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		<title>Wiki_Semed - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Pr%C3%A1ticas_Pedag%C3%B3gicas_e_Gerenciamento_do_uso_das_Tecnologias_na_Educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>Práticas Pedagógicas e Gerenciamento do uso das Tecnologias na Educação</title>
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				<updated>2012-02-24T01:36:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Franlimaroque: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Sugara Mitra.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O bom uso das tecnologias passa necessariamente pelo bom gerenciamento e por práticas pedagógicas inovadoras. O inovador se fez na experiência exitosa de Sugata Mitra, colocando máquinas à disposição de crianças que não conheciam computadores nem internet. Isso é uma atitude inovadora principalmente, por deixar as crianças livres para manipular as máquinas sem restrições. E foi surpreendente o resultado, as crianças não estragaram as máquinas e mais que isso: aprenderam sozinhas a manipular e em pouco tempo elas estavam ensinando umas às outras a fazer o mesmo. Aprenderam a usar a internet para brincar, descobriram um site que lhes confirmou notícias vistas na TV. &lt;br /&gt;
O filme O buraco no muro nos leva a pensar que a fronteira digital foi quebrada por Mitra nesse país de nível sócio-cultural tão defasado em questão de minutos. A experiência nos mostra que as crianças se tornaram auto-confiantes, e quebrando até barreiras impostas pelo sexo, como na imagem de meninas também fazendo uso daquele computador no muro. Essa experiência também evidência o poder da tecnologia na transformação social. Ela cria novas perspectivas, possibilita traçar planos para se mudar a realidade que se está inserido. Tudo buscando tornar a sociedade um ambiente integrado e ambientalizado para todos os seus cidadãos.&lt;br /&gt;
Será que estamos preparados para encontrar crianças com tamanha desenvoltura e capacidade de aprender? Teremos a ousadia de colocá-las em situações novas e deixá-las experimentar o novo até que se sintam confortáveis, ou seja, aprendam sozinhas, sem que coloquemos um manual e exijamos que decorem antes de manipular a novidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses questionamentos a princípio parecem sem resposta. Mas, de acordo com [http://pedrodemo.blog.uol.com.br/ Demo], o ambiente escolar precisa ser exatamente assim, um lugar de estudo e não um lugar para dar aulas. A ideia de instrucionismo propagada nas escolas, desde a sala de aula até as semanas e reuniões pedagógicas, deveria ser repensada. O professor deve tornar-se um pesquisador e adquirir o que Demo chama de autoria renovada, para a partir daí proporcionar momentos de aprendizado ao aluno. Quando o sistema educacional contribuir para que o profissional da educação tenha períodos de estudo, pesquisa, discussão e autoria de textos, talvez esses questionamentos possam ser respondidos por meio da prática docente e não de teorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inevitavelmente o professor da atualidade sabe da necessidade dos alunos e procura não ministrar aulas exaustivas, extremamente conteudistas, onde não existe estímulo, criatividade, inovação, pois os alunos de hoje estão antenados com o mundo digital e não é qualquer metodologia que irá chamar a atenção dos mesmos. &lt;br /&gt;
O educador necessita ser um pesquisador antes de qualquer menção em ensinar algo. Da mesma forma, antes de ser pesquisador, o professor precisa desconstruir tudo o que ele já conhece e ministra através da pesquisa. Reconstruir seus conhecimentos é necessário para poder construir outros novos conhecimentos, tendo como objetivo mediar uma aprendizagem significativa.&lt;br /&gt;
