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		<title>Wiki_Semed - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<title>Práticas Pedagógicas e Gerenciamento do uso das Tecnologias na Educação</title>
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				<updated>2012-02-20T18:25:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Luciene lopes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que o sistema educacional vigente parece não estar ao par de que a presença da tecnologia digital em nossa sociedade trouxe inúmeras mudanças no comportamento social das crianças. A ampla gama de informações que chegam até os alunos e que permitem uma forma de aprendizado diferente requer ao professor novas formas de intervenção, novas abordagens e metodologias diferenciadas, daí a importância de profundas mudanças no ambiente escolar, banindo de vez a ideia de instrucionismo que ainda reina nas iniciativas de formação do professor, que precisa agora ter a tecnologia como alavanca para uma mudança de paradigma no sentido do ensino-aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marc Prensky (2001), em seu artigo Nativos Digitais, Imigrantes Digitais destaca o declínio da educação também em países como os EUA e coloca como principal causa o fato de que nossos alunos mudaram radicalmente seus interesses. Não são os mesmos para os quais o sistema educacional foi criado, visto que a influência da chegada e da rápida difusão da tecnologia trouxe uma nova forma de interação e conhecimento. Três foram &lt;br /&gt;
aparelhos (o controle remoto da televisão, o mouse do computador e o telefone celular) que mudaram o modo de pensar e o comportamento dessa geração de Nativos Digitais, termo cunhado por Prensky (2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças praticamente já chegam as escolas alfabetizadas pelas [mídias[http://www.eca.usp.br/prof/moran/midias_educ.htm]] Elas aprendem a fantasiar, a criar, a falar, a se emocionar com tudo o que vê pela televisão. Por isso é importante que o professor adote uma postura firme, positiva e mediadora nas suas práticas pedagógicas. Não se pode virar as costas para o que os educandos estão vivenciando no mundo lá fora. Eles aprendem e trazem o &amp;quot;problema&amp;quot; para a sala de aula. Compete ao professor, levantar os aspectos positivos e negativos  do tema proposto pelo aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Influenciados por esses aparelhos, essa geração cresceu utilizando as mais diversas tecnologias, e não apenas o computador e a internet,  mas uma ampla variedade de equipamentos digitais e brinquedos eletrônicos, a exemplo:celulares, vídeo games, câmeras digitais, entre outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paralelamente aos Nativos Digitais temos os Imigrantes Digitais, personificados na figura dos pais e professores.Estes não são falantes nativos da linguagem digital, porém também não são incapazes de aprender a linguagem (digital) utilizada pelas crianças e alunos. Ocorre que embora ocorra a aprendizagem, sempre persiste o “sotaque”. Esse sotaque pode observado em diversos exemplos, tal como a necessidade da impressão de um e-mail.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reside na situação ora apresentada o problema enfrentado hoje pela educação. Os educadores usam na escola uma linguagem já ultrapassada e lutam/buscam para ensinar uma geração que nasceu e cresceu em um mundo digital e que fazem uso de uma linguagem totalmente nova. Isso se deve a diferença marcante entre as duas gerações. Uma é linear,a outra não usa a linearidade, uma busca resolver os problemas por conta própria e a outra, liga para um amigo, pesquisa em redes humanas quando precisam de respostas instantâneas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, no entanto, vamos focar nossa discussão na inclusão de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas na Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de algo que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. A tecnologia é um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento por meio do lúdico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Luciene lopes</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Pr%C3%A1ticas_Pedag%C3%B3gicas_e_Gerenciamento_do_uso_das_Tecnologias_na_Educa%C3%A7%C3%A3o</id>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Luciene lopes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que o sistema educacional vigente parece não estar ao par de que a presença da tecnologia digital em nossa sociedade trouxe inúmeras mudanças no comportamento social das crianças. A ampla gama de informações que chegam até os alunos e que permitem uma forma de aprendizado diferente requer ao professor novas formas de intervenção, novas abordagens e metodologias diferenciadas, daí a importância de profundas mudanças no ambiente escolar, banindo de vez a ideia de instrucionismo que ainda reina nas iniciativas de formação do professor, que precisa agora ter a tecnologia como alavanca para uma mudança de paradigma no sentido do ensino-aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marc Prensky (2001), em seu artigo Nativos Digitais, Imigrantes Digitais destaca o declínio da educação também em países como os EUA e coloca como principal causa o fato de que nossos alunos mudaram radicalmente seus interesses. Não são os mesmos para os quais o sistema educacional foi criado, visto que a influência da chegada e da rápida difusão da tecnologia trouxe uma nova forma de interação e conhecimento. Três foram &lt;br /&gt;
