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		<title>Wiki_Semed - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Vespertino</id>
		<title>Turma - B - Vespertino</title>
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				<updated>2013-06-23T02:03:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Irany: /* OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== &amp;lt;center&amp;gt;&lt;br /&gt;
== AVALIAÇÃO ESCOLAR - INTERVENÇÃO MEDIADORA NA APRENDIZAGEM DO ALUNO ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;/center&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Escada.jpg‎]].&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== INTRODUÇÃO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A avaliação tem sido um dos principais temas de debates dentro do contexto escolar. Os estudos acerca do tema apresentam como objetivo a busca pela verdadeira definição para o seu significado, visto que o processo avaliativo tem sido justamente um dos aspectos mais problemáticos da prática pedagógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O ato de avaliar é uma prática social, amplamente utilizada e baseada na observação e na reflexão acerca de algo ou alguém. Na escola, seu papel vem sendo discutido e sua verdadeira dimensão ainda não aparece de maneira muito clara.  Ao longo das décadas, sua utilização baseou-se fundamentalmente na atribuição de notas, com vistas à promoção ou reprovação do aluno. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A avaliação deve ser vista como um processo e como tal procura observar a atitude do aluno enquanto sujeito da aprendizagem, analisando suas estratégias para consolidação do conhecimento e assim, buscar novas estratégias e ações que visem contribuir para a evolução do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Conhecer e compreender a aplicabilidade dos instrumentos de avaliação utilizados por professores no processo ensino/aprendizagem, equivale constatar a importância de se avaliar corretamente os alunos. Primeiro, precisamos entender como esses métodos contribuem para a construção do conhecimento uma vez que o significado de avaliação está relacionado no modelo político pedagógico vigente. Precisamos questionar o significado da avaliação buscando mostrar que a mesma deve ser um processo para auxiliar no desenvolvimento cognitivo do aluno e não apenas um ato classificatório. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A avaliação deve ser vista como um processo e como tal procura observar a atitude do aluno enquanto sujeito da aprendizagem, analisando suas estratégias para consolidação do conhecimento e assim, buscar novas estratégias e ações que visem contribuir para a evolução do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A intencionalidade que o professor tem, em relação à avaliação, define a sua concepção de educação e, consequentemente, se este está contribuindo com o modelo de sociedade no qual vivemos, ou então, se procura transformá-la. O processo avaliativo, se for considerado como instrumento de dominação social, não contempla a verdadeira aprendizagem do aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O professor, como ser social, reflete no seu fazer suas concepções de mundo e dentro do processo avaliativo essas concepções não são neutras, mas devem ser guiadas pelo objetivo principal da ação pedagógica que é levar o educando a construir novos conhecimentos. Assim, a avaliação é fundamental na construção do processo educativo como instrumento de pesquisa e intervenção no desenvolvimento dos alunos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Por meio de tal processo, que esperamos se, de domínio dos que o praticam no estabelecimento escolar, é expresso o &amp;quot;feedback&amp;quot; pelo qual se define o caminho para atingir os objetivos pessoais e sociais, implicando na maioria das vezes na tomada de uma série de decisões relativas ao objeto avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A avaliação da aprendizagem escolar é uma atividade pedagógica que deve ser permanente, não pontual e perfazendo durante todo o ano letivo. Sendo assim, necessária ao trabalho docente. É através desse processo que acontece o acompanhamento do ensino e aprendizagem, não só dos alunos mas do professor também, e é com o auxílio desta atividade pedagógica que iremos conduzir todo o nosso trabalho dentro da sala de aula. Podemos com avaliações processuais mensurar os avanços,identificar e sanar possíveis insucessos que tenham ocorrido no processo afim de melhorar e potenciar as habilidades de nossos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Desta forma, precisamos conhecer e refletir acerca do processo avaliativo escolar vigente em nossos estabelecimentos escolares, realizando estudos sobre os princípios teóricos que alicerçam a avaliação como prática educativa. Torna-se relevante também, reconhecer como a avaliação ocorre nos espaços escolares, destacando seu papel como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Atualmente, reconhecemos como de suma importância, o processo de autoria na aprendizagem, que pode ser fundamentado e trabalhado quando percebemos que o momento da avaliação oferece a todos os envolvidos no processo educativo, formas de reflexão sobre a própria prática. Por meio dela, o trabalho do professor pode ser direcionado às reais necessidades dos alunos, priorizando suas experiências pessoais e os conhecimentos acumulados em sua história pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:É necessário observar que quando se tem o cuidado e a sensibilidade em identificar por que o aluno chegou ao erro, como ele está pensando, onde se perdeu, o que é necessário retomar, como retomar, que mudanças o farão identificar a falha e reorientar o processo, aí sim se caracteriza uma prática construtiva e colaborativa de crescimento na aprendizagem e, consequentemente, no ensino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Segundo Luz (2012) as formas tradicionais de avaliação (oral e escrita) contribuem para o fracasso escolar, muitas vezes não mostram a real aprendizagem dos alunos, o professor a faz como algo punitivo e não um diagnóstico, com isso não identifica onde o aluno está falhando para poder intervir. É necessário que a avaliação integre ao processo de aprendizagem, onde o professor verifica e corrige o erro do aluno, é um processo mediador e contínuo.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
:Com isso Luz (2012) cita a avaliação mediadora que coloca em prática as ideias dos alunos, construindo assim seu conhecimento. E o professor possui as ferramentas adequadas para a intervenção, fazendo com que os alunos obtenham conhecimentos significativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:::::&amp;lt;small&amp;gt;A avaliação mediadora propõe um modelo baseado no dialogo e aproximação do professor com o seu aluno de forma que as práticas de ensino sejam repensadas e modificadas de acordo com a realidade sócio-cultural de seus alunos, nesta perspectiva de avaliação o erro é considerado como parte do processo na construção do conhecimento e não como algo passível de punição, na visão mediadora o professor é capaz de criar situações desafiadoras que tornem capaz a reflexão e ação tornando a aprendizagem mais significativa. (LUZ, 2012)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Av.jpg]]&lt;br /&gt;
:Considerando que “o ato de avaliar é um ato de investigar” (LUCKESI, 2011), começamos então a investigar nossa própria metodologia de ensino, o dia a dia no contexto escolar como educador. Investigação esta, baseada nos seguintes questionamentos: Será que meu aluno aprendeu? Será que como mediador, consegui orientá-lo a desenvolver o conhecimento dos conteúdos, dentro do que era esperado na minha disciplina?&lt;br /&gt;
:Dentro destes questionamentos, temos que repensar nossas atitudes como Educadores. Educadores de uma nova geração que anda frente às informações, através das novas tecnologias que se encontram acessíveis, num piscar de olhos, à todos os públicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::::::::::::[[Arquivo:Curriculo_escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
:A sociedade contemporânea exige do sistema de ensino uma preocupação voltada ao processo social, já que as evoluções tecnológicas e o mercado de trabalho exigem uma capacidade de resolver problemas com originalidade e criatividade distanciando-se do comodismo e utilizando a tecnologia como ferramenta de suporte de suas ações e criações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O processo avaliativo está intimamente ligado à concepção de educação e de sociedade que o professor e a escola se encontram. A concepção epistemológica de aprendizagem do educador determinará suas práticas e estratégias de ensino em relação ao processo de aprendizagem. Assim a concepção e o objetivo da escola deve estar bem claro para os professores,alunos, pais e comunidade envolvida, pois assim se tornará mais fácil o processo de ensino aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Portanto, temos que entender a avaliação como um processo continuo e evolutivo, não podendo ocorrer por etapas pré - determinadas como bimestre ou semestre, as reflexões sobre esses períodos de tempo são importantes para analisar e fazer uma reflexão do caminho percorrido pelos educando até aquele momento, e a partir dessas observações refletir sobre a sequência e continuidades das ações educativas do próprio professor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Para Lukesi (2007, p. 175), avaliar significa “investigar e, com base nos conhecimentos produzidos, tomar decisões de intervenção quando necessário. Isso significa que avaliar requer a disponibilidade de se rever didáticas, metodologias e encontrar maneiras de suprir dificuldades e colaborar para o efetivo processo ensino/aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Silva (2003,p.10) debate essa questão quando nos coloca que: &amp;quot;[...]o ensino não pode ser visto como uma mera e mecânica transmissão linear de conteúdos curriculares fechados e prontos do docente para o educando, mas um processo de construção de significados fundados nos contextos históricos em que se ensina e se aprende e, consequentemente, se avalia&amp;quot;.&lt;br /&gt;
:Segundo o autor, se optarmos por um projeto de sociedade baseado na lógica do mercado, então a escola será um lugar privilegiado de treinar clientes para o mercado e selecionar os mais competentes. O processo avaliativo, por sua vez, reproduzirá a estratificação social vigente na sociedade neoliberal do mercado globalizado. Caso fizermos a escolha por um projeto societário emancipador, a escola será um lugar de promoção da interseção da diversidade cultural, um espaço de significar e dar sentido a produção do conhecimento, dos valores e competências fundamentais para a formação humana, dos que aprendem e dos que ensinam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::::::::::::[[Arquivo:Imagem-1.jpg‎]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Numa perspectiva educacional conhecida como tradicional, o professor optará pela avaliação quantitativa. Esse prática avaliativa não é ingênua e contribui para que se perpetue um modelo de sociedade conservador e excludente. Por esse prisma, a avaliação é vista como um instrumento qualificador, pois faz uso de instrumentos descontextualizados e que não valorizam o processo. &lt;br /&gt;
