiva e pode haver intervenções para melhoria dos resultados da aprendizagem. &lt;br /&gt;
Para Dalben (2005, p.66) &amp;quot;a avaliação se faz presente em todos os domínios da atividade humana. O 'julgar', o comparar', isto é, 'o avaliar' faz parte de nosso cotidiano, seja através das reflexões informais que orientam as freqüentes opções do dia-a-dia ou, formalmente, através da reflexão organizada e sistemática que define a tomada de decisões&amp;quot;, dessa forma ela dentro da escola deveria fazer com o aluno e o professor refletissem sobre o que está sendo &amp;quot;estudado&amp;quot; e pudessem interferir.&lt;br /&gt;
Contudo, corroboramos com Caldeira (2000) quando diz que:&lt;br /&gt;
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma &lt;br /&gt;
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num &lt;br /&gt;
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de &lt;br /&gt;
homem, de educação e, conseqüentemente, de ensino e de aprendizagem, expresso &lt;br /&gt;
na teoria e na prática pedagógica. (p. 122) Os resultados de uma avaliação são provisórios e não definitivos.&lt;br /&gt;
Mas para que essa avaliação ocorra efetivamente no contexto escolar, a própria instituição deve abrir mão de alguns dogmas ditados pela sociedade, como por exemplo a classificação, a disputa e a competição exacerbada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
:A elaboração de um instrumento de avaliação deverá levar em consideração alguns aspectos importantes:&lt;br /&gt;
* a linguagem a ser utilizada: clara, esclarecedora, objetiva;&lt;br /&gt;
* a contextualização daquilo que se investiga: em pergunta sem contexto podemos obter várias respostas e, talvez, nenhuma relativa ao que, de fato, gostaríamos de verificar;&lt;br /&gt;
* o conteúdo deve ser significativo, ou seja, deve ter significado para quem está sendo avaliado;&lt;br /&gt;
* estar coerente com os propósitos de ensino;&lt;br /&gt;
* explorar a capacidade de leitura e de escrita, bem como o raciocínio.&lt;br /&gt;
A avaliação é um processo de  mediação e intervenção pedagógica, fazer a intervenção pedagógica em tempo certo faz com que tenhamos grandes ganhos no desenvolvimento acadêmico do aluno. Na entrevista editada de Jussara Hoffmann, http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf , mostra o que o professor precisa mudar na sua concepção de avaliação para desenvolver uma prática avaliativa mediadora e também sobre a reprovação, porque ainda é tratada de forma equivocada, vale conferir. “ Essa é a intenção do avaliador: conhecer, compreender, acolher os alunos, em suas diferenças e estratégias próprias de aprendizagem para planejar e ajustar ações pedagógicas favorecedoras a cada um e ao grupo como um todo.” (Hoffmann, 2005, p.14)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para isso devemos ter nossa opinião como educadores e não apenas acatar a Avaliação classificatória, por exemplo, descrita por Esteban (2001, p.12), como sendo conduzida pela busca dos altos níveis de desempenho, freqüentemente inatingíveis para grande parte dos estudantes, tem contribuído pouco para uma efetiva ampliação dos conhecimentos das crianças que diariamente frequentam a escola.&lt;br /&gt;
A Avaliação é um processo que  deverá ser repensada, conforme as necessidades dos alunos, ter critérios pois faz-se necessário a cada indivíduo, de forma reflexiva neste processo educativo, sendo mediadora neste contexto delicado de formas e meios de avaliação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Processo avaliativo na educação'''=&lt;br /&gt;
Foram muitas as mudanças que ocorreram nas propostas pedagógicas das redes públicas de ensino nas últimas três décadas. Nesse rápido movimento, discussões fundamentais emergiram sobre o que devemos avaliar (LEAL, 2003, p. 21).&lt;br /&gt;
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os critérios de avaliação explicitam as expectativas, considerando objetivos e conteúdos propostos para a  a área a para o ciclo, a organização lógica e interna dos conteúdos, as particularidades de cada momento da escolaridade e as possibilidades de aprendizagem decorrentes de cada etapa do desenvolvimento cognitivo, afetivo e social em uma determinada situação, na qual os alunos tenham condições de desenvolvimento do ponto de vista pessoal e social (PCNs, 1998, p. 80).&lt;br /&gt;
                              &lt;br /&gt;
Sobre o que devemos avaliar e como avaliar Hoffmann (2005, p.19) assevera que&lt;br /&gt;
&amp;quot;para se entender de avaliação, o primeiro passo é conceber o termo na amplitude que lhe é de direito. Ao avaliar efetiva-se um conjunto de procedimentos didáticos que se estendem por um longo tempo e se dão em vários espaços escolares, procedimentos de caráter múltiplo e complexo tal como se delineia um processo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
O processo de avaliação é constante no cotidiano, não só do aluno mas de todo membro da sociedade escolar, pois somos observados e nossa ações são constantemente avaliadas, esta ação abrange todo o fazer pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avaliar em educação, significa acompanhar as surpreendentes mudanças “admirando” aluno por aluno em seus jeitos especiais de viver, de aprender a ler e a escrever, em suas formas de conviver com os outros para ajudá-los a  prosseguir em suas descobertas, a superar &lt;br /&gt;
seus anseios, dúvidas e obstáculos naturais ao desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:1.avaliar.gif]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entendermos um pouco mais essa questão do processo de avaliação dentro da escola é necessário passearmos pelos diversos conceitos nela inserido, onde buscamos entender o verdadeiro papel de se avaliar. Para tanto, utilizaremos quatro categorias sugeridas por Chueri (2008) que são: examinar, medir, classificar e qualificar, porém sabemos que existe inúmeras outras sugeridas por outros autores em nossa literatura.&lt;br /&gt;
