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		<title>Língua Portuguesa</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;AparecidoFernandes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;                            '''HIPERTEXTO E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    O uso da tecnologia e da internet está crescendo com rapidez nos ambientes educacionais, auxiliando no desenvolvimento das aulas, ao mesmo tempo que apresenta novos gêneros &amp;lt;br/&amp;gt; textuais ou semióticos.&lt;br /&gt;
    Fazendo uma retomada da história, nas décadas de 80 e 90, surge um novo meio de comunicação, o computador, que a partir do desenvolvimento da World Wide Web, modificou o modo&amp;lt;br/&amp;gt; de interagir das pessoas, que em pouco tempo faz nascer o mundo virtual ou o ciberespaço.&lt;br /&gt;
   Desde o surgimento da ideia de hipertexto, este conceito está ligado a uma nova concepção de textualidade, em que a informação é disposta em um ambiente no qual pode ser &amp;lt;br/&amp;gt; acessada de forma não-linear. Isto implica em uma textualidade que funciona por associação, e não mais por sequências fixas previamente estabelecidas.&lt;br /&gt;
   Hipertexto, atualmente, é o texto disponibilizado pelas redes de computadores, composto por nós e conexões, que podem ser acessados aleatoriamente desde qualquer máquina&amp;lt;br/&amp;gt; (computador) e por qualquer usuário, em qualquer lugar do mundo e simultaneamente. Para melhor definir de que se compõe este texto eletrônico, encontramos em [Lévy][http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_L%C3%A9vy] (1995) &amp;lt;br/&amp;gt;algumas características básicas ou &amp;quot;princípios abstratos&amp;quot;, que são:&lt;br /&gt;
 &amp;quot;Princípio de metamorfose: a rede [hipertextual][http://www.pucsp.br/~cimid/4lit/longhi/hipertexto.htm] encontra-se em constante construção e renegociação. Sua extensão, composição e desenho estão sempre em mutação, conforme o &amp;lt;br/&amp;gt;trabalho dos atores envolvidos, sejam eles humanos, palavras, sons, imagens, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de heterogeneidade: os nós de uma rede hipertextual são heterogêneos; podem ser compostos de imagens, sons, palavras, , etc. E o processo sociotécnico colocará &amp;lt;br/&amp;gt;em jogo pessoas, grupos, artefatos, com todos os tipos de associações que pudermos imaginar entre eles.&lt;br /&gt;
 Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas: o hipertexto é fractal, ou seja, qualquer nó ou conexão, quando acessado, pode revelar-se como sendo composto por toda uma &amp;lt;br/&amp;gt;rede de nós e conexões, e assim, indefinidamente.&lt;br /&gt;
 Princípio de exterioridade: a rede não possui unidade orgânica, nem motor interno. Seu crescimento e diminuição, composição e recomposição dependem de um exterior indeterminado,&amp;lt;br/&amp;gt; como adição de novos elementos, conexões com outras redes, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de topologia: no hipertexto, tudo funciona por proximidade e vizinhança. O curso dos acontecimentos é uma questão de topologia, de caminhos. A rede não está no espaço, &amp;lt;br/&amp;gt;ela é o espaço.&lt;br /&gt;
 Princípio de mobilidade dos centros: a rede possui não um, mas diversos centros, que são perpetuamente móveis, saltando de um nó a outro, trazendo ao redor de si uma ramificação &amp;lt;br/&amp;gt;infinita de pequenas raízes, rizomas, perfazendo mapas e desenhando adiante outras paisagens&amp;quot; ([Lévy][http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_L%C3%A9vy], 1995, p. 26).&lt;br /&gt;
Com a inserção das tecnologias e das novas tecnologias na escola;é necessário ter claro que a tecnologia apresenta-se como meio, como instrumento para colaborar no desenvolvimento do processo de aprendizagem, e que se utilizando dessas tecnologias o professor tem a oportunidade de realizar o seu verdadeiro papel, que é o de ser mediador entre o aluno e sua aprendizagem, o facilitador, o incentivador e motivador dessa aprendizagem.&lt;br /&gt;
[http://www.ia.ufrrj.br/ppgea/conteudo/conteudo-2008-2/2SF/Marcelo/Educa%E7%E3o%20e%20Tecnologias.pdf]Kenski enfatiza que os processos de interação e comunicação no ensino sempre dependeram muito mais das pessoas envolvidas no processo, do que das tecnologias utilizadas, sejam o livro, o giz ou o computador e as redes, portanto, uma mudança de postura e direcionamento do processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
A transformação das informações em conhecimentos só acontece quando há o  desenvolvimento de um trabalho de interação, reflexão, discussão, crítica e ponderações compartilhado com outras pessoas. Para aprender é fundamental que haja a interação com as informações e com as pessoas.A educação, sob tal prisma, redimensiona o conceito de distância, que, com base nas ferramentas tecnológicas virtuais, promove uma construção do conhecimento de maneira diferenciada, estimulando, com isso, um processo colaborativo de interação em tempo real. Segundo Terra e Gordon (2002 apud SHONS; RIBEIRO, 2008), “a evolução do conhecimento depende do trabalho coletivo, e não do individual”. Tal afirmação procede, ao se considerar o conhecimento como construção social, vinculada, portanto, à participação humana.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>AparecidoFernandes</name></author>	</entry>