:A avaliação é a forma materializada da interação de sucesso ou insucesso entre professor e aluno, pois a partir dela a observação de seus resultados o professor parte para a reorganização de métodos, caso perceba que a mesma não foi satisfatória. O papel preponderado á escola como a responsável a dar ascensão ou rebaixamento ao aluno, coloca uma sobrecarga muito grande na importância da avaliação,esta para ser mais eficaz possível deve ser feita em todos as ações pedagógicas diárias do aluno. pois assim se torna mais abrangente e menos excludente.A tradicional prova contendo perguntas e respostas, muitas vezes nem contextualizada e valorizando somente o que o aluno memorizou de uma aula expositiva dada pelo professor detentor do saber é uma ferramenta que dilacera o fundamento da avaliação, pois nestes moldes não cabe a interação que deveria ter ocorrido no decorrer do processo de ensino e aprendizagem.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Antunes (2002,p.32), ressalta que &amp;quot;o foco de uma avaliação jamais deve estar centrada no conteúdo trabalhado, mas na capacidade de contextualização revelada pelo aluno em aplicar os ensinamentos desse conteúdo em outros níveis de pensamento, outras situações e até mesmo outras disciplinas. A escola deve ser assim, um ensaio da vida social e a sala de aula, o local onde aprendemos como utilizar os conhecimentos adquiridos na sociedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A temática da avaliação, ainda nos leva a reflexões e a outras problemáticas existentes em todos os níveis de ensino, desde as concepções adotadas pelos educadores, à postura demonstrada pelos educandos e a pouca ou falta de interesse das instituições escolares em discutir e melhorar seu sistema avaliativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Por parte dos educadores, a avaliação é ainda muitas vezes realizada na sala de aula sem a construção de objetivos claros a serem alcançados, assim como as metas que este educador espera que seus alunos alcancem, tornando assim o processo um instrumento de poder que não revela ao próprio professor os pontos fortes e as deficiências de seu trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Por vezes muitos educadores, por falta de clareza de objetivos, fazem uso do processo avaliativo sob a forma de cobrança de conteúdos que foram aprendidos de forma mecânica e pouco participativa. Assim, a classificação dos alunos também se dá de forma automática: bons, ruins, aprovados ou reprovados. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
:A fase da avaliação não se caracteriza como um momento final do processo de aprendizagem, mas sim na fase em que é possível criar condições para novas aprendizagens e que o aluno a partir de seu nível de conhecimento, possa evoluir na construção de seu conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao falarmos sobre avaliação, logo nos deparamos com uma série de questionamentos indagando se o aluno teve ou não um aprendizado satisfatório ou se superou a expectativa de desempenho definido pela escola, pelo currículo ou pelo professor.  A partir daí, aparecem outras perguntas como se o aluno respondeu corretamente as atividades propostas, se seguiram o mesmo ritmo um dos outros alunos. Com isso, surgem o padrão de referência, ou seja, expectativas padronizadas consideradas corretas, como critérios de avaliação  utilizados antigamente e utilizados até hoje para medir o aprender ou o não aprender do aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma concepção mais ampla de avaliação procura abarcar formas de avaliar o aluno pautado em métodos de coleta e processamento de dados variados, superiores aos comumente utilizados. Quando se concebe a avaliação como um sistema de controle de qualidade é possível e produtivo monitorar cada passo do processo de aprendizagem do aluno e do ensino que o professor afetivamente realiza. Da mesma forma Demo (1998, p. 43) ensina que “[...] a avaliação deixa de ser um ato isolado, especial e com data marcada, para fazer parte natural do processo de orientação e convivência motivada do aluno”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A avaliação, nessa perspectiva, permite proceder às reformulações, ainda no percurso, caso se perceba deficiências em algumas partes do processo, estas podendo ser corrigidas pelo professor, não esperando chegar ao final do ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Quando simplesmente quantifica, mensura, rotula, é um fim em si mesmo. Desse modo desvaloriza o saber,     impede o diálogo, torna-se instrumento de controle e limitação tanto de alunos quanto de professores e, ainda, encara o erro do aluno como vilão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Diante disso, devemos observar que o erro é fundamental no processo avaliativo, pois é nessa representação que o aluno dá indícios de como está seu processo de construção de conhecimento. Indica caminhos diferentes daqueles que o professor esperava. Diante do erro, professores devem buscar converter “o não saber, estático, negativo e definitivo, em não saber, provisório, relativo e potencial”. (ESTEBAN, 2001, p. 23).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Hofmann (2005) destaca que &amp;quot;Para se entender da avaliação, primeiro passo é conceber o termo na amplitude que lhe é de direito.&amp;quot;. No contexto escolar por vezes confunde-se instrumentos e registros de avaliação com a avaliação propriamente dita. Avaliar requer tempo, observação, análise pois a aprendizagem não ocorre em um momento específico pré determinado por um calendário de provas. Para os alunos a associação dos conteúdos ocorrem em tempos diferentes, cada um tem seu momento uma avaliação coletiva de um conteúdo pode servir como norte para o educador analisar o quanto contemplou seus alunos com a metodologia usada, mas a avaliação deve acontecer a todo o instante, em diferentes situações e com diferentes aspectos para que não ocorra de forma quantitativa somente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O processo avaliativo na educação envolve pesquisa e conhecimento da situação avaliada para que haja uma intervenção positiva no desenvolvimento de todo o processo educativo. Nesse sentido, Luckesi (2011, p.171) afirma que &amp;quot;Sem os conhecimentos emergentes do ato de avaliar - como um ato de investigação científica-, a ação pedagógica e seus resultados serão aleatórios e, possivelmente, insatisfatório&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Segundo HOFFMANN (2005), “falar em qualidade da aprendizagem em avaliação é reconhecer a multidimensionalidade de tal conceito, bem como reconhecer que a qualidade é de natureza subjetiva e que, portanto, cada pessoa a compreende e a experiência a partir de seus próprios conhecimentos e valores”. É o respeito à diversidade de cada aluno, é analisar cada caso, é avaliar respeitando o limite da dificuldade do outro. Uns têm mais facilidade em aprender, outros não. Porém os alunos que tem mais dificuldades podem ser  os que mais desenvolveram em sua aprendizagem, e os que têm facilidade as vezes não desenvolvem muito. E isso que se deve investigar para se obter uma avaliação legítima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA ==&lt;br /&gt;
::::::::::::[[Arquivo:Avaliarrr.jpg‎]]&lt;br /&gt;
:Segundo o dicionário, avaliação significa o ato de apreciação e estimação. Dentro do contexto educacional, avaliação é o ato de investigar a qualidade da aprendizagem, a fim de diagnosticar seus impasses e propor soluções satisfatórias. Portanto, a avaliação deve acontecer de maneira contínua e progressiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Estudando Silva,(2003, p.8) ele nos questiona sobre qual os modelos que a Escola apresenta e através dela é que vamos dar forma aos alunos. O mesmo autor cita: &amp;quot;[...]falarmos em uma avaliação formativa reguladora é fazer a opção por uma educação que supere a crise do paradigma educacional centrado no ensino, onde a escola apenas se responsabiliza por ensinar de forma linear e uniforme, ficando à sorte dos alunos aprenderem.&amp;quot; Desse modo o que entendemos é que na prática educativa temos a oportunidade de realmente darmos um novo rumo no processo de ensino aprendizagem, baseado no modo em que o professor e a escola vão enxergar esse aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Para Luckesi (1999, p.43) “[...] o valor da avaliação encontra-se no fato do aluno tomar conhecimento de seus avanços e dificuldades.”. No entanto a visão distorcida da escola e principalmente dos professores com relação ao ensino-aprendizagem, bem como, a concepção equivocada que torneia as praticas avaliativas dos educadores que acaba por usar avaliação como medida de conhecimento e muitas vezes como instrumento de punição a indisciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Esta forma classificatória de avaliação desempenha um papel significativo para o modelo social liberal-conservador, ou seja, o papel disciplinador. Ele torna a avaliação nas mãos do professor um instrumento disciplinador de condutas sociais, utilizando-a como controle e critério para aprovação dos alunos, retirando destes a espontaneidade, criticidade e criatividade, transformando-os reféns de um sistema autoritário e antipedagógico. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
:::::&amp;lt;small&amp;gt;A avaliação, em si, é dinâmica e construtiva, e seu objetivo, no caso da prática educativa, é dar suporte ao educador (gestor da sala de aula), para que aja da forma o mais adequada possível, tendo em vista a efetiva aprendizagem por parte do educando. A ação pedagógica produtiva assenta-se sobre o conhecimento da realidade da aprendizagem do educando, conhecimento esse que subsidia decisões, seja para considerar que aprendizagem já está satisfatória, seja para reorientá-la, se necessário, para a obtenção de um melhor desempenho. (LUCKESI, 2011, p. 176)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Podemos observar que o autor aborda a avaliação da maneira como ela é comumente discutida em reuniões pedagógicas das escolas. Deve-se realizá-la, não como um objeto de castigo e repressão aos alunos, e sim como instrumento de reflexão para o fazer pedagógico e replanejamento de aulas. A avaliação é indispensável no cotidiano escolar, pois auxilia o professor a diagnosticar o andamento do educando, rever os pontos que não obtiveram sucesso e serve de base para nortear ações futuras visando melhorar o processo ensino aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O termo avaliação é muito amplo, pois avaliar não é apenas medir o que o educando sabe ou não sabe. Para que ela ocorra é preciso que haja observação, análise e promoção de melhores oportunidades de aprendizagem (ação). Podemos afirmar que o processo avaliativo é completo quando ocorrem essas três modalidades. Estudando o texto de Silva(2003,p.13), que afirma que: &amp;quot;[...]a avaliação é espaço de mediação/aproximação/diálogo entre formas de ensino dos professores e percursos de aprendizagens dos alunos&amp;quot;. Em acordo com o autor, podemos verificar que a avaliação nos possibilita interagir com as formas de aprendizagem do aluno em relação a forma de ensinar do professor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A observação do estudante é fundamental para que o professor consiga entender como ele está, ou não, aprendendo ou que estratégias utiliza. Analisa porque precisa compreendê-lo. Cada aluno tem suas especificidades no que diz respeito a sua formação social e cultural, e isso determina como interage e aprende no grupo. Cada aluno possui estratégias próprias de aprendizagem e o professor precisa oportunizar ações pedagógicas significativas para trabalhar o individual e o coletivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::::::::::::[[Arquivo:Exemplo.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O ato de avaliar tem seu foco na construção dos melhores resultados possíveis, enquanto o ato de examinar está centrado no julgamento de aprovação ou reprovação. Por suas características e modos de ser, são atos praticamente opostos; no entanto, professores e professoras, em sua prática escolar cotidiana, não fazem essa distinção e, deste modo, praticam exames como se estivessem praticando avaliação. (LUCKESI, p. 05, 2002)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A avaliação educacional sempre precisará contar com uma variedade de recursos, fontes, dados e informações. Torna-se necessário recorrer na sua aplicação às mais diferentes estratégias, técnicas, instrumentos e medidas, e os resultados da aplicação serem analisados, interpretados e depois utilizados no sentido de melhoria de rendimento ou do desempenho do que é avaliado; no (re)planejamento e reconstrução das atividades educativas, inclusive da própria avaliação. (ANDRADE, 200?