E os ambientes de aprendizado, que são criados a partir da reunião de diversos fatores e que tem objetivos bem determinados, são reflexos do entendimento para que a tecnologia seja utilizada por educadores e educandos  na construção e reconstrução do conhecimento, sem hierarquia e sim com o compromisso de contribuir para esse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que o sistema educacional vigente parece não estar ao par de que a presença da tecnologia digital em nossa sociedade trouxe inúmeras mudanças no comportamento social das crianças. A ampla gama de informações que chegam até os alunos e que permitem uma forma de aprendizado diferente requer ao professor novas formas de intervenção, novas abordagens e metodologias diferenciadas, surge a importância de profundas mudanças no ambiente escolar, banindo de vez a ideia de instrucionismo que ainda reina nas iniciativas de formação do professor, que precisa agora ter a tecnologia como alavanca para uma mudança de paradigma no sentido do ensino-aprendizagem. Um exemplo disso é o uso de professores coordenadores de tecnologias nas escolas, sendo assim um importante facilitador na difusão do uso das tecnologias, como proposto nas competências desse professor coordenador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao contrário do que vimos no vídeo “Buraco no muro” as crianças em grande parte do mundo tem acesso à internet desde quando nascem e tem boa desenvoltura para navegar na internet em busca de conhecimentos ligados a cultura, entretenimento e diversão. Não podemos menosprezar a capacidade que esses [http://pt.wikipedia.org/wiki/Nativo_digital “nativo digitais”] tem no processo de construção e desconstrução do conhecimento, pois são seres destemidos e sem medo em aprender o desconhecido. Para os nativos digitais tudo se torna mais fácil devido não precisarem reconstruir uma nova forma de aprendizagem porque a aprendizagem é construída aos poucos com o uso das tecnologias. E, de fato, esse tipo de aprendizagem torna-se significativo, atraente e motivador. Muitos alunos são induzidos a aprenderem através da curiosidade deixando de lado a superficialidade de apropriação do conhecimento por meio de materiais de instrução e decoreba. &lt;br /&gt;
Sabendo disso, cabe a escola tentar acompanhar a aprendizagem dessesalunos, possibilitando que os mesmos continuem aprendendo na escola. Para isso, a escola deve oferecer aulas que possibilite ao aluno se envolver e dar continuidade àquilo que ele convive na sua &amp;quot;vida real&amp;quot;. Da maneira como estamos, parece que o aluno vive em dois mundos: o da escola e o da sua vida real. Fora da escola o aluno se comunica através de sites de relacionamento, fala ao telefone celular, navega na internet, faz compras on line, joga em rede e muitos outros. Já na escola ele senta e escta aulas que falam de assuntos que ele desconhece e que não está interessado em conhecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Marc Presnky][http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI153918-15224,00-MARC+PRENSKY+O+ALUNO+VIROU+O+ESPECIALISTA.html] (2001), em seu artigo Nativos Digitais, Imigrantes Digitais destaca o declínio da educação também em países como os EUA e coloca como principal causa o fato de que nossos alunos mudaram radicalmente seus interesses. Não são os mesmos para os quais o sistema educacional foi criado, visto que a influência da chegada e da rápida difusão da tecnologia trouxe uma nova forma de interação e conhecimento. Três foram os aparelhos: o controle remoto da televisão, o mouse do computador e o telefone celular que mudaram o modo de pensar e o comportamento dessa geração de Nativos Digitais, termo cunhado por Prensky (2001).De acordo com DR. Bruce D. Barry (apud PRENSKY, 2001, P.1): &amp;quot;Tipos distintos de experiências levam à distintas estruturas de pensamento[...] É bem provável que as mentes de nossos alunos tenham mudado fisicamente – e sejam diferentes das nossas – sendo resultado de como eles cresceram.