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		<title>Língua Portuguesa</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;AparecidoFernandes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;                            '''HIPERTEXTO E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    O uso da tecnologia e da internet está crescendo com rapidez nos ambientes educacionais, auxiliando no desenvolvimento das aulas, ao mesmo tempo que apresenta novos gêneros &amp;lt;br/&amp;gt; textuais ou semióticos.&lt;br /&gt;
    Fazendo uma retomada da história, nas décadas de 80 e 90, surge um novo meio de comunicação, o computador, que a partir do desenvolvimento da World Wide Web, modificou o modo&amp;lt;br/&amp;gt; de interagir das pessoas, que em pouco tempo faz nascer o mundo virtual ou o ciberespaço.&lt;br /&gt;
   Desde o surgimento da ideia de hipertexto, este conceito está ligado a uma nova concepção de textualidade, em que a informação é disposta em um ambiente no qual pode ser &amp;lt;br/&amp;gt; acessada de forma não-linear. Isto implica em uma textualidade que funciona por associação, e não mais por sequências fixas previamente estabelecidas.&lt;br /&gt;
   Hipertexto, atualmente, é o texto disponibilizado pelas redes de computadores, composto por nós e conexões, que podem ser acessados aleatoriamente desde qualquer máquina&amp;lt;br/&amp;gt; (computador) e por qualquer usuário, em qualquer lugar do mundo e simultaneamente. Para melhor definir de que se compõe este texto eletrônico, encontramos em [Lévy][http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_L%C3%A9vy] (1995) &amp;lt;br/&amp;gt;algumas características básicas ou &amp;quot;princípios abstratos&amp;quot;, que são:&lt;br /&gt;
 &amp;quot;Princípio de metamorfose: a rede [hipertextual][http://www.pucsp.br/~cimid/4lit/longhi/hipertexto.htm] encontra-se em constante construção e renegociação. Sua extensão, composição e desenho estão sempre em mutação, conforme o &amp;lt;br/&amp;gt;trabalho dos atores envolvidos, sejam eles humanos, palavras, sons, imagens, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de heterogeneidade: os nós de uma rede hipertextual são heterogêneos; podem ser compostos de imagens, sons, palavras, , etc. E o processo sociotécnico colocará &amp;lt;br/&amp;gt;em jogo pessoas, grupos, artefatos, com todos os tipos de associações que pudermos imaginar entre eles.&lt;br /&gt;
 Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas: o hipertexto é fractal, ou seja, qualquer nó ou conexão, quando acessado, pode revelar-se como sendo composto por toda uma &amp;lt;br/&amp;gt;rede de nós e conexões, e assim, indefinidamente.&lt;br /&gt;
 Princípio de exterioridade: a rede não possui unidade orgânica, nem motor interno. Seu crescimento e diminuição, composição e recomposição dependem de um exterior indeterminado,&amp;lt;br/&amp;gt; como adição de novos elementos, conexões com outras redes, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de topologia: no hipertexto, tudo funciona por proximidade e vizinhança. O curso dos acontecimentos é uma questão de topologia, de caminhos. A rede não está no espaço, &amp;lt;br/&amp;gt;ela é o espaço.&lt;br /&gt;
 Princípio de mobilidade dos centros: a rede possui não um, mas diversos centros, que são perpetuamente móveis, saltando de um nó a outro, trazendo ao redor de si uma ramificação &amp;lt;br/&amp;gt;infinita de pequenas raízes, rizomas, perfazendo mapas e desenhando adiante outras paisagens&amp;quot; (Lévy, 1995, p. 26).&lt;br /&gt;
Com a inserção das tecnologias e das novas tecnologias na escola;é necessário ter claro que a tecnologia apresenta-se como meio, como instrumento para colaborar no desenvolvimento do processo de aprendizagem, e que se utilizando dessas tecnologias o professor tem a oportunidade de realizar o seu verdadeiro papel, que é o de ser mediador entre o aluno e sua aprendizagem, o facilitador, o incentivador e motivador dessa aprendizagem.&lt;br /&gt;
[http://www.ia.ufrrj.br/ppgea/conteudo/conteudo-2008-2/2SF/Marcelo/Educa%E7%E3o%20e%20Tecnologias.pdf]Kenski enfatiza que os processos de interação e comunicação no ensino sempre dependeram muito mais das pessoas envolvidas no processo, do que das tecnologias utilizadas, sejam o livro, o giz ou o computador e as redes, portanto, uma mudança de postura e direcionamento do processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