No entendimento da autora Mary Stela Chueri (2008)as três primeiras examinar, medir e classificar já estão inseridas dentro do contexto escolar, uma vez que nós como professores os examinamos, pois precisamos capturar diagnósticos sobre o conhecimento já adquirido, mas o problema é o que nos dispomos a fazer depois disso; também medimos, como se o conhecimento pudesse ser mensurado a partir de um instrumento qualquer e aquilo é válido como pronto e acabado; classificamos, aliás o mundo classifica, mas a escola seguindo esse padrão também o faz e com certa crueldade, já que usa &amp;quot;das melhores notas&amp;quot;, &amp;quot;dos melhores alunos&amp;quot; para divulgar entre os pais o padrão de &amp;quot;excelência&amp;quot; o qual se encontra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entendimento de Hoffman (2005, p. 14): “Não se pode dizer que se avaliou porque se observou algo do aluno. Ou denominar por avaliação apenas a correção de sua tarefa ou teste e o registro das notas, porque, nesse caso, não houve a mediação, ou seja, a intervenção pedagógica, decorrente da interpretação das tarefas, uma ação pedagógica desafiadora e favorecedora à superação intelectual dos alunos”. Portanto, o aluno deve ser avaliado diariamente e cabe ao professor observar e intervir no processo de aprendizagem do educando considerando suas habilidades e avanços ao superar os desafios propostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                      [[Arquivo:Tira344.gif ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato avaliativo exige critérios claros que orientam a interpretação dos aspectos a serem avaliados. No caso da avaliação escolar, é necessário que se estabeleçam quais são as expectativas de aprendizagem dos alunos, em consequência do ensino, dos objetivos e dos critérios de avaliação propostos e, na definição do que será considerado relevante na avaliação do ensino aprendizagem.&lt;br /&gt;
Se a avaliação está a serviço do processo ensino-aprendizagem, a decisão de aprovar ou reprovar, não deve ser a expressão de um “castigo”, nem ser unicamente pautada no quanto se aprendeu ou se deixou de aprender os conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma reflexão a ser feita, não podemos deixar de lado todas essas formas de avaliar, contudo, todas elas devem estar presentes na quarta categoria que é &amp;quot;qualificar&amp;quot;, fazem com que o aluno realmente entenda o significado daquilo que ele está construindo, não há um vazio entre um conhecimento e outro, pois todos estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;
No processo educacional a avaliação vem mostrar os resultados obtidos do processo ensino – aprendizagem, para avaliar é preciso conhecer,  saber para que avaliar?  E como intervir se necessário na construção do conhecimento,  não com o objetivo de punir com notas e competição entre o melhor e o pior aluno, mas como forma de auxiliar a aprendizagem dos educandos, cabe ao professor pesquisar e aplicar medidas alternativas para a aprendizagem ser efetiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que a aprendizagem se dê verdadeiramente de forma significativa, o professor necessita utilizar a avaliação diagnóstica, e não uma avaliação classificatória, onde apenas é verificada a aprendizagem do aluno através de notas ou de rótulos de aprovação ou reprovação. Segundo Luckesi (2006, p.82) &amp;quot;esta forma de entender, propor e realizar a avaliação da aprendizagem exige que ela seja um instrumento auxiliar de aprendizagem e não um instrumento de aprovação ou reprovação&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor necessita sempre ser um mediador do conhecimento e ter o papel tanto de ensinar como de aprender com o aluno, ou seja, é uma troca, sendo mútua a relação entre eles. Professor e aluno devem construir juntos regras de convivência, criando um ambiente de aprendizagem significativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Luckesi (2002, p. 05) “avaliar é o ato de diagnosticar uma experiência, tendo em vista reorientá-la para produzir o melhor resultado possível; por isso, não é classificatória nem seletiva, ao contrário, é diagnóstica e inclusiva”. No momento em que está sendo avaliado, o professor poderá identificar o grau de aprendizagem do aluno.&lt;br /&gt;
Dessa forma o conceito de avaliação no contexto escolar tem sido um tema muito polêmico a ser discutido entre professores, pedagogos, orientadores, gestores, e alunos. A primeira pergunta que surge é, por que avaliar? Para quê avaliar? O que avaliar?&lt;br /&gt;
Segundo Mary Stela F.Chueiria, (2008, p.55) a &amp;quot;concepção de avaliação como processo de medida teve sua origem no início do século XX, nos Estados Unidos, com os estudos de Thorndike acerca dos testes educacionais. Tais estudos prosperaram muito e resultaram no desenvolvimento de testes padronizados para medir habilidades e aptidões dos alunos. Para a autora, a &amp;quot; possibilidade de mensuração de comportamentos por meio de testes propiciou a expansão de uma cultura dos testes e medidas na educação&amp;quot;(2008, p.55).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Avaliação como prática educativa'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, como prática educativa é, sempre, ação política cuja principal função é a de propiciar subsídios para tomada de decisão, quanto ao direcionamento das atividades em determinado contexto educacional, quando ao aprendiz, ao orientador e ao ensinoaprendizagem em sua totalidade (Guedes, 2008).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste contexto destacamos que a: Aprendizagem, ensino e conhecimento são retirados da centralidade do discurso escolar e substituídos pela relação erro/acerto, vista de modo linear e reduzindo a possibilidade de compreensão da escola como um lugar complexo. A ênfase no desempenho faz da aprendizagem, do ensino e do conhecimento “acessórios” necessários à realização do fim desejado: o mais alto rendimento possível, que passa a ser confundido com sucesso escolar (Esteban, 2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Avaliacao escolar.JPG]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação deve ocorrer cotidianamente, em todos os momentos do processo educativo, para que ela realmente tenha sucesso. Para que possamos entender qual a função da avaliação devemos antes nos preocupar com que escola queremos e que alunos pretendemos formar.&lt;br /&gt;
Reforçando essa ideia Zabalza (1995, p. 239) lembra que:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de avaliação não estamos a falar de um fato pontual ou de um ato singular, mas de um conjunto de fases que se condicionam mutuamente. Esse conjunto de fases ordenam-se sequencialmente (é um processo) e atuam integradamente (é um sistema). Por sua vez a avaliação não é (não deveria ser) algo separado do processo de ensino-aprendizagem, não é um apêndice independente do referido processo (está nesse processo) e joga um papel específico  em relação ao conjunto de componentes que integram o ensino como um todo (está num sistema).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 HOFFMANN(2005, p.31) diz em seu discurso que: &amp;quot;O olhar avaliativo precisa ser tão flexível quanto a própria diversidade do contexto educacional, ao invés de se pautar por padrões fixos, elitistas e comparativos que só servem para menosprezar as condições reais de aprendizagem.