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;font size=+1&amp;gt;Podemos dizer então, que as crianças chegam as escolas alfabetizadas pelas [mídias[http://www.eca.usp.br/prof/moran/midias_educ.htm]] Elas aprendem a fantasiar, a criar, a falar, a se emocionar com tudo o que veem pela televisão. Por isso, é importante que o professor adote uma postura firme, positiva e mediadora nas suas práticas pedagógicas. Não se pode virar as costas para o que os educandos estão vivenciando. Eles aprendem e trazem o &amp;quot;problema&amp;quot; para a sala de aula. Compete ao professor, levantar os aspectos positivos e negativos  do tema proposto pelo aluno que cresceu utilizando as mais diversas tecnologias, e não apenas o computador e a internet,  mas uma ampla variedade de equipamentos digitais e brinquedos eletrônicos, a exemplo: celulares, vídeo games, câmeras digitais, entre outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paralelamente a estes Nativos Digitais temos os Imigrantes Digitais, personificados na figura dos pais e professores.Estes não são falantes nativos da linguagem digital, porém também não são incapazes de aprender a linguagem (digital) utilizada pelas crianças e alunos. Embora ocorra a aprendizagem, sempre persiste o “sotaque”, que pode ser observado em diversos exemplos, tal como a necessidade da impressão de um e-mail e/ou ligar para a pessoa que voce enviou um email para avisar que foi encaminhado um email para ela. &lt;br /&gt;
Mas esse sotaque torna-se irrelevante no momento em que esse imigrante digital entende que acima de suas convicções existe um processo no qual ele faz parte e sua adaptação aos novos paradigmas existentes é fundamental para que ele cumpra o seu papel e seja mais ativo, aumentando sua contribuição para o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta maneira, reside na situação ora apresentada o problema enfrentado hoje pela educação. Os educadores usam na escola uma linguagem já ultrapassada e lutam/buscam para ensinar uma geração que nasceu e cresceu em um mundo digital e que fazem uso de uma linguagem totalmente nova. Isso se deve a diferença marcante entre as duas gerações. Uma é linear,a outra não usa a linearidade, uma busca resolver os problemas por conta própria e a outra, liga para um amigo, pesquisa em redes humanas quando precisam de respostas instantâneas. Seguindo o raciocínio de Pedro Demo, &amp;quot;é indispensável apoiar os professores no acesso a novas tecnologias.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cabe então aos gestores darem apoio aos profissionais da educação, o saber lidar com as tecnologias, tanto computadores, quanto a utilização de aplicativos. Demo ainda diz que &amp;quot;o objetivo é aprimorar a imagem do professor à frente dos tempos, atualizado e capaz de oferecer a seus alunos o que há de melhor no mundo do conhecimento (...).&amp;quot; Talvez com essa capacitação, nós os professores imigrantes digitais, possamos interagir de forma positiva com os alunos. Por outro lado, sabemos que o uso das tecnologias não mudará a situacao da educacao atual se nao for mudado, primeiramente, a postura do profissional de educacao. Há professores que utilizam planejamentos arcaicos elaborados há mais ou menos 15 anos atrás, que nao se encaixam na realidade atual e mesmo assim &amp;quot;acham&amp;quot; que o insucesso dos alunos se deve a falta de interesse e compromisso dos mesmos. Sendo assim, é necessario deixar os velhos hábitos para trás e rever a prática pedagógica a fim de que o uso das tecnologias não sejam apenas cópias de atividades realizadas em sala de aula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os educadores realmente necessitam de cursos de capacitação, no que diz respeito às tecnologias, para assim utilizá-las de forma coerente no âmbito educacional, envolvendo os alunos a terem gosto pelo aprendizado, pois com a metodologia ultrapassada que ainda impera na educação, torna-se cada dia mais difícil o aluno obter uma aprendizagem eficaz como verificamos durante o curso e os diferentes relatos, vídeos assistidos, atividades e leituras de textos. Percebemos o quanto é importante a uma criança sem oportunidades conhecer uma máquina tão fascinante! Devemos ter um olhar diferente com relação a inclusão digital, não só para crianças como também para idosos e outras pessoas que não tem condições de vivenciar isso. Percebemos também que o crescimento intelectual e a autonomia com a máquina não ocorre apenas nas crianças e nos jovens, mas também com adultos e até idosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem varias iniciativas com a intenção de quebrar as fronteiras digitais, no entanto, vamos focar nossa discussão na inclusão de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas na Educação. As