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:As mudanças de concepções acerca do processo avaliativo permeiam nosso fazer e cada vez mais, esta avaliação excludente e ameaçadora do passado, regride graças aos estudos e aos bons profissionais da educação, ou seja, aqueles que se dedica aos estudos, debates e que reflete sobre seu trabalho, enxerga seu aluno como um ser social e político, construtor do seu próprio conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Neste contexto, o papel do educador será o de &amp;quot;mediador&amp;quot; entre o aluno e o conhecimento sistematizado que este necessita para deixar de ser um mero receptor de informações e o professor ter a oportunidade para abandonar o rótulo de “o dono do saber&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Sendo assim,a avaliação deve ter caráter orientador, cooperativo e interativo, onde os resultados obtidos no decorrer do trabalho conjunto entre professor e alunos são comparados com os objetivos propostos, a fim de identificar as dificuldades, os progressos e, também reorientar o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Avaliar é muito mais que conhecer o aluno.É reconhecê-lo como uma pessoa digna de respeito e de interesse. O professor precisa estar preocupado com a aprendizagem desse aluno. Nesse sentido, o professor se torna um aprendiz do processo, pois se aprofunda nas estratégias de pensamento do aluno, nas formas como ele age, pensa e realiza essas atividades educativas. Só assim, é que o professor pode intervir, ajudar e orientar esse aluno. É um comprometimento do professor com a sua aprendizagem:tornar-se um permanente aprendiz da sua disciplina e dos próprios processos de aprendizagem. Por isso, a avaliação é um terreno bastante arenoso, complexo e difícil. Eu mudo como pessoa quando passo a perceber o enorme comprometimento que tenho como educador ao avaliar um aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:De acordo com Luckesi (2011, p.15):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:::::&amp;lt;small&amp;gt;A avaliação da aprendizagem só funcionará bem se houver clareza do que se deseja (projeto político-pedagógico), se houver investimento e dedicação na produção dos resultados por parte de quem realiza a ação (execução) e se a avaliação funcionar como meio de investigar e se, necessário, intervir na realidade pedagógica, em busca do melhor resultado. Sem esses requisitos, a prática pedagógica permanecerá incompleta e a avaliação da aprendizagem não poderá cumprir seu verdadeiro papel.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Nesse processo, a intervenção pedagógica, torna-se essencial à aprendizagem, uma vez que compete ao professor mostrar novas possibilidades ou utilizar recursos diferenciados para despertar a criatividade e o interesse dos alunos, não só em buscar o conhecimento, mas principalmente consolidar este conhecimento na prática em seu meio social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Avaliar não é uma tarefa fácil, cada aluno tem seu tempo de aprender, não deve existir um padrão de aprendizagem. A avaliação deverá fazer parte sempre do planejamento e da proposta pedagógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:De acordo com Hoffmann (2005, p.17):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:::::&amp;lt;small&amp;gt;Avaliação é, portanto, uma ação ampla que abrange o                             cotidiano do fazer pedagógico e cuja energia faz pensar o planejamento, a proposta pedagógica e a relação entre todos os elementos da ação educativa. Basta pensar que avaliar é agir com base na compreensão do outro, para se entender que ela nutre de forma vigorosa todo o trabalho educativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;/small&amp;gt; Luckesi, (2011) distingue a avaliação em duas modalidades: “avaliação de certificação e avaliação de acompanhamento de uma ação [...] a primeira encerra-se na qualificação do objeto, já a segunda acompanha uma atividade em sua dinâmica construtiva, tendo em vista a busca dos resultados desejados.”&lt;br /&gt;
:É importante ressaltar ainda as contribuições de Piaget e Vygotsky, que atribuem às interações sociais grande parte das aprendizagens do indivíduo. A avaliação nesta perspectiva também é vista com outro olhar,que não o de medir, não o de atribuir uma nota ao que o  aluno sabe ou não. Neste contexto, não cabe mais o professor instrucionista e sim um mediador que instigue e provoque em seus alunos curiosidade, conflitos e reflexões acerca de suas descobertas. Avaliar considerando e valorizando as experiências que o aluno já traz consigo e oferecer condições para que ele avance por meio de situações relevantes e significativas é essencial para a formação plena do educando.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Diante dessas especificações e esclarecimentos, relacionando-os à nossa prática de acordo com as necessidades e realidade de cada aluno, percebemos então que a forma mais adequada de avaliar está na segunda modalidade descrita por Luckesi, visto que procura na avaliação uma forma de construção do conhecimento, onde os resultados serão objeto de reflexão e análise com vistas a tomada de decisão para uma possível intervenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A avaliação é indispensável no cotidiano escolar, pois auxilia o professor a diagnosticar o andamento do educando. O termo avaliação é muito amplo, pois avaliar não é apenas medir o que o educando sabe ou não sabe, para que a avaliação ocorra é preciso que haja a observação, análise e promover melhor oportunidades de aprendizagem (ação), podemos dizer que o processo avaliativo é completo quando ocorrem essas três modalidades. Pois o principal objetivo é promover melhores condições de aprendizagem e isso se faz com avaliação e intervenção pedagógica no tempo certo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Portanto avaliar exige, além de sensibilidade, conhecimento, ética, vínculo, participação mútua, reflexão, foco na aprendizagem e, para isto, fazer quantas intervenções forem necessárias e possíveis para que efetivamente o aluno aprenda. Cabe ressaltar aqui que atividades instrutivas como siga o modelo, complete, arme e efetue não levarão nossos alunos a pensar o aprender, não os levarão à reflexão nem tampouco a sair de sua zona de acomodação. Segundo Hoffmann (2005), para este fim, faz-se necessário propor atividades desafiadoras que englobem desde os processos básicos de elaboração cognitiva quanto os mais elaborados. Caberá ao professor mediar as estratégias de resolução. Para esta autora, educar/avaliar parte de um diálogo contínuo, da convivência e da confiança mútua no crescimento de todos.&lt;br /&gt;
:O professor consciente de seu papel e comprometido com o processo educativo busca na avaliação conhecer e compreender o desenvolvimento e as dificuldades do seu aluno para atuar de forma positiva nesse processo. Essa prática leva ao crescimento de ambas as partes, pois o próprio professor aprende e evolui em seu fazer pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Para LUCKESI (1997):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:::::&amp;lt;small&amp;gt;A avaliação da aprendizagem nesse contexto é um ato amoroso, na medida em que inclui o educando no seu curso de aprendizagem, cada vez com qualidade mais satisfatória, assim como na medida em que o inclui entre os bem sucedidos, devido ao fato de que esse sucesso foi construído ao longo do processo de ensino-aprendizagem (o sucesso não vem de graça). A construção, para efetivamente ser construção, necessita incluir, seja do ponto de vista individual, integrando a aprendizagem e o desenvolvimento do educando, seja do ponto de vista coletivo, integrando o educando num grupo de iguais, o todo da sociedade.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
:Logo a avaliação como prática educativa deve ser constituída qualitativamente e deve se desenvolver no decorrer do processo ensino-aprendizagem. Nessa forma ela exige um maior empenho por parte do professor e consequentemente um maior envolvimento por parte do aluno, contribuindo assim na construção e na compreensão do conhecimento proposto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM ==&lt;br /&gt;
::::::::::::[[Arquivo:Avaliar4.jpg]]&lt;br /&gt;
:Na educação hoje em que as mudanças acontecem rapidamente, é preciso saber qual é o papel da avaliação no processo ensino e aprendizagem e devemos nos perguntar constantemente: Para que avaliar? Porque avaliar? Quem é avaliado?E o que se pretende alcançar com essa avaliação?&lt;br /&gt;
:De forma sintetizada podemos afirmar que a avaliação é muito complexa, visto que existem diversos modelos e métodos de avaliar, variando de acordo com as concepções de educação que cada um carrega consigo.&lt;br /&gt;
:De acordo com Hoffmann (2003, p.12):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:“No paradigma educacional centrado nas aprendizagens significativas”(apoiado na pedagogia diferenciada e da autonomia), a avaliação é concebida como processo/instrumento de coleta de informações, sistematização e interpretações da informações, julgamento de valor do objeto avaliado através das informações tratadas e decifradas...”.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Nesse sentido, é necessário que os educadores possam refletir nos métodos utilizados hoje para se avaliar e busquem formas diferentes de produzir as avaliações. É fato que o papel do educador hoje é produzir intervenções didáticas diante das avaliações, para que consigamos alcançar nosso objetivo principal, a aprendizagem significativa dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Conhecer e compreender a aplicabilidade dos instrumentos de avaliação utilizados por professores no processo ensino/aprendizagem, equivale constatar a importância de se avaliar corretamente os alunos. Primeiro, precisamos entender como esses métodos contribuem para a construção do conhecimento uma vez que o significado de avaliação está relacionado no modelo político pedagógico vigente. Precisamos questionar o significado da avaliação buscando mostrar que a mesma deve ser um processo para auxiliar no desenvolvimento cognitivo do aluno e não apenas um ato classificatório. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:No entanto, o conceito de avaliação é restrito, ou seja, limita-se apenas a observar o desenvolvimento do estudante utilizando o método quantitativo (notas) e se esquecendo do qualitativo. Sendo assim, a avaliação adotada por muitos educadores ainda é a tradicional, já que o sistema educacional também  é quantitativo. Nesse sentido, Hoffmann (2005, p.14) cita claramente que as posturas avaliativas inclusivas ou excludentes afetam seriamente os sujeitos educativos.&lt;br /&gt;
:Outro fator importante é conhecer as tendências avaliativas, tais como a avaliação e a avaliação formativa. A avaliação por medida está vinculada a quantificação da aprendizagem dos alunos. Já no caso da avaliação formativa está ligada a avaliação da aprendizagem do educando. &lt;br /&gt;
:Segundo Hoffmann (2005 p. 21):&lt;br /&gt;
:“a avaliação formativa está no envolvimento do professor com os alunos e na tomada de consciência acerca do comprometimento com o progresso deles em termos de aprendizagem na importância e na natureza da intervenção pedagógica”.&lt;br /&gt;
:O professor consciente de seu papel e comprometido com o processo educativo busca na avaliação conhecer e compreender o desenvolvimento e as dificuldades do seu aluno para atuar de forma positiva nesse processo. Essa prática leva ao crescimento de ambas as partes, pois o próprio professor aprende e evolui em seu fazer pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em resumo, a avaliação não é somente para os educandos, mas também para o docente que também pode mudar a metodologia diante dos resultados das avaliações realizadas. Isso significa retomar conteúdos, propor a autoavaliação, buscar mudanças no currículo (ementa) e cuidar para que o aluno aprenda de forma significativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:É necessário que haja interação entre aluno e professor no processo de ensino-aprendizagem. O aluno não pode se contentar com a posição de mero expectador, e, o professor deve incentivar que o mesmo participe como o “ator principal”. Ambos precisam compreender a importância que essa troca de experiências tende a beneficiar no produto final, sem contar como isso auxilia no processo de independência e formação de opinião dos alunos, conforme explicita Becker, 2001: [...] que o aluno só aprenderá alguma coisa, isto é, construirá algum conhecimento novo, se ele agir e problematizar a sua situação. E Becker (2001) afirma ainda que: &amp;quot;Pensamos em uma sala de aula onde a proposta do professor é co-participada pelos alunos, pelas sugestões, e a proposta dos alunos é viabilizada pelo professor. E na qual a ação começa a fluir de ambas as partes, e não só na relação professor-aluno ou aluno-professor&amp;quot;.&lt;br /&gt;