&amp;quot; Isto entra em consenso com ZABALZA, pois é num conjunto que se completa, que se observa e que deve ser extraído o contexto do que e como se aprendeu. A avaliação permeia todo o processo, ela apenas fica no fim, mas é ela que norteia onde se quer chegar aquele devido ensinamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inúmeras práticas avaliativas permeiam o cotidiano escolar. Em uma mesma escola, ou até mesmo em uma sala de aula, é possível identificarmos práticas de avaliação concebidas a partir de diferentes perspectivas teóricas e concepções pedagógicas e de ensino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma a avaliação deve abranger o todo e ao mesmo tempo apontar especificações, além de nortear nosso trabalho em sala de aula. Nascimento e Silva (2008, p. 6) ressaltam que:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação tem importância desde que seja uma avaliação em que torne o aluno capaz de corrigir e fundamentar-se nos conceitos adquiridos de forma corretamente Caso continue de forma errônea, o aluno não irá captar seu erro e nem irá reaprender o conceito, deixando de lado seu pensamento crítico, aceitando cada vez mais informações desatualizadas e erradas para a vida dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Os autores citados anteriormente ainda levantam uma questão relevante quando afirmam que durante o processo avaliativo, a educação social, ou seja, aquela dada pelo meio em que o aluno vive, influencia diretamente, pois questões como: onde mora, onde vive, como são seus pais, apresenta uma relação direta em todo o desenvolvimento educacional assim como sua avaliação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoffman (2005, p. 15) enfatiza a idéia de que “pretender constituir a avaliação da aprendizagem num processo objetivo, normativo e padronizado é deturpá-la em seu significado essencial – de humanidade. A relação educador/educando exige o processo  avaliativo mediador, que, por sua vez, só sobrevive por meio do resgate à sensibilidade, do respeito ao outro, da convivência e de procedimentos dialógicos e significativos”. A avaliação não pode ser aplicada com o mero intuito de verificar se o aluno aprendeu o conteúdo estudado no bimestre ou, para apenas cumprir o cronograma escolar, no qual determina – se que as avaliações devem ser aplicadas em datas específicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Essa contextualização pode ter fundamento quando ao discutirmos a avaliação dentro do processo de ensino-aprendizagem ouvimos muitos educadores dizer: “temos que avaliar cada aluno de uma forma particular”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com isso a escola pública, especialmente a que atende as crianças das classes populares,vem enfrentando múltiplos problemas. A sua solução não é simples, mas também não é impossível encontrar caminhos para a reversão do fracasso escolar, que aqui não é entendido como resultado do baixo desempenho dos estudantes nos exames estandardizados, mas como a impossibilidade da instituição desenvolver práticas efetivamente democráticas que criem condições para que todos tenham acesso aos conhecimentos.&lt;br /&gt;
Avaliar  neste processo educativo significa  uma pratica diária acompanhar as mudanças do individuo como todo, suas características as diferentes formas de aprender que cada um possui e desenvolve dentro do um certo tempo e limite, incentivar cada nova descoberta ajuda o aluno progredir melhorando sucessivamente neste contexto de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Aprendizagem, autoria, avaliação'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação quando entendida como um processo não apenas técnico, mas como um processo mediador, traz ao educador e ao educando valiosos momentos de aprendizagem e reflexão. O professor analisa/avalia seu trabalho para se apropriar de novas pesquisas e tomada de decisões sobre o trabalho pedagógico desenvolvido. O aluno ao se apropriar da avaliação feita pelo educador tem a oportunidade de refletir sobre sua própria aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a análise que o professor faz sobre o seu trabalho, Janssen (2003) pontua que refletir sobre a natureza do planejamento, da relação ensino e aprendizagem e do processo avaliativo impõe ao educador uma aproximação com novas produções teóricas que alimentam o paradigma da aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No bojo das discussões que enfocam a aprendizagem significativa, de qualidade, a pesquisa destaca-se como essencial para a superação do &amp;quot;instrucionismo&amp;quot; ainda tão presente em salas de aula. A pesquisa que resulta em autoria, quando pensada na perspectiva da avaliação mediadora - que traz valiosos momentos de reflexão ao educador e ao educando - constituem-se como o mais adequado caminho para que a educação brasileira alcance o que almeja: educação de qualidade na perspectiva da educação inclusiva, ou seja, educação de qualidade para todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Concluindo'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:   Ao falarmos de instrumentos utilizados nos processos de avaliação, estaremos falando das tarefas que são planejadas com o propósito de subsidiar, com dados, a análise do professor acerca do momento da aprendizagem de seus estudantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Não importa a nomenclatura ou o procedimento metodológico utilizado para avaliar se realmente não houver nenhuma avaliação, se houver apenas uma mera e simples classificação por notas, ou um exame daquilo que você &amp;quot;aprendeu&amp;quot; no mês sem qualquer relação com o conhecimento como um todo, ou até mesmo uma mensuração do conhecimento aprendido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:   Avaliar no entendimento mais amplo da palavra nos remete a diagnóstico, a elaboração, a produção,a execução e novamente torna ao processo para reconstrução, pois o ser humano tem a necessidade de conhecer e de aprender, para &amp;quot;inventar&amp;quot; algo novo, outra concepção de mundo. Vivemos buscando a verdade e essa busca incessante a torna uma mentira, pois nunca ficamos satisfeitos com a verdade que descobrimos. A avaliação está dentro desse processo de busca, de entendimento da minha relação íntima com o conhecimento, que nem sempre ficamos satisfeitos com aquilo que aprendemos e precisamos desmistificar e evoluir, construir novos paradigmas para que sejam quebrados e reformulados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:   Há várias maneiras de se olhar a avaliação, educador e educando, se faz necessário uma mediação, com vistas  ao respeito, sensibilidade e diferenças individuais, sem perder o contexto interativo. A nossa  troca de experiências na escola é muito rica, com ela podemos fazer uma  reflexão das nossas  atitudes,  sobre a importância do tempo de estudo, preparação e qualificação profissional. O único bom ensino é o que acompanha o desenvolvimento dos alunos, independentemente de seu estágio, de forma contínua.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:   O objetivo da avaliação educacional é dar suporte ao professor para tomada de decisões na metodologia aplicada e para intervenção no processo de construção do conhecimento, é preciso saber objetivamente o que se espera ao avaliar para tomada de decisões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:   Janssen (2003 p 17) menciona a ideia de que: “o avanço nas formas de organizar o ensino não tem tido correspondência nas práticas &lt;br /&gt;