ferramentas tecnológicas tem se tornado uma prática indispensável nos planejamentos diários da sala de aula. Os professores necessitam de algo que aguce a curiosidade dos alunos, levando-os a pesquisar, interpretar, criar e inovar o aprendizado. A tecnologia é um avanço nas práticas pedagógicas ajudando a construir conhecimento por meio do lúdico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas tecnológicas aliadas a prática educacional fortalecem o processo ensino-aprendizagem, mas para que haja esse fortalecimento é necessário que o professor no seu fazer pedagógico faça com que o aluno busque o conhecimento. Diversas estratégias para unir tecnologia e (re) construção do conhecimento podem ser adquiridas através de sites que possibilitam a criação de textos próprios,sites de pesquisa, blogs, wikis, leituras, interpretações e que criem possibilidades de aprendizagem significativa. Sabemos que o uso de jogos ajuda as crianças no seu raciocínio lógico matemático onde há a necessidade de criar estratégias para avançar etapas e também há inúmeros sites que auxiliam na criação de jogos onde eles mesmo criam os jogos e regras. Um bom exemplo que auxilia no desenvolvimento dos alunos é o uso de jogos no computador, mas esse é apenas um dos itens que podemos utilizar o computador como recurso tecnológico. &lt;br /&gt;
Também não podemos desconsiderar o uso tecnológico cotidiano dos alunos para auxiliar no processo de ensino aprendizagem. Solicitar ações dos alunos que permitam os mesmos a utilizar da forma que achar mais eficiente é interessante e também desenvolve a autonomia para soluções diante de situações problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos relatar que utilizamos várias ferramentas tecnológicas em nossas aulas como o uso da sala de tecnologias para pesquisas sobre diversos temas e posteriormente os alunos apresentavam seminários e para a apresentação produziam ''slides'' buscavam imagens ou fotografavam e utilizavam o ''DATA SHOW''. Nessas aulas pudemos perceber o quanto eles se  interessavam e desenvolviam as atividades.&lt;br /&gt;
Da mesma forma, podemos relatar que o uso das tecnologias somente facilita o processo ensino-aprendizagem nas crianças. Como por exemplo o uso dos vídeos explicativos, com imagens, que por si só conseguem obter o entendimento do aluno, pois o mesmo, através do concreto, aprende com muito mais facilidade, construindo, dessa forma, seu próprio conhecimento.&lt;br /&gt;
Isso notamos desde a educação infantil, pois as crianças que fazem uso da sala de informática ou de alguns dos recursos tecnológicos disponíveis na escola, despertam sua criatividade e também aprendem por meio de uma maneira lúdica. Eles são capazes de assim como as crianças do filme que nunca mexeram  num computador, fazerem uso dele e usá-lo depois de algum tempo com menor ajuda da professora. As crianças desse tempo são nativos digitais sim, mas ainda percebemos que o papel da escola ainda é o de quebrar barreiras, pois existem muitas crianças ainda em nossas escolas que nunca mexeram num computador.&lt;br /&gt;
O uso das tecnologias não transformam realidades caso não haja  um bom uso, quando se fala em bom uso, isso refere-se a um bom planejamento, uma boa adequação ao perfil da turma. O professor ao planejar, deve elaborar atividades onde o aluno seja instigado a pesquisar,criar, elaborar.Desta forma haverá construção de saberes que o acompanharão pela vida.&lt;br /&gt;
O aluno pesquisador constrói saberes mais complexos, que vão se entrelaçando e fazendo mais ligações com a realidade.&lt;br /&gt;
Ao se tornar um aluno pesquisador , o aluno automaticamente se tornará um aluno com mais participação, mais curioso e questionador.Ao professor caberá mediar, conduzir, sabendo quais os objetivos e intenções dos conteúdos trabalhados.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Franlimaroque</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Arquivo:Sugara_Mitra.jpg</id>
		<title>Arquivo:Sugara Mitra.jpg</title>