O processo avaliativo gera informações constantes que servem para que professores(as) e “aprendentes” possam refletir e criar estratégias de superação dos seus limites e ampliar suas possibilidades, engendrando uma aproximação entre as formas de ensinar e os estilos de aprendizagem.&lt;br /&gt;
Só alcançaremos tais conquistas se estivermos buscando conhecimento através de leituras, ou seja, estudos que possam nos auxiliar nesta demanda, avaliar da maneira correta e justa com conhecimento de causa buscando realmente  o aprendizado dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== CONTEXTO ESCOLAR E AVALIAÇÃO ==&lt;br /&gt;
::::::::::::[[Arquivo:CRIANA~1.JPG]]&lt;br /&gt;
:Dentro do contexto educacional a avaliação é um processo importantíssimo pois visa avaliar a qualidade do corpo discente e é através dela que o gestor escolar toma as decisões dentro do ambiente escolar. Para isso o educando é avaliado diariamente, pois segundo as normas e processos legais descritos pelo sistema nacional de ensino, nos regimentos escolares e nas propostas pedagógicas de cada instituição, incitam estratégias avaliativas para medir o grau de construção de conhecimento da criança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Silva (2003) ao contextualizar o cenário onde a estrutura administrativo-pedagógica da escola é questionada, faz  um alerta sobre a necessidade de novos sentidos e novas práticas frente a pluralidade cultural, ética, política e científica da sociedade moderna. Os avanços tecnológicos, ao mesmo tempo em que promovem o refinamento da produção, desencadeiam o alargamento da miséria e disseminam a violência social e econômica.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O termo avaliação é muito amplo, pois avaliar não é apenas medir o que o educando sabe ou não sabe, para que a avaliação ocorra é preciso que haja a observação, análise e promover melhor oportunidades de aprendizagem (ação), podemos dizer que o processo avaliativo é completo quando ocorrem essas três modalidades. Pois o principal objetivo é promover melhores condições de aprendizagem e isso se faz com avaliação e intervenção pedagógica no tempo certo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Essas avaliações vão de avaliação diagnóstica, no qual tem por objetivo medir o grau de conhecimento prévio do educando como: indicações sobre conhecimentos, aptidões, interesses, entre outros; avaliação formativa orienta e regula a prática pedagógica; e por fim a avaliação somativa, que ocorre ao fim de um processo educacional (ano, semestre, bimestre), tem por objetivo fazer um balanço somatório de uma ou várias sequências do trabalho de formação do educando.&lt;br /&gt;
::::::::::::[[Arquivo:Escola23.jpg]] &lt;br /&gt;
:Desta forma, segundo Hoffmann (2005) no ambiente escolar, o processo avaliativo pode ocorrer de diferentes formas. Destacamos então, a avaliação mediadora, que apresenta como características do avaliador a observação, a análise e a promoção de melhores oportunidades de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Segundo Luckesi (2011, p.172), podemos &amp;quot;distinguir duas modalidades de avaliação: a utilizada para avaliar um objeto já configurado e concluído e a utilizada para avaliar um objeto em construção. Respectivamente, temos, então, avaliação de certificação e avaliação de acompanhamento de uma ação&amp;quot;. Ambas devem estar em conjunto no processo buscando os resultados esperados e possibilitando ações de intervenção no desenvolvimento educacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Tanto aluno quanto professor tem sua capacidade de observar, absorver e operar sobre o mundo e produzir seus significados. No entanto, é papel do mediador buscar a convergência destes, aproximando-os do entendimento dos alunos por meio de processos diferenciados.Desse modo, precisamos utilizar muitos instrumentos avaliativos e não somente provas e testes que mais pontuam do que colaboram. Precisamos permitir as diferenças, ouvir nossos alunos, saber deles sobre eles, como pensam, como chagaram ao resultado apresentado, que caminho percorreram, por que escolheram este ou aquele caminho, entre tantos outros aspectos que não podem ser atingidos com instrumentos restritos e castradores.&lt;br /&gt;
:O processo avaliativo gera informações constantes que servem para que professores (as) e “aprendentes” possam refletir e criar estratégias de superação dos seus limites e ampliar suas possibilidades, engendrando uma aproximação entre as formas de ensinar e os estilos de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Assim, acreditamos que dentro do processo avaliativo o professor sempre deve ampliar seus instrumentos, recursos e principalmente sua forma de avaliar os alunos, compreendendo que cada aluno é único e precisa ser avaliado pensando no seu desenvolvimento como todo e não apenas numa nota apontada em uma avaliação. Esta, por sua vez, deve ser mais um instrumento de transformação da sociedade, pois quando ela prioriza a formação integral do aluno não se refere apenas a potencialidades cognitivas, mas no desenvolvimento de todas as capacidades da pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A IMPORTÂNCIA DA AUTOAVALIAÇÃO DOCENTE ==&lt;br /&gt;
::::::::::::[[Arquivo:Charge-notabaixa.jpg‎]]&lt;br /&gt;
:Para uma avaliação eficiente de desempenho dos alunos, os docentes precisam constantemente se auto-avaliar.  Avaliar é uma ação que faz parte do complexo aprender. Desta forma, exige do professor um olhar profundo sobre o aluno, a fim de compreender sua forma de entender o mundo e seu processo de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Cada pessoa tem seus próprios mecanismos para aprender, cabe ao professor conhecer essas individualidades para estimulá-las. Faz parte também do processo de avaliação, considerar o conhecimento prévio do aluno para evoluir a partir dele. Neste ponto de vista, é preciso avaliar para aprender.&lt;br /&gt;
::::::[[Arquivo:Charge 3.jpg]]&lt;br /&gt;
:A avaliação deve acompanhar a evolução do aluno, neste processo o professor deve refletir constantemente sobre sua pratica, observar e analisar seus alunos e mediar a aprendizagem, estimulando a pesquisa e (re)elaboração de conceitos, respeitando e auxiliando os limites e avanços individuais e a partir deles refletir e agir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== APRENDIZAGEM, AUTORIA E AVALIAÇÃO ==&lt;br /&gt;
::::::::::::[[Arquivo:Cidadania.jpeg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Os professores de uma escola devem visar a autoria e a compreensão dos conteúdos por parte de todos os envolvidos, e a avaliação é um instrumento importante para a conquista destes saberes,  e esta deve coletar o maior número de informações possíveis, para que os professores sejam capazes de analisar e melhorar suas metodologias de ensino, contemplando se não todos a maioria dos alunos com estes saberes ensinados. Segundo Silva, (2003):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:::::&amp;lt;small&amp;gt; [...] é imperativo lançar mão de um maior número de instrumentos avaliativos [...] Esta atitude possibilita coletar o máximo de informações possíveis em torno das aprendizagens e das histórias dos aprendentes e das intervenções e das posturas dos docentes. Por exemplo, restringir a avaliação aos testes finais e aos aprendentes implica não avaliar certos aspectos dos estudantes, como o desenvolvimento oral, a capacidade investigativa e a participação em trabalhos em grupo [...] não toma a intervenção didática como objeto da avaliação.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Intervir não significa apenas destacar o erro e apresentá-lo ao aluno como uma simples constatação a ser deixada para trás, mas sim instigar e possibilitar que o aluno a identifique onde e por que errou. Desse modo, o aluno não perde seu senso crítico, reflexivo e autor, afinal, a autoria pressupõe erros e acertos, mas é na superação do erro que ocorre as descobertas para a reconstrução e, consequentemente, o avanço, a aprendizagem significativa. Portanto, a avaliação, nas suas mais variadas formas e instrumentos deve promover este avanço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::::::::::::[[Arquivo:AVALIA~2.JPG]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Segundo Silva(2003), se optarmos por um projeto de sociedade baseado na lógica do mercado, então a escola será um lugar privilegiado de treinar clientes para o mercado e selecionar os mais competentes. O processo avaliativo, por sua vez, reproduzirá a estratificação social vigente na sociedade neoliberal do mercado globalizado. Caso fizermos a escolha por um projeto societário emancipador, a escola será um lugar de promoção da interseção da diversidade cultural, um espaço de significar e dar sentido a produção do conhecimento, dos valores e competências fundamentais para a formação humana, dos que aprendem e dos que ensinam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Vale ressaltar aqui o quão difícil é o ato de avaliar. Por isso Demo, (2004) afirma que no âmbito educacional toda avaliação é: “injusta, incômoda, incompleta e ideológica”. Injusta por ser reducionista, pois não abrange toda a complexidade humana. Incômoda porque o poder sempre estará nas mãos do avaliador. Incompleta já que diante da dinâmica complexa da aprendizagem será impossível expressá-la em sua totalidade, seja qual for o indicador ou instrumento, por mais que busque a amplidão, sempre será incompleta. Por fim, ideológica, pois “não se pode camuflar a relação de poder entre o avaliador e o avaliado”. O contexto de poder é muito mais forte e mais amplo do que o contexto da aprendizagem, pois toda relação de poder está relacionada diretamente à política e suas entrelinhas. É lá que ficam seus verdadeiros interesses.&lt;br /&gt;
:Devemos considerar ainda a formação do professor , a qual deve contemplar reflexões acerca do que é a &amp;quot;avaliação&amp;quot;.&lt;br /&gt;
:A defesa que fazemos é que a formação inicial dos profissionais da educação pode fazer diferença na futura inserção desses na escola (SANTOS,2006).&lt;br /&gt;
:Portanto se o professor já está familiarizado com toda a realidade da escola e o que pode permear a avaliação dentro do projeto pedagógico da escola, sabendo que cada escola possui uma personalidade própria e que deverá ser respeitada, bem como seu processo avaliativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Da mesma forma, o planejamento não pode estar alienado do contexto, das experiências já conhecidas. Para Moraes (2004, p.149):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:::::&amp;lt;small&amp;gt;se o processo educacional é um sistema aberto, vivo, podemos inferir que tanto o planejamento, quanto a prática pedagógica, para estar de acordo com a nova visão de mundo pós-moderna, necessitam incluir o movimento, que pode ser compreendido como forma de expressão dos processos de interação e reflexão.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Isso remete a um processo educacional dialógico e em constante transformação, ou seja, o refletir na ação e sobre a ação. Assim, o educador igualmente reflete sobre sua prática e sobre si, enquanto ser humano, e se coloca, também, na posição de educando. Moraes (2004, p.168) indica que &amp;quot;a transformação do exterior é facilitada pelo conhecimento interior&amp;quot;. Essa reflexão é proporcionada pela avaliação e auto-avaliação de professor e aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Buscamos uma aula ideal, que independentemente das concepções ou teorias, seja “aquela aula” que instiga, desenvolva e estimule o aluno a ler e a pesquisar, que cria dúvidas, enfim, a que o faz pensar e produzir seu material. Não podemos subestimar as capacidades de nossos educandos. Tem que haver compreensão por parte dos educadores, o fato de quão é importante se trabalhar para que o aluno se torne crítico, construa opiniões próprias e saiba argumentar, questionar. Propiciar e desenvolver atividades que instiguem eles a pesquisa, a descoberta, a autoria de suas próprias atividades, a criação de seus trabalhos, isso contribui de forma muito significativa no desenvolvimento da aprendizagem e autoria e também na formação intelectual dos alunos.&lt;br /&gt;