avaliativas, ocorrendo, portanto, uma discrepância entre inovadoras práticas educativas e as vigentes formas avaliativas”. Infere – se que atualmente, diversas são as práticas ao avaliar o aluno num contexto, porém  no âmbito escolar, o que temos ainda são as práticas classificatórias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  A avaliação não pode ser uma ferramenta usada pelos professores para medir o nível de inteligência de um aluno, selecionando os melhores da sala de aula. &lt;br /&gt;
Ela deve ser um instrumento que possibilita ao educador identificar o processo de aprendizagem do educando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para se entender de avaliação, o primeiro passo é conceber o termo na amplitude que lhe é direito. Ao avaliar efetiva-se um conjunto de procedimentos didáticos que se estendem sempre por um longo tempo e se dão em vários espaços escolares, procedimentos de caráter múltiplo e complexo tal como se delineia um processo.&lt;br /&gt;
(HOFFMAN, J.2005,p.13)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:   Na prática escolar, nosso objetivo é que nossos educandos aprendam, e por aprender, se desenvolvam. A avaliação da aprendizagem está a serviço desse projeto de ação e configura – se como um ato de investigar a qualidade da aprendizagem dos educandos, a fim de diagnosticar impasses e consequentemente, se necessário, propor soluções que viabilizem os resultados satisfatórios desejados (LUCKESI, 2011 p. 175)&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
:Avaliar implica em tomar decisões para o futuro, a partir dos resultados obtidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Images.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O exercício de observar, anotar e refletir ao longo do cotidiano escolar transforma o fazer pedagógico do professor e de toda a escola. Com isso quando dois ou mais professores relatam sobre um único aluno, por exemplo, apontam aspectos diferentes de sua aprendizagem, trazem visões distintas acerca de suas atitudes em sala de aula.&lt;br /&gt;
: Avaliar faz parte do processo de ensino e de aprendizagem: não ensinamos sem avaliar, não aprendemos sem avaliar. Rompe-se, dessa forma, com a falsa dicotomia entre ensino e avaliação, como se esta fosse apenas o final de um processo. &lt;br /&gt;
Desta forma, avaliar é um ato muito difícil, pois ter que classificar através de nota uma aprendizagem é muito passivo de erros, sendo que a única coisa que deixa a prova 'correta' são os critérios avaliativos e isso não quer dizer que a aprendizagem foi avaliada na sua totalidade. &lt;br /&gt;
Assim, a avaliação deve estar intimamente ligada ao objetivo da aprendizagem, para que seja um diagnóstico da aprendizagem e não uma forma de sentenciar o conhecimento de alguém.&lt;br /&gt;
Para que a prática da avaliação tenha o seu sentido pleno, o educador necessita estar totalmente interessado na aprendizagem do educando, ou seja, é de extrema importância que o professor esteja engajado em verdadeiramente ensinar o que o educando deve aprender.&lt;br /&gt;
A troca de experiências na escola é muito rica, com ela podemos fazer uma reflexão das nossas atitudes, sobre a importância do tempo de estudo, como esta sendo desenvolvido este processo de aprendizagem, contudo objetivando sempre uma avaliação continua acompanhando o desenvolvimento do aluno, desde o ensino infantil ao fundamental,avaliando como um todo suas dificuldades e progressão no processo de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
='''Referências Bibliográficas'''=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília : MEC/SEF, 1998.&lt;br /&gt;
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CALDEIRA, Ana M. S. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão &lt;br /&gt;
Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: &lt;br /&gt;
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CHUERI, M. S. F. Concepções de Avaliação no Contexto Escolar.Estudos em Avaliação Educacional, v. 19, n. 39, jan./abr. 2008.&lt;br /&gt;
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DALBEN, A. I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica,&lt;br /&gt;
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DEMO, Pedro. Aposta no professor - Cuidar de viver e de trabalhar com dignidade. Mediação, Porto Alegre, 2007.&lt;br /&gt;
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ESTEBAN, M. T. (2001) O que sabe quem erra? Reflexões sobre avaliação e fracasso escolar. Rio de Janeiro, DP&amp;amp;A.&lt;br /&gt;
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FERNANDES, C. de O. Indagações sobre currículo: currículo e avaliação. Brasília: Ministério da Educação, 2008.&lt;br /&gt;
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GUEDES, G. Avaliação Ergonômica da Interface Humano-Computador de Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA). Tese de doutorado apresentada no programa de pós-graduação em Educação da Universidade Federal do Ceará em agosto de 2008.&lt;br /&gt;
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JANSSEN, F. S. da Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
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HOFFMANN, J. Avaliação formativa ou avaliação mediadora?. Porto Alegre: Mediação, 2005a. &lt;br /&gt;
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HOFFMANN, Jussara. Avaliação entrevista editada. Disponível em:&amp;lt;http://www.dn.senai.br/competencia/src/contextualizacao/celia%20-%20avaliacao%20Jussara%20Hoffmam.pdf&amp;gt; Acesso em: 14/06/2013.&lt;br /&gt;
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LEAL, Telma Ferraz. Intencionalidade da avaliação na Língua Portuguesa. In: Silva, J.F.; Hoffmann, J.;&lt;br /&gt;
Esteban, M. T.(org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo.&lt;br /&gt;
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LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 18. Ed. - São Paulo: Cortez, 2006.&lt;br /&gt;