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				<updated>2012-02-23T21:59:02Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Franlimaroque: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nós professores devemos sempre acreditar no potencial dos nossos alunos, pois na maioria das vezes não apresentamos uma determinada atividade por medo ou preconceito achando que &amp;quot;os alunos não vão dar conta de fazer isso.&lt;br /&gt;
Uma prova disso é o experimento realizado e apresentado no filme um buraco no muro, onde crianças que nunca antes tinham lidado com o computador tiveram o primeiro contato com a máquina e momentos depois estavam clicando e navegando como se aquilo fizesse parte do seu cotidiano. Não podemos nos esquecer que noassos alunos são nativos digitais e que portanto é nato deles essa curiosidade pelas mídias tecnológicas.&lt;br /&gt;
O filme Buraco no Muro nos provou o quanto é possível desenvolver em nossos alunos as habilidades de se auto aprender, indivíduos independentes, crianças que se tornarão grandes cidadãos, aqueles os quais buscarão as respostas para suas indagações, repassando para outros suas descobertas, uma sociedade onde não oportuniza esse tipo de comportamento aos indivíduos, não se preocupa com a evolução, por isso a escola deve ser a grande interessada, as autoridades devem cada vez mais renovar e implantar novos recursos para que possamos dar condições a nossos alunos de sua aprendizagem. É indispensável à reflexão, precisamos explorar a curiosidade dessas crianças, e isso estava bem claro no filme, nossos pequenos não tem medo do erro, para isso é como não existisse, tudo é possível, se eu mexo eu descubro, a sociedade contemporânea desenvolveu uma cultura de estratégias para a busca do conhecimento, o desconhecido é mais interessante, onde o trabalho colaborativo é mais divertido, as crianças tem um perfil diferente da nossa quando éramos crianças, a educação tradicional a qual fomos submetidos era favorável da época, já não cabe para as crianças de hoje, os pequenos já chegam na escola com muitas habilidades, a coordenação motora desenvolveu na participação de um jogo de vídeo game, o tempo em frente a televisão são bem maiores das nossas onde nossa família nos fazia dormir cedo, hoje os pais já compram brinquedos pedagógicos, nossas crianças não brincam de roda, preferem ficar até tarde assistindo um filme, e já opinam nas suas preferências. Nos dias de hoje o tempo é curto, acredito que por conta disso que a velocidade da comunicação se tornou tão necessária e indispensável, já não conseguimos almoçar e jantar junto a nossa família, as donas de casa precisam deixar tudo no “meio pronto”, precisam de um microondas, de uma marmita térmica, de uma batedeira, pagar contas pela internet, conversar com o esposo no MSN, falar com os filhos pelo celular, etc, tudo isso é tecnologia, e muitos com custos pequenos, anos anteriores não eram muitos que tinham condições de comprar um celular, colocar uma televisão a cabo, hoje vemos pessoas com dois celulares e com dois chips, nos telhados das casas percebe a quantidade enorme de antenas para televisão e internet, onde vamos para com tanta modernidade? A tecnologia está a serviço de todos, seja em uma sala de aula, em casa ou em um escritório, eu preciso lidar com algum tipo de máquina. Na escola existem os livros, o ventilador, o telefone, são tecnologias, é óbvio que avançamos, e muito, e como lidar com tudo isso? Nós precisamos de manuais, os alunos não, como? Eles “fusão”, se estragar não tem problema, tem garantia. &lt;br /&gt;
De tanto promoverem a nós trabalhos e discussões em grupo, já não temos muita dificuldade, os alunos já adoram, a facilidade de comunicação com o outro é incrível, precisamos explorar isso, é uma habilidade riquíssima, os professores não gostam muito, pois eles falam demais, bagunçam, fogem do foco, o que percebo é a falta de um bom planejamento, se os alunos da escola atual tem esse comportamento, vamos desenvolver um projeto onde o trabalho em grupo seria ótimo, onde meu aluno irá aprender com o outro e descobrir suas habilidades, o professor deve desafiar o novo, pedir opinião de outros professores, pedir sugestões para seu supervisor, de seu diretor adjunto. O professor hoje enfrenta a complexidade social e o avanço da tecnologia, o saber do professor deve ser ilimitado, não tem como sair de uma universidade, passar