:Estabelecer metas, acreditar na capacidade dos alunos e demonstrar interesse em suas criações em relação aos conteúdos trabalhados, são gestos que podem diferenciar e contribuir com o desenvolvimento de alunos. E também um grande estímulo para aqueles que têm dificuldades em serem criativos, e que não “gostam” de estudar. Para assim torna-los, futuramente, cidadãos críticos, questionadores, autores e detentores de opinião acerca de assuntos variados, e que, perdurarão pela vida acadêmica por um bom e proveitoso tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== CONSIDERAÇÕES FINAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::[[Arquivo:10million.jpeg]]&lt;br /&gt;
:A avaliação é a reflexão transformada em ação. Reflexão permanente do professor sobre sua realidade, e acompanhamento, passa a passo, do educando. Um processo interativo, através do qual educando e professores aprendem sobre si mesmos e sobre a realidade escolar no ato da própria avaliação. Avaliar somente não traz benefícios ao professor nem mesmo ao aluno, pois uma avaliação pontual como já foi supracitada dá chance ao acaso e evidencia  um ponto no  processo ensino aprendizagem; já a avaliação processual permeia todo o ano letivo e fornece mais ferramentas para o professor repensar sua prática e seu fazer pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Hoffmann (2005)se sente angustiada, ao ver que em pleno século XXI, milhares de crianças ainda tem sua aprendizagem validada por métodos imprecisos e injustos. Avaliações padronizadas e objetivas não promovem uma diferença “sensível”, a exigência do professor deve vir acompanhada de apoios, tanto intelectuais quanto afetivos, isto sim, permitirá aos alunos superarem quaisquer desafios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Segundo Roland Abrecht (1994, p.125) ''o objetivo da avaliação formativa, deve ocorrer com o desenvolvimento de atitudes de auto-avaliação que levam os sujeitos a serem capazes de se situar no seu processo de formação.'' Esse situar-se é o envolvimento do alunato com os educadores e com todo o contexto escolar vivenciado. Permitindo que todos assumam um compromisso de autoconstrução, de autodesenvolvimento, pelo responsabilizar-se pelo outro, retomando caminhos, redirecionando processos, aprendendo a ser mais do que já estão delimitados na cultura que está postada por esse século. A avaliação, pelo seu caráter inventivo e hesitante, segundo o mesmo autor, confere direitos de cidadania ao que é opaco, complexo e equívoco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A avaliação dentro do contexto escolar é ainda muito contraditória, visto que segundo especialistas como Hoffmann 2005, avaliar é algo processual e contínuo, não podendo ser tomado como avaliação uma lista de exercícios que o professor corrigi ou uma avaliação que o professor aplica no final de cada bimestre, esses são considerados apenas instrumentos de avaliação. Para Hoffmann 2005 Avaliar implica “observar o aprendiz, analisar e compreender suas estratégias de aprendizagem e tomar decisões pedagógicas favoráveis a continuidade do processo.”  A avaliação é um processo de caráter “singular” no que diz respeito aos alunos, cabendo ao professor avaliar cada aluno dentro do seu contexto e de acordo com suas particularidades em relação à aprendizagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Porém, o que vemos no contexto escolar são avaliações externas que se compõe de uma lista de exercícios, igual para todos os alunos, e que através dessa a aprendizagem é avaliada. Para que o aluno ingresse em uma universidade ou seja aprovado em qualquer concurso público, é à ele aplicada uma “avaliação” do seu aprendizado anterior, com novamente uma lista de exercícios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A avaliação deve visar o aprendizado do aluno, zelar pelo seu crescimento, nortear o professor em suas estratégias pedagógicas. Verificar o quanto o aluno avançou e/ou buscou novas formas para resolver situações comuns ou cotidianas é valorizar seu conhecimento, é reconhecer o aluno como construtor do seu próprio saber.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:No entanto, muitas mudanças e concepções podem ser colocadas em práticas no contexto escolar, e porque não dizer, também no âmbito educacional do Brasil. Se pretendemos nos afastar de métodos discriminatórios, excludentes e classificatórios, devemos buscar toda uma coerência na avaliação externa e interna do nosso país. Seria a necessidade de todos falarem a mesma língua, como, dentro das escolas trabalharmos de formas mais abrangentes, considerando a evolução e desenvolvimento de cada aluno, não somente através de números frios, mas percebendo esse crescimento pessoal, como também com aplicações de avaliações na mesma linguagem em nível nacional, sem estatísticas frias e desmotivacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mudança nos métodos de avaliação dos processos de aprendizagem, segundo Fernandes (2003), exige uma concepção de aluno como um ser crítico, criativo e participativo, com autonomia e capacidade de tomar decisões, sendo co-ator desse exercício de avaliação por si próprio, aprendendo a analisar seu próprio desenvolvimento educativo e cultural, tendo uma participação privilegiada com diálogo. Proporcionando a reflexão tanto por parte dos professores quanto dos alunos que é exigida como parte fundamental desse processo. Nesta visão, a avaliação deixaria de ser vista classificatória e excludente, dando mais oportunidades para uma formação de alunos atuantes na sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Façamos o melhor possível, por mais que tenhamos de atribuir uma nota, uma classificação ou promoção será muito mais justo que nossos alunos entendam esse processo, que não percam a certeza de que podem vencer obstáculos. Nunca seremos integralmente justos, mas podemos apontar possibilidades, resgatar a autoconfiança e a autoestima, assim pretendemos que se libertem dos rótulos e das classificações pontuais, mas que se percebam como sujeitos de sua própria história e transformação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Nesse sentido, a constituição do sujeito passa a ser a preocupação central em torno da qual se estrutura um processo em que as aprendizagens ocorrem em função desta finalidade mais ampla. Não se trata, portanto, de justaposição de aprendizagem fragmentadas dos conteúdos das várias áreas, mas se concebe o conhecimento como parte integrante da formação humana, o que inclui dimensão ética da aquisição, a distribuição e o uso do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Para Luch Jussara (2003) ''Avaliar é tomar partido, é aceitar o outro como ele se apresenta, é ter responsabilidade, compromisso como o outro e , portanto, consigo mesmo, com uma nova perspectiva, com uma dimensão ética. Pressupõe uma relação com o outro, dialógica, um agir em comunhão, e um conhecimento sobre as condições de possibilidades de um reinventar-se, que desta forma é partilhado, interpretado e transformado em comunhão.''portanto, a formação da identidade se dá no encontro como o outro numa construção social e não como algo meramente objetivo e natural, o caráter da avaliação tem assim outra dimensão, é diferente, pois propicia avanço, progressão, mudança, a criação do novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::::::::::::[[Arquivo:Educaçâo4.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== REFERÊNCIAS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PESSOAL, PARA QUE NOSSO TEXTO FIQUE MAIS BONITO ESTETICAMENTE, SUGIRO COMEÇARMOS TODOS OS PARÁGRAFOS COM : --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ABRENCHT, R. '''A avaliação formativa'''. Rio Tinto: Portugal, Asa, 1994.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ANTUNES, Celso. '''A avaliação da aprendizagem escolar.''' 5 ed. Petrópolis: Vozes, 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Ser professor é cuidar que o aluno aprenda.''' Porto Alegre. Mediação, 2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FERNANDES, Claudia de Oliveira. '''Praticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo'''. Organizadores Janssen Felipe da Silva, Jussara Hoffmann, Mara Tereza  Esteban- Porto Alegre: Mediação,2003&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. Avaliação formativa ou avaliação mediadora? In: _______. '''O jogo do contrário em avaliação'''. Porto alegre: mediação, 2005, p 13 a 23.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. '''Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola À Universidade'''. 14ª ed. Porto Alegre: Mediação, 1998.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI,Cipriano Carlos. '''Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico.''' 1 ed., São Paulo: Cortez,2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem na escola e a questão das representações sociais. '''Eccos Revista Científica'''. vol. 4, fac. 02, Universidade Nova de Julho, São Paulo, pág. 79 a 88. Eccos revista científica, São Paulo, v. 4, n. 2, p. 79-88, 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCH, Jussara M. de Paula. '''O desafio da ética na avaliação'''. Mediação: Porto Alegre/RS, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. '''Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições'''. 4a ed. São Paulo, Cortez. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUZ, Giovana Gomes de Macedo. '''Avaliação Mediadora: a ponte entre o conhecimento e a aprendizagem'''. 2012. Disponível em:http://fabiopestanaramos.blogspot.com.br/2012/06/avaliacao-mediadora-ponte-entre-o.html. Acesso em 17 Jun 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MORAES, Maria Cândida. '''O paradigma educacional emergente.''' 10 ed. São Paulo: Papirus, 2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PERRENOUD, PHILIPPE. '''Entre duas lógicas, da excelência à regulação das aprendizagens'''. Porto Alegre, Artmed, 1999.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe; HOFFMANN, Jussara; ESTEBAN, Maria Teresa. '''Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo.''' Porto Alegre. Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. '''Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo'''.Organizadores Claúdia de Oliveira Fernandes,Jussara Hoffmann, Mara Tereza Esteban. Porto Alegre. Mediação, 2003.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Irany</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Vespertino</id>
		<title>Turma - B - Vespertino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Vespertino"/>