A transformação das informações em conhecimentos só acontece quando há o  desenvolvimento de um trabalho de interação, reflexão, discussão, crítica e ponderações compartilhado com outras pessoas. Para aprender é fundamental que haja a interação com as informações e com as pessoas.A educação, sob tal prisma, redimensiona o conceito de distância, que, com base nas ferramentas tecnológicas virtuais, promove uma construção do conhecimento de maneira diferenciada, estimulando, com isso, um processo colaborativo de interação em tempo real. Segundo Terra e Gordon (2002 apud SHONS; RIBEIRO, 2008), “a evolução do conhecimento depende do trabalho coletivo, e não do individual”. Tal afirmação procede, ao se considerar o conhecimento como construção social, vinculada, portanto, à participação humana.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>AparecidoFernandes</name></author>	</entry>

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		<title>Língua Portuguesa</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;AparecidoFernandes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;                            '''HIPERTEXTO E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    O uso da tecnologia e da internet está crescendo com rapidez nos ambientes educacionais, auxiliando no desenvolvimento das aulas, ao mesmo tempo que apresenta novos gêneros &amp;lt;br/&amp;gt; textuais ou semióticos.&lt;br /&gt;
    Fazendo uma retomada da história, nas décadas de 80 e 90, surge um novo meio de comunicação, o computador, que a partir do desenvolvimento da World Wide Web, modificou o modo&amp;lt;br/&amp;gt; de interagir das pessoas, que em pouco tempo faz nascer o mundo virtual ou o ciberespaço.&lt;br /&gt;
   Desde o surgimento da ideia de hipertexto, este conceito está ligado a uma nova concepção de textualidade, em que a informação é disposta em um ambiente no qual pode ser &amp;lt;br/&amp;gt; acessada de forma não-linear. Isto implica em uma textualidade que funciona por associação, e não mais por sequências fixas previamente estabelecidas.&lt;br /&gt;
   Hipertexto, atualmente, é o texto disponibilizado pelas redes de computadores, composto por nós e conexões, que podem ser acessados aleatoriamente desde qualquer máquina&amp;lt;br/&amp;gt; (computador) e por qualquer usuário, em qualquer lugar do mundo e simultaneamente. Para melhor definir de que se compõe este texto eletrônico, encontramos em [Lévy][http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_L%C3%A9vy] (1995) &amp;lt;br/&amp;gt;algumas características básicas ou &amp;quot;princípios abstratos&amp;quot;, que são:&lt;br /&gt;
 &amp;quot;Princípio de metamorfose: a rede hipertextual encontra-se em constante construção e renegociação. Sua extensão, composição e desenho estão sempre em mutação, conforme o &amp;lt;br/&amp;gt;trabalho dos atores envolvidos, sejam eles humanos, palavras, sons, imagens, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de heterogeneidade: os nós de uma rede hipertextual são heterogêneos; podem ser compostos de imagens, sons, palavras, , etc. E o processo sociotécnico colocará &amp;lt;br/&amp;gt;em jogo pessoas, grupos, artefatos, com todos os tipos de associações que pudermos imaginar entre eles.&lt;br /&gt;
 Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas: o hipertexto é fractal, ou seja, qualquer nó ou conexão, quando acessado, pode revelar-se como sendo composto por toda uma &amp;lt;br/&amp;gt;rede de nós e conexões, e assim, indefinidamente.&lt;br /&gt;
 Princípio de exterioridade: a rede não possui unidade orgânica, nem motor interno. Seu crescimento e diminuição, composição e recomposição dependem de um exterior indeterminado,&amp;lt;br/&amp;gt; como adição de novos elementos, conexões com outras redes, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de topologia: no hipertexto, tudo funciona por proximidade e vizinhança. O curso dos acontecimentos é uma questão de topologia, de caminhos. A rede não está no espaço, &amp;lt;br/&amp;gt;ela é o espaço.&lt;br /&gt;
 Princípio de mobilidade dos centros: a rede possui não um, mas diversos centros, que são perpetuamente móveis, saltando de um nó a outro, trazendo ao redor de si uma ramificação &amp;lt;br/&amp;gt;infinita de pequenas raízes, rizomas, perfazendo mapas e desenhando adiante outras paisagens&amp;quot; (Lévy, 1995, p. 26).&lt;br /&gt;
Com a inserção das tecnologias e das novas tecnologias na escola;é necessário ter claro que a tecnologia apresenta-se como meio, como instrumento para colaborar no desenvolvimento do processo de aprendizagem, e que se utilizando dessas tecnologias o professor tem a oportunidade de realizar o seu verdadeiro papel, que é o de ser mediador entre o aluno e sua aprendizagem, o facilitador, o incentivador e motivador dessa aprendizagem.&lt;br /&gt;
[http://www.ia.ufrrj.br/ppgea/conteudo/conteudo-2008-2/2SF/Marcelo/Educa%E7%E3o%20e%20Tecnologias.pdf]Kenski enfatiza que os processos de interação e comunicação no ensino sempre dependeram muito mais das pessoas envolvidas no processo, do que das tecnologias utilizadas, sejam o livro, o giz ou o computador e as redes, portanto, uma mudança de postura e direcionamento do processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