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LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico. 2011, São Paulo.&lt;br /&gt;
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FERREIRA, Rosalina. Avaliação educacional: avaliação do processo de ensino e aprendizagem. Disponível em http://www.webartigos.com/. Publicado em 24 de fevereiro de 2010 em Educação, acessado em 17 de junho de 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NASCIMENTO, Felipe de Araújo; SILVA, Jullyana Karla da. Avaliação: o que é e qual sua importância? Instituto Construir e Conhecer; Goiânia; Enciclopédia Biosfera N.05; 2008. &lt;br /&gt;
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ZABALZA, M. Diseño y desarrollo curriclular. (6ª ed.). Madrid: Narcea, 1995.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste</id>
		<title>Página de Teste</title>
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				<updated>2012-04-25T20:08:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Mariamassae: /* Marcos pediu para editar */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;-TOC-&lt;br /&gt;
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=Marcos pediu para editar=&lt;br /&gt;
eu não sei o q fazer&lt;br /&gt;
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='''Construir''' indice= &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==1. Construir indice==&lt;br /&gt;
INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMA: Pesquisa: uma atividade reflexiva e investigativa no processo educativo e formativo de professores e alunos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
kkkkkkk kkkk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto a seguir pretende abrir discussão sobre a importância de se utilizar a pesquisa como metodologia para práticas reflexivas e investigativas no processo educativo e formativo de professores e alunos no contexto escolar. Uma definição de metodologia: “é conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca de conhecimento” (Andrade 2005). Com relação aos métodos de abordagem, quer sejam eles, dedutivo, indutivo,dialético ou hipotético-dedutivo, se referem ao conjunto de procedimentos  os quais são utilizados na investigação dos fenômenos,  com finalidade de se imprimir  veracidade aos fenômenos pesquisados . Estes devem se adequar ao tipo de pesquisa proposta. E Nesse campo da pesquisa como condição indispensável para a formação e aprendizado tanto do aluno como também do professor, existe vários autores, e dentre eles, um em especial que é defensor aplicado, o prof. Pedro Demo. No seu intitulado: Professor &amp;amp; Pesquisa - Pesquisa: fundamento docente e discente – que defende a tese de que “Para aprender e para fazer aprender, pesquisa é referência chave, ainda que não panaceia” (Demo 2009). Ele defende o ponto de vista do uso da pesquisa como instrumento pedagógico, na busca da verdade das questões postas e prontas ou não, pois o conhecimento nunca encerra em si mesmo fim da buscar por outros modos e caminhos de descobertas e reconstrução desse e de outros saberes. Veja o que o autor diz “A pesquisa não desfaz esta relatividade, apenas coloca em cena outros argumentos que merecem atenção e debate, em processo reconstrutivo infindável. Tanto quanto é essencial fundamentar o que se diz, não é menos decisivo reconhecer que os fundamentos “não têm fundos” (Demo, 2008), tendo em vista que “fundamentos últimos” de teor inconcusso, indiscutível não fazem parte do jogo aberto da pesquisa. Não se pesquisa para terminar a discussão, mas para fazê-la continuar com argumentos cada vez mais burilados e pertinentes. Nisto vai aparecendo o lado formativo, pedagógico da pesquisa” (Demo 2009).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste</id>
		<title>Página de Teste</title>
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				<updated>2012-04-25T20:07:39Z</updated>
		
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O texto a seguir pretende abrir discussão sobre a importância de se utilizar a pesquisa como metodologia para práticas reflexivas e investigativas no processo educativo e formativo de professores e alunos no contexto escolar. Uma definição de metodologia: “é conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca de conhecimento” (Andrade 2005). Com relação aos métodos de abordagem, quer sejam eles, dedutivo, indutivo,dialético ou hipotético-dedutivo, se referem ao conjunto de procedimentos  os quais são utilizados na investigação dos fenômenos,  com finalidade de se imprimir  veracidade aos fenômenos pesquisados . Estes devem se adequar ao tipo de pesquisa proposta. E Nesse campo da pesquisa como condição indispensável para a formação e aprendizado tanto do aluno como também do professor, existe vários autores, e dentre eles, um em especial que é defensor aplicado, o prof. Pedro Demo. No seu intitulado: Professor &amp;amp; Pesquisa - Pesquisa: fundamento docente e discente – que defende a tese de que “Para aprender e para fazer aprender, pesquisa é referência chave, ainda que não panaceia” (Demo 2009). Ele defende o ponto de vista do uso da pesquisa como instrumento pedagógico, na busca da verdade das questões postas e prontas ou não, pois o conhecimento nunca encerra em si mesmo fim da buscar por outros modos e caminhos de descobertas e reconstrução desse e de outros saberes. Veja o que o autor diz “A pesquisa não desfaz esta relatividade, apenas coloca em cena outros argumentos que merecem atenção e debate, em processo reconstrutivo infindável. Tanto quanto é essencial fundamentar o que se diz, não é menos decisivo reconhecer que os fundamentos “não têm fundos” (Demo, 2008), tendo em vista que “fundamentos últimos” de teor inconcusso, indiscutível não fazem parte do jogo aberto da pesquisa. Não se pesquisa para terminar a discussão, mas para fazê-la continuar com argumentos cada vez mais burilados e pertinentes. Nisto vai aparecendo o lado formativo, pedagógico da pesquisa” (Demo 2009).&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Página de Teste</title>