aparelhos (o controle remoto da televisão, o mouse do computador e o telefone celular) que mudaram o modo de pensar e o comportamento dessa geração de Nativos Digitais, termo cunhado por Prensky (2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças praticamente já chegam as escolas alfabetizadas pelas [mídias[http://www.eca.usp.br/prof/moran/midias_educ.htm]] Elas aprendem a fantasiar, a criar, a falar, a se emocionar com tudo o que vê pela televisão. Por isso é importante que o professor adote uma postura firme, positiva e mediadora nas suas práticas pedagógicas. Não se pode virar as costas para o que os educandos estão vivenciando no mundo lá fora. Eles aprendem e trazem o &amp;quot;problema&amp;quot; para a sala de aula. Compete ao professor, levantar os aspectos positivos e negativos  do tema proposto pelo aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Influenciados por esses aparelhos, essa geração cresceu utilizando as mais diversas tecnologias, e não apenas o computador e a internet,  mas uma ampla variedade de equipamentos digitais e brinquedos eletrônicos, a exemplo:celulares, vídeo games, câmeras digitais, entre outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paralelamente aos Nativos Digitais temos os Imigrantes Digitais, personificados na figura dos pais e professores.Estes não são falantes nativos da linguagem digital, porém também não são incapazes de aprender a linguagem (digital) utilizada pelas crianças e alunos. Ocorre que embora ocorra a aprendizagem, sempre persiste o “sotaque”. Esse sotaque pode observado em diversos exemplos, tal como a necessidade da impressão de um e-mail.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, no entanto, vamos focar nossa discussão na inclusão de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas na Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de algo que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. A tecnologia é um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento por meio do lúdico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Luciene lopes</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Luciene lopes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que o sistema educacional vigente parece não estar ao par de que a presença da tecnologia digital em nossa sociedade trouxe inúmeras mudanças no comportamento social das crianças. A ampla gama de informações que chegam até os alunos e que permitem uma forma de aprendizado diferente requer ao professor novas formas de intervenção, novas abordagens e metodologias diferenciadas, daí a importância de profundas mudanças no ambiente escolar, banindo de vez a ideia de instrucionismo que ainda reina nas iniciativas de formação do professor, que precisa agora ter a tecnologia como alavanca para uma mudança de paradigma no sentido do ensino-aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marc Prensky em seu artigo Nativos digitais, Imigrantes digitais, destaca o declínio da educação também em países como os EUA e coloca como principal causa o fato de que nossos alunos mudaram radicalmente seus interesses. Não são os mesmos para os quais o sistema educacional foi criado, visto que a influência da chegada e da rápida difusão da tecnologia trouxe uma nova forma de interação e conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos lembrar que ao falarmos de tecnologia não destacamos apenas o computador e internet, mas precisamos considerar que as crianças e adolescentes utilizam desde muito cedo diversas formas de interação com variados tipos de equipamentos e brinquedos eletrônicos e digitais, incluindo celulares, vídeo game, câmeras digitais, etc. o que os levam a pensar e processar informações de um modo muito diferente das gerações passadas. As crianças praticamente já chegam as escolas alfabetizadas pelas [mídias[http://www.eca.usp.br/prof/moran/midias_educ.htm]] Elas aprendem a fantasiar, a criar, a falar, a se emocionar com tudo o que vê pela televisão. Por isso é importante que o professor adote uma postura firme, positiva e mediadora nas suas práticas pedagógicas. Não se pode virar as costas para o que os educandos estão vivenciando no mundo lá fora. Eles aprendem e trazem o &amp;quot;problema&amp;quot; para a sala de aula. Compete ao professor, levantar os aspectos positivos e negativos  do tema proposto pelo aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paralelamente aos Nativos Digitais e ao Homo zappiens temos os Imigrantes Digitais, personificados na figura dos pais e professores. &lt;br /&gt;
Vale ressaltar que de acordo com Prensky (2001) os Imigrantes Digitais não são incapazes de aprender a linguagem (digital) utilizada pelas crianças e alunos. Ocorre que embora ocorra a aprendizagem, sempre persiste o “sotaque”. Esse sotaque pode observado em diversos exemplos, tal como a necessidade da impressão de um e-mail.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, no entanto, vamos focar nossa discussão na inclusão de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas na Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de algo que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. A tecnologia é um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento por meio do lúdico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Luciene lopes</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Pr%C3%A1ticas_Pedag%C3%B3gicas_e_Gerenciamento_do_uso_das_Tecnologias_na_Educa%C3%A7%C3%A3o</id>