A transformação das informações em conhecimentos só acontece quando há o  desenvolvimento de um trabalho de interação, reflexão, discussão, crítica e ponderações compartilhado com outras pessoas. Para aprender é fundamental que haja a interação com as informações e com as pessoas.A educação, sob tal prisma, redimensiona o conceito de distância, que, com base nas ferramentas tecnológicas virtuais, promove uma construção do conhecimento de maneira diferenciada, estimulando, com isso, um processo colaborativo de interação em tempo real. Segundo Terra e Gordon (2002 apud SHONS; RIBEIRO, 2008), “a evolução do conhecimento depende do trabalho coletivo, e não do individual”. Tal afirmação procede, ao se considerar o conhecimento como construção social, vinculada, portanto, à participação humana.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>AparecidoFernandes</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;AparecidoFernandes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;                            '''HIPERTEXTO E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    O uso da tecnologia e da internet está crescendo com rapidez nos ambientes educacionais, auxiliando no desenvolvimento das aulas, ao mesmo tempo que apresenta novos gêneros &amp;lt;br/&amp;gt; textuais ou semióticos.&lt;br /&gt;
    Fazendo uma retomada da história, nas décadas de 80 e 90, surge um novo meio de comunicação, o computador, que a partir do desenvolvimento da World Wide Web, modificou o modo&amp;lt;br/&amp;gt; de interagir das pessoas, que em pouco tempo faz nascer o mundo virtual ou o ciberespaço.&lt;br /&gt;
   Desde o surgimento da ideia de hipertexto, este conceito está ligado a uma nova concepção de textualidade, em que a informação é disposta em um ambiente no qual pode ser &amp;lt;br/&amp;gt; acessada de forma não-linear. Isto implica em uma textualidade que funciona por associação, e não mais por sequências fixas previamente estabelecidas.&lt;br /&gt;
   Hipertexto, atualmente, é o texto disponibilizado pelas redes de computadores, composto por nós e conexões, que podem ser acessados aleatoriamente desde qualquer máquina&amp;lt;br/&amp;gt; (computador) e por qualquer usuário, em qualquer lugar do mundo e simultaneamente. Para melhor definir de que se compõe este texto eletrônico, encontramos em Lévy (1995) &amp;lt;br/&amp;gt;algumas características básicas ou &amp;quot;princípios abstratos&amp;quot;, que são:&lt;br /&gt;
 &amp;quot;Princípio de metamorfose: a rede hipertextual encontra-se em constante construção e renegociação. Sua extensão, composição e desenho estão sempre em mutação, conforme o &amp;lt;br/&amp;gt;trabalho dos atores envolvidos, sejam eles humanos, palavras, sons, imagens, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de heterogeneidade: os nós de uma rede hipertextual são heterogêneos; podem ser compostos de imagens, sons, palavras, , etc. E o processo sociotécnico colocará &amp;lt;br/&amp;gt;em jogo pessoas, grupos, artefatos, com todos os tipos de associações que pudermos imaginar entre eles.&lt;br /&gt;
 Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas: o hipertexto é fractal, ou seja, qualquer nó ou conexão, quando acessado, pode revelar-se como sendo composto por toda uma &amp;lt;br/&amp;gt;rede de nós e conexões, e assim, indefinidamente.&lt;br /&gt;
 Princípio de exterioridade: a rede não possui unidade orgânica, nem motor interno. Seu crescimento e diminuição, composição e recomposição dependem de um exterior indeterminado,&amp;lt;br/&amp;gt; como adição de novos elementos, conexões com outras redes, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de topologia: no hipertexto, tudo funciona por proximidade e vizinhança. O curso dos acontecimentos é uma questão de topologia, de caminhos. A rede não está no espaço, &amp;lt;br/&amp;gt;ela é o espaço.&lt;br /&gt;
 Princípio de mobilidade dos centros: a rede possui não um, mas diversos centros, que são perpetuamente móveis, saltando de um nó a outro, trazendo ao redor de si uma ramificação &amp;lt;br/&amp;gt;infinita de pequenas raízes, rizomas, perfazendo mapas e desenhando adiante outras paisagens&amp;quot; (Lévy, 1995, p. 26).&lt;br /&gt;
Com a inserção das tecnologias e das novas tecnologias na escola;é necessário ter claro que a tecnologia apresenta-se como meio, como instrumento para colaborar no desenvolvimento do processo de aprendizagem, e que se utilizando dessas tecnologias o professor tem a oportunidade de realizar o seu verdadeiro papel, que é o de ser mediador entre o aluno e sua aprendizagem, o facilitador, o incentivador e motivador dessa aprendizagem.&lt;br /&gt;