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O texto a seguir pretende abrir discussão sobre a importância de se utilizar a pesquisa como metodologia para práticas reflexivas e investigativas no processo educativo e formativo de professores e alunos no contexto escolar. Uma definição de metodologia: “é conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca de conhecimento” (Andrade 2005). Com relação aos métodos de abordagem, quer sejam eles, dedutivo, indutivo,dialético ou hipotético-dedutivo, se referem ao conjunto de procedimentos  os quais são utilizados na investigação dos fenômenos,  com finalidade de se imprimir  veracidade aos fenômenos pesquisados . Estes devem se adequar ao tipo de pesquisa proposta. E Nesse campo da pesquisa como condição indispensável para a formação e aprendizado tanto do aluno como também do professor, existe vários autores, e dentre eles, um em especial que é defensor aplicado, o prof. Pedro Demo. No seu intitulado: Professor &amp;amp; Pesquisa - Pesquisa: fundamento docente e discente – que defende a tese de que “Para aprender e para fazer aprender, pesquisa é referência chave, ainda que não panaceia” (Demo 2009). Ele defende o ponto de vista do uso da pesquisa como instrumento pedagógico, na busca da verdade das questões postas e prontas ou não, pois o conhecimento nunca encerra em si mesmo fim da buscar por outros modos e caminhos de descobertas e reconstrução desse e de outros saberes. Veja o que o autor diz “A pesquisa não desfaz esta relatividade, apenas coloca em cena outros argumentos que merecem atenção e debate, em processo reconstrutivo infindável. Tanto quanto é essencial fundamentar o que se diz, não é menos decisivo reconhecer que os fundamentos “não têm fundos” (Demo, 2008), tendo em vista que “fundamentos últimos” de teor inconcusso, indiscutível não fazem parte do jogo aberto da pesquisa. Não se pesquisa para terminar a discussão, mas para fazê-la continuar com argumentos cada vez mais burilados e pertinentes. Nisto vai aparecendo o lado formativo, pedagógico da pesquisa” (Demo 2009).&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Turma - A - Vespertino: O papel da pesquisa nos espaços formativos e os saberes e atitudes que subsidiam a ação teórico-metodológica</title>
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&lt;br /&gt;
O maior desafio da escola é levar o aluno a construção do conhecimento pois a aprendizagem na escola é um fator decisivo para se ter uma população que saiba pensar (DEMO, 2010)[http://www.youtube.com/watch?v=4lVnBVMCfFQ]. Nesse contexto, a pesquisa – prática que não é constante em ambientes escolares – é vista como uma metodologia capaz de fazer com que o aluno aprenda, ou seja, se aproprie do conhecimento. Pesquisar é romper algo já construído, explorar novas descobertas, investigar e certificar-se de que nada esta pronto ou definido. Um impulso generalizado de conhecimentos que confrontam as certezas existentes e os falsos mitos sociais, políticos e científicos. Uma importante definição para o termo pesquisa,a qual considera como um &amp;quot;questionamento reconstrutivo&amp;quot; (Demo 2009).&lt;br /&gt;
A construção do conhecimento dá-se através da aprendizagem, onde o aluno é o mediador, o construtor, o reconstrutor do seu saber de suas pesquisas. Para  que essa construção ocorra, a escola deverá estar amplamente aberta ao campo de pesquisa, mediando essa construção de conhecimento, visando suas dimensões.&lt;br /&gt;
Em qualquer das duas circunstâncias, trata-se sempre de construir conhecimento, mas em dimensões diferentes, ainda que interligadas. Por certo, pesquisa não pode ser qualquer coisa, exigindo, entre outras qualidades, rigor metodológico (Demo, 1995; 2000).&lt;br /&gt;
Rigor metodológico que define os caminhos teóricos que a pesquisa seguirá, mas sobretudo que resultados ou soluções concretas esta pesquisa definirá, pois segundo Demo “Todas as pesquisas carecem de fundamento teórico e metodológico e só tem a ganhar se puderem, além do rigor categorial, apontar possibilidades de intervenção ou localização concreta. (Demo, 2005)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que o aluno construa seu conhecimento é fundamental que o professor também utilize a pesquisa como metodologia de trabalho em sala de aula, proporcionando um ambiente de troca e valorizando a liberdade de expressão, fundamental neste processo.Diante disto, Rausch (2008, p. 183 ). argumenta “[...] que todo professor pode e deve ser pesquisador, pois somente a aliança entre teoria e prática provocará os resultados que almejamos, tanto na formação dos professores como na educação de uma maneira geral”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ensino através da pesquisa é um tema amplo, pois possui várias modalidades de pesquisar. A pesquisa na educação permite que o pesquisador possa utilizar de metodologia características de trabalho, onde o pesquisador pode traçar o caminho para sua pesquisa e na medida em que aparecem as dúvidas e indagações o pesquisador terá oportunidade de tomar uma nova direção para seu percurso ter êxito e superação das questões que forem surgindo. O ensino pela pesquisa &lt;br /&gt;
Pesquisa não se reduz a procedimentos empíricos ou lógico-experimentais, devendo incluir cuidados qualitativos(Demo,2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo de execução de uma pesquisa  requer a ação de desconstruir para reconstruir  (Demo,2009,p.01) que é primordial para o desenvolvimento das habilidades do educando e para que alcancemos a qualidade formal (Demo,2009,p.03). Visto que para atingir a qualidade formal, faz-se necessário que o professor  tenha os seus objetivos com total clareza, bem como domínio do conteúdo que irá trabalhar com seus alunos para que possa orientá-los com segurança. O fato de que não há término de um tema de uma pesquisa, e sim um novo recomeço, consequentemente, surge um novo leque de discussões para o início de uma nova pesquisa.Sem dúvida que a pesquisa, tanto dentro e fora da escola se transforma em mais um , se não o principal instrumento necessário para fazer de nosso aprendiz um ser autônomo, autor do seu conhecimento. Talvez seja o caminho para que haja realmente a transformação do conhecimento, uma método utilizado para reconstruí-lo e promover assim a &amp;quot;emancipação das pessoas&amp;quot; Demo (2009). O diálogo com outras teorias e informações sobre determinado assunto são necessários para fundamentar alguns conceitos e reconstruí-los a fim de aperfeiçoar o conhecimento adquirido &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Educação pela Pesquisa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ato de ensinar é instigar e provocar no aluno a motivação à aprendizagem. Por isso podemos dizer que a maneira de ensinar  está relacionada com o ato de aprender e como aprender. Quando refletimos sobre a nossa prática de ensino e como nos comportamos em sala de aula, descobrimos que temos muito mais perguntas do que respostas. É por isso que há uma grande necessidade do professor ter  um compromisso sério com a educação e grande preocupação de como ensinar seus alunos de maneira que eles possam aprender,o professor  deve estar em constante pesquisa, inovando e buscando compreender o que está acontecendo com a sua maneira de ensinar, se suas metodologias estão sendo satisfatórias ou não.&lt;br /&gt;
