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		<title>Wiki_Semed - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<title>Turma - A - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-14T00:51:09Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
[[Arquivo:AVALIA C.jpg|thumb|Instrumento de avaliação.]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Nesse contexto, a escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&amp;lt;br&amp;gt;Porém, também precisa proporcionar uma avaliação adequada as potencialidades de cada aluno e, dessa forma, a avaliação servirá como instrumento medidor da aprendizagem e não suporte quantificador da mesma que de acordo com Luckesi, (2011) deve &amp;quot;promover uma diferença &amp;quot;sensível&amp;quot;, o que não se coaduna com a objetividade, com padronização.&amp;quot;Considerando que nem todos avançaram na mesma proporção, mas todos se desenvolveram cognitivamente a medida de suas capacidades, isso sim deve ser valorizado.&amp;lt;br&amp;gt;Historicamente, a avaliação escolar assumiu um papel pedagógico propedêutico, seletivo e classificatório, priorizando as capacidades cognitivas. Entretanto, com as constantes mudanças sociais e econômicas, estabeleceu-se no Brasil novas diretrizes e bases na Educação Básica.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Porém, para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E, se quiser saber que tipo de avaliação quer desenvolver em uma escola, será preciso'' conhecer'', o que segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620)&amp;quot;conhecer é poder&amp;quot;. E, ainda conforme Luckesi(2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. A fim de conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido, precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Nesse âmbito, aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno. Analisar resultados de avaliação, sem fazer as necessárias intervenções, nos remete a avaliação da escola tradicional, onde se avaliava apenas para quantificar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Diante desta conjuntura, o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Sendo assim, a avaliação precisa ser mediadora[http://www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_22_p051-059_c.pdf], ou seja, ela deve ser um conjunto de observações, análises e intervenções o desenvolvimento da aprendizagem, no qual o processo avaliativo se torna singular quando consideramos o educador como sujeito único, com valores e concepções próprias, devendo ser considerado também quanto ao educando. Desta forma avaliação deve buscar a convergência de significados, de diálogos de mútua confiança para a construção conjunta do conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Hoffmann (2005) as mudanças em avaliação ocorrem muitas vezes por imposição por determinações legais a cada novo governo sem uma discussão com orientações confusas e superficiais e ficam assim os professores nesse meio, perdidos, desorientados. Sendo assim essas mudanças não acontecem como é para acontecer, pois não é levado como principal objetivo a aprendizagem dos alunos. Falta assim uma maior discussão sobre o reflexo dessas mudanças nas pessoas envolvidas.&lt;br /&gt;
Assim estar em constante investigação para que o método de avaliar não para na primeira tomada de decisão.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Precisamos aprender a ver os alunos com diferenças individuais e saber que a escola deve ser um sinônimo de interação. Pois a escola deveria ser um lugar onde as crianças e os jovens gostem de ficar e assim felizes,tendo um lugar para trocar idéias devem ser avaliados periodicamente para que possam aprender que na escola tem que haver interação e isso só ocorre quando estamos juntos para conviver e aprender, essa aprendizagem precisa ser mediada pelo professor através de intervenções que leve o aluno a compreender a importante tarefa da avaliação que é de melhorar o fazer pedagógico do professor assim melhorando e fortalecendo seu aprendizado.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Enfim, a avaliação deve ser vista como elemento norteador do processo de ensino-aprendizagem que busca produzir compreensão do conhecimento apreendido com objetivo de intervir para melhoria da aprendizagem, indicando o caminho a seguir. Devemos compreender que avaliação não é o conhecimento, mas ela o representa, pois o conhecimento é mais complexo e ela tem a capacidade e a qualidade como elemento norteador de nós, professores no efetivo processo de ensino-aprendizagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&amp;lt;br&amp;gt; Segundo Hoffmann, (2005), &amp;quot;a interação do avaliador:conhecer, compreender,acolher os alunos em suas diferenças e estratégias [...]&amp;quot; pode diferenciar também a forma de pensar seu fazer pedagógico sendo assim, contribuir para o desenvolvimento do saber de seus alunos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Hoffmann (2005) a avaliação é &amp;quot;uma ação ampla que abrange o cotidiano do fazer pedagógico[...]&amp;quot;, portanto ela deve ser vista como um todo, deve acontecer a todo momento para que exerça essa função deverá promover espaços interativos, onde se busca as ações mediadoras para o crescimento coletivo.&amp;lt;br&amp;gt;Sendo assim, os Projetos Políticos Pedagógicos das escolas, devem estar de acordo com esta nova concepção de educação, pois ela considera que a prática avaliativa deve estar vinculada ao processo ensino e aprendizagem e não seja uma ação desvinculada do processo.&lt;br /&gt;
A  postura avaliativa do professor deverá ser baseada na sua concepção de aprendizagem e do modelo pedagógico adotado pela escola. Segundo Janssen (2003)  Um modelo pedagógico baseado na interação e na mediação possibilitará uma avaliação formativa e reguladora[http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=1401] em que o papel do educador seja desafiador, estimulando seus alunos na construção do conhecimento. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003) uma aprendizagem significativa acontece quando a avaliação é vista como um processo de sistematização e interpretação que deve orientar o docente para que o mesmo possa refletir sobre sua prática pedagógica. E para que isso ocorra a avaliação precisa ser constante, diversificada, continua, sistemática e intencional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Ainda de acordo com Janssen (2003) a escola deve ser questionada e revisada, na escola deveriam ser levantados questionamentos entre eles: seria o papel da escola preparar indivíduos para a nova organização de mundo e de trabalho, será mesmo função da escola formar sujeitos competentes, competitivos e consumidores? Ou ainda a escola precisa possibilitar o acesso e o desenvolvimento de saberes e competências necessárias para a inserção dos indivíduos como cidadãos críticos, participativos propositivos numa sociedade em transformação.  É necessário que façamos uma reflexão do verdadeiro papel da escola na sociedade atualmente, bem como para que ela se torne um lugar aprendizagem coletiva e um ambiente onde os alunos gostem de estar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com [Luckesi (2011)][http://www.luckesi.com.br/apresentacao.htm], o ato de avaliar é um ato de investigar. O professor deve ser um gestor preocupado com esse recurso metodológico, pois enquanto a ciência descreve e interpreta a realidade a avaliação estuda a sua qualidade. Por isso, o professor que não tem conhecimento do ato de avaliar como investigação científica não conseguirá ter uma ação pedagógica e resultados sérios e satisfatórios. Ele ainda enfatiza que há dois tipos de avaliação: uma que avalia um objeto já configurado e concluído e outra que avalia o objeto em construção. Teremos então assim, avaliação de certificação e avaliação operacional. Apesar de as duas terem o mesmo principio da avaliação, evidenciam fenômenos e conceitos diferentes entre si.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação de certificação:''' se refere à investigação de qualidade, segue procedimentos básicos e tem como objetivo testemunhar sobre a qualidade do objeto estudado. Ex: Inmetro, OAB, ISO, etc. Os interessados submetem-se a uma prova para avaliar a qualidade e desempenho de sua função; no fim, se aprovados, recebem uma certificação de que está apto a exercer aquela função. Neste caso se, durante a investigação o resultado for insatisfatório, a certificação será negada. Este tipo de avaliação configura-se em dois passos: descrever e qualificar a realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação Operacional (de acompanhamento de uma ação):''' investiga a qualidade dos resultados levando em conta o foco formativo (processo) e depois, o foco final (produto). Para este tipo de avaliação, Luckesi nos diz que o objeto é assumido no seu processo de construção que se caracteriza no ato de aprender e tem como suporte o ato de ensinar. Este tipo de avaliação se configura em três passos: descrever, qualificar e intervir na realidade, se necessário. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante de tudo isso, é importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&amp;quot;O papel da avaliação é acompanhar a relação ensino e aprendizagem e possibilitar as informações necessárias para manter o diálogo entre as intervenções dos docentes e educandos&amp;quot;. (Da Silva, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante disso, avaliar vai muito além de provas, portfólios ou outro qualquer tipo de registro que se faça para medir o desempenho do aluno. O mais importante é encontrar caminhos diferentes para analisar o crescimento desse educando no processo de ensino e aprendizagem.Para encontrar o caminho é conhecer a realidade do aluno,como diz Luckesi (2011, p.165): Enfim, a realidade, na prática do conhecimento é a &amp;quot;realidade que construímos conceitualmente&amp;quot;. Suas riquezas e limites dependerão dos nossos recursos metodológicos, dá a necessidade premente de investigação estar sempre em atividade construtiva. Assim podemos ter uma tomada de decisão que implicará os recursos metodológicos para avaliar o aluno da melhor forma. Assim estar em constante investigação para que o método de avaliar não para na primeira tomada de decisão.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Temos que pensar na avaliação como uma tomada de decisão importante, onde à análise e compreensão das estratégias para se promover uma mudança e assim transformar a aprendizagem do aluno. Avaliar implica não somente na aplicação de provas e sim na reorganização, replanejamento e reconstrução do trabalho do professor, sempre acompanhada da pesquisa. O professor não deve se esquecer que uma boa avaliação só acontece quando segue as etapas da observação, reflexão e ação sem essas etapas a avaliação perde todo o sentido de qualificar o aprendizado e passa a apenas medir o conhecimento e não pode ser esse o objetivo da educação, mas o de despertar um compreender do que se é aprendido.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Neste sentido, a avaliação torna-se um elemento importante na formação do indivíduo, pois uma boa avaliação tem a capacidade de fazer o professor compreender o caminho percorrido pelo aluno, fazendo as intervenções necessárias nesse processo de construção do conhecimento. Para Luckesi(2011), o ato de avaliar &amp;quot;envolve uma investigação sobre a qualidade dos resultados de uma ação em andamento, desvendando-a em sua satisfatoriedade (ou não), se necessário, subsidia soluções com base nesse conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, o professor deve assumir a postura do papel de pesquisador, o qual investiga a qualidade da aprendizagem do aluno comprometido na mediação da construção do conhecimento do aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todos os procedimentos disponivéis no processo de ensino e aprendizagem, para tal, o envolvimento e a tomada de decisão no momento do planejamento do professor é impresíndivel, sendo a assim a reflexão constante e continua, a reavaliação do próprio plano e as ações destinadas as diversas dificuldades de cada aluno. Pois, segundo Luckesi, (2011)&amp;quot;Um conhecimento produzido sempre subsidiará ações mais adequadas por parte do ser humano.&amp;quot; Neste sentido o trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma. &amp;lt;br&amp;gt;[complemente esta leitura em:http://moodle.semed.capital.ms.gov.br/moodle/pluginfile.php/4242/mod_page/content/19/AMBIENTES_VIRTUAIS_DE_APRENDIZAGEM-_Luckesi%20%281%29.pdf]&amp;lt;br&amp;gt;A Lei de diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394, de 1.996, representa um marco histórico neste processo transformador, que tem como objetivo formar cidadãos conscientes, críticos e autônomos; esta perspectiva considera que a avaliação é um processo contínuo e emancipatório, pois representa um dos  instrumentos norteadores da prática educativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Luckesi (2011) na prática escolar o nosso objetivo é que nossos educandos aprendam e por aprender se desenvolvam. Vemos então que um dos objetivos da avaliação é de diagnosticar o que o aluno aprendeu em consequentemente propor soluções que viabilizem um melhor desempenho com resultados satisfatórios.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação, segundo Luckesi (2011) é sempre dinâmica e construtiva e seu objetivo na prática educativa é dar suporte ao educador para que ele tenha meios de observar e intervir da melhor forma possível de forma que o educando aprenda e que sua ação pedagógica possa ser satisfatória no final do processo. Nesse contexto, a avaliação dá suporte para decisões importantes no ato de aprender, seja para considerar que a aprendizagem foi satisfatória, seja para reorientá-la se algo ficou difuso e sem compreensão. Tudo isso será feito para ter um melhor resultado no foco final.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Ainda,conforme Luckesi (2000), a boa avaliação envolve três passos: &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; De acordo com Silva (2003), &amp;quot;a avaliação cruza o trabalho pedagógico desde seu planejamento até a sua execução, coletando dados para melhor compreensão da relação entre o planejamento, o ensino e a aprendizagem e poder orientar a intervenção didática para que seja qualitativa e contextualizada.&amp;quot; Ou seja na prática educativa a avaliação deve estar presente em todos os momentos da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode mais ser um instrumento de seleção e exclusão, pois tanto um como o outro bate de frente com a atual corrente pela inclusão na educação. Para Hoffmann (2005), há uma preocupação extrema da escola em padronizar ações, em estabelecer regras comuns a todos definindo assim somente critérios quantitativos e não qualitativos, além de objetivos precisos. Muito tem se falado em processo avaliativo, mas ainda é muito difícil enxergar justiça na avaliação, sendo ela ainda instrumento classificatório tradicional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode ser medida através de  números e códigos, pois os mesmos camuflam questões mais graves. Pode-se atribuir, através da avaliação quantitativa, qualquer nota sem justificar, ou seja, superficialmente, o ideal é que se avalie qualitativamente, através de conceitos e observações diárias dos progressos ou não, dos alunos.(HOFFMANN, 2005). Seguindo esse pensamento que o professor é insubstituível na construção do conhecimento, Fica claro sua função mediadora no processo ensino aprendizagem, pois auxilia na interação entre os pares formando uma teia de confiança mútua assim contribuindo para um processo avaliativo mediador.Processo que teve alguns momentos importantes para o professor, pois para se chegar a um resultado satisfatório deve-se levar em conta o contexto escolar e o meio em que os alunos estão inseridos. Depois é fazer que a avaliação tenha sentido como diz Hoffmann (2005, p. 16): Para que o processo avaliativo tenha sentido, as propostas educativas precisam estar articuladas em termos de gradação e complexidade. O objetivo é fazer desafios superáveis aos alunos, de modo que as respostas de cada um provoquem o professor a fazer outras perguntas sobre elas, em outras dimensões, sobre outros assuntos, sob diferentes formas provocativas, também em termos de estratégias de pensamentos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação deve ser compreendida como elemento indispensável do trabalho pedagógico, como coloca Hoffmann (2005, p.17). uma ação ampla que abrange o cotidiano pedagógico e cuja a energia faz pulsar o planejamento, a proposta pedagógica e a relação entre todos os elementos da ação educativa&amp;quot;, podendo ser considerada o fio inicial do novelo e que através dela pode ser desenrolado e construída uma excelente roupagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003)sendo constante a avaliação se materializa numa variedade de instrumentos por isso a necessidade de ser contínua. E é com essa variação que o professor avalia seu aluno bem como a sua forma de ensinar e o se trabalho como docente.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação em todo o contexto escolar assim como o planejamento é uma das ferramentas mais importantes à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo da escola, que é o sucesso do ensino e aprendizagem. Pois, avaliar permite ao professor encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado dos alunos e assim oferecer alternativas em tempo hábil para uma evolução mais segura.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É necessário trabalhar no contexto do projeto educativo, que prioriza o desenvolvimento dos educandos a partir de um processo de assimilação ativa do legado cultural já conduzido pela sociedade: a filosofia, a ciência, a arte, a literatura, etc.&amp;lt;br&amp;gt; Deve-se perceber que a avaliação está presente em todo momento no contexto escolar, deve estar presente desde o momento do planejamento e na sua execução, para que assim possa se coletar dados sobre o que tem que ser mudado ou o que pode melhorar. Assim diz Luckesi(2011, p. 162) sobre a coleta de dados : A realidade a ser observada e descrita exige instrumentos de coleta de dados adequados a ela, ou seja, sua descrição está comprometida com a qualidade dos instrumentos de coleta de dados que forem utilizados.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Essa coleta de dados é de caráter singular e interpretativo, pois descreve o que o professor observa sob o seu ponto de vista ( todo o conhecimento, ética e vivência do professor) e com isso surge à necessidade de  acompanhamento por parte dos diretores e supervisores, para que haja a mediação, diálogo sobre os resultados alcançados.Dessa forma pode se ter um resultado de todo trabalho feito durante o tempo de investigação, para se coletar dados e saber se realmente foi aplicada a avaliação conforme critérios usados da realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve estar consciente da nossa não neutralidade e limitações no ato de avaliar, com isso &amp;quot;assumimos que conhecer é um ato de investigar a realidade, produzindo sua compreensão,o que, como consequência, possibilita sustentar uma ação adequada e satisfatória à medida das amplitudes e limites desse conhecimento&amp;quot;, sendo assim teremos uma ação mais eficiente e consciente nesse ato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM, AUTORIA E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar e, para isso, a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&amp;lt;br&amp;gt;Para que a avaliação se torne um instrumento subsidiário significativo da pratica educativa é importante que tanto a pratica educativa como as avaliações sejam conduzidas com um determinado rigor cientifico e técnico.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Partindo do princípio da autoria o processo avaliativo deve propor ao aluno uma maneira diferente de aprender onde a mediação tenha sentido para o coletivo. Esse processo avaliativo deve provocar o aluno a realizar suas próprias produções o que favorece a melhoria da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&amp;quot;[...] cada aluno, interativamente, descobre o mundo a sua própria maneira, diferente e única. Mas aprende o mundo de forma rica e desafiadora na medida de sua maior socialização e da cooperação dos adultos nesse sentido. Desenvolve-se, ainda mais, quando interage com o diferente, com pessoas de idade, gênero, etnia, experiências de vida, sentimentos e desejos diferentes dos seus&amp;quot;. (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Cada aluno é autor do seu próprio conhecimento, e é ele quem vai determinar a forma como vai construí-lo, portanto, a interação com o outro é parte fundamental nesse processo. E o professor como parte integrante dessa ação, tem a função de mediar essa construção.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;E, para corroborar com essa ideia, trazemos aqui a opinião de Janssen (2003), falando que o paradigma das “aprendizagens educativas” vem trazendo para nós um movimento de ressignificação do processo de ensino e aprendizagem. E, isso acontece quando o professor passa a enxergar o aluno como um sujeito que tem potencial para aprender e o que diferencia um aluno do outro, são seus percursos de aprendizagens que ele exemplifica como sendo suas histórias de vida e, também pela diversidade sociocultural da escola. Da mesma forma, há que se considerar segundo Méndez (2002), que o ensino não pode ser visto como uma mera e mecânica transmissão linear de conteúdos curriculares fechados e prontos que o docente passa para o educando, sem contestação, sem análise, sem construir e desconstruir significados para que este realmente aprenda. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Com esse paradigma, Janssen acredita que devemos ter uma nova compreensão de aprendizagem como uma prática pedagógica intelectual reflexiva transformadora. Dessa forma, ele analisa cada conceito dessa prática, começando pelo intelectual que  diz exigir do professor e da professora que sejam “intelectuais, autores e atores de sua ação docente”, pois só assim poderão criar instrumentos e ações de sua própria autoria transformando o conhecimento científico em conteúdos escolares contextualizados com o cotidiano do seu educando e com a escola em que está inserido. Para esse autor, deve se entender a prática docente como uma investigação, um processo inacabado, em constantes formulações e reformulações, com um percurso a se construir. E, para fazer jus a essa prática o professor ou a professora tem que ter uma postura reflexiva, pois só assim “a sala de aula será um laboratório dos que ensinam e dos que aprendem”. (JANSSEN, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; É neste contexto  que segundo Imbernón (2004 )[http://www.ceped.ueg.br/anais/ivedipe/pdfs/didatica/co/CO%20406-913-1-SP.pdf] o professor avaliador é também pesquisador e reflexivo, pois, para realizar sua pesquisa ele conjetura sobre sua prática docente, identificando as necessidades individuais, de seus alunos  e intervindo a fim de possibilitar uma aprendizagem significativa. Criando um ambiente mais educador que avaliador, onde tanto professor como aluno são autores de seu conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Concordando que a sala de aula deve ser um lugar diferente, um lugar onde todos são respeitados em suas mais diversas idéias, em suas diferentes maneiras de agir e pensar. E como diz Hoffmann(2005) &amp;quot;É procurar aprender com cada um deles novos jeitos de ensinar e de agir.&amp;quot; E fazendo assim poderemos ensinar e aprender muito.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que ocorra uma mudança na prática avaliativa é necessário que haja primeiramente, uma mudança de concepção por parte do professor, onde a lógica classificatória e excludente, infelizmente, ainda está impregnada, para uma concepção democrática. E para que haja uma verdadeira mudança de concepção, deve haver uma mudança de postura e de estudo por parte do professor. Se não houver essa mudança de postura frente ao verdadeiro sentido da avaliação, não haverá sentido  em avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Segundo Hoffmann (2005),  A atribuição de notas é arbitrária a muitos teóricos da avaliação, mas que reúne defensores( professores e leigos) que alegam ser mais precisa do que a sistemática de conceitos e/ ou relatórios de acompanhamento da aprendizagem dos alunos. A padronização da avaliação é uma prática tipicamente da educação tradicional, a qual busca a homogeniedade de uma classe. Sabendo, por meio de estudos que nossos alunos aprendem através da interação com o objeto do conhecimento e com seus pares, a avaliação se torna importante sendo o erro constitutivo nesse processo de construção de conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O ato de avaliar a aprendizagem para Luckesi (2011) ainda que tenha muitos componentes metodológicos comprometidos é um ato simples é um ato pelo qual o professor sabe se o seu educando aprendeu ou não o que ele ensinou.  Se o professor descobre por meio dos instrumentos que utilizou que seu aluno aprendeu, ótimo, sigamos em frente. Agora, se descobre que não, então entra o termo que segundo esse mesmo autor, está na moda: “a desconstrução” do que se aprendeu, do que se ensina e da forma como se aprende. Professor pesquisador tem que ser crítico, autônomo e autor de instrumentos de aprendizagem, tem que estudar, investigar, planejar e replanejar o que não deu certo e, descobrir porque o aluno não aprendeu. Deve ensinar de novo e, de novo e de forma diferente para que o aluno tenha chance de encontrar formas diferentes de assimilar o que foi ensinado, pois o importante é aprender.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Assim para atender as necessidades atuais da educação os professores carecem cada vez mais de uma formação contínua, que lhes permita refletir as metodologias adotadas, revendo seus conceitos e práticas educativas. Isso tem permitido um novo perfil de educador[http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/novo-perfil-professor-carreira-formacao-602328.shtml] que cada vez mais tem se tornado um pesquisador, reflexivo e autor no processo de construção de conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Para Luckesi (2011) O objetivo é convencer-nos que para agir necessitamos de um conhecimento e se não temos tal conhecimento devemos produzi-lo ou nos valermos do conhecimento dos outros, assim como fazemos quando utilizamos conhecimentos profissionais. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Nesse contexto, se faz necessário repensar o processo avaliativo como também debater as condições da formação docente, causando assim uma grande reflexão em torno da prática educativa e fazendo com que o professor e a professora avaliem sua postura diante do processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Com isso é importante que o educador tenha uma postura diferente e que auxilie o aluno na construção do seu conhecimento diante das novas exigências da atual sociedade contemporânea. E acima de tudo &amp;quot;é preciso valorizar as diferenças individuais sem perder de vista o contexto interativo. Escola é sinônimo de interação. Só existe escola para que muitas crianças e jovens possam conviver, trocar ideias, reunir-se, brincar, imaginar, sorrir, conviver.&amp;quot; (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Nesse sentido é possível trazer a luz do referencial teórico que o ato de aprender e ensinar, se constitui em um processo, logo, deve haver uma sintonia entre o sujeito e o objeto de estudo, o qual deve ser mediado pelo educador. Se um dos anteriores não estiver em sintonia, certamente o processo não será construído satisfatoriamente.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pois, é a partir das relações de interação entre professor e aluno, aluno e professor e aluno e aluno, que o conhecimento se constrói e se solidifica. E conforme Hoffmann, (2005), &amp;quot;Avaliação é portanto uma ação ampla que abrange o cotidiano pedagógico&amp;quot; pleiteando a construção dos saberes por parte do aluno,envolvendo toda uma ação de pesquisa, reflexão, planejamento, ação, reflexão, replanejamento das ações de intervenção por parte do professor.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Com tudo isso deve-se mudar a maneira de ver a avaliação. Avaliação é um todo, deve-se avaliar a todo momento e permitir que todos sejam avaliados. &amp;quot;Proponho, sobretudo, resgatar cada aluno e cada professor do coletivo da escola, transformando-os em indivíduos de direitos.&amp;quot; (HOFFMAN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De fato, a avaliação é apoiada em uma concepção classificatória e excludente e vem sendo usada como um recurso de opressão e punição, e fala-se que essa prática é para preparar para a sociedade, mas isso não é verdade, pois as avaliações externas mostra o contrário. Trabalham-se programas, colocam-se as avaliações como um fim e não como um meio para se obtiver a aprendizagem. A avaliação para ser justa, deve-se levar em conta a singularidade do aluno e do professor, pois o professor tem a sua subjetividade.Avaliar é muito mais que conhecer o aluno, é reconhecê-lo como uma pessoa digna de respeito e de interesse. O professor deve se preocupar com a aprendizagem e fazer a mediação fundamentada em princípios claros. A avaliação deve estar a serviço da ação e servir como projeto de futuro ( pensar como, de que forma poderá desenvolver estratégias para atender esse aluno) e ter a clareza que cada aluno é importante em suas necessidades, em sua vivência, em seu conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Moretto (2005), a avaliação é parte integrante do ensino e da aprendizagem, com isso o aluno torna-se construtor do próprio conhecimento e essa construção se estabelece através da mediação do professor, numa ação do aluno com suas concepções prévias, essa avaliação é feita de formas diversas, com instrumentos variados, assim sendo coerente com a forma de ensinar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação é imprescindível no processo de ensino-aprendizagem na nossa sociedade contemporânea, devemos buscar formar cidadãos capazes viver nessa era, onde o conhecimento evolui rapidamente, então para isto devemos oportunizar ferramentas que o torne capaz de aprender a aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO,Pedro. Avaliação: Para cuidar que o aluno aprenda. São Paulo: Criarp, 1991.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara M.L. Avaliação: mito e desafio-uma perspectiva construtivista. Educação e Realidade, Porto Alegre, 1991.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IMBERNÓN, Francisco. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e &lt;br /&gt;
a incerteza, 4.ed. São Paulo, Cortez, 2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem Escolar. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2000.[Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/avaliacao-como-processo-de-construcao-de-conhecimento/49769/#ixzz2VladX5W4]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MORETTO, Vasco Pedro, Prova- um momento privilegiado de estudo-não um acerto de contas/ Vasco Pedro Moretto, 5.ed. Rio de Janeiro: DP&amp;amp;A,2005&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino</id>
		<title>Turma - A - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-14T00:45:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
