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		<title>Wiki_Semed - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<updated>2026-05-06T20:48:29Z</updated>
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	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
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				<updated>2012-09-05T00:45:10Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Marcelonicoleti: /* REFERÊNCIAS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5)) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acaba. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de ser muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa, portanto se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, haja vista que podemos compartilha qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade atual.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformar o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
 Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passa”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conexão entre planejar e avaliar&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, 2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CERVI, Rejane de Medeiros. Planejamento e avaliação educacional. 2ed. rev.,atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Marcelonicoleti</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
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				<updated>2012-09-05T00:41:22Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Marcelonicoleti: /* PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5)) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acaba. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de ser muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa, portanto se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, haja vista que podemos compartilha qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade atual.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformar o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
 Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passa”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conexão entre planejar e avaliar&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, 2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Marcelonicoleti</name></author>	</entry>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Fazendo_Tecnologia_com_Arte[1]]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Cachorro.jpg]]A web 2.0 nos possibilita troca de conhecimento, resultando uma construção inteligente de conhecimento.[http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0 web 2.0]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5 mitos sobre o cérebro que você jurava ser verdade:&lt;br /&gt;
[http://www.tecmundo.com.br/ciencia/16885-5-mitos-sobre-o-cerebro-que-voce-jurava-ser-verdade.htm clique aqui]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Commonsimagens.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:C:\Documents and Settings\usuário\Meus documentos\Minhas i]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=32296 Pessoal leiam sobre a WIKIPÉDIA]=HISTÓRIA PARA CRIANÇAS=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==WARLEY JOÃO SORRIZÃO==&lt;br /&gt;
Eita João...foi de propósito!&lt;br /&gt;
[http://www.atividadeseducativas.com.br/ Atividades educativas]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ótimo lugar para pesquisas e compartilhar experiências é no [http://portaldoprofessor.mec.gov.br/index.html Portal do professor.]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Marcelonicoleti</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Marcelonicoleti: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;[[Arquivo:800px-Tecnologia[1]]]Local de teste&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Projeto Pré ao 3º ano.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:C:\Documents and Settings\usuário\Meus documentos\Minhas ]]&lt;br /&gt;
Pôr-do-sol.jpg  | thumb ]&lt;br /&gt;
Podemos interagir por meio de sites não [http://www.gazetaesportiva.net estáticos]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje '''vamos''' fazer uma atividade muito interessante com a [http://www.turmadamonica.com.br turma da Mônica][[Arquivo:Tecnologia bluetooth.jpg]]&lt;br /&gt;
[http://www.[http://www.infoescola.com.br título do link]infoescola.com título do link]=WEB 2.0=&lt;br /&gt;
== &lt;br /&gt;
[www.portaldoprofessor.mec.gov.br ]== Educação para todos ==&lt;br /&gt;
 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o advento da internet surgiu o conceito de [http://http://oreilly.com/web2/archive/what-is-web-20.html WEB 2.0]&lt;br /&gt;
O conceito de “Web 2.0” começou com uma conferência de brainstorming entre a O’Reilly e a MediaLive International. Dale Doughherty, pioneiro da web e vicepresidente da O’Reilly, notou que, ao contrário de haver explodido, a web estava mais importante do que nunca, apresentando instigantes aplicações novas e sites eclodindo com surpreendente regularidade. E, o que é melhor, parecia que as companhias que haviam sobrevivido ao colapso tinham algo em comum. Será que o colapso ponto-com marcou uma espécie de virada que deu sentido a uma convocação do tipo “Web 2.0”? Achamos que sim e, desse modo, nasceu a Conferência Web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ambiente virtual&lt;br /&gt;
==PORTAL DO PROFESSOR==&lt;br /&gt;
===INTERAÇÃO===&lt;br /&gt;
O mundo globalizado&amp;lt;br&amp;gt;que estamos vivendo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Tecnologia Educacional==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Atomos.png]]&lt;br /&gt;
===Interação e diálogo virtual===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos ser autores na internet e compartilhar conhecimento&amp;lt;br&amp;gt;O mundo esta cada dia evoluindo mais e aperfeiçoando os seus mecanismos de ensino e de aprendizagem&amp;lt;br&amp;gt;assim como o ser humano em sua evolução espiritual&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Vida.jpg | thumb ]]          o imelhor site para ensinar geografia do Brasil[www.ibge.br[http://www.ibge.com.br]]&lt;br /&gt;
=Portal matemático=[http://www.somatematica.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Taiwan_Main_Road_5_Sign.gif]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Marcelonicoleti</name></author>	</entry>

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