A educação pela pesquisa ocorre quando a escola abre espaço para que ocorra a integração entre aluno e o professor e que a busca pelo conhecimento sistematizado tem como objetivo a pesquisa, formar cidadão crítico e dono de um saber elaborado.[http://www.youtube.com/watch?v=Pz4vQM_EmzI&amp;amp;feature=endscreen&amp;amp;NR=1]&lt;br /&gt;
Acima de tudo compreender que de acordo com a teoria da aprendizagem que escolherem, para essa situação, deverão elaborar detalhadamente seus objetivos-conteúdos-métodos, para a turma em questão, sem nunca esquecerem de respeitar a capacidade individual de cada um e a realidade em que vivem.O que se espera na construção da pesquisa é um determinado rigor metodológico, seguindo  critérios significativos para a educação da criança no âmbito escolar, a predominância é que ela seja de cunho formativo, independente da idade e do nível de aprendizado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento em que o professor solicita uma pesquisa, não significa que o aluno irá apenas digitar a respeito de um tema proposto, mas sim perceber qual é a finalidade com que tal assunto foi colocado em pauta. Verificar a contribuição  no aprendizado, bem como sua função social, pois torna-se irrelevante uma pesquisa executada para obtenção de nota. Trata-se então de uma qualidade política como afirma Demo( 2009,p.03) “ Entende-se por qualidade política a habilidade de saber usar a qualidade formal, ligando um meio a fins pertinentes”.Percebemos que nem sempre a escola influencia o aluno à pesquisa, principalmente a escola pública,  que geralmente traz o conhecimento &amp;quot;embrulhado&amp;quot; em livros didáticos que pouco servem para pesquisa e muito menos para reconstruir conhecimento. Para que a educação aconteça a partir da pesquisa temos que &amp;quot;[..] deter cuidado metodológico adequado e proposta educativa eminente ... produzir conhecimento e oferecer oportunidade formativa mais burilada&amp;quot;[...] (Demo 2009). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Princípios Educativos da Pesquisa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sociedade cada vez mais complexa em que vivemos, cabe à escola formar pessoas com condições para nela atuar, e parece que a educação pela pesquisa pode ser um meio de promover no sujeito aprendizados que possibilitem o “desenvolvimento da autonomia intelectual, da consciência crítica” (DEMO, 2003, p. 86),&lt;br /&gt;
Para Michaliszyn e Tomasini (2005), os princípios educativos da pesquisa educativa  significa investigar o porquê dos erros que os alunos cometem e também investigar o porque determinado conteúdo parece tão fácil ou tão difícil. Portanto o professor pesquisador tem a necessidade de constante aperfeiçoamento e ampliação de seus conhecimentos para que possa ter cada vez melhores condições de compreender o que está acontecendo.&lt;br /&gt;
É por meio da troca de experiências, pesquisa, observação da exploração de ambientes alfabetizadores que o aluno constrói seu conhecimento, modifica situações, reestrutura seus esquemas de pensamento, interpreta e busca soluções para fatos novos o que favorece e muito o seu desenvolvimento intelectual. É nessa interação com seu dia-a-dia que o aluno desenvolverá seus valores, sua crítica, sua postura de vida, além da aquisição do conhecimento.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
No entanto, é necessário considerar que no contexto da escola , segundo (RAUSCH e SCHROEDER, 2010) coloca que o uso indiscriminado do termo pesquisa vem sendo comprometido seriamente, causando distorções a respeito de sua real finalidade. Em vários níveis da educação, tem-se usado a pesquisa de maneira errônea, o que compromete o verdadeiro objetivo da pesquisa. Pede-se que se pesquise sobre determinado assunto, e a consulta é feita em alguns livros ou encartes, fazendo apenas uma cópia do que já foi pesquisado. Segundo Lüdke (1986) apud Rausche e Schoeder (2010), esse tipo de coleta contribui para despertar nos alunos a curiosidade, mas está longe de ser a elaboração de uma verdadeira pesquisa, sendo apenas uma atividade de consulta. A pesquisa como estratégia pedagógica neste contexto , revela que esta  prática no cotidiano de sala de aula, é  uma forma muito simples, não sistematizada. Que segundo Demo(2005) é uma forma de apenas reprodução de  conhecimento  a idéia que o aluno seja o construtor do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos questionar qual o real propósito da pesquisa educacional? a pesquisa pela simples leitura e reprodução, ou um questionamento constante do educador, de como propiciar o conhecimento pela pesquisa crítica e contextualizada, e de que forma se enquadraria no desenvolvimento e maturação educacional de seus alunos, da a infância e por toda vida afora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante destacar que, Segundo Demo(2009,p.01) ao que se refere aos  princípios educativos da pesquisa faz-se necessário ter clareza de que  “ trata-se sempre de construir, conhecimento, mas em dimensões diferentes, ainda que interligadas.”, ou seja, não é necessário descartar o conhecimento adquirido anteriormente, mas sim, a partir dele realizar novos questionamentos que inicia-se, concomitantemente, à vida escolar do educando quando ingressa na instituição educacional e que será aprimorada conforme a sua faixa etária, visto que o professor não pode perder de vista que conforme Demo(2009,p. 02)  de “ incluir cuidados qualitativos” em sua atuação cotidiana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Contexto Escolar e a Pesquisa'''&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor ao se transformar num professor-pesquisador, ele se dá conta de que o conhecimento vem da pesquisa e transmite essa vontade aos seus alunos também, pois tanto o professor quanto o aluno precisam buscar constantemente o conhecimento, a informação e consequentemente a aprendizagem através da pesquisa. O maior desafio está nos docentes, em geral paralisados, antiquados, quando não resistentes, manisfestando dificuldade ostensiva de postar-se à altura dos alunos(Semas, 2002).&lt;br /&gt;