[[Arquivo:AVALIA C.jpg|thumb|Instrumento de avaliação.]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Nesse contexto, a escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&amp;lt;br&amp;gt;Porém, também precisa proporcionar uma avaliação adequada as potencialidades de cada aluno e, dessa forma, a avaliação servirá como instrumento medidor da aprendizagem e não suporte quantificador da mesma que de acordo com Luckesi, (2011) deve &amp;quot;promover uma diferença &amp;quot;sensível&amp;quot;, o que não se coaduna com a objetividade, com padronização.&amp;quot;Considerando que nem todos avançaram na mesma proporção, mas todos se desenvolveram cognitivamente a medida de suas capacidades, isso sim deve ser valorizado.&amp;lt;br&amp;gt;Historicamente, a avaliação escolar assumiu um papel pedagógico propedêutico, seletivo e classificatório, priorizando as capacidades cognitivas. Entretanto, com as constantes mudanças sociais e econômicas, estabeleceu-se no Brasil novas diretrizes e bases na Educação Básica.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Porém, para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E, se quiser saber que tipo de avaliação quer desenvolver em uma escola, será preciso'' conhecer'', o que segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620)&amp;quot;conhecer é poder&amp;quot;. E, ainda conforme Luckesi(2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. A fim de conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido, precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno. Analisar resultados de avaliação, sem fazer as necessárias intervenções, nos remete a avaliação da escola tradicional, onde se avaliava apenas para quantificar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Sendo assim, a avaliação precisa ser mediadora[http://www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_22_p051-059_c.pdf], ou seja, ela deve ser um conjunto de observações, análises e intervenções o desenvolvimento da aprendizagem, no qual o processo avaliativo se torna singular quando consideramos o educador como sujeito único, com valores e concepções próprias, devendo ser considerado também quanto ao educando. Desta forma avaliação deve buscar a convergência de significados, de diálogos de mútua confiança para a construção conjunta do conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Hoffmann (2005) as mudanças em avaliação ocorrem muitas vezes por imposição por determinações legais a cada novo governo sem uma discussão com orientações confusas e superficiais e ficam assim os professores nesse meio, perdidos, desorientados. Sendo assim essas mudanças não acontecem como é para acontecer, pois não é levado como principal objetivo a aprendizagem dos alunos. Falta assim uma maior discussão sobre o reflexo dessas mudanças nas pessoas envolvidas.&lt;br /&gt;
Assim estar em constante investigação para que o método de avaliar não para na primeira tomada de decisão.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Precisamos aprender a ver os alunos com diferenças individuais e saber que a escola deve ser um sinônimo de interação. Pois a escola deveria ser um lugar onde as crianças e os jovens gostem de ficar e assim felizes,tendo um lugar para trocar idéias devem ser avaliados periodicamente para que possam aprender que na escola tem que haver interação e isso só ocorre quando estamos juntos para conviver e aprender, essa aprendizagem precisa ser mediada pelo professor através de intervenções que leve o aluno a compreender a importante tarefa da avaliação que é de melhorar o fazer pedagógico do professor assim melhorando e fortalecendo seu aprendizado.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Enfim, a avaliação deve ser vista como elemento norteador do processo de ensino-aprendizagem que busca produzir compreensão do conhecimento apreendido com objetivo de intervir para melhoria da aprendizagem, indicando o caminho a seguir. Devemos compreender que avaliação não é o conhecimento, mas ela o representa, pois o conhecimento é mais complexo e ela tem a capacidade e a qualidade como elemento norteador de nós, professores no efetivo processo de ensino-aprendizagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&amp;lt;br&amp;gt; Segundo Hoffmann, (2005), &amp;quot;a interação do avaliador:conhecer, compreender,acolher os alunos em suas diferenças e estratégias [...]&amp;quot; pode diferenciar também a forma de pensar seu fazer pedagógico sendo assim, contribuir para o desenvolvimento do saber de seus alunos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Hoffmann (2005) a avaliação é &amp;quot;uma ação ampla que abrange o cotidiano do fazer pedagógico[...]&amp;quot;, portanto ela deve ser vista como um todo, deve acontecer a todo momento para que exerça essa função deverá promover espaços interativos, onde se busca as ações mediadoras para o crescimento coletivo.&amp;lt;br&amp;gt;Sendo assim, os Projetos Políticos Pedagógicos das escolas, devem estar de acordo com esta nova concepção de educação, pois ela considera que a prática avaliativa deve estar vinculada ao processo ensino e aprendizagem e não seja uma ação desvinculada do processo.&lt;br /&gt;
A  postura avaliativa do professor deverá ser baseada na sua concepção de aprendizagem e do modelo pedagógico adotado pela escola. Segundo Janssen (2003)  Um modelo pedagógico baseado na interação e na mediação possibilitará uma avaliação formativa e reguladora[http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=1401] em que o papel do educador seja desafiador, estimulando seus alunos na construção do conhecimento. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003) uma aprendizagem significativa acontece quando a avaliação é vista como um processo de sistematização e interpretação que deve orientar o docente para que o mesmo possa refletir sobre sua prática pedagógica. E para que isso ocorra a avaliação precisa ser constante, diversificada, continua, sistemática e intencional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Ainda de acordo com Janssen (2003) a escola deve ser questionada e revisada, na escola deveriam ser levantados questionamentos entre eles: seria o papel da escola preparar indivíduos para a nova organização de mundo e de trabalho, será mesmo função da escola formar sujeitos competentes, competitivos e consumidores? Ou ainda a escola precisa possibilitar o acesso e o desenvolvimento de saberes e competências necessárias para a inserção dos indivíduos como cidadãos críticos, participativos propositivos numa sociedade em transformação.  É necessário que façamos uma reflexão do verdadeiro papel da escola na sociedade atualmente, bem como para que ela se torne um lugar aprendizagem coletiva e um ambiente onde os alunos gostem de estar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com [Luckesi (2011)][http://www.luckesi.com.br/apresentacao.htm], o ato de avaliar é um ato de investigar. O professor deve ser um gestor preocupado com esse recurso metodológico, pois enquanto a ciência descreve e interpreta a realidade a avaliação estuda a sua qualidade. Por isso, o professor que não tem conhecimento do ato de avaliar como investigação científica não conseguirá ter uma ação pedagógica e resultados sérios e satisfatórios. Ele ainda enfatiza que há dois tipos de avaliação: uma que avalia um objeto já configurado e concluído e outra que avalia o objeto em construção. Teremos então assim, avaliação de certificação e avaliação operacional. Apesar de as duas terem o mesmo principio da avaliação, evidenciam fenômenos e conceitos diferentes entre si.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação de certificação:''' se refere à investigação de qualidade, segue procedimentos básicos e tem como objetivo testemunhar sobre a qualidade do objeto estudado. Ex: Inmetro, OAB, ISO, etc. Os interessados submetem-se a uma prova para avaliar a qualidade e desempenho de sua função; no fim, se aprovados, recebem uma certificação de que está apto a exercer aquela função. Neste caso se, durante a investigação o resultado for insatisfatório, a certificação será negada. Este tipo de avaliação configura-se em dois passos: descrever e qualificar a realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação Operacional (de acompanhamento de uma ação):''' investiga a qualidade dos resultados levando em conta o foco formativo (processo) e depois, o foco final (produto). Para este tipo de avaliação, Luckesi nos diz que o objeto é assumido no seu processo de construção que se caracteriza no ato de aprender e tem como suporte o ato de ensinar. Este tipo de avaliação se configura em três passos: descrever, qualificar e intervir na realidade, se necessário. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante de tudo isso, é importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&amp;quot;O papel da avaliação é acompanhar a relação ensino e aprendizagem e possibilitar as informações necessárias para manter o diálogo entre as intervenções dos docentes e educandos&amp;quot;. (Da Silva, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante disso, avaliar vai muito além de provas, portfólios ou outro qualquer tipo de registro que se faça para medir o desempenho do aluno. O mais importante é encontrar caminhos diferentes para analisar o crescimento desse educando no processo de ensino e aprendizagem.Para encontrar o caminho é conhecer a realidade do aluno,como diz Luckesi (2011, p.165): Enfim, a realidade, na prática do conhecimento é a &amp;quot;realidade que construímos conceitualmente&amp;quot;. Suas riquezas e limites dependerão dos nossos recursos metodológicos, dá a necessidade premente de investigação estar sempre em atividade construtiva. Assim podemos ter uma tomada de decisão que implicará os recursos metodológicos para avaliar o aluno da melhor forma. Assim estar em constante investigação para que o método de avaliar não para na primeira tomada de decisão.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Temos que pensar na avaliação como uma tomada de decisão importante, onde à análise e compreensão das estratégias para se promover uma mudança e assim transformar a aprendizagem do aluno. Avaliar implica não somente na aplicação de provas e sim na reorganização, replanejamento e reconstrução do trabalho do professor, sempre acompanhada da pesquisa. O professor não deve se esquecer que uma boa avaliação só acontece quando segue as etapas da observação, reflexão e ação sem essas etapas a avaliação perde todo o sentido de qualificar o aprendizado e passa a apenas medir o conhecimento e não pode ser esse o objetivo da educação, mas o de despertar um compreender do que se é aprendido.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Neste sentido, a avaliação torna-se um elemento importante na formação do indivíduo, pois uma boa avaliação tem a capacidade de fazer o professor compreender o caminho percorrido pelo aluno, fazendo as intervenções necessárias nesse processo de construção do conhecimento. Para Luckesi(2011), o ato de avaliar &amp;quot;envolve uma investigação sobre a qualidade dos resultados de uma ação em andamento, desvendando-a em sua satisfatoriedade (ou não), se necessário, subsidia soluções com base nesse conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, o professor deve assumir a postura do papel de pesquisador, o qual investiga a qualidade da aprendizagem do aluno comprometido na mediação da construção do conhecimento do aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todos os procedimentos disponivéis no processo de ensino e aprendizagem, para tal, o envolvimento e a tomada de decisão no momento do planejamento do professor é impresíndivel, sendo a assim a reflexão constante e continua, a reavaliação do próprio plano e as ações destinadas as diversas dificuldades de cada aluno. Pois, segundo Luckesi, (2011)&amp;quot;Um conhecimento produzido sempre subsidiará ações mais adequadas por parte do ser humano.&amp;quot; Neste sentido o trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma. &amp;lt;br&amp;gt;[complemente esta leitura em:http://moodle.semed.capital.ms.gov.br/moodle/pluginfile.php/4242/mod_page/content/19/AMBIENTES_VIRTUAIS_DE_APRENDIZAGEM-_Luckesi%20%281%29.pdf]&amp;lt;br&amp;gt;A Lei de diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394, de 1.996, representa um marco histórico neste processo transformador, que tem como objetivo formar cidadãos conscientes, críticos e autônomos; esta perspectiva considera que a avaliação é um processo contínuo e emancipatório, pois representa um dos  instrumentos norteadores da prática educativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Luckesi (2011) na prática escolar o nosso objetivo é que nossos educandos aprendam e por aprender se desenvolvam. Vemos então que um dos objetivos da avaliação é de diagnosticar o que o aluno aprendeu em consequentemente propor soluções que viabilizem um melhor desempenho com resultados satisfatórios.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação, segundo Luckesi (2011) é sempre dinâmica e construtiva e seu objetivo na prática educativa é dar suporte ao educador para que ele tenha meios de observar e intervir da melhor forma possível de forma que o educando aprenda e que sua ação pedagógica possa ser satisfatória no final do processo. Nesse contexto, a avaliação dá suporte para decisões importantes no ato de aprender, seja para considerar que a aprendizagem foi satisfatória, seja para reorientá-la se algo ficou difuso e sem compreensão. Tudo isso será feito para ter um melhor resultado no foco final.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Ainda,conforme Luckesi (2000), a boa avaliação envolve três passos: &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; De acordo com Silva (2003), &amp;quot;a avaliação cruza o trabalho pedagógico desde seu planejamento até a sua execução, coletando dados para melhor compreensão da relação entre o planejamento, o ensino e a aprendizagem e poder orientar a intervenção didática para que seja qualitativa e contextualizada.&amp;quot; Ou seja na prática educativa a avaliação deve estar presente em todos os momentos da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode mais ser um instrumento de seleção e exclusão, pois tanto um como o outro bate de frente com a atual corrente pela inclusão na educação. Para Hoffmann (2005), há uma preocupação extrema da escola em padronizar ações, em estabelecer regras comuns a todos definindo assim somente critérios quantitativos e não qualitativos, além de objetivos precisos. Muito tem se falado em processo avaliativo, mas ainda é muito difícil enxergar justiça na avaliação, sendo ela ainda instrumento classificatório tradicional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode ser medida através de  números e códigos, pois os mesmos camuflam questões mais graves. Pode-se atribuir, através da avaliação quantitativa, qualquer nota sem justificar, ou seja, superficialmente, o ideal é que se avalie qualitativamente, através de conceitos e observações diárias dos progressos ou não, dos alunos.(HOFFMANN, 2005). Seguindo esse pensamento que o professor é insubstituível na construção do conhecimento, Fica claro sua função mediadora no processo ensino aprendizagem, pois auxilia na interação entre os pares formando uma teia de confiança mútua assim contribuindo para um processo avaliativo mediador.Processo que teve alguns momentos importantes para o professor, pois para se chegar a um resultado satisfatório deve-se levar em conta o contexto escolar e o meio em que os alunos estão inseridos. Depois é fazer que a avaliação tenha sentido como diz Hoffmann (2005, p. 16): Para que o processo avaliativo tenha sentido, as propostas educativas precisam estar articuladas em termos de gradação e complexidade. O objetivo é fazer desafios superáveis aos alunos, de modo que as respostas de cada um provoquem o professor a fazer outras perguntas sobre elas, em outras dimensões, sobre outros assuntos, sob diferentes formas provocativas, também em termos de estratégias de pensamentos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação deve ser compreendida como elemento indispensável do trabalho pedagógico, como coloca Hoffmann (2005, p.17). uma ação ampla que abrange o cotidiano pedagógico e cuja a energia faz pulsar o planejamento, a proposta pedagógica e a relação entre todos os elementos da ação educativa&amp;quot;, podendo ser considerada o fio inicial do novelo e que através dela pode ser desenrolado e construída uma excelente roupagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003)sendo constante a avaliação se materializa numa variedade de instrumentos por isso a necessidade de ser contínua. E é com essa variação que o professor avalia seu aluno bem como a sua forma de ensinar e o se trabalho como docente.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação em todo o contexto escolar assim como o planejamento é uma das ferramentas mais importantes à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo da escola, que é o sucesso do ensino e aprendizagem. Pois, avaliar permite ao professor encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado dos alunos e assim oferecer alternativas em tempo hábil para uma evolução mais segura.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É necessário trabalhar no contexto do projeto educativo, que prioriza o desenvolvimento dos educandos a partir de um processo de assimilação ativa do legado cultural já conduzido pela sociedade: a filosofia, a ciência, a arte, a literatura, etc.&amp;lt;br&amp;gt; Deve-se perceber que a avaliação está presente em todo momento no contexto escolar, deve estar presente desde o momento do planejamento e na sua execução, para que assim possa se coletar dados sobre o que tem que ser mudado ou o que pode melhorar. Assim diz Luckesi(2011, p. 162) sobre a coleta de dados : A realidade a ser observada e descrita exige instrumentos de coleta de dados adequados a ela, ou seja, sua descrição está comprometida com a qualidade dos instrumentos de coleta de dados que forem utilizados.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Essa coleta de dados é de caráter singular e interpretativo, pois descreve o que o professor observa sob o seu ponto de vista ( todo o conhecimento, ética e vivência do professor) e com isso surge à necessidade de  acompanhamento por parte dos diretores e supervisores, para que haja a mediação, diálogo sobre os resultados alcançados.Dessa forma pode se ter um resultado de todo trabalho feito durante o tempo de investigação, para se coletar dados e saber se realmente foi aplicada a avaliação conforme critérios usados da realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve estar consciente da nossa não neutralidade e limitações no ato de avaliar, com isso &amp;quot;assumimos que conhecer é um ato de investigar a realidade, produzindo sua compreensão,o que, como consequência, possibilita sustentar uma ação adequada e satisfatória à medida das amplitudes e limites desse conhecimento&amp;quot;, sendo assim teremos uma ação mais eficiente e consciente nesse ato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM, AUTORIA E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar e, para isso, a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&amp;lt;br&amp;gt;Para que a avaliação se torne um instrumento subsidiário significativo da pratica educativa é importante que tanto a pratica educativa como as avaliações sejam conduzidas com um determinado rigor cientifico e técnico.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Partindo do princípio da autoria o processo avaliativo deve propor ao aluno uma maneira diferente de aprender onde a mediação tenha sentido para o coletivo. Esse processo avaliativo deve provocar o aluno a realizar suas próprias produções o que favorece a melhoria da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&amp;quot;[...] cada aluno, interativamente, descobre o mundo a sua própria maneira, diferente e única. Mas aprende o mundo de forma rica e desafiadora na medida de sua maior socialização e da cooperação dos adultos nesse sentido. Desenvolve-se, ainda mais, quando interage com o diferente, com pessoas de idade, gênero, etnia, experiências de vida, sentimentos e desejos diferentes dos seus&amp;quot;. (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Cada aluno é autor do seu próprio conhecimento, e é ele quem vai determinar a forma como vai construí-lo, portanto, a interação com o outro é parte fundamental nesse processo. E o professor como parte integrante dessa ação, tem a função de mediar essa construção.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;E, para corroborar com essa ideia, trazemos aqui a opinião de Janssen (2003), falando que o paradigma das “aprendizagens educativas” vem trazendo para nós um movimento de ressignificação do processo de ensino e aprendizagem. E, isso acontece quando o professor passa a enxergar o aluno como um sujeito que tem potencial para aprender e o que diferencia um aluno do outro, são seus percursos de aprendizagens que ele exemplifica como sendo suas histórias de vida e, também pela diversidade sociocultural da escola. Da mesma forma, há que se considerar segundo Méndez (2002), que o ensino não pode ser visto como uma mera e mecânica transmissão linear de conteúdos curriculares fechados e prontos que o docente passa para o educando, sem contestação, sem análise, sem construir e desconstruir significados para que este realmente aprenda. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Com esse paradigma, Janssen acredita que devemos ter uma nova compreensão de aprendizagem como uma prática pedagógica intelectual reflexiva transformadora. Dessa forma, ele analisa cada conceito dessa prática, começando pelo intelectual que  diz exigir do professor e da professora que sejam “intelectuais, autores e atores de sua ação docente”, pois só assim poderão criar instrumentos e ações de sua própria autoria transformando o conhecimento científico em conteúdos escolares contextualizados com o cotidiano do seu educando e com a escola em que está inserido. Para esse autor, deve se entender a prática docente como uma investigação, um processo inacabado, em constantes formulações e reformulações, com um percurso a se construir. E, para fazer jus a essa prática o professor ou a professora tem que ter uma postura reflexiva, pois só assim “a sala de aula será um laboratório dos que ensinam e dos que aprendem”. (JANSSEN, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; É neste contexto  que segundo Imbernón (2004 )[http://www.ceped.ueg.br/anais/ivedipe/pdfs/didatica/co/CO%20406-913-1-SP.pdf] o professor avaliador é também pesquisador e reflexivo, pois, para realizar sua pesquisa ele conjetura sobre sua prática docente, identificando as necessidades individuais, de seus alunos  e intervindo a fim de possibilitar uma aprendizagem significativa. Criando um ambiente mais educador que avaliador, onde tanto professor como aluno são autores de seu conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Concordando que a sala de aula deve ser um lugar diferente, um lugar onde todos são respeitados em suas mais diversas idéias, em suas diferentes maneiras de agir e pensar. E como diz Hoffmann(2005) &amp;quot;É procurar aprender com cada um deles novos jeitos de ensinar e de agir.&amp;quot; E fazendo assim poderemos ensinar e aprender muito.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que ocorra uma mudança na prática avaliativa é necessário que haja primeiramente, uma mudança de concepção por parte do professor, onde a lógica classificatória e excludente, infelizmente, ainda está impregnada, para uma concepção democrática. E para que haja uma verdadeira mudança de concepção, deve haver uma mudança de postura e de estudo por parte do professor. Se não houver essa mudança de postura frente ao verdadeiro sentido da avaliação, não haverá sentido  em avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Segundo Hoffmann (2005),  A atribuição de notas é arbitrária a muitos teóricos da avaliação, mas que reúne defensores( professores e leigos) que alegam ser mais precisa do que a sistemática de conceitos e/ ou relatórios de acompanhamento da aprendizagem dos alunos. A padronização da avaliação é uma prática tipicamente da educação tradicional, a qual busca a homogeniedade de uma classe. Sabendo, por meio de estudos que nossos alunos aprendem através da interação com o objeto do conhecimento e com seus pares, a avaliação se torna importante sendo o erro constitutivo nesse processo de construção de conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O ato de avaliar a aprendizagem para Luckesi (2011) ainda que tenha muitos componentes metodológicos comprometidos é um ato simples é um ato pelo qual o professor sabe se o seu educando aprendeu ou não o que ele ensinou.  Se o professor descobre por meio dos instrumentos que utilizou que seu aluno aprendeu, ótimo, sigamos em frente. Agora, se descobre que não, então entra o termo que segundo esse mesmo autor, está na moda: “a desconstrução” do que se aprendeu, do que se ensina e da forma como se aprende. Professor pesquisador tem que ser crítico, autônomo e autor de instrumentos de aprendizagem, tem que estudar, investigar, planejar e replanejar o que não deu certo e, descobrir porque o aluno não aprendeu. Deve ensinar de novo e, de novo e de forma diferente para que o aluno tenha chance de encontrar formas diferentes de assimilar o que foi ensinado, pois o importante é aprender.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Assim para atender as necessidades atuais da educação os professores carecem cada vez mais de uma formação contínua, que lhes permita refletir as metodologias adotadas, revendo seus conceitos e práticas educativas. Isso tem permitido um novo perfil de educador[http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/novo-perfil-professor-carreira-formacao-602328.shtml] que cada vez mais tem se tornado um pesquisador, reflexivo e autor no processo de construção de conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Para Luckesi (2011) O objetivo é convencer-nos que para agir necessitamos de um conhecimento e se não temos tal conhecimento devemos produzi-lo ou nos valermos do conhecimento dos outros, assim como fazemos quando utilizamos conhecimentos profissionais. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Nesse contexto, se faz necessário repensar o processo avaliativo como também debater as condições da formação docente, causando assim uma grande reflexão em torno da prática educativa e fazendo com que o professor e a professora avaliem sua postura diante do processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Com isso é importante que o educador tenha uma postura diferente e que auxilie o aluno na construção do seu conhecimento diante das novas exigências da atual sociedade contemporânea. E acima de tudo &amp;quot;é preciso valorizar as diferenças individuais sem perder de vista o contexto interativo. Escola é sinônimo de interação. Só existe escola para que muitas crianças e jovens possam conviver, trocar ideias, reunir-se, brincar, imaginar, sorrir, conviver.&amp;quot; (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Nesse sentido é possível trazer a luz do referencial teórico que o ato de aprender e ensinar, se constitui em um processo, logo, deve haver uma sintonia entre o sujeito e o objeto de estudo, o qual deve ser mediado pelo educador. Se um dos anteriores não estiver em sintonia, certamente o processo não será construído satisfatoriamente.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pois, é a partir das relações de interação entre professor e aluno, aluno e professor e aluno e aluno, que o conhecimento se constrói e se solidifica. E conforme Hoffmann, (2005), &amp;quot;Avaliação é portanto uma ação ampla que abrange o cotidiano pedagógico&amp;quot; pleiteando a construção dos saberes por parte do aluno,envolvendo toda uma ação de pesquisa, reflexão, planejamento, ação, reflexão, replanejamento das ações de intervenção por parte do professor.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Com tudo isso deve-se mudar a maneira de ver a avaliação. Avaliação é um todo, deve-se avaliar a todo momento e permitir que todos sejam avaliados. &amp;quot;Proponho, sobretudo, resgatar cada aluno e cada professor do coletivo da escola, transformando-os em indivíduos de direitos.&amp;quot; (HOFFMAN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De fato, a avaliação é apoiada em uma concepção classificatória e excludente e vem sendo usada como um recurso de opressão e punição, e fala-se que essa prática é para preparar para a sociedade, mas isso não é verdade, pois as avaliações externas mostra o contrário. Trabalham-se programas, colocam-se as avaliações como um fim e não como um meio para se obtiver a aprendizagem. A avaliação para ser justa, deve-se levar em conta a singularidade do aluno e do professor, pois o professor tem a sua subjetividade.Avaliar é muito mais que conhecer o aluno, é reconhecê-lo como uma pessoa digna de respeito e de interesse. O professor deve se preocupar com a aprendizagem e fazer a mediação fundamentada em princípios claros. A avaliação deve estar a serviço da ação e servir como projeto de futuro ( pensar como, de que forma poderá desenvolver estratégias para atender esse aluno) e ter a clareza que cada aluno é importante em suas necessidades, em sua vivência, em seu conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Moretto (2005), a avaliação é parte integrante do ensino e da aprendizagem, com isso o aluno torna-se construtor do próprio conhecimento e essa construção se estabelece através da mediação do professor, numa ação do aluno com suas concepções prévias, essa avaliação é feita de formas diversas, com instrumentos variados, assim sendo coerente com a forma de ensinar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação é imprescindível no processo de ensino-aprendizagem na nossa sociedade contemporânea, devemos buscar formar cidadãos capazes viver nessa era, onde o conhecimento evolui rapidamente, então para isto devemos oportunizar ferramentas que o torne capaz de aprender a aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO,Pedro. Avaliação: Para cuidar que o aluno aprenda. São Paulo: Criarp, 1991.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara M.L. Avaliação: mito e desafio-uma perspectiva construtivista. Educação e Realidade, Porto Alegre, 1991.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IMBERNÓN, Francisco. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e &lt;br /&gt;
a incerteza, 4.ed. São Paulo, Cortez, 2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem Escolar. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2000.[Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/avaliacao-como-processo-de-construcao-de-conhecimento/49769/#ixzz2VladX5W4]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MORETTO, Vasco Pedro, Prova- um momento privilegiado de estudo-não um acerto de contas/ Vasco Pedro Moretto, 5.ed. Rio de Janeiro: DP&amp;amp;A,2005&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino</id>
		<title>Turma - A - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-14T00:32:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