				<updated>2013-06-16T21:56:12Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Irany: /* CONTEXTO ESCOLAR E AVALIAÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== &amp;lt;center&amp;gt;Avaliação escolar - intervenção mediadora na aprendizagem do aluno&amp;lt;/center&amp;gt; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Escada.jpg‎]].&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== INTRODUÇÃO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A avaliação tem sido um dos principais temas de debates dentro do contexto escolar. Os estudos acerca do tema apresentam como objetivo a busca pela verdadeira definição para o seu significado, visto que o processo avaliativo tem sido justamente um dos aspectos mais problemáticos da prática pedagógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O ato de avaliar é uma prática social, amplamente utilizada e baseada na observação e na reflexão acerca de algo ou alguém. Na escola, seu papel vem sendo discutido e sua verdadeira dimensão ainda não aparece de maneira muito clara.  Ao longo das décadas, sua utilização baseou-se fundamentalmente na atribuição de notas, com vistas à promoção ou reprovação do aluno. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A intencionalidade que o professore tem, em relação à avaliação, define a sua concepção de educação e, consequentemente, se este está contribuindo com o modelo de sociedade no qual vivemos, ou então, se procura transformá-la. O processo avaliativo, se for considerado como instrumento de dominação social, não contempla a verdadeira aprendizagem do aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Por meio de tal processo, que esperamos ser de domínio dos que o praticam no estabelecimento escolar, é expresso o &amp;quot;feedback&amp;quot; pelo qual se define o caminho para atingir os objetivos pessoais e sociais, implicando na maioria das vezes na tomada de uma série de decisões relativas ao objeto avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A avaliação da aprendizagem escolar é uma atividade pedagógica que deve ser permanente. Sendo assim, necessária ao trabalho docente. É através desse processo que acontece o acompanhamento do ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Desta forma, precisamos conhecer e refletir acerca do processo avaliativo escolar vigente em nossos estabelecimentos escolares, realizando estudos sobre os princípios teóricos que alicerçam a avaliação como prática educativa. Torna-se relevante também, reconhecer como a avaliação ocorre nos espaços escolares, destacando seu papel como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Atualmente, reconhecemos como de suma importância, o processo de autoria na aprendizagem, que pode ser fundamentado e trabalhado quando percebemos que o momento da avaliação oferece a todos os envolvidos no processo educativo, formas de reflexão sobre a própria prática. Por meio dela, o trabalho do professor pode ser direcionado às reais necessidades dos alunos, priorizando suas experiências pessoais e os conhecimentos acumulados em sua história pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:É necessário observar que quando se tem o cuidado e a sensibilidade em identificar por que o aluno chegou ao erro, como ele está pensando, onde se perdeu, o que é necessário retomar, como retomar, que mudanças o farão identificar a falha e reorientar o processo, aí sim se caracteriza uma prática construtiva e colaborativa de crescimento na aprendizagem e, consequentemente, no ensino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO == &lt;br /&gt;
:O processo avaliativo está intimamente ligado à concepção de educação e de sociedade que o professor e a escola se encontram. A concepção epistemológica de aprendizagem do educador determinará suas práticas e estratégias de ensino em relação ao processo de aprendizagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A sociedade contemporânea exige do sistema de ensino uma preocupação voltada ao processo social, já que as evoluções tecnológicas e o mercado de trabalho exigem uma capacidade de resolver problemas com originalidade e criatividade distanciando-se do comodismo e utilizando a tecnologia como ferramenta de suporte de suas ações e criações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Numa perspectiva educacional conhecida como tradicional, o professor optará pela avaliação quantitativa. Esse prática avaliativa não é ingênua e contribui para que se perpetue um modelo de sociedade conservador e excludente. Por esse prisma, a avaliação é vista como um instrumento qualificador, pois faz uso de instrumentos descontextualizados e que não valorizam o processo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Antunes (2002,p.32), ressalta que &amp;quot;o foco de uma avaliação jamais deve estar centrada no conteúdo trabalhado, mas na capacidade de contextualização revelada pelo aluno em aplicar os ensinamentos desse conteúdo em outros níveis de pensamento, outras situações e até mesmo outras disciplinas. A escola deve ser assim, um ensaio da vida social e a sala de aula, o local onde aprendemos como utilizar os conhecimentos adquiridos na sociedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A temática da avaliação, ainda nos leva a reflexões e a outras problemáticas existentes em todos os níveis de ensino, desde as concepções adotadas pelos educadores, à postura demonstrada pelos educandos e a pouca ou falta de interesse das instituições escolares em discutir e melhorar seu sistema avaliativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Por parte dos educadores, a avaliação é ainda muitas vezes realizada na sala de aula sem a construção de objetivos claros a serem alcançados, assim como as metas que este educador espera que seus alunos alcancem, tornando assim o processo um instrumento de poder que não revela ao próprio professor os pontos fortes e as deficiências de seu trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Por vezes muitos educadores, por falta de clareza de objetivos, fazem uso do processo avaliativo sob a forma de cobrança de conteúdos que foram aprendidos de forma mecânica e pouco participativa. Assim, a classificação dos alunos também se dá de forma automática: bons, ruins, aprovados ou reprovados. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
:A fase da avaliação não se caracteriza como um momento final do processo de aprendizagem, mas sim na fase em que é possível criar condições para novas aprendizagens e que o aluno a partir de seu nível de conhecimento, possa evoluir na construção de seu conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao falarmos sobre avaliação, logo nos deparamos com uma série de questionamentos indagando se o aluno teve ou não um aprendizado satisfatório ou se superou a expectativa de desempenho definido pela escola, pelo currículo ou pelo professor.  A partir daí, aparecem outras perguntas como se o aluno respondeu corretamente as atividades propostas, se seguiram o mesmo ritmo um dos outros alunos. Com isso, surgem o padrão de referência, ou seja, expectativas padronizadas consideradas corretas, como critérios de avaliação  utilizados antigamente e utilizados até hoje para medir o aprender ou o não aprender do aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma concepção mais ampla de avaliação procura abarcar formas de avaliar o aluno pautado em métodos de coleta e processamento de dados variados, superiores aos comumente utilizados. Quando se concebe a avaliação como um sistema de controle de qualidade é possível e produtivo monitorar cada passo do processo de aprendizagem do aluno e do ensino que o professor afetivamente realiza. Da mesma forma Demo (1998, p. 43) ensina que “[...] a avaliação deixa de ser um ato isolado, especial e com data marcada, para fazer parte natural do processo de orientação e convivência motivada do aluno”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A avaliação, nessa perspectiva, permite proceder às reformulações, ainda no percurso, caso se perceba deficiências em algumas partes do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Quando simplesmente quantifica, mensura, rotula, é um fim em si mesmo. Desse modo desvaloriza o saber,     impede o diálogo, torna-se instrumento de controle e limitação tanto de alunos quanto de professores e, ainda, encara o erro do aluno como vilão. &lt;br /&gt;
:Diante disso, devemos observar que o erro é fundamental no processo avaliativo, pois é nessa representação que o aluno dá indícios de como está seu processo de construção de conhecimento. Indica caminhos diferentes daqueles que o professor esperava. Diante do erro, professores devem buscar converter “o não saber, estático, negativo e definitivo, em não saber, provisório, relativo e potencial”. (ESTEBAN, 2001, p. 23).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Segundo o dicionário, avaliação significa o ato de apreciação e estimação. Dentro do contexto educacional, avaliação é o ato de investigar a qualidade da aprendizagem, a fim de diagnosticar seus impasses e propor soluções satisfatórias. Portanto, a avaliação deve acontecer de maneira contínua e progressiva. Sobre ela, Luckesi afirma:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
:::::&amp;lt;small&amp;gt;A avaliação, em si, é dinâmica e construtiva, e seu objetivo, no caso da prática educativa, é dar suporte ao educador (gestor da sala de aula), para que aja da forma o mais adequada possível, tendo em vista a efetiva aprendizagem por parte do educando. A ação pedagógica produtiva assenta-se sobre o conhecimento da realidade da aprendizagem do educando, conhecimento esse que subsidia decisões, seja para considerar que aprendizagem já está satisfatória, seja para reorientá-la, se necessário, para a obtenção de um melhor desempenho. (LUCKESI, 2011, p. 176)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Podemos observar que o autor aborda a avaliação da maneira como ela é comumente discutida em reuniões pedagógicas das escolas. Deve-se realizá-la, não como um objeto de castigo e repressão aos alunos, e sim como instrumento de reflexão para o fazer pedagógico e replanejamento de aulas. A avaliação é indispensável no cotidiano escolar, pois auxilia o professor a diagnosticar o andamento do educando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O termo avaliação é muito amplo, pois avaliar não é apenas medir o que o educando sabe ou não sabe. Para que ela ocorra é preciso que haja observação, análise e promoção de melhores oportunidades de aprendizagem (ação). Podemos afirmar que o processo avaliativo é completo quando ocorrem essas três modalidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:As mudanças de concepções acerca do processo avaliativo permeiam nosso fazer e cada vez mais, esta avaliação excludente e ameaçadora do passado, regride graças aos estudos e aos bons profissionais da educação, ou seja, aqueles que se dedica aos estudos, debates e que reflete sobre seu trabalho, enxerga seu aluno como um ser social e político, construtor do seu próprio conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Neste contexto, o papel do educador será o de &amp;quot;mediador&amp;quot; entre o aluno e o conhecimento sistematizado que este necessita para deixar de ser um mero receptor de informações e o professor ter a oportunidade para abandonar o rótulo de “o dono do saber&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Sendo assim,a avaliação deve ter caráter orientador, cooperativo e interativo, onde os resultados obtidos no decorrer do trabalho conjunto entre professor e alunos são comparados com os objetivos propostos, a fim de identificar as dificuldades, os progressos e, também reorientar o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Avaliar é muito mais que conhecer o aluno.É reconhecê-lo como uma pessoa digna de respeito e de interesse. O professor precisa estar preocupado com a aprendizagem desse aluno. Nesse sentido, o professor se torna um aprendiz do processo, pois se aprofunda nas estratégias de pensamento do aluno, nas formas como ele age, pensa e realiza essas atividades educativas. Só assim, é que o professor pode intervir, ajudar e orientar esse aluno. É um comprometimento do professor com a sua aprendizagem:tornar-se um permanente aprendiz da sua disciplina e dos próprios processos de aprendizagem. Por isso, a avaliação é um terreno bastante arenoso, complexo e difícil. Eu mudo como pessoa quando passo a perceber o enorme comprometimento que tenho como educador ao avaliar um aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:De acordo com Luckesi (2011, p.15):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:::::&amp;lt;small&amp;gt;A avaliação da aprendizagem só funcionará bem se houver clareza do que se deseja (projeto político-pedagógico), se houver investimento e dedicação na produção dos resultados por parte de quem realiza a ação (execução) e se a avaliação funcionar como meio de investigar e se, necessário, intervir na realidade pedagógica, em busca do melhor resultado. Sem esses requisitos, a prática pedagógica permanecerá incompleta e a avaliação da aprendizagem não poderá cumprir seu verdadeiro papel.