[http://www.ia.ufrrj.br/ppgea/conteudo/conteudo-2008-2/2SF/Marcelo/Educa%E7%E3o%20e%20Tecnologias.pdf]Kenski enfatiza que os processos de interação e comunicação no ensino sempre dependeram muito mais das pessoas envolvidas no processo, do que das tecnologias utilizadas, sejam o livro, o giz ou o computador e as redes, portanto, uma mudança de postura e direcionamento do processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
A transformação das informações em conhecimentos só acontece quando há o  desenvolvimento de um trabalho de interação, reflexão, discussão, crítica e ponderações compartilhado com outras pessoas. Para aprender é fundamental que haja a interação com as informações e com as pessoas.A educação, sob tal prisma, redimensiona o conceito de distância, que, com base nas ferramentas tecnológicas virtuais, promove uma construção do conhecimento de maneira diferenciada, estimulando, com isso, um processo colaborativo de interação em tempo real. Segundo Terra e Gordon (2002 apud SHONS; RIBEIRO, 2008), “a evolução do conhecimento depende do trabalho coletivo, e não do individual”. Tal afirmação procede, ao se considerar o conhecimento como construção social, vinculada, portanto, à participação humana.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>AparecidoFernandes</name></author>	</entry>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;                            '''HIPERTEXTO E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO'''&lt;br /&gt;
[https://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;amp;site=imghp&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;source=hp&amp;amp;biw=1138&amp;amp;bih=498&amp;amp;q=ESCRITA+COLABORATIVA&amp;amp;oq=ESCRITA+COLABORATIVA&amp;amp;gs_l=img.12..0j0i24.2036.8621.0.11113.20.12.0.8.8.0.617.4251.1j1j2j3j3j2.12.0....0...1ac.1.27.img..7.13.1097.v62ppGeEZAM#facrc=_&amp;amp;imgrc=bpvvR9D0blw-dM%3A%3BLHMVKBh_nEC8ZM%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.masternewmedia.org%252Fescrita_colaborativa_online.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fbr.masternewmedia.org%252F2010%252F02%252F16%252Fescrita_colaborativa_online_como_blogs_e_wikis.htm%3B485%3B417]&lt;br /&gt;
    O uso da tecnologia e da internet está crescendo com rapidez nos ambientes educacionais, auxiliando no desenvolvimento das aulas, ao mesmo tempo que apresenta novos gêneros &amp;lt;br/&amp;gt; textuais ou semióticos.&lt;br /&gt;
    Fazendo uma retomada da história, nas décadas de 80 e 90, surge um novo meio de comunicação, o computador, que a partir do desenvolvimento da World Wide Web, modificou o modo&amp;lt;br/&amp;gt; de interagir das pessoas, que em pouco tempo faz nascer o mundo virtual ou o ciberespaço.&lt;br /&gt;
   Desde o surgimento da ideia de hipertexto, este conceito está ligado a uma nova concepção de textualidade, em que a informação é disposta em um ambiente no qual pode ser &amp;lt;br/&amp;gt; acessada de forma não-linear. Isto implica em uma textualidade que funciona por associação, e não mais por sequências fixas previamente estabelecidas.&lt;br /&gt;
   Hipertexto, atualmente, é o texto disponibilizado pelas redes de computadores, composto por nós e conexões, que podem ser acessados aleatoriamente desde qualquer máquina&amp;lt;br/&amp;gt; (computador) e por qualquer usuário, em qualquer lugar do mundo e simultaneamente. Para melhor definir de que se compõe este texto eletrônico, encontramos em Lévy (1995) &amp;lt;br/&amp;gt;algumas características básicas ou &amp;quot;princípios abstratos&amp;quot;, que são:&lt;br /&gt;
 &amp;quot;Princípio de metamorfose: a rede hipertextual encontra-se em constante construção e renegociação. Sua extensão, composição e desenho estão sempre em mutação, conforme o &amp;lt;br/&amp;gt;trabalho dos atores envolvidos, sejam eles humanos, palavras, sons, imagens, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de heterogeneidade: os nós de uma rede hipertextual são heterogêneos; podem ser compostos de imagens, sons, palavras, , etc. E o processo sociotécnico colocará &amp;lt;br/&amp;gt;em jogo pessoas, grupos, artefatos, com todos os tipos de associações que pudermos imaginar entre eles.&lt;br /&gt;
 Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas: o hipertexto é fractal, ou seja, qualquer nó ou conexão, quando acessado, pode revelar-se como sendo composto por toda uma &amp;lt;br/&amp;gt;rede de nós e conexões, e assim, indefinidamente.&lt;br /&gt;
 Princípio de exterioridade: a rede não possui unidade orgânica, nem motor interno. Seu crescimento e diminuição, composição e recomposição dependem de um exterior indeterminado,&amp;lt;br/&amp;gt; como adição de novos elementos, conexões com outras redes, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de topologia: no hipertexto, tudo funciona por proximidade e vizinhança. O curso dos acontecimentos é uma questão de topologia, de caminhos. A rede não está no espaço, &amp;lt;br/&amp;gt;ela é o espaço.&lt;br /&gt;
 Princípio de mobilidade dos centros: a rede possui não um, mas diversos centros, que são perpetuamente móveis, saltando de um nó a outro, trazendo ao redor de si uma ramificação &amp;lt;br/&amp;gt;infinita de pequenas raízes, rizomas, perfazendo mapas e desenhando adiante outras paisagens&amp;quot; (Lévy, 1995, p. 26).&lt;br /&gt;