[[Arquivo:AVALIA C.jpg|thumb|Instrumento de avaliação.]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&amp;lt;br&amp;gt;Porém também precisa proporcionar uma avaliação adequada as potencialidades de cada aluno. Sendo assim a avaliação servirá como instrumento medidor da aprendizagem e não suporte quantificador da mesma. que de acordo com Luckesi, (2011) deve &amp;quot;promover uma diferença &amp;quot;sensivél&amp;quot;, o que não se coaduna com a objetividade, com padronização.&amp;quot; Considerando que nem todos avançaram na mesma proporção, mas todos se desenvolveram cognitivamente a medida de suas capacidades, isso sim deve ser valorizado.&amp;lt;br&amp;gt;Historicamente, a avaliação escolar assumiu um papel pedagógico propedêutico, seletivo e classificatório, priorizando as capacidades cognitivas. Entretanto, com as constantes mudanças sociais e econômicas, estabeleceu-se no Brasil novas diretrizes e bases na Educação Básica.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E para saber que tipo de avaliação quer desenvolver na escola é preciso conhecer que, segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620) conhecer é poder. E, ainda conforme Luckesi (2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. Para conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno. Analisar resultados de avaliação, sem fazer as necessárias intervenções, nos remete a avaliação da escola tradicional, onde se avaliava apenas para quantificar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Sendo assim, a avaliação precisa ser mediadora[http://www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_22_p051-059_c.pdf], ou seja, ela deve ser um conjunto de observações, análises e intervenções o desenvolvimento da aprendizagem, no qual o processo avaliativo se torna singular quando consideramos o educador como sujeito único, com valores e concepções próprias, devendo ser considerado também quanto ao educando. Desta forma avaliação deve buscar a convergência de significados, de diálogos de mútua confiança para a construção conjunta do conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Hoffmann (2005) as mudanças em avaliação ocorrem muitas vezes por imposição por determinações legais a cada novo governo sem uma discussão com orientações confusas e superficiais e ficam assim os professores nesse meio, perdidos, desorientados. Sendo assim essas mudanças não acontecem como é para acontecer, pois não é levado como principal objetivo a aprendizagem dos alunos. Falta assim uma maior discussão sobre o reflexo dessas mudanças nas pessoas envolvidas.&lt;br /&gt;
Assim estar em constante investigação para que o método de avaliar não para na primeira tomada de decisão.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Precisamos aprender a ver os alunos com diferenças individuais e saber que a escola deve ser um sinônimo de interação. Pois a escola deveria ser um lugar onde as crianças e os jovens gostem de ficar e assim felizes,tendo um lugar para trocar idéias devem ser avaliados periodicamente para que possam aprender que na escola tem que haver interação e isso só ocorre quando estamos juntos para conviver e aprender, essa aprendizagem precisa ser mediada pelo professor através de intervenções que leve o aluno a compreender a importante tarefa da avaliação que é de melhorar o fazer pedagógico do professor assim melhorando e fortalecendo seu aprendizado.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Enfim, a avaliação deve ser vista como elemento norteador do processo de ensino-aprendizagem que busca produzir compreensão do conhecimento apreendido com objetivo de intervir para melhoria da aprendizagem, indicando o caminho a seguir. Devemos compreender que avaliação não é o conhecimento, mas ela o representa, pois o conhecimento é mais complexo e ela tem a capacidade e a qualidade como elemento norteador de nós, professores no efetivo processo de ensino-aprendizagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&amp;lt;br&amp;gt; Segundo Hoffmann, (2005), &amp;quot;a interação do avaliador:conhecer, compreender,acolher os alunos em suas diferenças e estratégias [...]&amp;quot; pode diferenciar também a forma de pensar seu fazer pedagógico sendo assim, contribuir para o desenvolvimento do saber de seus alunos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Hoffmann (2005) a avaliação é &amp;quot;uma ação ampla que abrange o cotidiano do fazer pedagógico[...]&amp;quot;, portanto ela deve ser vista como um todo, deve acontecer a todo momento para que exerça essa função deverá promover espaços interativos, onde se busca as ações mediadoras para o crescimento coletivo.&amp;lt;br&amp;gt;Sendo assim, os Projetos Políticos Pedagógicos das escolas, devem estar de acordo com esta nova concepção de educação, pois ela considera que a prática avaliativa deve estar vinculada ao processo ensino e aprendizagem e não seja uma ação desvinculada do processo.&lt;br /&gt;
A  postura avaliativa do professor deverá ser baseada na sua concepção de aprendizagem e do modelo pedagógico adotado pela escola. Segundo Janssen (2003)  Um modelo pedagógico baseado na interação e na mediação possibilitará uma avaliação formativa e reguladora[http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=1401] em que o papel do educador seja desafiador, estimulando seus alunos na construção do conhecimento. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003) uma aprendizagem significativa acontece quando a avaliação é vista como um processo de sistematização e interpretação que deve orientar o docente para que o mesmo possa refletir sobre sua prática pedagógica. E para que isso ocorra a avaliação precisa ser constante, diversificada, continua, sistemática e intencional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Ainda de acordo com Janssen (2003) a escola deve ser questionada e revisada, na escola deveriam ser levantados questionamentos entre eles: seria o papel da escola preparar indivíduos para a nova organização de mundo e de trabalho, será mesmo função da escola formar sujeitos competentes, competitivos e consumidores? Ou ainda a escola precisa possibilitar o acesso e o desenvolvimento de saberes e competências necessárias para a inserção dos indivíduos como cidadãos críticos, participativos propositivos numa sociedade em transformação.  É necessário que façamos uma reflexão do verdadeiro papel da escola na sociedade atualmente, bem como para que ela se torne um lugar aprendizagem coletiva e um ambiente onde os alunos gostem de estar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com [Luckesi (2011)][http://www.luckesi.com.br/apresentacao.htm], o ato de avaliar é um ato de investigar. O professor deve ser um gestor preocupado com esse recurso metodológico, pois enquanto a ciência descreve e interpreta a realidade a avaliação estuda a sua qualidade. Por isso, o professor que não tem conhecimento do ato de avaliar como investigação científica não conseguirá ter uma ação pedagógica e resultados sérios e satisfatórios. Ele ainda enfatiza que há dois tipos de avaliação: uma que avalia um objeto já configurado e concluído e outra que avalia o objeto em construção. Teremos então assim, avaliação de certificação e avaliação operacional. Apesar de as duas terem o mesmo principio da avaliação, evidenciam fenômenos e conceitos diferentes entre si.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação de certificação:''' se refere à investigação de qualidade, segue procedimentos básicos e tem como objetivo testemunhar sobre a qualidade do objeto estudado. Ex: Inmetro, OAB, ISO, etc. Os interessados submetem-se a uma prova para avaliar a qualidade e desempenho de sua função; no fim, se aprovados, recebem uma certificação de que está apto a exercer aquela função. Neste caso se, durante a investigação o resultado for insatisfatório, a certificação será negada. Este tipo de avaliação configura-se em dois passos: descrever e qualificar a realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação Operacional (de acompanhamento de uma ação):''' investiga a qualidade dos resultados levando em conta o foco formativo (processo) e depois, o foco final (produto). Para este tipo de avaliação, Luckesi nos diz que o objeto é assumido no seu processo de construção que se caracteriza no ato de aprender e tem como suporte o ato de ensinar. Este tipo de avaliação se configura em três passos: descrever, qualificar e intervir na realidade, se necessário. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante de tudo isso, é importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&amp;quot;O papel da avaliação é acompanhar a relação ensino e aprendizagem e possibilitar as informações necessárias para manter o diálogo entre as intervenções dos docentes e educandos&amp;quot;. (Da Silva, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante disso, avaliar vai muito além de provas, portfólios ou outro qualquer tipo de registro que se faça para medir o desempenho do aluno. O mais importante é encontrar caminhos diferentes para analisar o crescimento desse educando no processo de ensino e aprendizagem.Para encontrar o caminho é conhecer a realidade do aluno,como diz Luckesi (2011, p.165): Enfim, a realidade, na prática do conhecimento é a &amp;quot;realidade que construímos conceitualmente&amp;quot;. Suas riquezas e limites dependerão dos nossos recursos metodológicos, dá a necessidade premente de investigação estar sempre em atividade construtiva. Assim podemos ter uma tomada de decisão que implicará os recursos metodológicos para avaliar o aluno da melhor forma. Assim estar em constante investigação para que o método de avaliar não para na primeira tomada de decisão.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Temos que pensar na avaliação como uma tomada de decisão importante, onde à análise e compreensão das estratégias para se promover uma mudança e assim transformar a aprendizagem do aluno. Avaliar implica não somente na aplicação de provas e sim na reorganização, replanejamento e reconstrução do trabalho do professor, sempre acompanhada da pesquisa. O professor não deve se esquecer que uma boa avaliação só acontece quando segue as etapas da observação, reflexão e ação sem essas etapas a avaliação perde todo o sentido de qualificar o aprendizado e passa a apenas medir o conhecimento e não pode ser esse o objetivo da educação, mas o de despertar um compreender do que se é aprendido.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Neste sentido, a avaliação torna-se um elemento importante na formação do indivíduo, pois uma boa avaliação tem a capacidade de fazer o professor compreender o caminho percorrido pelo aluno, fazendo as intervenções necessárias nesse processo de construção do conhecimento. Para Luckesi(2011), o ato de avaliar &amp;quot;envolve uma investigação sobre a qualidade dos resultados de uma ação em andamento, desvendando-a em sua satisfatoriedade (ou não), se necessário, subsidia soluções com base nesse conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, o professor deve assumir a postura do papel de pesquisador, o qual investiga a qualidade da aprendizagem do aluno comprometido na mediação da construção do conhecimento do aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todos os procedimentos disponivéis no processo de ensino e aprendizagem, para tal, o envolvimento e a tomada de decisão no momento do planejamento do professor é impresíndivel, sendo a assim a reflexão constante e continua, a reavaliação do próprio plano e as ações destinadas as diversas dificuldades de cada aluno. Pois, segundo Luckesi, (2011)&amp;quot;Um conhecimento produzido sempre subsidiará ações mais adequadas por parte do ser humano.&amp;quot; Neste sentido o trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma. &amp;lt;br&amp;gt;[complemente esta leitura em:http://moodle.semed.capital.ms.gov.br/moodle/pluginfile.php/4242/mod_page/content/19/AMBIENTES_VIRTUAIS_DE_APRENDIZAGEM-_Luckesi%20%281%29.pdf]&amp;lt;br&amp;gt;A Lei de diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394, de 1.996, representa um marco histórico neste processo transformador, que tem como objetivo formar cidadãos conscientes, críticos e autônomos; esta perspectiva considera que a avaliação é um processo contínuo e emancipatório, pois representa um dos  instrumentos norteadores da prática educativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Luckesi (2011) na prática escolar o nosso objetivo é que nossos educandos aprendam e por aprender se desenvolvam. Vemos então que um dos objetivos da avaliação é de diagnosticar o que o aluno aprendeu em consequentemente propor soluções que viabilizem um melhor desempenho com resultados satisfatórios.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação, segundo Luckesi (2011) é sempre dinâmica e construtiva e seu objetivo na prática educativa é dar suporte ao educador para que ele tenha meios de observar e intervir da melhor forma possível de forma que o educando aprenda e que sua ação pedagógica possa ser satisfatória no final do processo. Nesse contexto, a avaliação dá suporte para decisões importantes no ato de aprender, seja para considerar que a aprendizagem foi satisfatória, seja para reorientá-la se algo ficou difuso e sem compreensão. Tudo isso será feito para ter um melhor resultado no foco final.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Ainda,conforme Luckesi (2000), a boa avaliação envolve três passos: &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; De acordo com Silva (2003), &amp;quot;a avaliação cruza o trabalho pedagógico desde seu planejamento até a sua execução, coletando dados para melhor compreensão da relação entre o planejamento, o ensino e a aprendizagem e poder orientar a intervenção didática para que seja qualitativa e contextualizada.&amp;quot; Ou seja na prática educativa a avaliação deve estar presente em todos os momentos da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode mais ser um instrumento de seleção e exclusão, pois tanto um como o outro bate de frente com a atual corrente pela inclusão na educação. Para Hoffmann (2005), há uma preocupação extrema da escola em padronizar ações, em estabelecer regras comuns a todos definindo assim somente critérios quantitativos e não qualitativos, além de objetivos precisos. Muito tem se falado em processo avaliativo, mas ainda é muito difícil enxergar justiça na avaliação, sendo ela ainda instrumento classificatório tradicional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Avaliacao-escolar.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode ser medida através de  números e códigos, pois os mesmos camuflam questões mais graves. Pode-se atribuir, através da avaliação quantitativa, qualquer nota sem justificar, ou seja, superficialmente, o ideal é que se avalie qualitativamente, através de conceitos e observações diárias dos progressos ou não, dos alunos.(HOFFMANN, 2005). Seguindo esse pensamento que o professor é insubstituível na construção do conhecimento, Fica claro sua função mediadora no processo ensino aprendizagem, pois auxilia na interação entre os pares formando uma teia de confiança mútua assim contribuindo para um processo avaliativo mediador.Processo que teve alguns momentos importantes para o professor, pois para se chegar a um resultado satisfatório deve-se levar em conta o contexto escolar e o meio em que os alunos estão inseridos. Depois é fazer que a avaliação tenha sentido como diz Hoffmann (2005, p. 16): Para que o processo avaliativo tenha sentido, as propostas educativas precisam estar articuladas em termos de gradação e complexidade. O objetivo é fazer desafios superáveis aos alunos, de modo que as respostas de cada um provoquem o professor a fazer outras perguntas sobre elas, em outras dimensões, sobre outros assuntos, sob diferentes formas provocativas, também em termos de estratégias de pensamentos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação deve ser compreendida como elemento indispensável do trabalho pedagógico, como coloca Hoffmann (2005, p.17). uma ação ampla que abrange o cotidiano pedagógico e cuja a energia faz pulsar o planejamento, a proposta pedagógica e a relação entre todos os elementos da ação educativa&amp;quot;, podendo ser considerada o fio inicial do novelo e que através dela pode ser desenrolado e construída uma excelente roupagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003)sendo constante a avaliação se materializa numa variedade de instrumentos por isso a necessidade de ser contínua. E é com essa variação que o professor avalia seu aluno bem como a sua forma de ensinar e o se trabalho como docente.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação em todo o contexto escolar assim como o planejamento é uma das ferramentas mais importantes à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo da escola, que é o sucesso do ensino e aprendizagem. Pois, avaliar permite ao professor encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado dos alunos e assim oferecer alternativas em tempo hábil para uma evolução mais segura.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É necessário trabalhar no contexto do projeto educativo, que prioriza o desenvolvimento dos educandos a partir de um processo de assimilação ativa do legado cultural já conduzido pela sociedade: a filosofia, a ciência, a arte, a literatura, etc.&amp;lt;br&amp;gt; Deve-se perceber que a avaliação está presente em todo momento no contexto escolar, deve estar presente desde o momento do planejamento e na sua execução, para que assim possa se coletar dados sobre o que tem que ser mudado ou o que pode melhorar. Assim diz Luckesi(2011, p. 162) sobre a coleta de dados : A realidade a ser observada e descrita exige instrumentos de coleta de dados adequados a ela, ou seja, sua descrição está comprometida com a qualidade dos instrumentos de coleta de dados que forem utilizados.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Essa coleta de dados é de caráter singular e interpretativo, pois descreve o que o professor observa sob o seu ponto de vista ( todo o conhecimento, ética e vivência do professor) e com isso surge à necessidade de  acompanhamento por parte dos diretores e supervisores, para que haja a mediação, diálogo sobre os resultados alcançados.Dessa forma pode se ter um resultado de todo trabalho feito durante o tempo de investigação, para se coletar dados e saber se realmente foi aplicada a avaliação conforme critérios usados da realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve estar consciente da nossa não neutralidade e limitações no ato de avaliar, com isso &amp;quot;assumimos que conhecer é um ato de investigar a realidade, produzindo sua compreensão,o que, como consequência, possibilita sustentar uma ação adequada e satisfatória à medida das amplitudes e limites desse conhecimento&amp;quot;, sendo assim teremos uma ação mais eficiente e consciente nesse ato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM, AUTORIA E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar e, para isso, a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&amp;lt;br&amp;gt;Para que a avaliação se torne um instrumento subsidiário significativo da pratica educativa é importante que tanto a pratica educativa como as avaliações sejam conduzidas com um determinado rigor cientifico e técnico.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Partindo do princípio da autoria o processo avaliativo deve propor ao aluno uma maneira diferente de aprender onde a mediação tenha sentido para o coletivo. Esse processo avaliativo deve provocar o aluno a realizar suas próprias produções o que favorece a melhoria da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&amp;quot;[...] cada aluno, interativamente, descobre o mundo a sua própria maneira, diferente e única. Mas aprende o mundo de forma rica e desafiadora na medida de sua maior socialização e da cooperação dos adultos nesse sentido. Desenvolve-se, ainda mais, quando interage com o diferente, com pessoas de idade, gênero, etnia, experiências de vida, sentimentos e desejos diferentes dos seus&amp;quot;. (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Cada aluno é autor do seu próprio conhecimento, e é ele quem vai determinar a forma como vai construí-lo, portanto, a interação com o outro é parte fundamental nesse processo. E o professor como parte integrante dessa ação, tem a função de mediar essa construção.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;E, para corroborar com essa ideia, trazemos aqui a opinião de Janssen (2003), falando que o paradigma das “aprendizagens educativas” vem trazendo para nós um movimento de ressignificação do processo de ensino e aprendizagem. E, isso acontece quando o professor passa a enxergar o aluno como um sujeito que tem potencial para aprender e o que diferencia um aluno do outro, são seus percursos de aprendizagens que ele exemplifica como sendo suas histórias de vida e, também pela diversidade sociocultural da escola. Da mesma forma, há que se considerar segundo Méndez (2002), que o ensino não pode ser visto como uma mera e mecânica transmissão linear de conteúdos curriculares fechados e prontos que o docente passa para o educando, sem contestação, sem análise, sem construir e desconstruir significados para que este realmente aprenda. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Com esse paradigma, Janssen acredita que devemos ter uma nova compreensão de aprendizagem como uma prática pedagógica intelectual reflexiva transformadora. Dessa forma, ele analisa cada conceito dessa prática, começando pelo intelectual que  diz exigir do professor e da professora que sejam “intelectuais, autores e atores de sua ação docente”, pois só assim poderão criar instrumentos e ações de sua própria autoria transformando o conhecimento científico em conteúdos escolares contextualizados com o cotidiano do seu educando e com a escola em que está inserido. Para esse autor, deve se entender a prática docente como uma investigação, um processo inacabado, em constantes formulações e reformulações, com um percurso a se construir. E, para fazer jus a essa prática o professor ou a professora tem que ter uma postura reflexiva, pois só assim “a sala de aula será um laboratório dos que ensinam e dos que aprendem”. (JANSSEN, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; É neste contexto  que segundo Imbernón (2004 )[http://www.ceped.ueg.br/anais/ivedipe/pdfs/didatica/co/CO%20406-913-1-SP.pdf] o professor avaliador é também pesquisador e reflexivo, pois, para realizar sua pesquisa ele conjetura sobre sua prática docente, identificando as necessidades individuais, de seus alunos  e intervindo a fim de possibilitar uma aprendizagem significativa. Criando um ambiente mais educador que avaliador, onde tanto professor como aluno são autores de seu conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Concordando que a sala de aula deve ser um lugar diferente, um lugar onde todos são respeitados em suas mais diversas idéias, em suas diferentes maneiras de agir e pensar. E como diz Hoffmann(2005) &amp;quot;É procurar aprender com cada um deles novos jeitos de ensinar e de agir.&amp;quot; E fazendo assim poderemos ensinar e aprender muito.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que ocorra uma mudança na prática avaliativa é necessário que haja primeiramente, uma mudança de concepção por parte do professor, onde a lógica classificatória e excludente, infelizmente, ainda está impregnada, para uma concepção democrática. E para que haja uma verdadeira mudança de concepção, deve haver uma mudança de postura e de estudo por parte do professor. Se não houver essa mudança de postura frente ao verdadeiro sentido da avaliação, não haverá sentido  em avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Segundo Hoffmann (2005),  A atribuição de notas é arbitrária a muitos teóricos da avaliação, mas que reúne defensores( professores e leigos) que alegam ser mais precisa do que a sistemática de conceitos e/ ou relatórios de acompanhamento da aprendizagem dos alunos. A padronização da avaliação é uma prática tipicamente da educação tradicional, a qual busca a homogeniedade de uma classe. Sabendo, por meio de estudos que nossos alunos aprendem através da interação com o objeto do conhecimento e com seus pares, a avaliação se torna importante sendo o erro constitutivo nesse processo de construção de conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O ato de avaliar a aprendizagem para Luckesi (2011) ainda que tenha muitos componentes metodológicos comprometidos é um ato simples é um ato pelo qual o professor sabe se o seu educando aprendeu ou não o que ele ensinou.  Se o professor descobre por meio dos instrumentos que utilizou que seu aluno aprendeu, ótimo, sigamos em frente. Agora, se descobre que não, então entra o termo que segundo esse mesmo autor, está na moda: “a desconstrução” do que se aprendeu, do que se ensina e da forma como se aprende. Professor pesquisador tem que ser crítico, autônomo e autor de instrumentos de aprendizagem, tem que estudar, investigar, planejar e replanejar o que não deu certo e, descobrir porque o aluno não aprendeu. Deve ensinar de novo e, de novo e de forma diferente para que o aluno tenha chance de encontrar formas diferentes de assimilar o que foi ensinado, pois o importante é aprender.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Assim para atender as necessidades atuais da educação os professores carecem cada vez mais de uma formação contínua, que lhes permita refletir as metodologias adotadas, revendo seus conceitos e práticas educativas. Isso tem permitido um novo perfil de educador[http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/novo-perfil-professor-carreira-formacao-602328.shtml] que cada vez mais tem se tornado um pesquisador, reflexivo e autor no processo de construção de conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Para Luckesi (2011) O objetivo é convencer-nos que para agir necessitamos de um conhecimento e se não temos tal conhecimento devemos produzi-lo ou nos valermos do conhecimento dos outros, assim como fazemos quando utilizamos conhecimentos profissionais. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Nesse contexto, se faz necessário repensar o processo avaliativo como também debater as condições da formação docente, causando assim uma grande reflexão em torno da prática educativa e fazendo com que o professor e a professora avaliem sua postura diante do processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Com isso é importante que o educador tenha uma postura diferente e que auxilie o aluno na construção do seu conhecimento diante das novas exigências da atual sociedade contemporânea. E acima de tudo &amp;quot;é preciso valorizar as diferenças individuais sem perder de vista o contexto interativo. Escola é sinônimo de interação. Só existe escola para que muitas crianças e jovens possam conviver, trocar ideias, reunir-se, brincar, imaginar, sorrir, conviver.&amp;quot; (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Nesse sentido é possível trazer a luz do referencial teórico que o ato de aprender e ensinar, se constitui em um processo, logo, deve haver uma sintonia entre o sujeito e o objeto de estudo, o qual deve ser mediado pelo educador. Se um dos anteriores não estiver em sintonia, certamente o processo não será construído satisfatoriamente.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pois, é a partir das relações de interação entre professor e aluno, aluno e professor e aluno e aluno, que o conhecimento se constrói e se solidifica. E conforme Hoffmann, (2005), &amp;quot;Avaliação é portanto uma ação ampla que abrange o cotidiano pedagógico&amp;quot; pleiteando a construção dos saberes por parte do aluno,envolvendo toda uma ação de pesquisa, reflexão, planejamento, ação, reflexão, replanejamento das ações de intervenção por parte do professor.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Com tudo isso deve-se mudar a maneira de ver a avaliação. Avaliação é um todo, deve-se avaliar a todo momento e permitir que todos sejam avaliados. &amp;quot;Proponho, sobretudo, resgatar cada aluno e cada professor do coletivo da escola, transformando-os em indivíduos de direitos.&amp;quot; (HOFFMAN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De fato, a avaliação é apoiada em uma concepção classificatória e excludente e vem sendo usada como um recurso de opressão e punição, e fala-se que essa prática é para preparar para a sociedade, mas isso não é verdade, pois as avaliações externas mostra o contrário. Trabalham-se programas, colocam-se as avaliações como um fim e não como um meio para se obtiver a aprendizagem. A avaliação para ser justa, deve-se levar em conta a singularidade do aluno e do professor, pois o professor tem a sua subjetividade.Avaliar é muito mais que conhecer o aluno, é reconhecê-lo como uma pessoa digna de respeito e de interesse. O professor deve se preocupar com a aprendizagem e fazer a mediação fundamentada em princípios claros. A avaliação deve estar a serviço da ação e servir como projeto de futuro ( pensar como, de que forma poderá desenvolver estratégias para atender esse aluno) e ter a clareza que cada aluno é importante em suas necessidades, em sua vivência, em seu conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Moretto (2005), a avaliação é parte integrante do ensino e da aprendizagem, com isso o aluno torna-se construtor do próprio conhecimento e essa construção se estabelece através da mediação do professor, numa ação do aluno com suas concepções prévias, essa avaliação é feita de formas diversas, com instrumentos variados, assim sendo coerente com a forma de ensinar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação é imprescindível no processo de ensino-aprendizagem na nossa sociedade contemporânea, devemos buscar formar cidadãos capazes viver nessa era, onde o conhecimento evolui rapidamente, então para isto devemos oportunizar ferramentas que o torne capaz de aprender a aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO,Pedro. Avaliação: Para cuidar que o aluno aprenda. São Paulo: Criarp, 1991.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara M.L. Avaliação: mito e desafio-uma perspectiva construtivista. Educação e Realidade, Porto Alegre, 1991.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IMBERNÓN, Francisco. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e &lt;br /&gt;
a incerteza, 4.ed. São Paulo, Cortez, 2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem Escolar. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2000.[Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/avaliacao-como-processo-de-construcao-de-conhecimento/49769/#ixzz2VladX5W4]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MORETTO, Vasco Pedro, Prova- um momento privilegiado de estudo-não um acerto de contas/ Vasco Pedro Moretto, 5.ed. Rio de Janeiro: DP&amp;amp;A,2005&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino</id>
		<title>Turma - A - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-10T01:42:59Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