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Nesse processo, a intervenção pedagógica, torna-se essencial à aprendizagem, uma vez que compete ao professor mostrar novas possibilidades ou utilizar recursos diferenciados para despertar a criatividade e o interesse dos alunos, não só em buscar o conhecimento, mas principalmente consolidar este conhecimento na prática em seu meio social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Avaliar não é uma tarefa fácil, cada aluno tem seu tempo de aprender, não deve existir um padrão de aprendizagem. A avaliação deverá fazer parte sempre do planejamento e da proposta pedagógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:De acordo com Hoffmann (2005, p.17):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:::::&amp;lt;small&amp;gt;Avaliação é, portanto, uma ação ampla que abrange o                             cotidiano do fazer pedagógico e cuja energia faz pensar o planejamento, a proposta pedagógica e a relação entre todos os elementos da ação educativa. Basta pensar que avaliar é agir com base na compreensão do outro, para se entender que ela nutre de forma vigorosa todo o trabalho educativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;/small&amp;gt; Luckesi, (2011) distingue a avaliação em duas modalidades: “avaliação de certificação e avaliação de acompanhamento de uma ação [...] a primeira encerra-se na qualificação do objeto, já a segunda acompanha uma atividade em sua dinâmica construtiva, tendo em vista a busca dos resultados desejados.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Diante dessas especificações e esclarecimentos, relacionando-os à nossa prática de acordo com as necessidades e realidade de cada aluno, percebemos então que a forma mais adequada de avaliar está na segunda modalidade descrita por Luckesi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Portanto avaliar exige, além de sensibilidade, conhecimento, ética, vínculo, participação mútua, reflexão, foco na aprendizagem e, para isto, fazer quantas intervenções forem necessárias e possíveis para que efetivamente o aluno aprenda. Cabe ressaltar aqui que atividades instrutivas como siga o modelo, complete, arme e efetue não levarão nossos alunos a pensar o aprender, não os levarão à reflexão nem tampouco a sair de sua zona de acomodação. Segundo Hoffmann (2005), para este fim, faz-se necessário propor atividades desafiadoras que englobem desde os processos básicos de elaboração cognitiva quanto os mais elaborados. Caberá ao professor mediar as estratégias de resolução. Para esta autora, educar/avaliar parte de um diálogo contínuo, da convivência e da confiança mútua no crescimento de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== CONTEXTO ESCOLAR E AVALIAÇÃO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A educação, como direito de todos, tem como meta assegurar a igualdade de oportunidades aos cidadãos. Dentro do contexto educacional, qualquer aluno passa a ser diariamente avaliado segundo normas e processos legais descritos nos regimentos escolares e nas propostas pedagógicas de cada estabelecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Desta forma, segundo Hoffmann (2005) no ambiente escolar, o processo avaliativo pode ocorrer de diferentes formas. Destacamos então, a avaliação mediadora, que apresenta como características do avaliador a observação, a análise e a promoção de melhores oportunidades de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Tanto aluno quanto professor tem sua capacidade de observar, absorver e operar sobre o mundo e produzir seus significados. No entanto, é papel do mediador buscar a convergência destes, aproximando-os do entendimento dos alunos por meio de processos diferenciados.Desse modo, precisamos utilizar muitos instrumentos avaliativos e não somente provas e testes que mais pontuam do que colaboram. Precisamos permitir as diferenças, ouvir nossos alunos, saber deles sobre eles, como pensam, como chagaram ao resultado apresentado, que caminho percorreram, por que escolheram este ou aquele caminho, entre tantos outros aspectos que não podem ser atingidos com instrumentos restritos e castradores.&lt;br /&gt;
O processo avaliativo gera informações constantes que servem para que professores (as) e “aprendentes” possam refletir e criar estratégias de superação dos seus limites e ampliar suas possibilidades, engendrando uma aproximação entre as formas de ensinar e os estilos de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== APRENDIZAGEM, AUTORIA E AVALIAÇÃO ==&lt;br /&gt;
:Segundo Silva, (2003):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:::::&amp;lt;small&amp;gt; [...] é imperativo lançar mão de um maior número de instrumentos avaliativos [...] Esta atitude possibilita coletar o máximo de informações possíveis em torno das aprendizagens e das histórias dos aprendentes e das intervenções e das posturas dos docentes. Por exemplo, restringir a avaliação aos testes finais e aos aprendentes implica não avaliar certos aspectos dos estudantes, como o desenvolvimento oral, a capacidade investigativa e a participação em trabalhos em grupo [...] não toma a intervenção didática como objeto da avaliação.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Intervir não significa apenas destacar o erro e apresentá-lo ao aluno como uma simples constatação a ser deixada para trás, mas sim instigar e possibilitar que o aluno a identifique onde e por que errou. Desse modo, o aluno não perde seu senso crítico, reflexivo e autor, afinal, a autoria pressupõe erros e acertos, mas é na superação do erro que ocorre as descobertas para a reconstrução e, consequentemente, o avanço, a aprendizagem significativa. Portanto, a avaliação, nas suas mais variadas formas e instrumentos deve promover este avanço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Vale ressaltar aqui o quão difícil é o ato de avaliar. Por isso Demo, (2004) afirma que no âmbito educacional toda avaliação é: “injusta, incômoda, incompleta e ideológica”. Injusta por ser reducionista, pois não abrange toda a complexidade humana. Incômoda porque o poder sempre estará nas mãos do avaliador. Incompleta já que diante da dinâmica complexa da aprendizagem será impossível expressá-la em sua totalidade, seja qual for o indicador ou instrumento, por mais que busque a amplidão, sempre será incompleta. Por fim, ideológica, pois “não se pode camuflar a relação de poder entre o avaliador e o avaliado”. O contexto de poder é muito mais forte e mais amplo do que o contexto da aprendizagem, pois toda relação de poder está relacionada diretamente à política e suas entrelinhas. É lá que ficam seus verdadeiros interesses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== CONSIDERAÇÕES FINAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Façamos o melhor possível, por mais que tenhamos de atribuir uma nota, uma classificação ou promoção será muito mais justo que nossos alunos entendam esse processo, que não percam a certeza de que podem vencer obstáculos. Nunca seremos integralmente justos, mas podemos apontar possibilidades, resgatar a autoconfiança e a autoestima, assim pretendemos que se libertem dos rótulos e das classificações pontuais, mas que se percebam como sujeitos de sua própria história e transformação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== REFERÊNCIAS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PESSOAL, PARA QUE NOSSO TEXTO FIQUE MAIS BONITO ESTETICAMENTE, SUGIRO COMEÇARMOS TODOS OS PARÁGRAFOS COM : --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ANTUNES, Celso. '''A avaliação da aprendizagem escolar.'''5 ed. Petrópolis: Vozes, 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. Avaliação formativa ou avaliação mediadora? In: _______. '''O jogo do contrário em avaliação'''. Porto alegre: mediação, 2005, p 13 a 23.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI,Cipriano Carlos. '''Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico.''' 1 ed., São Paulo: Cortez,2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe; HOFFMANN, Jussara; ESTEBAN, Maria Teresa. '''Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo.''' Porto Alegre. Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Ser professor é cuidar que o aluno aprenda.''' Porto Alegre. Mediação, 2004.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Irany</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Vespertino</id>
		<title>Turma - B - Vespertino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_B_-_Vespertino"/>
				<updated>2013-06-15T19:25:47Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Irany: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== &amp;lt;center&amp;gt;Avaliação escolar - intervenção mediadora na aprendizagem do aluno&amp;lt;/center&amp;gt; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Escada.jpg‎]].&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Avaliação segundo dicionário significa um ato de avaliar, apreciação e estimação, dentro do contexto educacional avaliação é o ato de investigar a qualidade da aprendizagem, a fim de diagnosticar seus impasses e propor soluções satisfatórias. Portanto, a avaliação deve acontecer de maneira contínua e progressiva. Sobre ela, Luckesi afirma&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
:::::&amp;lt;small&amp;gt;A avaliação, em si, é dinâmica e construtiva, e seu objetivo, no caso da prática educativa, é dar suporte ao educador (gestor da sala de aula), para que aja da forma o mais adequada possível, tendo em vista a efetiva aprendizagem por parte do educando. A ação pedagógica produtiva assenta-se sobre o conhecimento da realidade da aprendizagem do educando, conhecimento esse que subsidia decisões, seja para considerar que aprendizagem já está satisfatória, seja para reorientá-la, se necessário, para a obtenção de um melhor desempenho. (LUCKESI, 2011, p. 176)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Podemos observar que o autor aborda a avaliação da maneira como ela é comumente discutida em reuniões pedagógicas das escolas. Deve-se realizá-la, não como um objeto de castigo e repressão aos alunos, e sim como instrumento de reflexão para o fazer pedagógico e replanejamento de aulas. A avaliação é indispensável no cotidiano escolar, pois auxilia o professor a diagnosticar o andamento do educando. O termo avaliação é muito amplo, pois avaliar não é apenas medir o que o educando sabe ou não sabe. Para que ela ocorra é preciso que haja observação, análise e promoção de melhores oportunidades de aprendizagem (ação). Podemos afirmar que o processo avaliativo é completo quando ocorrem essas três modalidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- PESSOAL, PARA QUE NOSSO TEXTO FIQUE MAIS BONITO ESTETICAMENTE, SUGIRO COMEÇARMOS TODOS OS PARÁGRAFOS COM : --&amp;gt;&lt;br /&gt;
Avaliar é muito mais que conhecer o aluno, é reconhecê-lo como uma pessoa digna de respeito e de interesse., o professor precisa estar preocupado com a aprendizagem desse aluno. Nesse sentido, o professor se torna um aprendiz do processo, pois se aprofunda  nas estratégias de pensamento do aluno, nas formas como ele age, pensa e realiza essas atividades educativas. Só assim é que o professor pode intervir ajudar e orientar esse aluno. É um comprometimento do professor com a sua aprendizagem - tornar-se um permanente aprendiz. Aprendiz da sua disciplina e dos próprios processos de aprendizagem. Por isso a avaliação é um terreno bastante arenoso complexo e difícil. Eu mudo como pessoa quando passo a perceber o enorme comprometimento que tenho como educador ao avaliar um aluno.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Irany</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