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				<updated>2012-02-20T17:49:01Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Luciene lopes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que o sistema educacional vigente parece não estar ao par de que a presença da tecnologia digital em nossa sociedade trouxe inúmeras mudanças no comportamento social das crianças. A ampla gama de informações que chegam até os alunos e que permitem uma forma de aprendizado diferente requer ao professor novas formas de intervenção, novas abordagens e metodologias diferenciadas, daí a importância de profundas mudanças no ambiente escolar, banindo de vez a ideia de instrucionismo que ainda reina nas iniciativas de formação do professor, que precisam agora ter a tecnologia como alavanca para uma mudança de paradigma no sentido do ensino-aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marc Prensky em seu artigo Nativos digitais, Imigrantes digitais, destaca o declínio da educação também em países como os EUA e coloca como principal causa o fato de que nossos alunos mudaram radicalmente seus interesses. Não são os mesmos para os quais o sistema educacional foi criado, visto que a influência da chegada e da rápida difusão da tecnologia trouxe uma nova forma de interação e conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos lembrar que ao falarmos de tecnologia não nos referimos apenas ao computador e a internet, mas precisamos considerar que as crianças e adolescentes utilizam desde muito cedo diversas formas de interação com variados tipos de equipamentos e brinquedos eletrônicos e digitais, incluindo celulares, vídeo games, câmeras digitais etc., o que os levam a pensar e processar informações de um modo muito diferente das gerações passadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças chegam às escolas alfabetizadas pelas [mídias[http://www.eca.usp.br/prof/moran/midias_educ.htm]] Elas aprendem a fantasiar, a criar, a falar, a se emocionar com tudo o que veem pela televisão. Por isso, é importante que o professor adote uma postura firme, positiva e mediadora nas suas práticas pedagógicas. Não se pode virar as costas para o que os educandos estão vivenciando.Eles aprendem e trazem o &amp;quot;problema&amp;quot; para a sala de aula. Compete ao professor, levantar os aspectos positivos e negativos do tema proposto pelo aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, no entanto, vamos focar nossa discussão na inclusão de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas na Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de algo que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. A tecnologia é um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento por meio do lúdico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Luciene lopes</name></author>	</entry>

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				<updated>2012-02-18T20:30:34Z</updated>
		
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que o sistema educacional vigente parece não estar ao par de que a presença da tecnologia digital em nossa sociedade trouxe inúmeras mudanças no comportamento social das crianças. A ampla gama de informações que chegam até os alunos e que permitem uma forma de aprendizado diferente requer ao professor novas formas de intervenção, novas abordagens e metodologias diferenciadas, daí a importância de profundas mudanças no ambiente escolar, banindo de vez a ideia de instrucionismo que ainda reina nas iniciativas de formação do professor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, no entanto, vamos focar nossa discussão na inclusão de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas na Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de algo que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. A tecnologia é um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento por meio do lúdico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Luciene lopes</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste</id>
		<title>Página de Teste</title>
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				<updated>2012-02-14T22:43:24Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Luciene lopes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Fantástica ferramenta!!!'''&lt;br /&gt;
SomoS [http://www.mundodastribos.com/diferencas-entre-imigrantes-e-nativos-digitais.html imigrantes digitais] buscando melhorias para para desenvolver a direção dos nativos... &lt;br /&gt;
==Web 2.0==&lt;br /&gt;
===Mundo digital===&lt;br /&gt;
====[http://www.eca.usp.br/prof/moran/integracao.htm Tecnologias na Educação]====&lt;br /&gt;
Somos imigrantes digitais.[http://web2.0br.com.br/conceito-web20/]&lt;br /&gt;
Sou imigrante '''digital'''.&lt;br /&gt;
Somos imigrantes, se bem que eu acho quer eu sou meio [http://www.dicio.com.br/nativo nativo]...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===De igual pra igual===&lt;br /&gt;
Discutindo as [http://portal.mec.gov.br/ tecnologias] e qual a melhor posição dos imigrantes para a geração digital, como poderemos encarar sem medo essa nova [[geração]], de igual pra igual.&lt;br /&gt;
Participando da discussão sobre a influência das mídias no mundo atual, pude perceber que atualmente nossas [http://pt.wikipedia.org/wiki/Crian%C3%A7a crianças]&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;Inserir texto não-formatado aqui&amp;lt;/nowiki&amp;gt; estão evoluindo junto com a era digital, como diz o texto: &amp;quot;já nascem com o [http://pt.wikipedia.org/wiki/Rato_(inform%C3%A1tica) mouse] na mão&amp;quot;. Devemos evoluir juntos! Evoluir com paciência. para a evolução acontecer temos que estudar para tentar acompanhar os nativos da era digital&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Abstrato.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==teste==&lt;br /&gt;
Imigrante digital que terá a responsabilidade de oportunizar ao nativo digital o acesso á tecnologia. Uma superação!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[http://eravirtual.org/ ATENÇÃO: VISITEM MUSEUS DO BRASIL]] ==&lt;br /&gt;
Essa geração é instantânea!!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Luciene lopes</name></author>	</entry>

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