[[Arquivo:AVALIA C.jpg|thumb|Instrumento de avaliação.]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E para saber que tipo de avaliação quer desenvolver na escola é preciso conhecer que, segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620) conhecer é poder. E, ainda conforme Luckesi (2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. Para conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Jussara(2005) as mudanças em avaliação ocorrem muitas vezes por imposição por determinações legais a cada novo governo sem uma discussão com orientações confusas e superficiais e ficam assim os professores nesse meio, perdidos, desorientados. Sendo assim essas mudanças não acontecem como é para acontecer, pois não é levado como principal objetivo a aprendizagem dos alunos. Falta assim uma maior discussão sobre o reflexo dessas mudanças nas pessoas envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003) uma aprendizagem significativa acontece quando a avaliação é vista como um processo de sistematização e interpretação que deve orientar o docente para que o mesmo possa refletir sobre sua prática pedagógica. E para que isso ocorra a avaliação precisa ser constante, diversificada, continua, sistemática e intencional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com [Luckesi (2011)][http://www.luckesi.com.br/apresentacao.htm], o ato de avaliar é um ato de investigar. O professor deve ser um gestor preocupado com esse recurso metodológico, pois enquanto a ciência descreve e interpreta a realidade a avaliação estuda a sua qualidade. Por isso, o professor que não tem conhecimento do ato de avaliar como investigação científica não conseguirá ter uma ação pedagógica e resultados sérios e satisfatórios. Ele ainda enfatiza que há dois tipos de avaliação: uma que avalia um objeto já configurado e concluído e outra que avalia o objeto em construção. Teremos então assim, avaliação de certificação e avaliação operacional. Apesar de as duas terem o mesmo principio da avaliação, evidenciam fenômenos e conceitos diferentes entre si.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação de certificação:''' se refere à investigação de qualidade, segue procedimentos básicos e tem como objetivo testemunhar sobre a qualidade do objeto estudado. Ex: Inmetro, OAB, ISO, etc. Os interessados submetem-se a uma prova para avaliar a qualidade e desempenho de sua função; no fim, se aprovados, recebem uma certificação de que está apto a exercer aquela função. Neste caso se, durante a investigação o resultado for insatisfatório, a certificação será negada. Este tipo de avaliação configura-se em dois passos: descrever e qualificar a realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação Operacional (de acompanhamento de uma ação):''' investiga a qualidade dos resultados levando em conta o foco formativo (processo) e depois, o foco final (produto). Para este tipo de avaliação, Luckesi nos diz que o objeto é assumido no seu processo de construção que se caracteriza no ato de aprender e tem como suporte o ato de ensinar. Este tipo de avaliação se configura em três passos: descrever, qualificar e intervir na realidade, se necessário. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante de tudo isso, é importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&amp;quot;O papel da avaliação é acompanhar a relação ensino e aprendizagem e possibilitar as informações necessárias para manter o diálogo entre as intervenções dos docentes e educandos&amp;quot;. (Da Silva, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante disso, avaliar vai muito além de provas, portfólios ou outro qualquer tipo de registro que se faça para medir o desempenho do aluno. O mais importante é encontrar caminhos diferentes para analisar o crescimento desse educando no processo de ensino e aprendizagem.Para encontrar o caminho é conhecer a realidade do aluno,como diz Luckesi (2011, p.165): Enfim, a realidade, na prática do conhecimento é a &amp;quot;realidade que construímos conceitualmente&amp;quot;. Suas riquezas e limites dependerão dos nossos recursos metodológicos, dá a necessidade premente de investigação estar sempre em atividade construtiva. Assim podemos ter uma tomada de decisão que implicará os recursos metodológicos para avaliar o aluno da melhor forma. Assim estar em constante investigação para que o método de avaliar não para na primeira tomada de decisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todo o processo de ensino. O trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação, segundo Luckesi (2011) é sempre dinâmica e construtiva e seu objetivo na prática educativa é dar suporte ao educador para que ele tenha meios de observar e intervir da melhor forma possível de forma que o educando aprenda e que sua ação pedagógica possa ser satisfatória no final do processo. Nesse contexto, a avaliação dá suporte para decisões importantes no ato de aprender, seja para considerar que a aprendizagem foi satisfatória, seja para reorientá-la se algo ficou difuso e sem compreensão. Tudo isso será feito para ter um melhor resultado no foco final.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Ainda,conforme Luckesi (2000), a boa avaliação envolve três passos: &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode mais ser um instrumento de seleção e exclusão, pois tanto um como o outro bate de frente com a atual corrente pela inclusão na educação. Para Jussara (2005) há uma preocupação extrema da escola em padronizar ações, em estabelecer regras comuns a todos definindo assim somente critérios quantitativos e não qualitativos, além de objetivos precisos. Muito tem se falado em processo avaliativo, mas ainda é muito difícil enxergar justiça na avaliação, sendo ela ainda instrumento classificatório tradicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação em todo o contexto escolar assim como o planejamento é uma das ferramentas mais importantes à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo da escola, que é o sucesso do ensino e aprendizagem. Pois, avaliar permite ao professor encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado dos alunos e assim oferecer alternativas em tempo hábil para uma evolução mais segura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM, AUTORIA E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar e, para isso, a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Partindo do princípio da autoria o processo avaliativo deve propor ao aluno uma maneira diferente de aprender onde a mediação tenha sentido para o coletivo. Esse processo avaliativo deve provocar o aluno a realizar suas próprias produções o que favorece a melhoria da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&amp;quot;[...] cada aluno, interativamente, descobre o mundo a sua própria maneira, diferente e única. Mas aprende o mundo de forma rica e desafiadora na medida de sua maior socialização e da cooperação dos adultos nesse sentido. Desenvolve-se, ainda mais, quando interage com o diferente, com pessoas de idade, gênero, etnia, experiências de vida, sentimentos e desejos diferentes dos seus&amp;quot;. (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Cada aluno é autor do seu próprio conhecimento, e é ele quem vai determinar a forma como vai construí-lo, portanto, a interação com o outro é parte fundamental nesse processo. E o professor como parte integrante dessa ação, tem a função de mediar essa construção.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;E, para corroborar com essa ideia, trazemos aqui a opinião de Janssen (2003), falando que o paradigma das “aprendizagens educativas” vem trazendo para nós um movimento de ressignificação do processo de ensino e aprendizagem. E, isso acontece quando o professor passa a enxergar o aluno como um sujeito que tem potencial para aprender e o que diferencia um aluno do outro, são seus percursos de aprendizagens que ele exemplifica como sendo suas histórias de vida e, também pela diversidade sociocultural da escola. Da mesma forma, há que se considerar segundo Méndez (2002), que o ensino não pode ser visto como uma mera e mecânica transmissão linear de conteúdos curriculares fechados e prontos que o docente passa para o educando, sem contestação, sem análise, sem construir e desconstruir significados para que este realmente aprenda. Com esse paradigma, Janssen acredita que devemos ter uma nova compreensão de aprendizagem como uma prática pedagógica intelectual reflexiva transformadora. Dessa forma, ele analisa cada conceito dessa prática, começando pelo intelectual que  diz exigir do professor e da professora que sejam “intelectuais, autores e atores de sua ação docente”, pois só assim poderão criar instrumentos e ações de sua própria autoria transformando o conhecimento científico em conteúdos escolares contextualizados com o cotidiano do seu educando e com a escola em que está inserido. Para esse autor, deve se entender a prática docente como uma investigação, um processo inacabado, em constantes formulações e reformulações, com um percurso a se construir. E, para fazer jus a essa prática o professor ou a professora tem que ter uma postura reflexiva, pois só assim “a sala de aula será um laboratório dos que ensinam e dos que aprendem”. (JANSSEN, 2003).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O ato de avaliar a aprendizagem para Luckesi (2011) ainda que tenha muitos componentes metodológicos comprometidos é um ato simples é um ato pelo qual o professor sabe se o seu educando aprendeu ou não o que ele ensinou.  Se o professor descobre por meio dos instrumentos que utilizou que seu aluno aprendeu, ótimo, sigamos em frente. Agora, se descobre que não, então entra o termo que segundo esse mesmo autor, está na moda: “a desconstrução” do que se aprendeu, do que se ensina e da forma como se aprende. Professor pesquisador tem que ser crítico, autônomo e autor de instrumentos de aprendizagem, tem que estudar, investigar, planejar e replanejar o que não deu certo e, descobrir porque o aluno não aprendeu. Deve ensinar de novo e, de novo e de forma diferente para que o aluno tenha chance de encontrar formas diferentes de assimilar o que foi ensinado, pois o importante é aprender.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Nesse contexto, se faz necessário repensar o processo avaliativo como também debater as condições da formação docente, causando assim uma grande reflexão em torno da prática educativa e fazendo com que o professor e a professora avaliem sua postura diante do processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Com isso é importante que o educador tenha uma postura diferente e que auxilie o aluno na construção do seu conhecimento diante das novas exigências da atual sociedade contemporânea. E acima de tudo &amp;quot;é preciso valorizar as diferenças individuais sem perder de vista o contexto interativo. Escola é sinônimo de interação. Só existe escola para que muitas crianças e jovens possam conviver, trocar ideias, reunir-se, brincar, imaginar, sorrir, conviver.&amp;quot; (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pois, é a partir das relações de interação entre professor e aluno, aluno e professor e aluno e aluno, que o conhecimento se constrói e se solidifica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem Escolar. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2000.[Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/avaliacao-como-processo-de-construcao-de-conhecimento/49769/#ixzz2VladX5W4]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino</id>
		<title>Turma - A - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-10T00:51:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
[[Arquivo:AVALIA C.jpg|thumb|Instrumento de avaliação.]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E para saber que tipo de avaliação quer desenvolver na escola é preciso conhecer que, segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620) conhecer é poder. E, ainda conforme Luckesi (2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. Para conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Jussara(2005) as mudanças em avaliação ocorrem muitas vezes por imposição por determinações legais a cada novo governo sem uma discussão com orientações confusas e superficiais e ficam assim os professores nesse meio, perdidos, desorientados. Sendo assim essas mudanças não acontecem como é para acontecer, pois não é levado como principal objetivo a aprendizagem dos alunos. Falta assim uma maior discussão sobre o reflexo dessas mudanças nas pessoas envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003) uma aprendizagem significativa acontece quando a avaliação é vista como um processo de sistematização e interpretação que deve orientar o docente para que o mesmo possa refletir sobre sua prática pedagógica. E para que isso ocorra a avaliação precisa ser constante, diversificada, continua, sistemática e intencional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com [Luckesi (2011)][http://www.luckesi.com.br/apresentacao.htm], o ato de avaliar é um ato de investigar. O professor deve ser um gestor preocupado com esse recurso metodológico, pois enquanto a ciência descreve e interpreta a realidade a avaliação estuda a sua qualidade. Por isso, o professor que não tem conhecimento do ato de avaliar como investigação científica não conseguirá ter uma ação pedagógica e resultados sérios e satisfatórios. Ele ainda enfatiza que há dois tipos de avaliação: uma que avalia um objeto já configurado e concluído e outra que avalia o objeto em construção. Teremos então assim, avaliação de certificação e avaliação operacional. Apesar de as duas terem o mesmo principio da avaliação, evidenciam fenômenos e conceitos diferentes entre si.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação de certificação:''' se refere à investigação de qualidade, segue procedimentos básicos e tem como objetivo testemunhar sobre a qualidade do objeto estudado. Ex: Inmetro, OAB, ISO, etc. Os interessados submetem-se a uma prova para avaliar a qualidade e desempenho de sua função; no fim, se aprovados, recebem uma certificação de que está apto a exercer aquela função. Neste caso se, durante a investigação o resultado for insatisfatório, a certificação será negada. Este tipo de avaliação configura-se em dois passos: descrever e qualificar a realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação Operacional (de acompanhamento de uma ação):''' investiga a qualidade dos resultados levando em conta o foco formativo (processo) e depois, o foco final (produto). Para este tipo de avaliação, Luckesi nos diz que o objeto é assumido no seu processo de construção que se caracteriza no ato de aprender e tem como suporte o ato de ensinar. Este tipo de avaliação se configura em três passos: descrever, qualificar e intervir na realidade, se necessário. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante de tudo isso, é importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&amp;quot;O papel da avaliação é acompanhar a relação ensino e aprendizagem e possibilitar as informações necessárias para manter o diálogo entre as intervenções dos docentes e educandos&amp;quot;. (Da Silva, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante disso, avaliar vai muito além de provas, portfólios ou outro qualquer tipo de registro que se faça para medir o desempenho do aluno. O mais importante é encontrar caminhos diferentes para analisar o crescimento desse educando no processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todo o processo de ensino. O trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação, segundo Luckesi (2011) é sempre dinâmica e construtiva e seu objetivo na prática educativa é dar suporte ao educador para que ele tenha meios de observar e intervir da melhor forma possível de forma que o educando aprenda e que sua ação pedagógica possa ser satisfatória no final do processo. Nesse contexto, a avaliação dá suporte para decisões importantes no ato de aprender, seja para considerar que a aprendizagem foi satisfatória, seja para reorientá-la se algo ficou difuso e sem compreensão. Tudo isso será feito para ter um melhor resultado no foco final.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Ainda,conforme Luckesi (2000), a boa avaliação envolve três passos: &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode mais ser um instrumento de seleção e exclusão, pois tanto um como o outro bate de frente com a atual corrente pela inclusão na educação. Para Jussara (2005) há uma preocupação extrema da escola em padronizar ações, em estabelecer regras comuns a todos definindo assim somente critérios quantitativos e não qualitativos, além de objetivos precisos. Muito tem se falado em processo avaliativo, mas ainda é muito difícil enxergar justiça na avaliação, sendo ela ainda instrumento classificatório tradicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação em todo o contexto escolar assim como o planejamento é uma das ferramentas mais importantes à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo da escola, que é o sucesso do ensino e aprendizagem. Pois, avaliar permite ao professor encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado dos alunos e assim oferecer alternativas em tempo hábil para uma evolução mais segura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM, AUTORIA E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar e, para isso, a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Partindo do princípio da autoria o processo avaliativo deve propor ao aluno uma maneira diferente de aprender onde a mediação tenha sentido para o coletivo. Esse processo avaliativo deve provocar o aluno a realizar suas próprias produções o que favorece a melhoria da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&amp;quot;[...] cada aluno, interativamente, descobre o mundo a sua própria maneira, diferente e única. Mas aprende o mundo de forma rica e desafiadora na medida de sua maior socialização e da cooperação dos adultos nesse sentido. Desenvolve-se, ainda mais, quando interage com o diferente, com pessoas de idade, gênero, etnia, experiências de vida, sentimentos e desejos diferentes dos seus&amp;quot;. (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Cada aluno é autor do seu próprio conhecimento, e é ele quem vai determinar a forma como vai construí-lo, portanto, a interação com o outro é parte fundamental nesse processo. E o professor como parte integrante dessa ação, tem a função de mediar essa construção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O ato de avaliar a aprendizagem para Luckesi (2011) ainda que tenha muitos componentes metodológicos comprometidos é um ato simples é um ato pelo qual o professor sabe se o seu educando aprendeu ou não o que ele ensinou.  Se o professor descobre por meio dos instrumentos que utilizou que seu aluno aprendeu, ótimo, sigamos em frente. Agora, se descobre que não, então entra o termo que segundo esse mesmo autor, está na moda: “a desconstrução” do que se aprendeu, do que se ensina e da forma como se aprende. Professor pesquisador tem que ser crítico, autônomo e autor de instrumentos de aprendizagem, tem que estudar, investigar, planejar e replanejar o que não deu certo e, descobrir porque o aluno não aprendeu. Deve ensinar de novo e, de novo e de forma diferente para que o aluno tenha chance de encontrar formas diferentes de assimilar o que foi ensinado, pois o importante é aprender.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Nesse contexto, se faz necessário repensar o processo avaliativo como também debater as condições da formação docente, causando assim uma grande reflexão em torno da prática educativa e fazendo com que o professor e a professora avaliem sua postura diante do processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Com isso é importante que o educador tenha uma postura diferente e que auxilie o aluno na construção do seu conhecimento diante das novas exigências da atual sociedade contemporânea. E acima de tudo &amp;quot;é preciso valorizar as diferenças individuais sem perder de vista o contexto interativo. Escola é sinônimo de interação. Só existe escola para que muitas crianças e jovens possam conviver, trocar ideias, reunir-se, brincar, imaginar, sorrir, conviver.&amp;quot; (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pois, é a partir das relações de interação entre professor e aluno, aluno e professor e aluno e aluno, que o conhecimento se constrói e se solidifica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem Escolar. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2000.[Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/avaliacao-como-processo-de-construcao-de-conhecimento/49769/#ixzz2VladX5W4]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino</id>
		<title>Turma - A - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-10T00:47:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
[[Arquivo:AVALIA C.jpg|thumb|Instrumento de avaliação.]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E para saber que tipo de avaliação quer desenvolver na escola é preciso conhecer que, segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620) conhecer é poder. E, ainda conforme Luckesi (2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. Para conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Jussara(2005) as mudanças em avaliação ocorrem muitas vezes por imposição por determinações legais a cada novo governo sem uma discussão com orientações confusas e superficiais e ficam assim os professores nesse meio, perdidos, desorientados. Sendo assim essas mudanças não acontecem como é para acontecer, pois não é levado como principal objetivo a aprendizagem dos alunos. Falta assim uma maior discussão sobre o reflexo dessas mudanças nas pessoas envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003) uma aprendizagem significativa acontece quando a avaliação é vista como um processo de sistematização e interpretação que deve orientar o docente para que o mesmo possa refletir sobre sua prática pedagógica. E para que isso ocorra a avaliação precisa ser constante, diversificada, continua, sistemática e intencional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com [Luckesi (2011)][http://www.luckesi.com.br/apresentacao.htm], o ato de avaliar é um ato de investigar. O professor deve ser um gestor preocupado com esse recurso metodológico, pois enquanto a ciência descreve e interpreta a realidade a avaliação estuda a sua qualidade. Por isso, o professor que não tem conhecimento do ato de avaliar como investigação científica não conseguirá ter uma ação pedagógica e resultados sérios e satisfatórios. Ele ainda enfatiza que há dois tipos de avaliação: uma que avalia um objeto já configurado e concluído e outra que avalia o objeto em construção. Teremos então assim, avaliação de certificação e avaliação operacional. Apesar de as duas terem o mesmo principio da avaliação, evidenciam fenômenos e conceitos diferentes entre si.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação de certificação:''' se refere à investigação de qualidade, segue procedimentos básicos e tem como objetivo testemunhar sobre a qualidade do objeto estudado. Ex: Inmetro, OAB, ISO, etc. Os interessados submetem-se a uma prova para avaliar a qualidade e desempenho de sua função; no fim, se aprovados, recebem uma certificação de que está apto a exercer aquela função. Neste caso se, durante a investigação o resultado for insatisfatório, a certificação será negada. Este tipo de avaliação configura-se em dois passos: descrever e qualificar a realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação Operacional (de acompanhamento de uma ação):''' investiga a qualidade dos resultados levando em conta o foco formativo (processo) e depois, o foco final (produto). Para este tipo de avaliação, Luckesi nos diz que o objeto é assumido no seu processo de construção que se caracteriza no ato de aprender e tem como suporte o ato de ensinar. Este tipo de avaliação se configura em três passos: descrever, qualificar e intervir na realidade, se necessário. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante de tudo isso, é importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&amp;quot;O papel da avaliação é acompanhar a relação ensino e aprendizagem e possibilitar as informações necessárias para manter o diálogo entre as intervenções dos docentes e educandos&amp;quot;. (Da Silva, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante disso, avaliar vai muito além de provas, portfólios ou outro qualquer tipo de registro que se faça para medir o desempenho do aluno. O mais importante é encontrar caminhos diferentes para analisar o crescimento desse educando no processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todo o processo de ensino. O trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação, segundo Luckesi (2011) é sempre dinâmica e construtiva e seu objetivo na prática educativa é dar suporte ao educador para que ele tenha meios de observar e intervir da melhor forma possível de forma que o educando aprenda e que sua ação pedagógica possa ser satisfatória no final do processo. Nesse contexto, a avaliação dá suporte para decisões importantes no ato de aprender, seja para considerar que a aprendizagem foi satisfatória, seja para reorientá-la se algo ficou difuso e sem compreensão. Tudo isso será feito para ter um melhor resultado no foco final.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Ainda,conforme Luckesi (2000), a boa avaliação envolve três passos: &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode mais ser um instrumento de seleção e exclusão, pois tanto um como o outro bate de frente com a atual corrente pela inclusão na educação. Para Jussara (2005) há uma preocupação extrema da escola em padronizar ações, em estabelecer regras comuns a todos definindo assim somente critérios quantitativos e não qualitativos, além de objetivos precisos. Muito tem se falado em processo avaliativo, mas ainda é muito difícil enxergar justiça na avaliação, sendo ela ainda instrumento classificatório tradicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação em todo o contexto escolar assim como o planejamento é uma das ferramentas mais importantes à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo da escola, que é o sucesso do ensino e aprendizagem. Pois, avaliar permite ao professor encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado dos alunos e assim oferecer alternativas em tempo hábil para uma evolução mais segura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM, AUTORIA E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar. e para isso a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Partindo do principio da autoria o processo avaliativo deve propor ao aluno uma maneira diferente de aprender onde a mediação tenha sentido para o coletivo. Esse processo avaliativo deve provocar o aluno a realizar suas próprias produções o que favorece a melhoria da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&amp;quot;[...] cada aluno, interativamente, descobre o mundo a sua própria maneira, diferente e única. Mas aprende o mundo de forma rica e desafiadora na medida de sua maior socialização e da cooperação dos adultos nesse sentido. Desenvolve-se, ainda mais, quando interage com o diferente, com pessoas de idade, gênero, etnia, experiências de vida, sentimentos e desejos diferentes dos seus&amp;quot;. (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Cada aluno é autor do seu próprio conhecimento, e é ele quem vai determinar a forma como vai construí-lo, portanto, a interação com o outro é parte fundamental nesse processo. E o professor como parte integrante dessa ação, tem a função de mediar essa construção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O ato de avaliar a aprendizagem para Luckesi (2011) ainda que tenha muitos componentes metodológicos comprometidos é um ato simples é um ato pelo qual o professor sabe se o seu educando aprendeu ou não o que ele ensinou.  Se o professor descobre por meio dos instrumentos que utilizou que seu aluno aprendeu, ótimo, sigamos em frente. Agora, se descobre que não, então entra o termo que segundo esse mesmo autor, está na moda: “a desconstrução” do que se aprendeu, do que se ensina e da forma como se aprende. Professor pesquisador tem que ser crítico, autônomo e autor de instrumentos de aprendizagem, tem que estudar, investigar, planejar e replanejar o que não deu certo e, descobrir porque o aluno não aprendeu. Deve ensinar de novo e, de novo e de forma diferente para que o aluno tenha chance de encontrar formas diferentes de assimilar o que foi ensinado, pois o importante é aprender.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Nesse contexto, se faz necessário repensar o processo avaliativo como também debater as condições da formação docente, causando assim uma grande reflexão em torno da prática educativa e fazendo com que o professor e a professora avaliem sua postura diante do processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Com isso é importante que o educador tenha uma postura diferente e que auxilie o aluno na construção do seu conhecimento diante das novas exigências da atual sociedade contemporânea. E acima de tudo &amp;quot;é preciso valorizar as diferenças individuais sem perder de vista o contexto interativo. Escola é sinônimo de interação. Só existe escola para que muitas crianças e jovens possam conviver, trocar ideias, reunir-se, brincar, imaginar, sorrir, conviver.&amp;quot; (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pois, é a partir das relações de interação entre professor e aluno, aluno e professor e aluno e aluno, que o conhecimento se constrói e se solidifica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem Escolar. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2000.[Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/avaliacao-como-processo-de-construcao-de-conhecimento/49769/#ixzz2VladX5W4]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino</id>
		<title>Turma - A - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-10T00:34:18Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