num concurso e pronto, nossa profissão nos obriga uma busca constante, com essa clientela que chega às escolas então, percebemos o quanto é necessário inovar, pesquisar, infelizmente percebemos alguns colegas que dão mil desculpas para não participar de uma capacitação, só participam quando é convocado, ou seja, no seu horário de trabalho. Como educador eu preciso acompanhar não só o avanço da tecnologia, mas também o avanço das ciências e das artes, mas para quê? Nós professores além de enfrentamos uma complexidade de alunos em sala de aula, devemos nos informar da gama de informações de outras áreas, sempre tem aquele aluno curioso, nossas aulas devem ir além da sala, devemos promover o intercâmbio com outros professores, com alunos de outras escolas, eles devem perceber a necessidade da importância de aprender com o outro, sempre há algo que o outro nos ensina, por isso fazer acontecer precisa do pensar, agir e descobrir, a idéia de realizar esse tipo de atividade vem da nova cultura, muitos de nossos alunos moram em periferias, seria ótimo trocar informações com estudantes de classes sociais diferentes, assim faremos de nossas crianças felizes e realizadas, com prazer de ir a escola, enxergar a escola um lugar onde ela descobre, a experiência cultural exige uma mente aberta, pois há muitas coisas que podemos descobrir que não aprovamos, por isso a comunicação é imprescindível, manifestar esse gosto é algo gratificante, fazer seu aluno gostar da interação, ou melhor diferenciar, porque nossos estudantes já fazem isso, por isso o professor deve ser o mediador.&lt;br /&gt;
Não podemos perder a intencionalidade da educação, se o uso das mídias faz meu aluno construir seu conhecimento, é evidente que eu como educador preciso construir estratégias e situações de aprendizagem para fazer do meu aluno um aprendiz eficaz, nós os profissionais da educação devemos buscar novas competências e atitudes para usar a tecnologia a serviço do aprender, ninguém disse que seria fácil, isso requer muito estudo, reflexão e ação. Se eu como professor consigo fazer das Tics um recurso eficaz para meu aluno aprender, também proponho a ele a habilidade técnica que buscará profundamente, não podemos esquecer que lidamos com pessoas ouvintes, comunicativas e pensantes, buscar sua habilidade mais aguçada é promover a ela o uso desses sentidos, assim uma aprendizagem bem sucedida, é claro prazerosa. Aprender fazendo é mais motivante com certeza, o aluno detesta ouvir, não que ele precise, o estudante adoraria ver um vídeo, claro que de curta metragem, ele prefere argumentar e investigar, adora querer responder algo que o professor pergunta, o desafio para ele é mais interessante, comparar atividades com os colegas seria significativo para ele; o que ele percebeu que eu não vi? Como ele respondeu tal pergunta? Como ele sabe? Tudo isso depende de como o professor conduzirá a aula, digo e repito, um bom planejamento é a alma do negócio, se eu planejo eu sei da onde partirei e para onde que posso chegar, nossos alunos nos surpreende a cada dia, muitas vezes nos faz desviar daquilo que pretendíamos, tudo depende se eu tenho meus objetivos bem traçados. As mídias, o hipertexto, a internet faz com que nossos estudantes encontrem outras formas de interpretar e representar o conhecimento, incorporando à tecnologia a sala de aula constrói uma sociedade democrática, participativa e responsável. O professor deve construir em sua sala de aula um espaço onde aluno levanta suas dúvidas, pesquisa e cria condições que motivam a novas buscas, descobertas, assim ele constrói e reconstrói seu conhecimento, é o que sempre se sugere, trabalhar com projetos facilita para quais atividades devo desenvolver, com as indagações dos alunos, quais objetivos devemos chegar. Assim construiremos cidadãos aptos a desenvolverem seus próprios projetos, o docente não pode confundir projeto com gamas de atividades e sim trabalhos onde eles apresentem, se interagem, ou seja que seja de sua própria autoria, o professor deve entender que trabalhando com projetos suas aulas se tornam interdisciplinares e facilita a aprendizagem do aluno. Temos muitos conteúdos a passar e, fazendo a interligação das disciplinas