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		<title>Wiki_Semed - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<title>Práticas Pedagógicas e Gerenciamento do uso das Tecnologias na Educação</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Janete: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, no entanto, vamos focar nossa discussão na inclusão de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas na Educação.&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de algo que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. A tecnologia é um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento por meio do lúdico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Janete</name></author>	</entry>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, mas no momento não vamos somente falar da inclusão digital de alunos, vamos focar na inclusão de recursos tecnológicos nas nossas práticas pedagógicas.&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de &amp;quot;algo&amp;quot; que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. Considero a tecnologia um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento através do lúdico.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisar ser exatamente assim, um lugar de estudo e um lugar par dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas,desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, mas no momento não vamos somente falar da inclusão digital de alunos, vamos focar na inclusão de recursos tecnológicos nas nossas práticas pedagógicas.&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de &amp;quot;algo&amp;quot; que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. Considero a tecnologia um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento através do lúdico.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [[http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo]], o ambiente escolar precisar ser exatamente assim, um lugar de estudo e um lugar par dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas,desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, mas no momento não vamos somente falar da inclusão digital de alunos, vamos focar na inclusão de recursos tecnológicos nas nossas práticas pedagógicas.&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de &amp;quot;algo&amp;quot; que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. Considero a tecnologia um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento através do lúdico.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a principio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [[http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo]], o ambiente escolar precisar ser exatamente assim, um lugar de estudo e um lugar par dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas,desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, mas no momento não vamos somente falar da inclusão digital de alunos, vamos focar na inclusão de recursos tecnológicos nas nossas práticas pedagógicas.&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de &amp;quot;algo&amp;quot; que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. Considero a tecnologia um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento através do lúdico.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;div&gt;O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado! As crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo, acessando a internet para brincar e talvez o mais surpreendente: para buscar um site que lhes confirmou notícias vistas na TV.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade? &lt;br /&gt;
Esses questionamentos a principio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [[http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo]], o ambiente escolar precisar ser exatamente assim, um lugar de estudo e um lugar par dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas,desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente.&lt;br /&gt;
Durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos a partir disso tudo, ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso.  Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, mas no momento não vamos somente falar da inclusão digital de alunos, vamos focar na inclusão de recursos tecnológicos nas nossas práticas pedagógicas.&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula.Os professores necessitam de &amp;quot;algo&amp;quot; que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. Considero a tecnologia um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento através do lúdico.&lt;/div&gt;</summary>
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