[[Arquivo:AVALIA C.jpg|thumb|Instrumento de avaliação.]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E para saber que tipo de avaliação quer desenvolver na escola é preciso conhecer que, segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620) conhecer é poder. E, ainda conforme Luckesi (2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. Para conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Jussara(2005) as mudanças em avaliação ocorrem muitas vezes por imposição por determinações legais a cada novo governo sem uma discussão com orientações confusas e superficiais e ficam assim os professores nesse meio, perdidos, desorientados. Sendo assim essas mudanças não acontecem como é para acontecer, pois não é levado como principal objetivo a aprendizagem dos alunos. Falta assim uma maior discussão sobre o reflexo dessas mudanças nas pessoas envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003) uma aprendizagem significativa acontece quando a avaliação é vista como um processo de sistematização e interpretação que deve orientar o docente para que o mesmo possa refletir sobre sua prática pedagógica. E para que isso ocorra a avaliação precisa ser constante, diversificada, continua, sistemática e intencional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com [Luckesi (2011)][http://www.luckesi.com.br/apresentacao.htm], o ato de avaliar é um ato de investigar. O professor deve ser um gestor preocupado com esse recurso metodológico, pois enquanto a ciência descreve e interpreta a realidade a avaliação estuda a sua qualidade. Por isso, o professor que não tem conhecimento do ato de avaliar como investigação científica não conseguirá ter uma ação pedagógica e resultados sérios e satisfatórios. Ele ainda enfatiza que há dois tipos de avaliação: uma que avalia um objeto já configurado e concluído e outra que avalia o objeto em construção. Teremos então assim, avaliação de certificação e avaliação operacional. Apesar de as duas terem o mesmo principio da avaliação, evidenciam fenômenos e conceitos diferentes entre si.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação de certificação:''' se refere à investigação de qualidade, segue procedimentos básicos e tem como objetivo testemunhar sobre a qualidade do objeto estudado. Ex: Inmetro, OAB, ISO, etc. Os interessados submetem-se a uma prova para avaliar a qualidade e desempenho de sua função; no fim, se aprovados, recebem uma certificação de que está apto a exercer aquela função. Neste caso se, durante a investigação o resultado for insatisfatório, a certificação será negada. Este tipo de avaliação configura-se em dois passos: descrever e qualificar a realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação Operacional (de acompanhamento de uma ação):''' investiga a qualidade dos resultados levando em conta o foco formativo (processo) e depois, o foco final (produto). Para este tipo de avaliação, Luckesi nos diz que o objeto é assumido no seu processo de construção que se caracteriza no ato de aprender e tem como suporte o ato de ensinar. Este tipo de avaliação se configura em três passos: descrever, qualificar e intervir na realidade, se necessário. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante de tudo isso, é importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&amp;quot;O papel da avaliação é acompanhar a relação ensino e aprendizagem e possibilitar as informações necessárias para manter o diálogo entre as intervenções dos docentes e educandos&amp;quot;. (Da Silva, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante disso, avaliar vai muito além de provas, portfólios ou outro qualquer tipo de registro que se faça para medir o desempenho do aluno. O mais importante é encontrar caminhos diferentes para analisar o crescimento desse educando no processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todo o processo de ensino. O trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação, segundo Luckesi (2011) é sempre dinâmica e construtiva e seu objetivo na prática educativa é dar suporte ao educador para que ele tenha meios de observar e intervir da melhor forma possível de forma que o educando aprenda e que sua ação pedagógica possa ser satisfatória no final do processo. Nesse contexto, a avaliação dá suporte para decisões importantes no ato de aprender, seja para considerar que a aprendizagem foi satisfatória, seja para reorientá-la se algo ficou difuso e sem compreensão. Tudo isso será feito para ter um melhor resultado no foco final.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Ainda,conforme Luckesi (2000), a boa avaliação envolve três passos: &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode mais ser um instrumento de seleção e exclusão, pois tanto um como o outro bate de frente com a atual corrente pela inclusão na educação. Para Jussara (2005) há uma preocupação extrema da escola em padronizar ações, em estabelecer regras comuns a todos definindo assim somente critérios quantitativos e não qualitativos, além de objetivos precisos. Muito tem se falado em processo avaliativo, mas ainda é muito difícil enxergar justiça na avaliação, sendo ela ainda instrumento classificatório tradicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação em todo o contexto escolar assim como o planejamento é uma das ferramentas mais importantes à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo da escola, que é o sucesso do ensino e aprendizagem. Pois, avaliar permite ao professor encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado dos alunos e assim oferecer alternativas em tempo hábil para uma evolução mais segura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM AUTORIA AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar. e para isso a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Partindo do principio da autoria o processo avaliativo deve propor ao aluno uma maneira diferente de aprender onde a mediação tenha sentido para o coletivo. Esse processo avaliativo deve provocar o aluno a realizar suas próprias produções o que favorece a melhoria da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&amp;quot;[...] cada aluno, interativamente, descobre o mundo a sua própria maneira, diferente e única. Mas aprende o mundo de forma rica e desafiadora na medida de sua maior socialização e da cooperação dos adultos nesse sentido. Desenvolve-se, ainda mais, quando interage com o diferente, com pessoas de idade, gênero, etnia, experiências de vida, sentimentos e desejos diferentes dos seus&amp;quot;. (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Cada aluno é autor do seu próprio conhecimento, e é ele quem vai determinar a forma como vai construí-lo, portanto, a interação com o outro é parte fundamental nesse processo. E o professor como parte integrante dessa ação, tem a função de mediar essa construção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O ato de avaliar a aprendizagem para Luckesi (2011) ainda que tenha muitos componentes metodológicos comprometidos é um ato simples é um ato pelo qual o professor sabe se o seu educando aprendeu ou não o que ele ensinou.  Se o professor descobre por meio dos instrumentos que utilizou que seu aluno aprendeu, ótimo, sigamos em frente. Agora, se descobre que não, então entra o termo que segundo esse mesmo autor, está na moda: “a desconstrução” do que se aprendeu, do que se ensina e da forma como se aprende. Professor pesquisador tem que ser crítico, autônomo e autor de instrumentos de aprendizagem, tem que estudar, investigar, planejar e replanejar o que não deu certo e, descobrir porque o aluno não aprendeu. Deve ensinar de novo e, de novo e de forma diferente para que o aluno tenha chance de encontrar formas diferentes de assimilar o que foi ensinado, pois o importante é aprender.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Nesse contexto, se faz necessário repensar o processo avaliativo como também debater as condições da formação docente, causando assim uma grande reflexão em torno da prática educativa e fazendo com que o professor e a professora avaliem sua postura diante do processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Com isso é importante que o educador tenha uma postura diferente e que auxilie o aluno na construção do seu conhecimento diante das novas exigências da atual sociedade contemporânea. E acima de tudo &amp;quot;é preciso valorizar as diferenças individuais sem perder de vista o contexto interativo. Escola é sinônimo de interação. Só existe escola para que muitas crianças e jovens possam conviver, trocar ideias, reunir-se, brincar, imaginar, sorrir, conviver.&amp;quot; (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pois, é a partir das relações de interação entre professor e aluno, aluno e professor e aluno e aluno, que o conhecimento se constrói e se solidifica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem Escolar. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2000.[Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/avaliacao-como-processo-de-construcao-de-conhecimento/49769/#ixzz2VladX5W4]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino</id>
		<title>Turma - A - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-10T00:14:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
[[Arquivo:AVALIA C.jpg|thumb|Instrumento de avaliação.]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E para saber que tipo de avaliação quer desenvolver na escola é preciso conhecer que, segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620) conhecer é poder. E, ainda conforme Luckesi (2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. Para conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Jussara(2005) as mudanças em avaliação ocorrem muitas vezes por imposição por determinações legais a cada novo governo sem uma discussão com orientações confusas e superficiais e ficam assim os professores nesse meio, perdidos, desorientados. Sendo assim essas mudanças não acontecem como é para acontecer, pois não é levado como principal objetivo a aprendizagem dos alunos. Falta assim uma maior discussão sobre o reflexo dessas mudanças nas pessoas envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003) uma aprendizagem significativa acontece quando a avaliação é vista como um processo de sistematização e interpretação que deve orientar o docente para que o mesmo possa refletir sobre sua prática pedagógica. E para que isso ocorra a avaliação precisa ser constante, diversificada, continua, sistemática e intencional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com [Luckesi (2011)][http://www.luckesi.com.br/apresentacao.htm], o ato de avaliar é um ato de investigar. O professor deve ser um gestor preocupado com esse recurso metodológico, pois enquanto a ciência descreve e interpreta a realidade a avaliação estuda a sua qualidade. Por isso, o professor que não tem conhecimento do ato de avaliar como investigação científica não conseguirá ter uma ação pedagógica e resultados sérios e satisfatórios. Ele ainda enfatiza que há dois tipos de avaliação: uma que avalia um objeto já configurado e concluído e outra que avalia o objeto em construção. Teremos então assim, avaliação de certificação e avaliação operacional. Apesar de as duas terem o mesmo principio da avaliação, evidenciam fenômenos e conceitos diferentes entre si.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação de certificação:''' se refere à investigação de qualidade, segue procedimentos básicos e tem como objetivo testemunhar sobre a qualidade do objeto estudado. Ex: Inmetro, OAB, ISO, etc. Os interessados submetem-se a uma prova para avaliar a qualidade e desempenho de sua função; no fim, se aprovados, recebem uma certificação de que está apto a exercer aquela função. Neste caso se, durante a investigação o resultado for insatisfatório, a certificação será negada. Este tipo de avaliação configura-se em dois passos: descrever e qualificar a realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação Operacional (de acompanhamento de uma ação):''' investiga a qualidade dos resultados levando em conta o foco formativo (processo) e depois, o foco final (produto). Para este tipo de avaliação, Luckesi nos diz que o objeto é assumido no seu processo de construção que se caracteriza no ato de aprender e tem como suporte o ato de ensinar. Este tipo de avaliação se configura em três passos: descrever, qualificar e intervir na realidade, se necessário. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante de tudo isso, é importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&amp;quot;O papel da avaliação é acompanhar a relação ensino e aprendizagem e possibilitar as informações necessárias para manter o diálogo entre as intervenções dos docentes e educandos&amp;quot;. (Da Silva, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante disso, avaliar vai muito além de provas, portfólios ou outro qualquer tipo de registro que se faça para medir o desempenho do aluno. O mais importante é encontrar caminhos diferentes para analisar o crescimento desse educando no processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todo o processo de ensino. O trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação, segundo Luckesi (2011) é sempre dinâmica e construtiva e seu objetivo na prática educativa é dar suporte ao educador para que ele tenha meios de observar e intervir da melhor forma possível de forma que o educando aprenda e que sua ação pedagógica possa ser satisfatória no final do processo. Nesse contexto, a avaliação dá suporte para decisões importantes no ato de aprender, seja para considerar que a aprendizagem foi satisfatória, seja para reorientá-la se algo ficou difuso e sem compreensão. Tudo isso será feito para ter um melhor resultado no foco final.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Ainda,conforme Luckesi (2000), a boa avaliação envolve três passos: &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode mais ser um instrumento de seleção e exclusão, pois tanto um como o outro bate de frente com a atual corrente pela inclusão na educação. Para Jussara (2005) há uma preocupação extrema da escola em padronizar ações, em estabelecer regras comuns a todos definindo assim somente critérios quantitativos e não qualitativos, além de objetivos precisos. Muito tem se falado em processo avaliativo, mas ainda é muito difícil enxergar justiça na avaliação, sendo ela ainda instrumento classificatório tradicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação em todo o contexto escolar assim como o planejamento é uma das ferramentas mais importantes à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo da escola, que é o sucesso do ensino e aprendizagem. Pois, avaliar permite ao professor encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado dos alunos e assim oferecer alternativas em tempo hábil para uma evolução mais segura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM AUTORIA AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar. e para isso a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Partindo do principio da autoria o processo avaliativo deve propor ao aluno uma maneira diferente de aprender onde a mediação tenha sentido para o coletivo. Esse processo avaliativo deve provocar o aluno a realizar suas próprias produções o que favorece a melhoria da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&amp;quot;[...] cada aluno, interativamente, descobre o mundo a sua própria maneira, diferente e única. Mas aprende o mundo de forma rica e desafiadora na medida de sua maior socialização e da cooperação dos adultos nesse sentido. Desenvolve-se, ainda mais, quando interage com o diferente, com pessoas de idade, gênero, etnia, experiências de vida, sentimentos e desejos diferentes dos seus&amp;quot;. (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Cada aluno é autor do seu próprio conhecimento, e é ele quem vai determinar a forma como vai construí-lo, portanto, a interação com o outro é parte fundamental nesse processo. E o professor como parte integrante dessa ação, tem a função de mediar essa construção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É necessário repensar o processo avaliativo como também debater as condições da formação docente, causando assim uma grande reflexão em torno da prática educativa fazendo com que o professor e a professora avaliem sua postura diante do processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Com isso é importante que o educador tenha uma postura diferente e que auxilie o aluno na construção do seu conhecimento diante das novas exigências da atual sociedade contemporânea. E acima de tudo &amp;quot;é preciso valorizar as diferenças individuais sem perder de vista o contexto interativo. Escola é sinônimo de interação. Só existe escola para que muitas crianças e jovens possam conviver, trocar ideias, reunir-se, brincar, imaginar, sorrir, conviver.&amp;quot; (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pois, é a partir das relações de interação entre professor e aluno, aluno e professor e aluno e aluno, que o conhecimento se constrói e se solidifica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem Escolar. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2000.[Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/avaliacao-como-processo-de-construcao-de-conhecimento/49769/#ixzz2VladX5W4]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino</id>
		<title>Turma - A - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-10T00:14:18Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
[[Arquivo:AVALIA C.jpg|thumb|Instrumento de avaliação]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E para saber que tipo de avaliação quer desenvolver na escola é preciso conhecer que, segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620) conhecer é poder. E, ainda conforme Luckesi (2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. Para conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Jussara(2005) as mudanças em avaliação ocorrem muitas vezes por imposição por determinações legais a cada novo governo sem uma discussão com orientações confusas e superficiais e ficam assim os professores nesse meio, perdidos, desorientados. Sendo assim essas mudanças não acontecem como é para acontecer, pois não é levado como principal objetivo a aprendizagem dos alunos. Falta assim uma maior discussão sobre o reflexo dessas mudanças nas pessoas envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003) uma aprendizagem significativa acontece quando a avaliação é vista como um processo de sistematização e interpretação que deve orientar o docente para que o mesmo possa refletir sobre sua prática pedagógica. E para que isso ocorra a avaliação precisa ser constante, diversificada, continua, sistemática e intencional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com [Luckesi (2011)][http://www.luckesi.com.br/apresentacao.htm], o ato de avaliar é um ato de investigar. O professor deve ser um gestor preocupado com esse recurso metodológico, pois enquanto a ciência descreve e interpreta a realidade a avaliação estuda a sua qualidade. Por isso, o professor que não tem conhecimento do ato de avaliar como investigação científica não conseguirá ter uma ação pedagógica e resultados sérios e satisfatórios. Ele ainda enfatiza que há dois tipos de avaliação: uma que avalia um objeto já configurado e concluído e outra que avalia o objeto em construção. Teremos então assim, avaliação de certificação e avaliação operacional. Apesar de as duas terem o mesmo principio da avaliação, evidenciam fenômenos e conceitos diferentes entre si.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação de certificação:''' se refere à investigação de qualidade, segue procedimentos básicos e tem como objetivo testemunhar sobre a qualidade do objeto estudado. Ex: Inmetro, OAB, ISO, etc. Os interessados submetem-se a uma prova para avaliar a qualidade e desempenho de sua função; no fim, se aprovados, recebem uma certificação de que está apto a exercer aquela função. Neste caso se, durante a investigação o resultado for insatisfatório, a certificação será negada. Este tipo de avaliação configura-se em dois passos: descrever e qualificar a realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação Operacional (de acompanhamento de uma ação):''' investiga a qualidade dos resultados levando em conta o foco formativo (processo) e depois, o foco final (produto). Para este tipo de avaliação, Luckesi nos diz que o objeto é assumido no seu processo de construção que se caracteriza no ato de aprender e tem como suporte o ato de ensinar. Este tipo de avaliação se configura em três passos: descrever, qualificar e intervir na realidade, se necessário. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante de tudo isso, é importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&amp;quot;O papel da avaliação é acompanhar a relação ensino e aprendizagem e possibilitar as informações necessárias para manter o diálogo entre as intervenções dos docentes e educandos&amp;quot;. (Da Silva, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante disso, avaliar vai muito além de provas, portfólios ou outro qualquer tipo de registro que se faça para medir o desempenho do aluno. O mais importante é encontrar caminhos diferentes para analisar o crescimento desse educando no processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todo o processo de ensino. O trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação, segundo Luckesi (2011) é sempre dinâmica e construtiva e seu objetivo na prática educativa é dar suporte ao educador para que ele tenha meios de observar e intervir da melhor forma possível de forma que o educando aprenda e que sua ação pedagógica possa ser satisfatória no final do processo. Nesse contexto, a avaliação dá suporte para decisões importantes no ato de aprender, seja para considerar que a aprendizagem foi satisfatória, seja para reorientá-la se algo ficou difuso e sem compreensão. Tudo isso será feito para ter um melhor resultado no foco final.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Ainda,conforme Luckesi (2000), a boa avaliação envolve três passos: &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode mais ser um instrumento de seleção e exclusão, pois tanto um como o outro bate de frente com a atual corrente pela inclusão na educação. Para Jussara (2005) há uma preocupação extrema da escola em padronizar ações, em estabelecer regras comuns a todos definindo assim somente critérios quantitativos e não qualitativos, além de objetivos precisos. Muito tem se falado em processo avaliativo, mas ainda é muito difícil enxergar justiça na avaliação, sendo ela ainda instrumento classificatório tradicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a avaliação em todo o contexto escolar assim como o planejamento é uma das ferramentas mais importantes à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo da escola, que é o sucesso do ensino e aprendizagem. Pois, avaliar permite ao professor encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado dos alunos e assim oferecer alternativas em tempo hábil para uma evolução mais segura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM AUTORIA AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar. e para isso a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Partindo do principio da autoria o processo avaliativo deve propor ao aluno uma maneira diferente de aprender onde a mediação tenha sentido para o coletivo. Esse processo avaliativo deve provocar o aluno a realizar suas próprias produções o que favorece a melhoria da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&amp;quot;[...] cada aluno, interativamente, descobre o mundo a sua própria maneira, diferente e única. Mas aprende o mundo de forma rica e desafiadora na medida de sua maior socialização e da cooperação dos adultos nesse sentido. Desenvolve-se, ainda mais, quando interage com o diferente, com pessoas de idade, gênero, etnia, experiências de vida, sentimentos e desejos diferentes dos seus&amp;quot;. (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Cada aluno é autor do seu próprio conhecimento, e é ele quem vai determinar a forma como vai construí-lo, portanto, a interação com o outro é parte fundamental nesse processo. E o professor como parte integrante dessa ação, tem a função de mediar essa construção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É necessário repensar o processo avaliativo como também debater as condições da formação docente, causando assim uma grande reflexão em torno da prática educativa fazendo com que o professor e a professora avaliem sua postura diante do processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Com isso é importante que o educador tenha uma postura diferente e que auxilie o aluno na construção do seu conhecimento diante das novas exigências da atual sociedade contemporânea. E acima de tudo &amp;quot;é preciso valorizar as diferenças individuais sem perder de vista o contexto interativo. Escola é sinônimo de interação. Só existe escola para que muitas crianças e jovens possam conviver, trocar ideias, reunir-se, brincar, imaginar, sorrir, conviver.&amp;quot; (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pois, é a partir das relações de interação entre professor e aluno, aluno e professor e aluno e aluno, que o conhecimento se constrói e se solidifica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem Escolar. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2000.[Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/avaliacao-como-processo-de-construcao-de-conhecimento/49769/#ixzz2VladX5W4]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

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				<updated>2013-06-09T23:49:11Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

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		<title>Turma - A - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-09T22:57:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E para saber que tipo de avaliação quer desenvolver na escola é preciso conhecer que, segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620) conhecer é poder. E, ainda conforme Luckesi (2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. Para conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Jussara(2005) as mudanças em avaliação ocorrem muitas vezes por imposição por determinações legais a cada novo governo sem uma discussão com orientações confusas e superficiais e ficam assim os professores nesse meio, perdidos, desorientados. Sendo assim essas mudanças não acontecem como é para acontecer, pois não é levado como principal objetivo a aprendizagem dos alunos. Falta assim uma maior discussão sobre o reflexo dessas mudanças nas pessoas envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003) uma aprendizagem significativa acontece quando a avaliação é vista como um processo de sistematização e interpretação que deve orientar o docente para que o mesmo possa refletir sobre sua prática pedagógica. E para que isso ocorra a avaliação precisa ser constante, diversificada, continua, sistemática e intencional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com [Luckesi (2011)][http://www.luckesi.com.br/apresentacao.htm], o ato de avaliar é um ato de investigar. O professor deve ser um gestor preocupado com esse recurso metodológico, pois enquanto a ciência descreve e interpreta a realidade a avaliação estuda a sua qualidade. Por isso, o professor que não tem conhecimento do ato de avaliar como investigação científica não conseguirá ter uma ação pedagógica e resultados sérios e satisfatórios. Ele ainda enfatiza que há dois tipos de avaliação: uma que avalia um objeto já configurado e concluído e outra que avalia o objeto em construção. Teremos então assim, avaliação de certificação e avaliação operacional. Apesar de as duas terem o mesmo principio da avaliação, evidenciam fenômenos e conceitos diferentes entre si.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação de certificação:''' se refere à investigação de qualidade, segue procedimentos básicos e tem como objetivo testemunhar sobre a qualidade do objeto estudado. Ex: Inmetro, OAB, ISO, etc. Os interessados submetem-se a uma prova para avaliar a qualidade e desempenho de sua função; no fim, se aprovados, recebem uma certificação de que está apto a exercer aquela função. Neste caso se, durante a investigação o resultado for insatisfatório, a certificação será negada. Este tipo de avaliação configura-se em dois passos: descrever e qualificar a realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação Operacional (de acompanhamento de uma ação):''' investiga a qualidade dos resultados levando em conta o foco formativo (processo) e depois, o foco final (produto). Para este tipo de avaliação, Luckesi nos diz que o objeto é assumido no seu processo de construção que se caracteriza no ato de aprender e tem como suporte o ato de ensinar. Este tipo de avaliação se configura em três passos: descrever, qualificar e intervir na realidade, se necessário. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante de tudo isso, é importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&amp;quot;O papel da avaliação é acompanhar a relação ensino e aprendizagem e possibilitar as informações necessárias para manter o diálogo entre as intervenções dos docentes e educandos&amp;quot;. (Da Silva, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante disso, avaliar vai muito além de provas, portfólios ou outro qualquer tipo de registro que se faça para medir o desempenho do aluno. O mais importante é encontrar caminhos diferentes para analisar o crescimento desse educando no processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todo o processo de ensino. O trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação, segundo Luckesi (2011) é sempre dinâmica e construtiva e seu objetivo na prática educativa é dar suporte ao educador para que ele tenha meios de observar e intervir da melhor forma possível de forma que o educando aprenda e que sua ação pedagógica possa ser satisfatória no final do processo. Nesse contexto, a avaliação dá suporte para decisões importantes no ato de aprender, seja para considerar que a aprendizagem foi satisfatória, seja para reorientá-la se algo ficou difuso e sem compreensão. Tudo isso será feito para ter um melhor resultado no foco final.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Ainda,conforme Luckesi (2002), a boa avaliação envolve três passos: &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode mais ser um instrumento de seleção e exclusão, pois tanto um como o outro bate de frente com a atual corrente pela inclusão na educação. Para Jussara (2005) há uma preocupação extrema da escola em padronizar ações, em estabelecer regras comuns a todos definindo assim somente critérios quantitativos e não qualitativos, além de objetivos precisos. Muito tem se falado em processo avaliativo, mas ainda é muito difícil enxergar justiça na avaliação, sendo ela ainda instrumento classificatório tradicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM AUTORIA AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar. e para isso a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Partindo do principio da autoria o processo avaliativo deve propor ao aluno uma maneira diferente de aprender onde a mediação tenha sentido para o coletivo. Esse processo avaliativo deve provocar o aluno a realizar suas próprias produções o que favorece a melhoria da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É necessário repensar o processo avaliativo como também debater as condições da formação docente, causando assim uma grande reflexão em torno da prática educativa fazendo com que o professor e a professora avaliem sua postura diante do processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Com isso é importante que o educador tenha uma postura diferente e que auxilie o aluno na construção do seu conhecimento diante das novas exigências da atual sociedade contemporânea. E acima de tudo &amp;quot;é preciso valorizar as diferenças individuais sem perder de vista o contexto interativo. Escola é sinônimo de interação. Só existe escola para que muitas crianças e jovens possam conviver, trocar ideias, reunir-se, brincar, imaginar, sorrir, conviver.&amp;quot; (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pois, é a partir das relações de interação entre professor e aluno, aluno e professor e aluno e aluno, que o conhecimento se constrói e se solidifica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino</id>