você contempla uma gama de conteúdos e isso sem falar no tempo, os quatro bimestres que temos para trabalhar os conteúdos é curto, fazendo isso com projetos ficaria sem dúvida melhor, o tempo seria mais bem aproveitado, então pensemos sobre nossa função na nova escola “precisamos orientar mais do que ensinar”, hoje temos a chance de transmitir conhecimento de várias formas, as redes sociais, blogs e wikis nos possibilita isso, percebe-se que o conhecimento não chega somente na escola, muitos de nossos estudantes chegam na escola sabendo fotografar, filmar, copiar uma música, interagir com pessoas nas redes sociais e, cabe a nós aproveitar esse conhecimento, e entre eles ensinar os demais colegas que não tem o domínio, o aluno precisa perceber que ele faz parte de um meio, esse meio precisa de sua colaboração, seu conhecimento prévio é importante e devemos valorizar, acredito que o mais importante não é só mudar os tipos de atividades, mais sim levar esse aluno ter um comportamento adequado para essa sociedade que avança nas informações e comunicações. O aluno não é mais o reprodutor de conhecimentos, mais sim um colaborador para que esse conhecimento (aprendizagem) aconteça.&lt;br /&gt;
O currículo hoje deve ser emancipado, reorganizado com base na construção do conhecimento, assim fará com que aconteça a interdisciplinaridade, destruindo barreiras entre os conteúdos, desenvolvendo projetos isso ficaria mais claro. O sistema também precisa valorizar e acreditar nos professores, pois ele é de início o principal protagonista, sem ele não tem como as mudanças educativas acontecerem. A educação transforma uma sociedade, devemos compreender que nossos alunos fazem parte da mesma, o poder que está nas mais dos educadores é bem maior do que ele imagina, transformar indivíduos em críticos e independentes não é simples, a função social da escola é fazer isso, onde todos acreditam que a transformação é possível, assim precisamos ver nossas crianças como cidadãos conscientes, capazes de construir seu próprio projeto e realizá-lo.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Franlimaroque</name></author>	</entry>

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		<title>Arquivo:Xmas girl pt.gif</title>
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				<updated>2012-02-14T22:46:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Franlimaroque: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Franlimaroque</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste</id>
		<title>Página de Teste</title>
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				<updated>2012-02-14T22:41:09Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Franlimaroque: /* De igual pra igual */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Fantástica ferramenta!!!'''&lt;br /&gt;
SomoS [http://www.mundodastribos.com/diferencas-entre-imigrantes-e-nativos-digitais.html imigrantes digitais] buscando melhorias para para desenvolver a direção dos nativos... &lt;br /&gt;
==Web 2.0==&lt;br /&gt;
===Mundo digital===&lt;br /&gt;
Somos imigrantes digitais.[http://web2.0br.com.br/conceito-web20/]&lt;br /&gt;
Sou imigrante '''digital'''.&lt;br /&gt;
Somos imigrantes, se bem que eu acho quer eu sou meio nativo...&lt;br /&gt;
===De igual pra igual===&lt;br /&gt;
Discutindo as [http://portal.mec.gov.br/ tecnologias] e qual a melhor posição dos imigrantes para a geração digital, como poderemos encarar sem medo essa nova [[geração]], de igual pra igual.&lt;br /&gt;
Participando da discussão sobre a influência das mídias no mundo atual, pude perceber que atualmente nossas crianças estão evoluindo junto com a era digital, como diz o texto: &amp;quot;já nascem com o [http://pt.wikipedia.org/wiki/Rato_(inform%C3%A1tica) mouse] na mão&amp;quot;. Devemos evoluir juntos! Evoluir com paciência. para a evolução acontecer temos que estudar para tentar acompanhar os nativos da era digital&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Abstrato.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==teste==&lt;br /&gt;
tesste&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Franlimaroque</name></author>	</entry>

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