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				<updated>2013-06-14T20:21:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Irany: /* PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]]   [[Arquivo:Web-20.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt; &amp;lt;br&amp;gt;Quando o interesse em comercializar computadores surgiu (superando a sua aplicação bélica) cresceu o interesse em inserir dentro do contexto escolar as vantagens que a informática oferecia. Assim, tornou-se pontual discutir as formas com que a computação se desenvolveu e os rumos que pra ela, se abrem no futuro, quer seja em empresas, órgãos públicos ou escolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando especificamente da educação, professor ganhou uma importante ferramenta para intermediar o processo de ensino e aprendizagem. Dessa forma, é fundamental que sejam analisadas todas as possibilidades que se somaram ao ensino com a informática e, com isso, adequar o planejamento pedagógico da escola. Tudo porque existe um novo perfil de aluno, muito mais ligado e interessados em novas tecnologias, como podemos ver [http://www.youtube.com/watch?v=41lwmGvJA80 aqui].  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   Assim chegou-se a um conceito que perdura até hoje, cujo objetivo, segunda Almeida “... e desenvolver o ensino de diferentes áreas do conhecimento por meio dos computadores.” (ALMEIDA, 2000). Nessa linha o uso da informática se torna mais maleável em relação a abordagem pedagógica adotada pela escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O desafio educacional em pauta consiste em como organizar o ensino de forma que ele fique significativo e principalmente atrativo para os alunos. Atualmente, é prudente pensar as implicações do termo “informática educacional”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O termo Web 2.0 foi usado pela primeira vez em Outubro de 2004 pela O'Reilly Media e pela MediaLive International como nome de uma série de conferências sobre o tema, popularizando-se rapidamente a partir de então. Tratou-se de uma constatação de que as empresas que conseguiram se manter através da crise da Internet possuíam características comuns entre si, o que criou uma série de conceitos agrupados que formam o que chamamos Web 2.0  [http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto rotineiramente debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro deste contexto se encaixa a enciclopédia Wikipedia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios internautas. Também entra nesta definição a oferta de diversos serviços on-line, todos interligados, como oferecido pelo Windows Live. Uma página da Microsoft, que ao meu ver ainda está em versão de testes, pois nunca se consegue acha nada com facilidade nela, mas mesmo assim ela integra a ferramenta de busca, de e-mail, comunicador instantâneo e programas de segurança, entre outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 propõe uma experiência de uso semelhante à de aplicativos para desktop, freqüentemente fazendo uso de uma combinação de tecnologias surgidas no final da década de 1990, que incluem Web services APIs (1998), AJAX (1998), Web syndication (1997), entre outras. Estas tecnologias aumentaram a velocidade e a facilidade de uso de aplicativos Web, sendo responsáveis por um aumento significativo no conteúdo (colaborativo ou meramente expositivo) existente na Internet. Estas também permitiram que usuários comuns, que até então não possuíam conhecimentos necessários para publicar conteúdo na Internet - pela ausência de ferramentas de uso simplificado - publicassem e consumissem informação de forma rápida e constante. Notadamente têm-se os blogs e wikis como expoentes desta massificação. Permitiu ainda o desenvolvimento de interfaces ricas, completas e funcionais, sendo que alguns aplicativos Web, ainda em versão beta, são considerados por muitos como &amp;quot;desktops on-line&amp;quot;, proporcionando ao usuário um ambiente de trabalho inteiramente baseado na WWW, acessível de qualquer computador com conexão à Internet.De forma particular, o AJAX permite ao usuário não esperar que uma página Web se recarregue ou que o processo seja terminado para continuar usando o software. Cada informação é processada separadamente, de forma assíncrona, de forma que não é mais necessário recarregar a página a cada clique.[http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de “educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ciberespaço, interconexão dos computadores do planeta, tende a tornar-se a principal infra-estrutura de produção, transação e gerenciamento econômicos. Será em breve o principalequipamento coletivo internacional da memória, pensamento e comunicação. Em resumo, em algumas dezenas de anos, o ciberespaço, suas comunidades virtuais, suas reservas de imagens, suas simulações interativas, sua irresistível proliferação de textos e de signos, será o mediador essencial da inteligência coletiva da humanidade. Com esse novo suporte de informação e decomunicação emergem gêneros de conhecimento inusitados, critérios de avaliação inéditos para orientar o saber, novos atores na produção e tratamento dos conhecimentos. Qualquer política de educação terá que levar isso em conta [A nova relação com o saber&lt;br /&gt;
Pierre Lévy ]&lt;br /&gt;
Os conteudos dos Websites sofreram grande impacto,com a Web. 2.0,dando aos usuarios a oportunidade de participar, gerando e organizando informações ou apenas enriquece-los com comentarios e outras informações.&lt;br /&gt;
Tambem ha a ideia de nao ficar criando pastas e sim palavras chaves que é mais rapido e acessivel;&lt;br /&gt;
O mais interessante é que a a We 2.0 marcou o amadurecimento do cooperativismo online.&lt;br /&gt;
Pedagogicamente é uma ferramenta maravilhosa de compartilhamento de informações e que se for usada com atenção e respeito fará uma revolução nas aulas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 A perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.[A nova relacão com o saber. Pierre Lévy.2006.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
A web 2.0 pode ser uma ferramenta poderosa em prol da educação tanto com o auxilio do professor na modalidade presencial, como no ensino à distância  um exemplo disso são os vários recursos que ela nos possibilita como o uso de pesquisa direcionada no caso da webquest desenvolvida por um professor de San Diego, CA. A WebQuest é uma atividade didática para os ensinos Fundamental, Médio e Superior para incluir nas aulas a Internet, em especial a busca de informação na Rede. Pode desenvolver o pensamento reflexivo e crítico dos alunos, como também estimular a sua criatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém com a evolução crescente do uso das tecnologias o trabalho em grupo mudou configuração, não há mais como o professor pedir um trabalho e não explorá-lo diante das diversas ferramentas que a WEB 2.0 nos disponibiliza. O trabalho em grupo além de possibilitar uma interação entre os colegas, também proporciona uma interação com as diversas mídias, ampliando a oportunidade de pesquisa e diálogo com o tema proposto.&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).A comunidade escolar precisa se conscientizar que  metodologia de ensino tradicional aplicada hoje não consegue atingir a todos os alunos, pelo fato que o mundo não é como era há algumas décadas passadas e os nossos alunos acompanham esta mudança, pois eles fazem parte deste ciclo mutável.&lt;br /&gt;
 A escola, juntamente, com muitos professores não conseguem ver que falta de interesse, indisciplina e pouco aprendizado não são sinônimos de fraqueza intelectual ou descomprometimento com uma disciplina ou outra. E sim é falta de estimulo de algo que os alavanque, que os façam enxergar a função deles como seres participantes e transformadores desta sociedade.&lt;br /&gt;
Se o ensino se tornou enfadonho por  não conseguir oferecer uma metodologia mais atrativa e bem mais eficiente do que as que muitos professores tem usado hoje, oriundas de séculos atrás para um perfil de sociedade em que não havia Internet, ou seja, as únicas formas de buscar o conhecimento estavam dentro de escolas, bibliotecas e universidades.&lt;br /&gt;
Então veio os computadores e com eles uma nova cultura, a cultura da velocidade e do perecível, conhecimentos que antes eram verdades universais começaram a ser questionados, conceitos científicos estatizados como regras, voltaram a ser simples teorias e como teorias podem e são passíveis de questionamento.&lt;br /&gt;
E com isso o aluno descobriu que o professor não é o dono do conhecimento como se a pensava antes, e com isso houve um descentramento do saber.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de avaliar tem seu foco na construção dos melhores resultados possíveis, enquanto o ato de examinar está centrado no julgamento de aprovação ou reprovação. Por suas características e modos de ser, são atos praticamente opostos; no entanto, professores e professoras, em sua prática escolar cotidiana, não fazem essa distinção e, deste modo, praticam exames como se estivessem praticando avaliação. (LUCKESI, p. 05, 2002)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação educacional sempre precisará contar com uma variedade de recursos, fontes, dados e informações. Torna-se necessário recorrer na sua aplicação às mais diferentes estratégias, técnicas, instrumentos e medidas, e os resultados da aplicação serem analisados, interpretados e depois utilizados no sentido de melhoria de rendimento ou do desempenho do que é avaliado; no (re)planejamento e reconstrução das atividades educativas, inclusive da própria avaliação. (ANDRADE, 200?).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro do processo avaliativo o professor sempre deve ampliar seus instrumentos, recursos e principalmente sua forma de avaliar os alunos, compreendendo que cada aluno é único e precisa ser avaliado pensando no seu desenvolvimento como todo e não apenas numa nota apontada em uma avaliação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
De acordo com Hoffman, as fórmulas, as receitas e as inúmeras metodologias e práticas vigentes precisam ser questionadas sobre os princípios a que se destinam. Um número, como um valor arbitrário, esconde o professor, que pode atribuir uma nota qualquer a qualquer  aluno. Essa prática de conceitos, notas, pareceres, o investimento da escola em processos de registro, esse grande gasto de energia, tudo isso acaba por desvirtuar o próprio sentido do processo avaliativo, que está no cotidiano da escola, que está, sim, na realização de testes e tarefas, mas com a finalidade de auxiliar e orientar o aluno para uma aprendizagem cada vez mais significativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com a web 2.0 é mais uma ferramenta que possibilita um aprendizado participativo e significativo tanto para nossos educandos quanto também para nós educadores pois através de textos de escrita coletiva podemos dividir nossos conhecimentos e experiências com o mundo todo. Através de sites como o do Wikipédia por exemplo conseguimos atualizar informações diariamente e sobre diversos assuntos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo D'ANDRÉA,2009 ao permitir que o usuário deixe de ser “apenas” um leitor ou alguém que escolhe os links que deseja clicar, um site wiki propõe um modelo de hipertexto que se baseia no rompimento nos limites entre autor e leitor, possibilitando uma nova relação baseada na colaboração e na negociação, através das quais fica explícito que o texto é fruto das relações, ainda que indiretas, estabelecidas pelos envolvidos. Assim não apenas desfrutamos do conhecimento do prímo como também dividimos o nosso próprio aprendizado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Wiki vem ganhando força na internet e devemos estar preparados para lidar com essa nova forma de enxergar a internet para novas práticas de leituras, redações e edições de texto. O conhecimento sobre qualquer assunto não pode ser visto como algo acabado pois as tecnologias vão se renovando a cada dia assim como o mundo a sua volta. Devemos ter a sensibilidade  de buscar o novo e os textos colaborativos nos possibilitam este fato além de podermos também contribuir com a escrita dos mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto trabalhar com as Wiki é muito proveitoso para o aprendizado  de nossos educandos pois  queremos que nossos alunos sejam construtores de seus conhecimentos e que o professor seja este mediador de aprendizagem, ou seja usando os textos de escrita coletiva ajudamos nossos alunos a buscar informações, buscar a veracidade das mesmas, buscar a interação com as novas tecnologias entre outras gerando assim um aprendizado significativo para todos os envolvidos neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<author><name>Irany</name></author>	</entry>

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