		<title>Turma - A - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-09T22:48:02Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E para saber que tipo de avaliação quer desenvolver na escola é preciso conhecer que, segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620) conhecer é poder. E, ainda conforme Luckesi (2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. Para conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Jussara(2005) as mudanças em avaliação ocorrem muitas vezes por imposição por determinações legais a cada novo governo sem uma discussão com orientações confusas e superficiais e ficam assim os professores nesse meio, perdidos, desorientados. Sendo assim essas mudanças não acontecem como é para acontecer, pois não é levado como principal objetivo a aprendizagem dos alunos. Falta assim uma maior discussão sobre o reflexo dessas mudanças nas pessoas envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003) uma aprendizagem significativa acontece quando a avaliação é vista como um processo de sistematização e interpretação que deve orientar o docente para que o mesmo possa refletir sobre sua prática pedagógica. E para que isso ocorra a avaliação precisa ser constante, diversificada, continua, sistemática e intencional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com Luckesi (2011), o ato de avaliar é um ato de investigar. O professor deve ser um gestor preocupado com esse recurso metodológico, pois enquanto a ciência descreve e interpreta a realidade a avaliação estuda a sua qualidade. Por isso, o professor que não tem conhecimento do ato de avaliar como investigação científica não conseguirá ter uma ação pedagógica e resultados sérios e satisfatórios. Ele ainda enfatiza que há dois tipos de avaliação: uma que avalia um objeto já configurado e concluído e outra que avalia o objeto em construção. Teremos então assim, avaliação de certificação e avaliação operacional. Apesar de as duas terem o mesmo principio da avaliação, evidenciam fenômenos e conceitos diferentes entre si.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação de certificação:''' se refere à investigação de qualidade, segue procedimentos básicos e tem como objetivo testemunhar sobre a qualidade do objeto estudado. Ex: Inmetro, OAB, ISO, etc. Os interessados submetem-se a uma prova para avaliar a qualidade e desempenho de sua função; no fim, se aprovados, recebem uma certificação de que está apto a exercer aquela função. Neste caso se, durante a investigação o resultado for insatisfatório, a certificação será negada. Este tipo de avaliação configura-se em dois passos: descrever e qualificar a realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação Operacional (de acompanhamento de uma ação):''' investiga a qualidade dos resultados levando em conta o foco formativo (processo) e depois, o foco final (produto). Para este tipo de avaliação, Luckesi nos diz que o objeto é assumido no seu processo de construção que se caracteriza no ato de aprender e tem como suporte o ato de ensinar. Este tipo de avaliação se configura em três passos: descrever, qualificar e intervir na realidade, se necessário. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante de tudo isso, é importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&amp;quot;O papel da avaliação é acompanhar a relação ensino e aprendizagem e possibilitar as informações necessárias para manter o diálogo entre as intervenções dos docentes e educandos&amp;quot;. (Da Silva, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante disso, avaliar vai muito além de provas, portfólios ou outro qualquer tipo de registro que se faça para medir o desempenho do aluno. O mais importante é encontrar caminhos diferentes para analisar o crescimento desse educando no processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todo o processo de ensino. O trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação, segundo Luckesi (2011) é sempre dinâmica e construtiva e seu objetivo na prática educativa é dar suporte ao educador para que ele tenha meios de observar e intervir da melhor forma possível de forma que o educando aprenda e que sua ação pedagógica possa ser satisfatória no final do processo. Nesse contexto, a avaliação dá suporte para decisões importantes no ato de aprender, seja para considerar que a aprendizagem foi satisfatória, seja para reorientá-la se algo ficou difuso e sem compreensão. Tudo isso será feito para ter um melhor resultado no foco final.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Ainda,conforme Luckesi (2002), a boa avaliação envolve três passos: &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode mais ser um instrumento de seleção e exclusão, pois tanto um como o outro bate de frente com a atual corrente pela inclusão na educação. Para Jussara (2005) há uma preocupação extrema da escola em padronizar ações, em estabelecer regras comuns a todos definindo assim somente critérios quantitativos e não qualitativos, além de objetivos precisos. Muito tem se falado em processo avaliativo, mas ainda é muito difícil enxergar justiça na avaliação, sendo ela ainda instrumento classificatório tradicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM AUTORIA AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar. e para isso a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É necessário repensar o processo avaliativo como também debater as condições da formação docente, causando assim uma grande reflexão em torno da prática educativa fazendo com que o professor e a professora avaliem sua postura diante do processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Com isso é importante que o educador tenha uma postura diferente e que auxilie o aluno na construção do seu conhecimento diante das novas exigências da atual sociedade contemporânea. E acima de tudo &amp;quot;é preciso valorizar as diferenças individuais sem perder de vista o contexto interativo. Escola é sinônimo de interação. Só existe escola para que muitas crianças e jovens possam conviver, trocar ideias, reunir-se, brincar, imaginar, sorrir, conviver.&amp;quot; (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pois, é a partir das relações de interação entre professor e aluno, aluno e professor e aluno e aluno, que o conhecimento se constrói e se solidifica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>Turma - A - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-09T22:47:12Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E para saber que tipo de avaliação quer desenvolver na escola é preciso conhecer que, segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620) conhecer é poder. E, ainda conforme Luckesi (2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. Para conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003) uma aprendizagem significativa acontece quando a avaliação é vista como um processo de sistematização e interpretação que deve orientar o docente para que o mesmo possa refletir sobre sua prática pedagógica. E para que isso ocorra a avaliação precisa ser constante, diversificada, continua, sistemática e intencional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com Luckesi (2011), o ato de avaliar é um ato de investigar. O professor deve ser um gestor preocupado com esse recurso metodológico, pois enquanto a ciência descreve e interpreta a realidade a avaliação estuda a sua qualidade. Por isso, o professor que não tem conhecimento do ato de avaliar como investigação científica não conseguirá ter uma ação pedagógica e resultados sérios e satisfatórios. Ele ainda enfatiza que há dois tipos de avaliação: uma que avalia um objeto já configurado e concluído e outra que avalia o objeto em construção. Teremos então assim, avaliação de certificação e avaliação operacional. Apesar de as duas terem o mesmo principio da avaliação, evidenciam fenômenos e conceitos diferentes entre si.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação de certificação:''' se refere à investigação de qualidade, segue procedimentos básicos e tem como objetivo testemunhar sobre a qualidade do objeto estudado. Ex: Inmetro, OAB, ISSO, etc. Os interessados submetem-se a uma prova para avaliar a qualidade e desempenho de sua função; no fim, se aprovados, recebem uma certificação de que está apto a exercer aquela função. Neste caso se, durante a investigação o resultado for insatisfatório, a certificação será negada. Este tipo de avaliação configura-se em dois passos: descrever e qualificar a realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação Operacional (de acompanhamento de uma ação):''' investiga a qualidade dos resultados levando em conta o foco formativo (processo) e depois, o foco final (produto). Para este tipo de avaliação, Luckesi nos diz que o objeto é assumido no seu processo de construção que se caracteriza no ato de aprender e tem como suporte o ato de ensinar. Este tipo de avaliação se configura em três passos: descrever, qualificar e intervir na realidade, se necessário. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante de tudo isso, é importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&amp;quot;O papel da avaliação é acompanhar a relação ensino e aprendizagem e possibilitar as informações necessárias para manter o diálogo entre as intervenções dos docentes e educandos&amp;quot;. (Da Silva, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante disso, avaliar vai muito além de provas, portfólios ou outro qualquer tipo de registro que se faça para medir o desempenho do aluno. O mais importante é encontrar caminhos diferentes para analisar o crescimento desse educando no processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todo o processo de ensino. O trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação, segundo Luckesi (2011) é sempre dinâmica e construtiva e seu objetivo na prática educativa é dar suporte ao educador para que ele tenha meios de observar e intervir da melhor forma possível de forma que o educando aprenda e que sua ação pedagógica possa ser satisfatória no final do processo. Nesse contexto, a avaliação dá suporte para decisões importantes no ato de aprender, seja para considerar que a aprendizagem foi satisfatória, seja para reorientá-la se algo ficou difuso e sem compreensão. Tudo isso será feito para ter um melhor resultado no foco final.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Ainda,conforme Luckesi (2002), a boa avaliação envolve três passos: &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode mais ser um instrumento de seleção e exclusão, pois tanto um como o outro bate de frente com a atual corrente pela inclusão na educação. Para Jussara (2005) há uma preocupação extrema da escola em padronizar ações, em estabelecer regras comuns a todos definindo assim somente critérios quantitativos e não qualitativos, além de objetivos precisos. Muito tem se falado em processo avaliativo, mas ainda é muito difícil enxergar justiça na avaliação, sendo ela ainda instrumento classificatório tradicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM AUTORIA AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar. e para isso a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É necessário repensar o processo avaliativo como também debater as condições da formação docente, causando assim uma grande reflexão em torno da prática educativa fazendo com que o professor e a professora avaliem sua postura diante do processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Com isso é importante que o educador tenha uma postura diferente e que auxilie o aluno na construção do seu conhecimento diante das novas exigências da atual sociedade contemporânea. E acima de tudo &amp;quot;é preciso valorizar as diferenças individuais sem perder de vista o contexto interativo. Escola é sinônimo de interação. Só existe escola para que muitas crianças e jovens possam conviver, trocar ideias, reunir-se, brincar, imaginar, sorrir, conviver.&amp;quot; (HOFFMANN, 2005).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pois, é a partir das relações de interação entre professor e aluno, aluno e professor e aluno e aluno, que o conhecimento se constrói e se solidifica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino</id>
		<title>Turma - A - Matutino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino"/>
				<updated>2013-06-09T22:25:02Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E para saber que tipo de avaliação quer desenvolver na escola é preciso conhecer que, segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620) conhecer é poder. E, ainda conforme Luckesi (2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. Para conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para Janssen (2003) uma aprendizagem significativa acontece quando a avaliação é vista como um processo de sistematização e interpretação que deve orientar o docente para que o mesmo possa refletir sobre sua prática pedagógica. E para que isso ocorra a avaliação precisa ser constante, diversificada, continua, sistemática e intencional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo com Luckesi (2011), o ato de avaliar é um ato de investigar. O professor deve ser um gestor preocupado com esse recurso metodológico, pois enquanto a ciência descreve e interpreta a realidade a avaliação estuda a sua qualidade. Por isso, o professor que não tem conhecimento do ato de avaliar como investigação científica não conseguirá ter uma ação pedagógica e resultados sérios e satisfatórios. Ele ainda enfatiza que há dois tipos de avaliação: uma que avalia um objeto já configurado e concluído e outra que avalia o objeto em construção. Teremos então assim, avaliação de certificação e avaliação operacional. Apesar de as duas terem o mesmo principio da avaliação, evidenciam fenômenos e conceitos diferentes entre si.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação de certificação:''' se refere à investigação de qualidade, segue procedimentos básicos e tem como objetivo testemunhar sobre a qualidade do objeto estudado. Ex: Inmetro, OAB, ISSO, etc. Os interessados submetem-se a uma prova para avaliar a qualidade e desempenho de sua função; no fim, se aprovados, recebem uma certificação de que está apto a exercer aquela função. Neste caso se, durante a investigação o resultado for insatisfatório, a certificação será negada. Este tipo de avaliação configura-se em dois passos: descrever e qualificar a realidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Avaliação Operacional (de acompanhamento de uma ação):''' investiga a qualidade dos resultados levando em conta o foco formativo (processo) e depois, o foco final (produto). Para este tipo de avaliação, Luckesi nos diz que o objeto é assumido no seu processo de construção que se caracteriza no ato de aprender e tem como suporte o ato de ensinar. Este tipo de avaliação se configura em três passos: descrever, qualificar e intervir na realidade, se necessário. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante de tudo isso, é importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&amp;quot;O papel da avaliação é acompanhar a relação ensino e aprendizagem e possibilitar as informações necessárias para manter o diálogo entre as intervenções dos docentes e educandos&amp;quot;. (Da Silva, 2003).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Diante disso, avaliar vai muito além de provas, portfólios ou outro qualquer tipo de registro que se faça para medir o desempenho do aluno. O mais importante é encontrar caminhos diferentes para analisar o crescimento desse educando no processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todo o processo de ensino. O trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Conforme Luckesi (2002), a boa avaliação envolve três passos: &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;•	Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação não pode mais ser um instrumento de seleção e exclusão, pois tanto um como o outro bate de frente com a atual corrente pela inclusão na educação. Para Jussara (2005) há uma preocupação extrema da escola em padronizar ações, em estabelecer regras comuns a todos definindo assim somente critérios quantitativos e não qualitativos, além de objetivos precisos. Muito tem se falado em processo avaliativo, mas ainda é muito difícil enxergar justiça na avaliação, sendo ela ainda instrumento classificatório tradicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM AUTORIA AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar. e para isso a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É necessário repensar o processo avaliativo como também debater as condições da formação docente, causando assim uma grande reflexão em torno da prática educativa fazendo com que o professor e a professora avaliem sua postura diante do processo avaliativo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>Turma - A - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-09T20:56:20Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E para saber que tipo de avaliação quer desenvolver na escola é preciso conhecer que, segundo [Francis Bacon][http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon] (1561-1620) conhecer é poder. E, ainda conforme Luckesi (2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. Para conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
A avaliação é apenas uma parte do processo e não se deve considerá-la como o ponto de chegada.&lt;br /&gt;
É importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todo o processo de ensino. O trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM AUTORIA AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar. e para isso a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Turma_-_A_-_Matutino</id>
		<title>Turma - A - Matutino</title>
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				<updated>2013-06-09T20:46:40Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=INTRODUÇÃO=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Estamos vivendo na era da informação, a inserção no mundo do trabalho em qualquer tipo de núcleo social exige o domínio de conhecimentos, antes desnecessário. Hoje é preciso dominar as novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como apresentar habilidades e capacidades de tomada de decisão e raciocínio rápido frente às situações imprevistas. Cada vez mais o mercado de trabalho e os processos de socialização exigem os conhecimentos trabalhados na escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A escola cumpre o seu papel quando oferece a oportunidade do aluno transformar o seu conhecimento prévio (conhecimento adquiridos ao longo das relações sociais) em saber científico e crítico, que lhe dê a possibilidade de se inserir neste mundo da informação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Para que a escola possa cumprir bem esse papel precisa pensar no tipo de avaliação que quer desenvolver no seu projeto político pedagógico. E para saber que tipo de avaliação quer desenvolver na escola é preciso conhecer que, segundo Francis Bacon (1561-1620) conhecer é poder. E, ainda conforme Luckesi (2011, p.149) sem conhecimentos não se chega onde deseja. Para conhecer bem a avaliação devemos investigar para conhecê-la e somente ao conhecê-la poderemos agir. Nesse sentido precisamos compreender a “avaliação da aprendizagem como um ato de investigar a qualidade do seu objeto de estudo e se necessário, intervir no processo de aprendizagem, tendo como suporte o ensino, na perspectiva de construir os resultados desejados.” (LUCKESI, 2011, p.150). Precisamos compreender a avaliação como uma forma séria de investigação e, para isso podemos segundo Luckesi (2011), fazer uma ponte entre os objetos de estudo da ciência e da avaliação que apesar de serem diferentes, uma investiga a realidade e a outra a qualidade das coisas, nos ajudará a compreender e praticar o  processo contínuo de avaliação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Dentre todo esse contexto aparece a Avaliação da Aprendizagem Escolar, que serve de parâmetro para acompanhar se o aluno está ou não apreendendo os conhecimentos trabalhados na escola e, que servirão de base para a sua formação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar está presente constantemente no processo de ensino e aprendizagem escolar. Esta avaliação tem a função se servir de base para o professor poder intervir e replanejar as aulas para retomar os conhecimentos que não foi aprendido ou consolidado pelo aluno.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É diante deste cenário que o papel do professor é de fundamental importância, pois caberá a ele a responsabilidade de avaliar de maneira correta e fazer a intervenção pedagógica no momento certo, assim, terá uma melhor efetivação do ensino aprendizagem. Para isso o educador deve refletir sempre sobre a sua prática pedagógica  e se questionar se está conseguindo proporcionar boas condições de aprendizagens para todos os seu alunos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;De acordo Hoffmann (2005):&lt;br /&gt;
mesmo que o educador trabalhe com muitos alunos, sua relação, no processo avaliativo, estabelecer-se-á de forma diferente com cada um deles. Por meio da ação mediadora, da tomada de decisão, ele estará afetando vidas e influenciando aprendizagens individuais. Da mesma forma, cada aluno irá estabelecer maiores ou menores vínculos intelectuais e afetivos com cada professor, resultando em atitudes e respostas diversas por parte destes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O professor deve ter um olhar diferente para cada aluno, pois sabendo das especificidades de cada um, o educador poderá contribuir de forma eficiente na construção do conhecimento de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O processo avaliativo na educação é um desafio a ser atingido pelo professor em sala de aula, pela escola e pelos órgãos de educação municipal, estadual e federal. Pois, a avaliação do processo avaliativo está interligado entre si e um depende do outro para funcionar bem e contribuir para a melhoria do ensino oferecido nas escolas brasileiras.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A Secretaria de Educação avalia o trabalho desenvolvido pelas escolas. A escola avalia o trabalho do corpo docente. O professor avalia o seu trabalho e o desenvolvimento dos alunos e alunas nas aulas e nas provas. Os alunos e alunas avaliam seu aprendizado e a atuação do professor, da escola e assim por diante. Todas estas avaliações estão interligadas entre si, por isso a importância do ato de avaliar.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, é preciso entender o que significa avaliar e para que a avaliação serve.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Avaliar significa determinar valia ou valor do esforço empreendido. Ao avaliar estamos atribuindo algum tipo de valor a alguma pessoa, situação ou atitude. Todo tipo de avaliação vem a ser uma forma de classificação. Deve-se analisar qual o objeto e o sujeito da avaliação, para, então, saber o que se tem que avaliar, a quem se tem que avaliar, como se deve avaliar, como temos que comunicar os resultados dessa avaliação.&lt;br /&gt;
A avaliação é apenas uma parte do processo e não se deve considerá-la como o ponto de chegada.&lt;br /&gt;
É importante que o aluno saiba que vai ser avaliado e qual o processo que será utilizado. A avaliação não deve servir como forma de ameaça ou exclusão, deve ser encarada como algo que venha acrescentar, enriquecer os conhecimentos do aluno, a didática do professor e o ensino oferecido na escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AVALIAÇÃO COMO PRÁTICA EDUCATIVA==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa deve ser entendida como um procedimento diagnóstico, envolvendo todo o processo de ensino. O trabalho em sala de aula, se realiza por meio de conhecimentos prévios dos alunos, antes de iniciar o novo conteúdo a ser abordado. Estes conhecimentos possibilitarão ao professor planejar sua prática pedagógica, de acordo com a realidade dos alunos da sua turma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação como prática educativa serve para sistematizar os princípios teóricos que alicerçam a avaliação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação dentro do contexto escolar visa abordar de que forma a avaliação pode ocorrer nos espaços escolares e para isso, é preciso entender cada uma das formas de avaliação que podem ser utilizadas na escola pelos professores. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação Diagnóstica serve para detectar o que o aluno já sabe, para que a professora possa transmitir conhecimentos novos. Tal avaliação tem como objetivo identificar o nível de conhecimento dos alunos frente às novas propostas de aprendizagem e que as mesmas servirão para diminuir as dificuldades futuras e, em alguns casos, solucionar as dificuldades presentes.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação qualitativa refere-se à avaliação participante, isto é, aquela que envolve todos os atores da escola no processo avaliativo.&lt;br /&gt;
Sendo assim, Demo (1991, p. 47), ressalta: “[...] se qualidade é participação, avaliação qualitativa equivale à avaliação participante”.&lt;br /&gt;
Demo (1991), apresenta dois tipos de qualidade: qualidade formal e qualidade política. A primeira é constituída pelos instrumentos e métodos utilizados no processo avaliativo. A segunda trata-se dos conteúdos que são aplicados nesse contexto e as finalidades desse processo avaliativo. Sendo que cada uma dessas qualidades tem sua própria expectativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação formativa é um processo contínuo, pois se realiza durante todo o processo de ensino-aprendizagem. Esse tipo de avaliação não tem como objetivo punir ou premiar o aluno, ela prevê que o aluno possui ritmo e processo diferente de aprendizagem.&lt;br /&gt;
A idéia de avaliação formativa leva o professor a observar mais metodicamente os alunos, a compreender melhor seu processo de aprendizagem, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas a que se propõe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação emancipatória tem o objetivo de descrever, analisar e criticar uma dada realidade visando transformá-la.&lt;br /&gt;
este tipo de avaliação tem o interesse em tornar o sujeito um emancipador, ou seja, libertador, visando torná-lo crítico, liberto dos conhecimentos determinantes. Sendo compromissada em fazer com que as pessoas se envolvam em uma ação educacional escrevendo sua própria história e gerando suas próprias ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM AUTORIA AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Este item visa analisar o papel da avaliação como instrumento de investigação e intervenção na aprendizagem escolar. e para isso a avaliação deve ser vista como acompanhamento da aprendizagem, deve ser contínua, identificar os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos. Desta forma, a avaliação passa a contribuir com a função básica, que é promover o acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A avaliação contínua dos alunos é fundamental também para o processo de ensino e aprendizagem, visto que detecta as dificuldades, re-estrutura o planejamento para melhor atender às necessidades dos alunos, visando a consolidação das habilidade autonomia e autoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=CONSIDERAÇÕES FINAIS=&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=REFERÊNCIA=&lt;br /&gt;
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem competente do ato pedagógico. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Janssen Felipe da. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Tereza. Porto Alegre: Mediação, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste</id>
		<title>Página de Teste</title>
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				<updated>2013-06-05T14:52:40Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[http://www.youblisher.com/p/120863-Tutorial-WikiSemed/]][[Práticas Pedagógicas e Gerenciamento do uso das Tecnologias na Educação]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Tecnologias na Educação==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Leitura 633.jpg |200px]]&lt;br /&gt;
As tecnologias estão presente no cotidiano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Mídias na Educação==&lt;br /&gt;
===Computador===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml WEB 2.0]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Educação Digital==&lt;br /&gt;
na educação digital a web 2.0&lt;br /&gt;
 [http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml digital]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/P%C3%A1gina_de_Teste</id>
		<title>Página de Teste</title>
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				<updated>2013-06-05T14:41:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Trocaideias.jpg]][[Arquivo:Educação digital.jpg]][[Práticas Pedagógicas e Gerenciamento do uso das Tecnologias na Educação]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web-20.jpg]]&lt;br /&gt;
==Tecnologias na Educação==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Leitura 633.jpg |200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Mídias na Educação==&lt;br /&gt;
===Computador===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml internet]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Educação Digital==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Arquivo:Trocaideias.jpg</id>
		<title>Arquivo:Trocaideias.jpg</title>
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				<updated>2013-06-05T14:39:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T16:39:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /*  WEBGRAFIA */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]]   [[Arquivo:Web-20.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt; &amp;lt;br&amp;gt;Quando o interesse em comercializar computadores surgiu (superando a sua aplicação bélica) cresceu o interesse em inserir dentro do contexto escolar as vantagens que a informática oferecia. Assim, tornou-se pontual discutir as formas com que a computação se desenvolveu e os rumos que pra ela, se abrem no futuro, quer seja em empresas, órgãos públicos ou escolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando especificamente da educação, professor ganhou uma importante ferramenta para intermediar o processo de ensino e aprendizagem. Dessa forma, é fundamental que sejam analisadas todas as possibilidades que se somaram ao ensino com a informática e, com isso, adequar o planejamento pedagógico da escola. Tudo porque existe um novo perfil de aluno, muito mais ligado e interessados em novas tecnologias, como podemos ver [http://www.youtube.com/watch?v=41lwmGvJA80 aqui].  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim chegou-se a um conceito que perdura até hoje, cujo objetivo, segunda Almeida “... e desenvolver o ensino de diferentes áreas do conhecimento por meio dos computadores.” (ALMEIDA, 2000). Nessa linha o uso da informática se torna mais maleável em relação a abordagem pedagógica adotada pela escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O desafio educacional em pauta consiste em como organizar o ensino de forma que ele fique significativo e principalmente atrativo para os alunos. Atualmente, é prudente pensar as implicações do termo “informática educacional”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto rotineiramente debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de “educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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OLIVEIRA DE, Bianca Cabral e Regina Horta Barbosa. “Aprendizagem por meio da autoria”. Disponível em:&lt;br /&gt;
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		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T03:01:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]]   [[Arquivo:Web-20.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt; &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de “educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
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CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
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COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
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GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
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KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
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SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