Com a inserção das tecnologias e das novas tecnologias na escola;é necessário ter claro que a tecnologia apresenta-se como meio, como instrumento para colaborar no desenvolvimento do processo de aprendizagem, e que se utilizando dessas tecnologias o professor tem a oportunidade de realizar o seu verdadeiro papel, que é o de ser mediador entre o aluno e sua aprendizagem, o facilitador, o incentivador e motivador dessa aprendizagem.&lt;br /&gt;
[http://www.ia.ufrrj.br/ppgea/conteudo/conteudo-2008-2/2SF/Marcelo/Educa%E7%E3o%20e%20Tecnologias.pdf]Kenski enfatiza que os processos de interação e comunicação no ensino sempre dependeram muito mais das pessoas envolvidas no processo, do que das tecnologias utilizadas, sejam o livro, o giz ou o computador e as redes, portanto, uma mudança de postura e direcionamento do processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
A transformação das informações em conhecimentos só acontece quando há o  desenvolvimento de um trabalho de interação, reflexão, discussão, crítica e ponderações compartilhado com outras pessoas. Para aprender é fundamental que haja a interação com as informações e com as pessoas.A educação, sob tal prisma, redimensiona o conceito de distância, que, com base nas ferramentas tecnológicas virtuais, promove uma construção do conhecimento de maneira diferenciada, estimulando, com isso, um processo colaborativo de interação em tempo real. Segundo Terra e Gordon (2002 apud SHONS; RIBEIRO, 2008), “a evolução do conhecimento depende do trabalho coletivo, e não do individual”. Tal afirmação procede, ao se considerar o conhecimento como construção social, vinculada, portanto, à participação humana.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>AparecidoFernandes</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/L%C3%ADngua_Portuguesa</id>
		<title>Língua Portuguesa</title>
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				<updated>2013-10-02T20:34:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;AparecidoFernandes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;                            '''HIPERTEXTO E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    O uso da tecnologia e da internet está crescendo com rapidez nos ambientes educacionais, auxiliando no desenvolvimento das aulas, ao mesmo tempo que apresenta novos gêneros &amp;lt;br/&amp;gt; textuais ou semióticos.&lt;br /&gt;
    Fazendo uma retomada da história, nas décadas de 80 e 90, surge um novo meio de comunicação, o computador, que a partir do desenvolvimento da World Wide Web, modificou o modo&amp;lt;br/&amp;gt; de interagir das pessoas, que em pouco tempo faz nascer o mundo virtual ou o ciberespaço.&lt;br /&gt;
   Desde o surgimento da ideia de hipertexto, este conceito está ligado a uma nova concepção de textualidade, em que a informação é disposta em um ambiente no qual pode ser &amp;lt;br/&amp;gt; acessada de forma não-linear. Isto implica em uma textualidade que funciona por associação, e não mais por sequências fixas previamente estabelecidas.&lt;br /&gt;
   Hipertexto, atualmente, é o texto disponibilizado pelas redes de computadores, composto por nós e conexões, que podem ser acessados aleatoriamente desde qualquer máquina&amp;lt;br/&amp;gt; (computador) e por qualquer usuário, em qualquer lugar do mundo e simultaneamente. Para melhor definir de que se compõe este texto eletrônico, encontramos em Lévy (1995) &amp;lt;br/&amp;gt;algumas características básicas ou &amp;quot;princípios abstratos&amp;quot;, que são:&lt;br /&gt;
 &amp;quot;Princípio de metamorfose: a rede hipertextual encontra-se em constante construção e renegociação. Sua extensão, composição e desenho estão sempre em mutação, conforme o &amp;lt;br/&amp;gt;trabalho dos atores envolvidos, sejam eles humanos, palavras, sons, imagens, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de heterogeneidade: os nós de uma rede hipertextual são heterogêneos; podem ser compostos de imagens, sons, palavras, , etc. E o processo sociotécnico colocará &amp;lt;br/&amp;gt;em jogo pessoas, grupos, artefatos, com todos os tipos de associações que pudermos imaginar entre eles.&lt;br /&gt;
 Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas: o hipertexto é fractal, ou seja, qualquer nó ou conexão, quando acessado, pode revelar-se como sendo composto por toda uma &amp;lt;br/&amp;gt;rede de nós e conexões, e assim, indefinidamente.&lt;br /&gt;
 Princípio de exterioridade: a rede não possui unidade orgânica, nem motor interno. Seu crescimento e diminuição, composição e recomposição dependem de um exterior indeterminado,&amp;lt;br/&amp;gt; como adição de novos elementos, conexões com outras redes, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de topologia: no hipertexto, tudo funciona por proximidade e vizinhança. O curso dos acontecimentos é uma questão de topologia, de caminhos. A rede não está no espaço, &amp;lt;br/&amp;gt;ela é o espaço.&lt;br /&gt;