Precisamos juntos, esquematizar sua própria maneira de aprender essa busca de conhecimento agregado na escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao contexto escolar, há que se destacar a importância que a escola tem no futuro do educando, visto que hodiernamente a sociedade exige uma educação com base na função social, porém como dito anteriormente, faz-se necessário que o professor acompanhe a introdução de novos recursos tecnológicos que a escola oferece para que também possa, por sua vez, ministrar uma aula usando tais recursos de maneira inovadora. É importante que o educador estude, pesquise, compartilhe conhecimentos com sua turma, que descontrua e reconstrua(Demo,2009,p.01) conceitos que muitas vezes são ultrapassados e não surtem um bom resultado no desenvolvimento das habilidades de seus educandos, ou seja, não os prepara para o futuro que não está longínquo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discussão gira entorno do que realmente o nosso aluno precisa. Será que realmente precisamos sistematizar nossas aulas em meros assuntos expositivos e provas para medir o conhecimento? Acredito que é nesse aspecto que a pesquisa subsidia a educação em si.É nela e por meio dela que aprofundamos ainda mais o conhecimento. O nosso desafio então é como subsidiar nosso aluno  para a pesquisa? Como orientá-los, se o maior problema que observamos é o total desinteresse e desmotivação  pela leitura. Demo (2009) diz que [...] Hoje, faz parte desta proposta reconstrutiva de aprendizagem calcada na pesquisa também influência tecnológica, em especial habilidades de produção de textos multimodais em plataformas digitais, como a web 2.0.[..] Não digo como solução, mas vejo no que Demo(2009) fala como um princípio, a fim de despertar no nosso aluno o interesse de que tanto necessitamos. A boa Leitura e o prazer em desenvolver a pesquisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Planejamento e Avaliação'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejamento deve ser entendido como um processo de mudança de pensamento e tem como papel principal propiciar o despertar do sujeito enquanto a necessidade de transformar suas práticas deixando arcaico e buscando o novo assim a reconstrução faz capacitá-lo para atingir suas metas enquanto educador, podendo avaliarem um processo dinâmico que detecta erros, e acertos, saberes e não saberes como um fim, mas promover a construção do conhecimento mais elaborado.&lt;br /&gt;
Para Menegola e Sant’Anna (2001), A metodologia do planejamento escolar enquadra-se no cenário da educação como uma tarefa.&lt;br /&gt;
O professor deve lembrar que não sabe tudo e que, a cada dia, tem a oportunidade de estar aprendendo também. Ao acreditar que é o único detentor de todo conhecimento, estreita e limita seu foco e, consequentemente, o de seus alunos. Assim, uma qualidade é essencial ao educador: a humildade em reconhecer suas limitações e sua ignorância.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar diz respeito ao fato de que antes de executar uma ação é importante observar conforme aduz Matias Pereira  (apud Matias-Pereira, 2006a,p.63) que ” o problema será relevante em termos científicos quando propiciar conhecimentos novos à área de estudo e, em termos práticos, quando referir-se aos benefícios que sua solução trará para a humanidade, país, área de conhecimento etc.”, visto que, ao planejar, há que se observar quais benefícios e mudanças a ação a ser executada trará aos educandos, que a aula ou avaliação, não devem ser planejadas apenas para cumprir o conteúdo destinado à turma, mas que seja útil no cotidiano de cada aluno e propicie para que indivíduo desenvolva atos de cidadania em seu meio social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''''''Considerações Finais''''''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor ao se transformar num professor-pesquisador, ele se dá conta de que o conhecimento vem da pesquisa e transmite essa vontade aos seus alunos também, pois tanto o professor quanto o aluno precisam buscar constantemente o conhecimento, a informação &lt;br /&gt;
e consequentemente a aprendizagem através da pesquisa.&lt;br /&gt;
Ressalto ainda que para melhorar a qualidade da aprendizagem dos nossos alunos é necessário que os professores estejam constantemente se aperfeiçoando, pois a aprendizagem dos professores reflete-se na aprendizagem do aluno.&lt;br /&gt;
Portanto, “... o professor pesquisador centra-se na consideração da prática, que passa a ser meio, fundamento e destinação dos saberes que suscita, desde que esses possam ser orientados e apropriados pela ação reflexiva do professor”.(Miranda 2006, p. 135).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho com pesquisa vem para movimentar definições que eram consideradas finalizadas. E para isso, é importante que o professor tenha esclarecimento e conhecimento de como irá usá-la para desconstruir e construir(Demo,2009,p.01) novos conhecimentos compartilhadamente, pois não ensinará, e sim, trocará conhecimentos com seus alunos.&lt;br /&gt;
É importante destacar a relevância social que segundo Demo(2005,p.78) “embora as teses de pós-graduação tenham como escopo apenas o exercício científico formal, poderiam ser mais pertinentes, se também fossem relevantes em termos sociais, ou seja, estudassem temas de interesse comum(...)”, pois a educação somente exercerá a sua função social se mediar a inserção do educando tanto no meio em que vive, bem como em outras relações sociais, como um sujeito ativo que preocupa-se com a maioria, que conforme Demo(2005,p. 06) pratica a “ cidadania individual e coletiva”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Referências'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demo, Professor &amp;amp; Pesquisa - 2009 http://moodle.semed.capital.ms.gov.br/moodle/mod/page/view.php?id=1096&amp;amp;inpopup=1 - Acesso em 22/04/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MENEGOLLA e SANT’ANA, Maximiliano e Ilza Martins. Porque Planejar? Como Planejar? Currículo e Área-Aula. 11º Ed. Editora Vozes. Petrópolis. 2001.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MICHALISZYN; Sergio Mario. TOMASINI, Ricardo. Pesquisa: orientações e normas para elaborações de projetos, monografias e artigos científicos. Petrópolis: Vozes, 2005.&lt;br /&gt;
PROFESSOR &amp;amp; PESQUISA (10)- - Pesquisa: fundamento docente e discente -Pedro Demo (2009)&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. Pesquisa e construção de conhecimento: metodologia científica no caminho de Habermas. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiros 1994.&lt;br /&gt;
[http://www.youtube.com/watch?v=Pz4vQM_EmzI&amp;amp;feature=endscreen&amp;amp;NR=1&lt;br /&gt;
http://euler.mat.ufrgs.br/~vclotilde/disciplinas/pesquisa/texto_Backes.pdf&lt;br /&gt;
MIRANDA, Marília G. de. O Professor Pesquisador e Sua Pretensão de Resolver a Relação Entrem a Teoria e a Prática na Formação de Professores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RAUSCH, Rita Buzzi.SCHROEDER. A INSERÇÃO DA PESQUISA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL. ATOS DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO - PPGE/ME FURB. v. 5, n. 3, p. 315-337, set./dez. 2010. Disponível em &lt;br /&gt;
&amp;lt; http://proxy.furb.br/ojs/index.php/atosdepesquisa/article/view/2274&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mariamassae</name></author>	</entry>

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