 Princípio de mobilidade dos centros: a rede possui não um, mas diversos centros, que são perpetuamente móveis, saltando de um nó a outro, trazendo ao redor de si uma ramificação &amp;lt;br/&amp;gt;infinita de pequenas raízes, rizomas, perfazendo mapas e desenhando adiante outras paisagens&amp;quot; (Lévy, 1995, p. 26).&lt;br /&gt;
Com a inserção das tecnologias e das novas tecnologias na escola;é necessário ter claro que a tecnologia apresenta-se como meio, como instrumento para colaborar no desenvolvimento do processo de aprendizagem, e que se utilizando dessas tecnologias o professor tem a oportunidade de realizar o seu verdadeiro papel, que é o de ser mediador entre o aluno e sua aprendizagem, o facilitador, o incentivador e motivador dessa aprendizagem.&lt;br /&gt;
[http://www.ia.ufrrj.br/ppgea/conteudo/conteudo-2008-2/2SF/Marcelo/Educa%E7%E3o%20e%20Tecnologias.pdf]Kenski enfatiza que os processos de interação e comunicação no ensino sempre dependeram muito mais das pessoas envolvidas no processo, do que das tecnologias utilizadas, sejam o livro, o giz ou o computador e as redes, portanto, uma mudança de postura e direcionamento do processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
A transformação das informações em conhecimentos só acontece quando há o  desenvolvimento de um trabalho de interação, reflexão, discussão, crítica e ponderações compartilhado com outras pessoas. Para aprender é fundamental que haja a interação com as informações e com as pessoas.A educação, sob tal prisma, redimensiona o conceito de distância, que, com base nas ferramentas tecnológicas virtuais, promove uma construção do conhecimento de maneira diferenciada, estimulando, com isso, um processo colaborativo de interação em tempo real. Segundo Terra e Gordon (2002 apud SHONS; RIBEIRO, 2008), “a evolução do conhecimento depende do trabalho coletivo, e não do individual”. Tal afirmação procede, ao se considerar o conhecimento como construção social, vinculada, portanto, à participação humana.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>AparecidoFernandes</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/L%C3%ADngua_Portuguesa</id>
		<title>Língua Portuguesa</title>
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				<updated>2013-10-02T13:59:21Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;AparecidoFernandes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;                            '''HIPERTEXTO E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    O uso da tecnologia e da internet está crescendo com rapidez nos ambientes educacionais, auxiliando no desenvolvimento das aulas, ao mesmo tempo que apresenta novos gêneros &amp;lt;br/&amp;gt; textuais ou semióticos.&lt;br /&gt;
    Fazendo uma retomada da história, nas décadas de 80 e 90, surge um novo meio de comunicação, o computador, que a partir do desenvolvimento da World Wide Web, modificou o modo&amp;lt;br/&amp;gt; de interagir das pessoas, que em pouco tempo faz nascer o mundo virtual ou o ciberespaço.&lt;br /&gt;
   Desde o surgimento da ideia de hipertexto, este conceito está ligado a uma nova concepção de textualidade, em que a informação é disposta em um ambiente no qual pode ser &amp;lt;br/&amp;gt; acessada de forma não-linear. Isto implica em uma textualidade que funciona por associação, e não mais por sequências fixas previamente estabelecidas.&lt;br /&gt;
   Hipertexto, atualmente, é o texto disponibilizado pelas redes de computadores, composto por nós e conexões, que podem ser acessados aleatoriamente desde qualquer máquina&amp;lt;br/&amp;gt; (computador) e por qualquer usuário, em qualquer lugar do mundo e simultaneamente. Para melhor definir de que se compõe este texto eletrônico, encontramos em Lévy (1995) &amp;lt;br/&amp;gt;algumas características básicas ou &amp;quot;princípios abstratos&amp;quot;, que são:&lt;br /&gt;
 &amp;quot;Princípio de metamorfose: a rede hipertextual encontra-se em constante construção e renegociação. Sua extensão, composição e desenho estão sempre em mutação, conforme o &amp;lt;br/&amp;gt;trabalho dos atores envolvidos, sejam eles humanos, palavras, sons, imagens, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de heterogeneidade: os nós de uma rede hipertextual são heterogêneos; podem ser compostos de imagens, sons, palavras, , etc. E o processo sociotécnico colocará &amp;lt;br/&amp;gt;em jogo pessoas, grupos, artefatos, com todos os tipos de associações que pudermos imaginar entre eles.&lt;br /&gt;
 Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas: o hipertexto é fractal, ou seja, qualquer nó ou conexão, quando acessado, pode revelar-se como sendo composto por toda uma &amp;lt;br/&amp;gt;rede de nós e conexões, e assim, indefinidamente.&lt;br /&gt;
 Princípio de exterioridade: a rede não possui unidade orgânica, nem motor interno. Seu crescimento e diminuição, composição e recomposição dependem de um exterior indeterminado,&amp;lt;br/&amp;gt; como adição de novos elementos, conexões com outras redes, etc.&lt;br /&gt;
 Princípio de topologia: no hipertexto, tudo funciona por proximidade e vizinhança. O curso dos acontecimentos é uma questão de topologia, de caminhos. A rede não está no espaço, &amp;lt;br/&amp;gt;ela é o espaço.&lt;br /&gt;
 Princípio de mobilidade dos centros: a rede possui não um, mas diversos centros, que são perpetuamente móveis, saltando de um nó a outro, trazendo ao redor de si uma ramificação &amp;lt;br/&amp;gt;infinita de pequenas raízes, rizomas, perfazendo mapas e desenhando adiante outras paisagens&amp;quot; (Lévy, 1995, p. 26).&lt;br /&gt;
Com a inserção das tecnologias e das novas tecnologias na escola;é necessário ter claro que a tecnologia apresenta-se como meio, como instrumento para colaborar no desenvolvimento do processo de aprendizagem, e que se utilizando dessas tecnologias o professor tem a oportunidade de realizar o seu verdadeiro papel, que é o de ser mediador entre o aluno e sua aprendizagem, o facilitador, o incentivador e motivador dessa aprendizagem.&lt;br /&gt;
Kenski enfatiza que os processos de interação e comunicação no ensino sempre dependeram muito mais das pessoas envolvidas no processo, do que das tecnologias utilizadas, sejam o livro, o giz ou o computador e as redes, portanto, uma mudança de postura e direcionamento do processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
A transformação das informações em conhecimentos só acontece quando há o  desenvolvimento de um trabalho de interação, reflexão, discussão, crítica e ponderações compartilhado com outras pessoas. Para aprender é fundamental que haja a interação com as informações e com as pessoas.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>AparecidoFernandes</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste</id>
		<title>Página de Teste</title>
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				<updated>2013-09-23T19:33:11Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;AparecidoFernandes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;----&lt;br /&gt;
'''INTRODUÇÃO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==''&amp;lt;i&amp;gt;Avaliação escolar no contexto do ensino e aprendizagem.&amp;lt;/i&amp;gt;==&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Com a '''[evolução][https://www.google.com.br/]''' das [[tecnologias]] utilizadas no processo educativo ocorreram mudanças nas metodologias praticadas na sala de aula  e consequentemente mudanças nas formas de ''avaliação'', sejam nos aspectos do processo ensino-aprendizagem em si, ou para provocar mudanças significativas para um melhor aproveitamento dos alunos do ensino fundamental e médio.&lt;br /&gt;
Segundo Luckesi, &amp;quot;...a '''''avaliação''''' é uma apreciação qualitativa sobre dados relevantes do processo de ensino-aprendizagem que auxilia o professor a tomar decisões sobre o seu trabalho”. Ou seja a '''avaliação''' escolar é um componente do processo de ensino que visa, através da verificação e qualificação dos resultados obtidos, determinar a correspondência destes com os objetivos propostos e, daí, orientar a tomada de decisões em relação às atividades didáticas futuras.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
A [[Media:avaliação]] como instrumento de investigação, '''Luckesi''' (2011), destaca pontualmente a  importância da qualidade no âmbito da realidade, o instrumento de ação do gestor em suas ações e decisões, definindo ele,  a partir de então o conhecimento como a luz, que amplia e direciona o caminhar, permitindo as intervenções necessárias à melhoria do ambiente de ensino aprendizagem. &lt;br /&gt;
A questão da inclusão, ante a discriminação e o trabalho de acolhimento das diferenças em sala de aula, passa por limites de aceitação e relacionamentos, visando a oportunizar igualdade no ambiente de ensino aprendizagem, conforme '''Jussara Hoffman''' (2005), o respeito e o dinamismo na forma de apreensão do conhecimento, na didática do professor , evidencia a participação do incluso entre os demais alunos, favorecendo em questões de avaliação as múltiplas interpretações de quem as interpreta.&lt;br /&gt;
Verificando ainda, a aprendizagem no olhar de Luckesi, a visão da realidade torna-se muito ampla, quanto ao conhecimento, o conceito visto por ele, mostra a realidade como é e funciona, ele não se define apenas na mensuração do que se dispõe a buscar, mas tornando compreensível aquilo que não é. Portanto, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
teste Hoje dia 23 de setembro estamos aprendendo, ou seja verificando o rumo para logar na página.Portanto, o uso das tecnologias aplicadas à educação surtirá efeito no processo de ensino e aprendizagem&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>AparecidoFernandes</name></author>	</entry>

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