WEB 2.0 e a sua utilização em contexto escolar:http://sergioalmeida.blogspot.com.br/2012/01/web-20.html&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Avaliação mediadora uma relação dialógica na construção do conhecimento:http://www.crmariocovas.sp.gov.br/int_a.php?t=008&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://pedagogiaunicidiesdeguaianas.spaceblog.com.br/623673/JUSSARA-HOFFMANN-AVALIACAO-MEDIADORA/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aprendizagem colaborativa:http://pt.scribd.com/doc/25311524/Teoria-Sociocultural-de-Vygotski&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T02:59:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]]   [[Arquivo:Web-20.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt; &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de “educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Wiki.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
WEB 2.0 e a sua utilização em contexto escolar:http://sergioalmeida.blogspot.com.br/2012/01/web-20.html&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Avaliação mediadora uma relação dialógica na construção do conhecimento:http://www.crmariocovas.sp.gov.br/int_a.php?t=008&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://pedagogiaunicidiesdeguaianas.spaceblog.com.br/623673/JUSSARA-HOFFMANN-AVALIACAO-MEDIADORA/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aprendizagem colaborativa:http://pt.scribd.com/doc/25311524/Teoria-Sociocultural-de-Vygotski&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T02:58:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]]   [[Arquivo:Web-20.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt; &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de “educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Wiki.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
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CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
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COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
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GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
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VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
WEB 2.0 e a sua utilização em contexto escolar:http://sergioalmeida.blogspot.com.br/2012/01/web-20.html&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Avaliação mediadora uma relação dialógica na construção do conhecimento:http://www.crmariocovas.sp.gov.br/int_a.php?t=008&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://pedagogiaunicidiesdeguaianas.spaceblog.com.br/623673/JUSSARA-HOFFMANN-AVALIACAO-MEDIADORA/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aprendizagem colaborativa:http://pt.scribd.com/doc/25311524/Teoria-Sociocultural-de-Vygotski&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T02:57:11Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]]   [[Arquivo:Web-20.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt; &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de “educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
WEB 2.0 e a sua utilização em contexto escolar:http://sergioalmeida.blogspot.com.br/2012/01/web-20.html&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Avaliação mediadora uma relação dialógica na construção do conhecimento:http://www.crmariocovas.sp.gov.br/int_a.php?t=008&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://pedagogiaunicidiesdeguaianas.spaceblog.com.br/623673/JUSSARA-HOFFMANN-AVALIACAO-MEDIADORA/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aprendizagem colaborativa:http://pt.scribd.com/doc/25311524/Teoria-Sociocultural-de-Vygotski&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T02:55:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* INTRODUÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]]   [[Arquivo:Web-20.jpg]]&amp;lt;/center&amp;gt; &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de “educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
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CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
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COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
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GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
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KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
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SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
WEB 2.0 e a sua utilização em contexto escolar:http://sergioalmeida.blogspot.com.br/2012/01/web-20.html&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Avaliação mediadora uma relação dialógica na construção do conhecimento:http://www.crmariocovas.sp.gov.br/int_a.php?t=008&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://pedagogiaunicidiesdeguaianas.spaceblog.com.br/623673/JUSSARA-HOFFMANN-AVALIACAO-MEDIADORA/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aprendizagem colaborativa:http://pt.scribd.com/doc/25311524/Teoria-Sociocultural-de-Vygotski&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T02:52:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* INTRODUÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]]   [[Arquivo:Web-20.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de “educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
WEB 2.0 e a sua utilização em contexto escolar:http://sergioalmeida.blogspot.com.br/2012/01/web-20.html&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Avaliação mediadora uma relação dialógica na construção do conhecimento:http://www.crmariocovas.sp.gov.br/int_a.php?t=008&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://pedagogiaunicidiesdeguaianas.spaceblog.com.br/623673/JUSSARA-HOFFMANN-AVALIACAO-MEDIADORA/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aprendizagem colaborativa:http://pt.scribd.com/doc/25311524/Teoria-Sociocultural-de-Vygotski&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T02:49:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* INTRODUÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;div align=&amp;quot;center&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]]        [[Arquivo:Web-20.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de “educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
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CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
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COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
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GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
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KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
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VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
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VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
WEB 2.0 e a sua utilização em contexto escolar:http://sergioalmeida.blogspot.com.br/2012/01/web-20.html&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Avaliação mediadora uma relação dialógica na construção do conhecimento:http://www.crmariocovas.sp.gov.br/int_a.php?t=008&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://pedagogiaunicidiesdeguaianas.spaceblog.com.br/623673/JUSSARA-HOFFMANN-AVALIACAO-MEDIADORA/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aprendizagem colaborativa:http://pt.scribd.com/doc/25311524/Teoria-Sociocultural-de-Vygotski&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Arquivo:Web-20.jpg</id>
		<title>Arquivo:Web-20.jpg</title>
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				<updated>2012-09-08T02:46:55Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: Web2.0&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Web2.0&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
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				<updated>2012-09-08T02:31:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /*  WEBGRAFIA */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de “educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
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COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
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PIAGET, J. '''Estudos Sociológicos'''. Rio de Janeiro: Forense, 1973&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
WEB 2.0 e a sua utilização em contexto escolar:http://sergioalmeida.blogspot.com.br/2012/01/web-20.html&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Avaliação mediadora uma relação dialógica na construção do conhecimento:http://www.crmariocovas.sp.gov.br/int_a.php?t=008&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://pedagogiaunicidiesdeguaianas.spaceblog.com.br/623673/JUSSARA-HOFFMANN-AVALIACAO-MEDIADORA/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aprendizagem colaborativa:http://pt.scribd.com/doc/25311524/Teoria-Sociocultural-de-Vygotski&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T02:26:07Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /*  WEBGRAFIA */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de “educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
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CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
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FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
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PIAGET, J. '''Estudos Sociológicos'''. Rio de Janeiro: Forense, 1973&lt;br /&gt;
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SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
WEB 2.0 e a sua utilização em contexto escolar:http://sergioalmeida.blogspot.com.br/2012/01/web-20.html&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Avaliação mediadora uma relação dialógica na construção do conhecimento:http://www.crmariocovas.sp.gov.br/int_a.php?t=008&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T02:22:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /*  WEBGRAFIA */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de “educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BERGMANN, C. (2007). '''Web 2.0 significa usar a inteligência coletiva'''. Disponível em http://www.dw-online.eu/dw/article/0,2144,2664038,00.html e consultado em 03/09/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
WEB 2.0 e a sua utilização em contexto escolar:http://sergioalmeida.blogspot.com.br/2012/01/web-20.html&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T02:20:36Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* INTRODUÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de “educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado.Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
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CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
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GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
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LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
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SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
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VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T02:03:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
segundo Marco silva a era digital ( 2012,p 2) cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Estaúltima, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Estaúltima, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade&lt;br /&gt;
em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha&lt;br /&gt;
mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais&lt;br /&gt;
parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta&lt;br /&gt;
última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de&lt;br /&gt;
“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a&lt;br /&gt;
ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado[[Título do link]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas várias ferramentas existentes na interner, o cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
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PIAGET, J. '''Estudos Sociológicos'''. Rio de Janeiro: Forense, 1973&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T01:48:14Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velhamídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Estaúltima, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
 Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade&lt;br /&gt;
em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha&lt;br /&gt;
mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais&lt;br /&gt;
parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta&lt;br /&gt;
última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de&lt;br /&gt;
“educação para todos”, tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a&lt;br /&gt;
ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado[[Título do link]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A classe docente em sua maioria já está mais do que ciente de que há uma grande evolução tecnológica e que não há como voltar para trás ou estagnar-se, pensando nessa evolução como um simples modismo. Sendo assim, não tem como ficar indiferente a esse processo, pois seus alunos não estão. Grande parte das salas de aulas da nossa realidade já não é mais a mesma, é bem diferente do que era há alguns anos atrás. O público alvo do professorado está diferente e as necessidades sociais são outras, pois vivemos na era da globalização que exige do contexto escolar uma postura bem diferente e bem mais complexa que atenda este mundo cada vez mais informatizado. Com a grande revolução e combinação das tecnologias da informação e da comunicação não cabe mais uma educação “quadradinha e fechada em seus muros escolares”. É preciso que as escolas abram seus portões para essa combinação que só tem a ajudar na aprendizagem dos conteúdos escolares. Mas, para que isso aconteça, faz-se necessária uma mudança na formação dos professores que precisam estar preparados para ensinar e aprender com seus alunos as novas realidades que os ajudarão nas demandas do futuro.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Atualmente a escola vive uma dicotomia, uma separação do que se vive dentro e fora da escola. Ela precisa estar online para existir, para aprender, para dar e receber e nesse sentido a Web 2.0 pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e para atenuar essa a separação entre o que há na escola e o que há fora dela, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados por meio da Internet. Sendo assim, a Web 2.0 transformou a internet numa plataforma de produção poderosa. A integração de várias dessas ferramentas na prática educativa possibilita que os alunos se envolvam no processo de ensino e aprendizagem tornando-os produtores do seu próprio conhecimento. O simples fato de poderem escrever online é estimulante para os alunos, pois passam a ser muito mais empenhados e responsáveis pelas suas publicações.É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
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CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
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Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
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GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
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LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
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O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
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PIAGET, J. '''Estudos Sociológicos'''. Rio de Janeiro: Forense, 1973&lt;br /&gt;
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SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
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VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
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				<updated>2012-09-08T00:56:51Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]  [[Arquivo:Ditec.jpg]]  [[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transformá-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
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DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
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FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
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KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
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VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-08T00:51:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ditec.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.[[Arquivo:Penscritico.JPG]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transforma-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&amp;lt;BR&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Portanto, se estamos lidando com uma nova tecnologia que nos dá oportunidades para fazer uma educação diferenciada, não podemos continuar planejando e avaliando da mesma forma que há dez anos. Ao ler alguns artigos sobre avaliação de Vasco Moretto, deu para perceber que o professor inovador precisa adotar outras formas de avaliação da aprendizagem  e, deve organizar diferentes instrumentos para avaliar o que o aluno aprendeu e que competências desenvolveu.  Além disso, é necessário elaborar melhor as questões e avaliar as consequências do tipo de avaliação que adota e corrige. Nessa nova perspectiva de avaliação e planejamento, a WEB 2.0 tem enormes possibilidades para auxiliar o professor em  sua formação e mudança de postura. E assim, os alunos, por sua vez, terão enfim um avanço significativo na aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''A conexão entre planejar e avaliar'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BERGMANN, C. (2007). '''Web 2.0 significa usar a inteligência coletiva'''. Disponível em http://www.dw-online.eu/dw/article/0,2144,2664038,00.html e consultado em 03/09/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PIAGET, J. '''Estudos Sociológicos'''. Rio de Janeiro: Forense, 1973&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-07T23:08:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ditec.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.[[Arquivo:Penscritico.JPG]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transforma-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passar”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A conexão entre planejar e avaliar===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de conseguir atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avaliá-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliados nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada à produção de conhecimento deste aluno, e à sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-07T23:01:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /*  WEBGRAFIA */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ditec.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.[[Arquivo:Penscritico.JPG]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transforma-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passa”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A conexão entre planejar e avaliar===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de cosneguiros atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avalia-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliado nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada a produção de conhecimento deste aluno, e na sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
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PIAGET, J. '''Estudos Sociológicos'''. Rio de Janeiro: Forense, 1973&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Educação com Web 2.0?: http://www.slideshare.net/izabelitachaves/educao-com-web-20&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-07T22:56:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* INTRODUÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ditec.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa,e acabam por utilizar esta ferramenta moderna para reproduzir uma metodologia ultrapassada e que não contribui, em nada, para uma aprendizagem significativa.Portanto, se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.[[Arquivo:Penscritico.JPG]]&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transforma-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passa”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A conexão entre planejar e avaliar===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de cosneguiros atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avalia-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliado nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada a produção de conhecimento deste aluno, e na sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
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CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
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O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
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PIAGET, J. '''Estudos Sociológicos'''. Rio de Janeiro: Forense, 1973&lt;br /&gt;
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SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Arquivo:Penscritico.JPG</id>
		<title>Arquivo:Penscritico.JPG</title>
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				<updated>2012-09-07T22:49:24Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
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				<updated>2012-09-07T22:47:01Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* INTRODUÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ditec.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;[[Arquivo:Web2.jpg.jpg]] &amp;lt;br&amp;gt;Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa, portanto se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transforma-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passa”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A conexão entre planejar e avaliar===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de cosneguiros atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avalia-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliado nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada a produção de conhecimento deste aluno, e na sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
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==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
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Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Arquivo:Web2.jpg.jpg</id>
		<title>Arquivo:Web2.jpg.jpg</title>
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				<updated>2012-09-07T22:43:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: Relação web2.0 x PC&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Relação web2.0 x PC&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-07T22:19:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ditec.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa, portanto se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.Sendo assim, devemos pensar que a Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é uma questão de atitude. E  um sujeito de atitude é ágil no desenvolvimento do que faz. Trabalhar com WEB 2.0 incluido na proposta educacional é não tentar fazer como sempre foi feito, mas é sim,  aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário e, utilizá-la em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos que terão mais motivação para aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transforma-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passa”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A conexão entre planejar e avaliar===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de cosneguiros atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avalia-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliado nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada a produção de conhecimento deste aluno, e na sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BERGMANN, C. (2007). '''Web 2.0 significa usar a inteligência coletiva'''. Disponível em http://www.dw-online.eu/dw/article/0,2144,2664038,00.html e consultado em 03/09/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PIAGET, J. '''Estudos Sociológicos'''. Rio de Janeiro: Forense, 1973&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-07T21:18:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /*  WEBGRAFIA */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ditec.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa, portanto se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transforma-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passa”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A conexão entre planejar e avaliar===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de cosneguiros atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avalia-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliado nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada a produção de conhecimento deste aluno, e na sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BERGMANN, C. (2007). '''Web 2.0 significa usar a inteligência coletiva'''. Disponível em http://www.dw-online.eu/dw/article/0,2144,2664038,00.html e consultado em 03/09/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
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CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PIAGET, J. '''Estudos Sociológicos'''. Rio de Janeiro: Forense, 1973&lt;br /&gt;
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SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diálogos Educacionais em revista: http://dialogoseducacionais.semed.capital.ms.gov.br/index.php/dialogos/article/view/14/35&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-07T21:13:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ditec.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa, portanto se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor precisa saber fazer sua “teoria” própria, cuja adequação é resolvida na Prática: se o aluno aprender bem, vale a pena. Se não, nenhuma teoria interessa. Ao final, as escolas deveriam ser vistas como organizações nas quais professores e alunos aprendem bem, o que já sugere não definir mais professor pelo ensino. São profissionais da aprendizagem. Como tais, deveriam ser o exemplo inequívoco de como aprender bem a vida toda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E o  professor, neste tipo de construção educativa, adquire a função de orientador de seus alunos, devendo organizar situações de aprendizagens e proporcionar adequada interação entre todos os envolvidos nessa produção. E, no decorrer destas atividades deve mediar a construção textual de forma a favorecer a crítica e a autocrítica por parte de todos os envolvidos na construção, desconstrução e reconstrução do trabalho textual colaborativo. Sendo assim, o centro do processo educativo deixa de ser o da reprodução para focar-se na busca de um processo de reflexão de forma a reconstruir o conhecimento existente, acrescentando a ele novas reflexões, propostas e argumentos com o objetivo de formar cidadãos críticos e capazes de intervir na sociedade, transformando-a em um espaço mais justo e igualitário para todos e, proporcionando assim, uma formação mais integral dos educandos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Olhando por essa perspectiva, as tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende, fazendo deste, um ser mais autônomo e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transforma-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passa”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A conexão entre planejar e avaliar===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de cosneguiros atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avalia-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliado nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada a produção de conhecimento deste aluno, e na sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo. Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos. Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento. O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos. Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BERGMANN, C. (2007). '''Web 2.0 significa usar a inteligência coletiva'''. Disponível em http://www.dw-online.eu/dw/article/0,2144,2664038,00.html e consultado em 03/09/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
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COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
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O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
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PIAGET, J. '''Estudos Sociológicos'''. Rio de Janeiro: Forense, 1973&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-07T21:07:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ditec.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa, portanto se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos. Quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional? Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transforma-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passa”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A conexão entre planejar e avaliar===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de cosneguiros atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avalia-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliado nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato de planejar a utilização da WEB 2.0 nos faz refletir sobre como podemos desafiar o aluno em um mundo que ele se sente inteiramente á vontade, e no qual nós, imigrantes tecnológicos, estamos nos adaptando. E o maior desafio aqui é explorar a WEB 2.0 ao máximo para se obter a criação do conhecimento através da pesquisa seletiva e direcionada, criando, postando, interagindo com os outros colegas os próprios conhecimentos adquiridos. Se conseguirmos isso, a avaliação estará diretamente ligada a produção de conhecimento deste aluno, e na sua aprendizagem na utilização da WEB 2.0 como ferramenta de estudo, resultando num crescimento pessoal, afetando seus princípios e valores pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo.&lt;br /&gt;
Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BERGMANN, C. (2007). '''Web 2.0 significa usar a inteligência coletiva'''. Disponível em http://www.dw-online.eu/dw/article/0,2144,2664038,00.html e consultado em 03/09/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PIAGET, J. '''Estudos Sociológicos'''. Rio de Janeiro: Forense, 1973&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-07T21:00:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ditec.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa, portanto se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A aprendizagem por meio da autoria deve ser uma proposta que utilize a pesquisa em sala de aula por um processo de busca de informações para serem analisadas, discutidas, questionadas e posteriormente submetidas a uma reconstrução por meio de elaborações, tendo como resultado a autoria individual ou coletiva por parte de professores e alunos. Todas as etapas desse estudo coletivo podem ser realizadas utilizando-se as tecnologias da informação e da comunicação e, sobretudo a Web 2.0 como importantes recursos para a interação e consequente aprendizagem colaborativa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;BR&amp;gt;Por isso,uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional. Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transforma-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passa”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A conexão entre planejar e avaliar===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de cosneguiros atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avalia-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliado nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo.&lt;br /&gt;
Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BERGMANN, C. (2007). '''Web 2.0 significa usar a inteligência coletiva'''. Disponível em http://www.dw-online.eu/dw/article/0,2144,2664038,00.html e consultado em 03/09/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PIAGET, J. '''Estudos Sociológicos'''. Rio de Janeiro: Forense, 1973&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
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				<updated>2012-09-07T20:53:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* REFERÊNCIAS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ditec.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa, portanto se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional. Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transforma-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Planejamento.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passa”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A conexão entre planejar e avaliar===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais. Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de cosneguiros atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como professores devemos repensar em como são as nossas aulas, e qual seria o nível de aceitação dos nossos alunos pelo meu conteúdo e qual seria a melhor forma de avalia-los. Com isso podemos proporcionar um diálogo aberto para saber quais são os principais interesses desses alunos, e de que forma esses assunto podem ser aplicado e avaliado nas aulas. Assim poderemos pensar na melhor forma de gerar o interesse por um determinado assunto, utilizando a WEB 2.0 de forma apropriada para cada disciplina, obtendo a participação de toda a sala, avaliando de forma contextualizada e eficiente, e por fim, alcançando o nosso principal objetivo: a aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo.&lt;br /&gt;
Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
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CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
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FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
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GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
==''' WEBGRAFIA''' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La Educ@cion revista: http://www.educoas.org/portal/La_Educacion_Digital/laeducacion_145/articles/ART_bianconcini_ES.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
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				<updated>2012-09-07T20:48:18Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ditec.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa, portanto se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2011, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional. Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transforma-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passa”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A conexão entre planejar e avaliar===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de cosneguiros atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo.&lt;br /&gt;
Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. '''Boletim Salto para o Futuro: Série integração de tecnologias, linguagens e representações'''. Brasília:MEC, SEED, 2005. disponível em: &lt;br /&gt;
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BERGMANN, C. (2007). '''Web 2.0 significa usar a inteligência coletiva'''. Disponível em http://www.dw-online.eu/dw/article/0,2144,2664038,00.html e consultado em 03/09/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CARVALHO, Ana Amélia A. (Org.) (2008). '''Actas do Encontro sobre Web 2.0'''. Braga: CIEd. - COUTINHO, C.P. Web 2.0: uma revisão integrativa de  estudos e investigações. Universidade do Minho, Braga, Portugal. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8462/1/ClaraF001.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CERVI, Rejane de Medeiros. '''Planejamento e avaliação educacional'''. 2ed. rev.atual e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, E. et al. Instituto de Computação. Universidade Federal do Alagoas, Maceió, AL. '''Estado da Arte em Web Semântica e Web 2.0:  Potencialidades e Tendências da Nova Geração de Ambientes de Ensino na Internet'''. Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 1, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEMO, Pedro. '''Remix e Autoria''' - Bons professores, 2010.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FOLHA DE SÃO PAULO.'''Entenda o que é Web 2.0'''.Folha on-line - Informática, 2006. &lt;br /&gt;
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml. Acesso em 01 de setembro. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERRA, M. S. '''A Escola que Aprende'''. 2001. Porto: Edições Asa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KENSKI, Vani M. '''Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância'''. São Paulo. Editora Papirus, &lt;br /&gt;
2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, Pierre. '''Cibercultura'''. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora &lt;br /&gt;
34, 1999 B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O'REILLY, Tim. '''Web 2.0 na educação'''. Disponível em http://verainfedu.wordpress.com/category/web-20-na-educacao/. Acesso em 28 de ago. 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PIAGET, J. '''Estudos Sociológicos'''. Rio de Janeiro: Forense, 1973&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SIMÃO, J. (2006). '''Relação entre os Blogs e Webjornalismo'''. Revista Prisma, nº 3, Outubro, pp.&lt;br /&gt;
148-164.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A WEB 2.0 como um espaço de autoria e aprendizagem na educação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/A_WEB_2.0_como_um_espa%C3%A7o_de_autoria_e_aprendizagem_na_educa%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2012-09-07T20:47:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Analucia: /* APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Pmcg.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Ditec.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Semed.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==INTRODUÇÃO==&lt;br /&gt;
Podemos afirmar que a produção do conhecimento por meio das tecnologias é um assunto bem debatido dentro do ambiente escolar atualmente, contudo a utilização dessas ferramentas por parte do professor ainda tem causado certa &amp;quot;timidez&amp;quot; no momento de planejar suas ações pedagógicas.&lt;br /&gt;
Virilio (1993, p. 12) coloca que &amp;quot;na atualidade, o que se desloca é a informação. E desloca-se em &lt;br /&gt;
dois sentidos: o primeiro da espacialidade física em tempo real, sendo possível acessá-la por meio das tecnologias midiáticas de última  geração. O segundo, por sua alteração constante, pelas transformações permanentes, por sua temporalidade intensiva e fugaz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso podemos explicar como os nossos alunos ficam ansiosos em aprender utilizando as novas tecnologias e o quão decepcionado ficam ao estudar pelos mesmos métodos que nossos pais e avós aprendiam. &lt;br /&gt;
Hoje os alunos podem pesquisar, trocar experiências, se relacionar e aprender tudo ao mesmo tempo e, isso pode ser proporcionado em um espaço muito amplo, a Web 2.0, por meio de recursos Wikis por exemplo, ou até mesmo através de sites onde o professor coloca textos, vídeos e links que podem gerar temas para reflexão e comentários posteriores havendo interação entre os educandos. &lt;br /&gt;
Wiki são páginas da web onde todos os usuários com direito de participação podem criar páginas, editar textos, e criar links de maneira simples, basta editar o texto e poderá alterar o texto, depois é só salvar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na web 2.0 também podemos utilizar como fonte de pesquisa a wikipédia, que é uma enciclopédia escrita colaborativamente pelos internautas, além de muitas outras ferramentas ela auxilia na aprendizagem efetiva dos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos criar, editar e recriar dentro das wikis produzindo um texto coletivo, onde todos interagem e produzem conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa direção acreditamos que devido a evolução tecnológica no século XXI, os métodos de ensino e aprendizagem cooperativa são de grande valia, pois possibilitam que os envolvidos se beneficiem de todo o processo pedagógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob essa perspectiva Kenski (2003, p.5) escreve que &amp;quot;as tecnologias redimensionaram o espaço da sala de aula em pelo menos dois aspectos. O primeiro diz respeito a possibilidade de acesso a outros locais de aprendizagem  –com os quais alunos e professores podem interagir e aprender  e um segundo aspecto é o próprio espaço físico da sala de aula que se altera&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adverte Simão (2006, p. 149) “A designação de Web 2.0 não é inocente e segue toda a terminologia usada para actualizações (update) e evoluções (upgrade) de programas informáticos”. Como então utilizar este recurso com nosso alunado? Como então fazer com que ele consiga se adaptar a esta nova ferramenta: pesquisar, interagir e colaborar? Devemos inicialmente mostrar que a Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência colectiva” (Bergman, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaboração é a palavra-chave da Web 2.0, é possível não apenas acessar o conteúdo, mas também transformá-lo, “reorganizando, classificando, compartilhando” e, principalmente, possibilitando a aprendizagem cooperativa, conceituada por Pierre Lévy (1999), como Inteligência Coletiva. &lt;br /&gt;
Para que isso ocorra o professor deve mediar o conhecimento e não oferecê-lo pronto e acabado. O objetivo com esse novo modo de agir é fazer com que os alunos sejam capazes de produzir seu próprio conhecimento, de modo que ele seja o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A contemporaneidade tecnológica se apresenta como uma alavanca nesse processo, onde escolas e seus professores necessitam fazer uso, lançar mãos desses diferentes instrumentos que podem contribuir, e muito, com as práticas educacionais pedagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Editor de Texto Coletivo (ETC) tem como objetivo proporcionar um ambiente capaz de dar suporte à escrita cooperativa/colaborativa através da Web 2.0. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, foi criado em espaço virtual para que usuários a distância possam elaborar textos de forma [síncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona] e/ou [assíncrona][http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_s%C3%ADncrona]. Tanto a concepção quanto a elaboração do editor apoiou-se numa perspectiva de construção do conhecimento e coordenação de ações baseadas na teoria piagetiana (Piaget, 1995; 1973). Suas ferramentas foram planejadas para apoiar este paradigma a fim de promover a escrita coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de contar com pouco apoio, um dos mecanismos que se tem mostrado extremamente útil para gestão de sala de aula que corresponda à diversidade natural que a define é a aprendizagem cooperativa.&lt;br /&gt;
Muitos autores, têm apresentado a aprendizagem cooperativa como poderoso recurso de atenção à diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que transforma a heterogeneidade, isto é, as diferenças entre os alunos – que, logicamente, encontramos em qualquer grupo – em um elemento positivo que facilita o aprendizado. Na verdade, os métodos de aprendizagem cooperativa não tiram partido apenas das diferenças entre os alunos, mas muitas vezes precisam delas. A diversidade, inclusive a de níveis de conhecimento – que tanto incomoda o ensino tradicional e homogeneizador – é vista como algo positivo que favorece o trabalho docente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, hoje em dia sabemos que a potencialização das interações entre os alunos, favorecida pelo trabalho cooperativo, é um motor para aprendizagem significativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso situa como um recurso metodológico básico para um ensino de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim mesmo sendo muito interessante o trabalho com a Web 2.0 com vistas na aprendizagem, muitos professores sequer sabem o que significa, portanto se faz necessário a popularização desse novo modo de produzir conhecimento, que segundo Tim O’ Reilly (2012),tem uma característica dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações, podendo ser editada tanto por profissionais da área como pelos próprios usuários, tendo como principal característica o aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mais conhecida e compartilhada Web 2.0 é a [http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:O_que_%C3%A9_um_wiki Wikipédia], que traz um contexto de enciclopédia, onde suas informações são disponibilizada e podem ser editadas por qualquer usuário. Também temos os [http://www.infoescola.com/informatica/o-que-sao-blogs/ blogs], os [http://informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm mash-ups], entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos discordam da tendência Web 2.0, por acharem as informações não confiáveis, devido ao acesso livre e de fácil alteração, mas o crescimento da procura e criação de sites e serviços que exploram a Web 2.0, comprovam a sua funcionalidade no ambiente virtual. Vale ressaltar que inúmeros trabalhos postados na Web 2.0 são de referências e confiabilidade relevante, propiciando a socialização de trabalhos acadêmicos antes relegados somente as bibliotecas das instituições de ensino, ou seja, que a produção científica e outras atividades transcendam aos muros das academias.&lt;br /&gt;
E realmente já podemos perceber que essa plataforma não é um espaço “sem lei”, cada vez mais os responsáveis tem procurado monitorar assuntos que não tem fundamentos ou que não são relacionados ao tema proposto. E nós, enquanto autores colaborativos, devemos respeitar este espaço que só tem a contribuir para o texto de autoria, tão importante para a educação do século XXI, a era em que cada vez mais se dá importância ao texto colaborativo. A colaboração e geração de conteúdo exercem papel importante e fundamental na reflexão das possibilidades de aprendizagem. Com a disseminação de tecnologias, ferramentas, serviços e comunidades em ambientes on-line, a comunicação fica simples e mais fácil. Com o [http://pixarts.wordpress.com/tag/texto-colaborativo texto colaborativo]  é possível produzir mais conteúdos, acessar mais informações fazendo com que a comunicação seja de todos e nesse contexto, o importante é que as pessoas saibam onde está a informação, como ter acesso à informação e como transformar essa informação em conhecimento.&lt;br /&gt;
==EDUCAÇÃO PELA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
A utilização das tecnologias nas escolas não é algo recente, pois podemos considerar como tecnologia toda e qualquer ferramenta que facilite no desenvovimento de atividades, como por exemplo, o quadro e o giz que podem ser  considerados como tecnologia, pois durante muito tempo veio a somar com o trabalho dos educadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a evolução tecnológica exige uma atenção especial, pois as ferrametas evoluem rapidamente e temos que estar antenados e preparados para receber essas mudanças e adequá-las ao nosso ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre essas tecnologias, destacam-se o computador e a internet, pois o computador ligado a internet não é algo isolado, está interligado às redes podendo compartilhar informações com várias pessoas ao mesmo tempo e, uma ferramenta que se destaca nesse cenário é a web 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma ótima ferramenta para ser utilizada por professores e alunos, tendo em vista que podemos compartilhar qualquer produção com qualquer pessoa em qualque lugar, o educador tem que rever suas práticas e refletir sobre as mudanças de hábitos e comportamentos na sociedade moderna.Temos que nos apropriar das tecnologias atuais, trabalhando como um mediador na construção de conhecimentos, transformando o aluno num ser pensante e motivado para a troca de experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 é uma nova versão da internet para a grande rede.O objetivo é o compartilhamento de informações, tornando quem frequenta parte da construção coletiva.A partir disso surgiram as novas ferramentas como blogs, wikis,redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro recurso muito interessante nessa nova era tecnológica são os [http://ultradownloads.com.br/programas/aplicativos-web,1,5,,,2,1.html aplicativos da web]. Estes aplicativos são programas com as mesma  funções de softwares,porém os dados precisam ser baixados de um servidor, e alguns funcionam online. O que facilita, pois os dados não precisam ser instalados, como se fosse uma plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ainda ressaltar, o quanto esta ferramenta auxilia nas produções de textos, na troca de conhecimentos e na construção coletiva. Quando o aluno pode expor o seu conhecimento através de um texto on-line, ele sente sua importância em relação a sociedade, e valorização na sua aprendizagem. Vale lembrar que a Web 2.0 deve ser utilizada com propósitos e objetivos centrais, para não se tornar uma ferramenta qualquer.E, para isso, deve-se levar em conta que o acesso à informação não pode ser considerado como garantia de sucesso, pois a quantidade de informação disponibilizada na rede vem crescendo rapidamente. Partindo desta premissa, é preciso pensar que para ser um bom autor e leitor colaborativo e ter sucesso em suas pesquisas e colaborações textuais é preciso ler, pensar e produzir de forma crítica lendo e refletindo “nas, entre e por trás das entrelinhas”. Por isso, se faz necessário um trabalho sério, com muita leitura e interpretação de textos, procedimentos de leitura e interpretação  desde o início do ensino básico.Ao falar em texto colaborativo vem logo à mente, o termo criado por Pierre Lévy, inteligência coletiva que é, basicamente, a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado.E, que segundo ele “Elas podem ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano”, referindo–se aos meios de comunicação e à internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva de desenvolvimento deste Editor entende o coletivo a partir da articulação de habilidades interpessoais. Isto é, os sujeitos atuam como parceiros no processo de aprendizagem a fim de alcançar um objetivo comum. Neste momento dinâmico de troca por meio da Web 2.0, a interação é vista como um processo coletivo de troca, onde o sujeito modifica suas estruturas cognitivas e pode vir proporcionar a modificação das estruturas dos outros. É através das interações por meio da Web 2.0 que o sujeito desencadeia um processo interno de construção e reconstrução do conhecimento. Segundo Demo, (2010) a desconstruir e reconstruir do conhecimento emerge como habilidade incisiva, expressando o desafio de pensar criticamente e aprender autonomamente, para se possível reconfigurar conhecimento para situações novas e surpreendentes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Web e educação.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para o Professor ela pode auxiliar em vários aspectos, com divulgação de trabalhos, elaboração de textos, troca de experiências,exibições de links, o que torna um diferencial nas aulas, independente da disciplina em que for utilizada.&lt;br /&gt;
Um dos melhores exemplos da web 2.0 é a Wikipedia. Uma enciclopédia online, onde qualquer pessoa pode alterar,acrescentar,melhorar qualquer verbete. Tornando-se um ambiente colaborativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, qualquer pessoa com acesso a Internet pode se beneficiar deste recurso tendo a sua disponibilidade diferentes conteúdos educacionais, que muitas vezes se complementam e facilitam a compreensão da matéria. Além disso, os próprios usuários podem criar conteúdos multimídias e disponibilizá-los para na rede. Ao receber o conteúdo, a rede pode avaliá-lo, fazer comentários (tanto para o criador como para outros usuários), ou propor formas de melhorar o conteúdo, ou seja, tanto os receptores da informação quanto os produtores estão continuamente avaliando e melhorando o conteúdo disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhar com essa ferramenta é um mundo de constante criação e de novas descobertas.E a cada dia vão surgindo novas ferramentas de colaboração, com novos recursos, com mais funções e com muitas curiosidades. Devemos usar essa nova plataforma da web para melhorar nosso planejamento, atingindo sempre nossos objetivos e principalmente que o aluno tenha um aprendizado significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==APRENDIZAGEM E AUTORIA POR MEIO DA WEB 2.0==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Wiki.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das questões que se torna importante quando se trata de web 2.0 é a da autoria. De quem é esse texto? Quem o escreveu? E é seu o crédito por esse texto? Ou ainda, quanto vale o crédito por uma obra? Mas esta questão não é nova nas áreas das ciências humanas. Veja-se um exemplo com a literatura, os poemas épicos ''Ilíada'' e ''Odisseia'' não são de autoria de Homero, pertenciam a tradição oral grega e foram eternizados pelo estilo deste autor, que de certa forma os aprimorou e os canonizou. 0utra questão que devemos pensar é que a autoria de um texto só se tornou importante no século XIX com o movimento de mercantilização dos conhecimentos em que os autores passaram a ganhar crédito por suas obras e muitas vezes o autor tornou-se até mesmo mais importante que a própria obra. Entretanto, devemos questionar o que é mais importante: o autor e suas ideias ou as ideias específicas daquela obra? O autor poderia mudar seu pensamento e aprimorá-lo? Se assim o for, aquela obra assinada deixaria de fazer parte do seu conjunto de ideias simplesmente por ter sido ultrapassada por ele mesmo? E ainda, na mesma escala de valor, aquela obra não poderia ainda ter utilidade como fonte de conhecimento simplesmente porque seu autor a renovou? Muitas outras questões poderiam ser colocadas quando se trata da autoria de um texto, visto que é uma questão da importância que se dá ora para a obra ora para o autor, por isso, deve-se levar em conta que a web 2.0 fará com que essas e outras questões de autoria retornem para o centro das atenções dos estudos das ciências humanas, das questões mercadológicas e da maneira como se produz o conhecimento.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; Segundo a Revista digital La educ@cion (maio2012, no145) Assim como ocorre com várias tecnologias, a Web 2.0 não foi inicialmente criada para ser usada em educação. Entretanto, devido às suas características de software livre, fácil manuseio e autoria coletiva, a Web 2.0 é considerada inovadora e os recursos relacionados a essa tecnologia vêm sendo cada vez mais utilizados em práticas de ensino, aprendizagem e pesquisa.E é exatamente quando se toca nesse ponto que a educação entra no bojo da discussão. No processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno é solicitado que ele seja produtor do texto e do conhecimento, visto que a antiga e tradicional centralização da verdade em torno da figura do professor deixa de fazer sentido com a grande quantidade de informação disponível a um clique de qualquer pessoa, mas como ele pode ser o produtor de um conhecimento se ele mesmo está com sua formação em processo? Quais conhecimentos ele poderia produzir se ainda não tem uma formação específica em qualquer área? A construção desse conhecimento se daria por meio da pesquisa do tema a qual foi proposto, e isso não seria a cópia de um amontoado de texto ou mesmo a colagem de diversos textos num único resumo feito pelo aluno? Isso é produzir conhecimento? Aparentemente não, esse processo só faz com que o aluno ganhe independência, ele pode não produzir o conhecimento como um cientista ou mesmo um teórico, mas ele sabe que há ferramentas para que ele possa adquirir uma informação ou outra e, a partir disso, poderá vir a produzir conhecimento, em seu sentido literal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o aluno lê e até mesmo copia uma parte para dentro de seu texto, muitas vezes acusam-no de plágio, segundo a própria lei que protege a propriedade intelectual, mas não seria esse o gesto de todo e qualquer pesquisador quando faz sua pesquisa bibliográfica ao amontoar dezenas de citações? A única diferença é que o aluno ainda não sabe dar o crédito àquele que escreveu essa ideia primeiro que os outros. O conhecimento só é produzido a partir de uma ideia anterior, os questionamentos só podem surgir nessa dinâmica de confirmação e recusa de ideias anteriores, processo este que o aluno precisa aprender e só vai fazê-lo quando ganhar autonomia para produzir seu conhecimento a partir de sua experiência de vida e de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, pode-se perceber que o uso das ferramentas da Web 2.0 pode trazer diversos benefícios adicionais ao ensino tradicional, principalmente por permitir novas práticas pedagógicas e formas de aprendizagem mais ativas e interativas na qual o próprio aluno pode ser o responsável por criar conteúdo e ferramentas que facilitem/auxiliem o aprendizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tecnologias digitais são, sem dúvida, recursos muito próximo dos alunos, pois a rapidez de acesso às informações, a forma de acesso [randômico] [http://www.dicionarioweb.com.br/rand%C3%B4mico.html], repleto de conexões, com incontáveis possibilidades de caminhos a se percorrer, como é o caso da internet, por exemplo, estão muito mais próximos da forma como o aluno pensa e aprende.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web 2.0 está mudando uma das categorias que sustentou o mundo moderno: a de que uma pessoa cria e se torna dono de uma ideia simplesmente porque a assinou. A ideia de autor, desse modo, precisa ser repensada. O autor deve deixar de tratar sua escrita com uma atitude paternal, sua obra não faz parte de sua progênie. Seu gesto deve ser de entregar sua escrita para o mundo e deixar que ela sozinha se fixe ou se transforme pelo olhar do outros, alimentando um ciclo virtuoso de produção e enriquecimento do conhecimento, seria criar uma nova lógica das heranças onde não há um único herdeiro, mas sim todos receberiam as heranças do conhecimento simplesmente porque ele pertence a todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONTEXTO ESCOLAR E A WEB 2.0==&lt;br /&gt;
Há muito tempo sabe-se que a motivação dos alunos é fundamental para o desenvolvimento educacional. Todos nós já participamos de trabalhos em grupos quem nunca fez cartazes em escolas, ou mesmo divisões simples de tarefas para realizar uma tarefa educacional. Agora esses trabalhos são feitos através da internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho em grupo permite celebrar a diversidade e adquirir habilidades e atitudes sociais básicas e funcionais para o funcionamento democrático e para a socialização do conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a interação entre iguais que produz uma melhora da comunicação e o conflito cognitivo  é determinante para que o sujeito possa reexaminar as suas ideias e transforma-las e assim receber um retorno dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos perceber que é na relação de interação social que o estudante desenvolve maior interesse pelo aprendizado e uma das formas para apoiar o ensino-aprendizagem a se tornar mais atrativo são as tecnologias (computador, internet, vídeos e, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse contexto, que a Web 2.0 é uma oportunidade de aprendizagem significativa no ambiente escolar, pois pode contribuir para melhoria da qualidade de ensino e atenuar a separação entre a escola e o meio envolvente, cada vez mais dominado pelo acesso aos serviços proporcionados através da internet. Tratar de tecnologias na escola engloba, na verdade, a compreensão dos processos de gestão de tecnologias, recursos, informações e conhecimentos que embarcam relações dinâmicas e complexas entre parte e todo, elaboração e organização, produção e manutenção (ALMEIDA, 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Web 2.0 é uma tecnologia que tem um potencial maravilhoso, pois pode criar ambientes de aprendizagens inovadores e surpreendentes para os alunos. Os blogs, os wikis e ainda os podcasts são as ferramentas da Web 2.0 mais difundidas e utilizadas em contextos educativos. O aluno dessa geração gosta do que é novo, ele precisa ser desafiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCA9844ZE.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesta perspectiva, que as ferramentas da Web 2.0 se tornaram uma plataforma de produção poderosa. Com a integração dessas varias ferramentas existentes na Web no cotidiano escolar acaba favorecendo ao aluno um envolvimento no processo de ensino e aprendizagem, o que o torna produtor do seu próprio conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, é necessário explorar o máximo as potencialidades que a Web 2.0 tem a oferecer, não somente os alunos, mas também os professores e toda unidade escolar. O contexto educacional precisa se adaptar a essa nova geração, precisa renovar, porque “Uma escola que se fecha não está em condições de aprender, nem de se desenvolver.” (Guerra, 2001: 60).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando tudo isto e que a Educação é algo que devo ser cosniderado como a chave para o progresso e que a dsiciplina de Matemática está presente em nosso cotidiano, explícita, sutil ou mesmo escondida em lugares onde jamais imaginamos, sendo impossível pensar em um mundo sem ela, pois estamos cercados de números, proporções, razões e cálculos. Utilizamos o conhecimento lógico matemático para resolver problemas diversos, que envolvem direta ou indiretamente conhecimentos de Matemática. É praticamente impossível pensarmos em algo que não a envolva, e neste aspcto devemos buscar ferramentas virtuais que auxiliem neste processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO==&lt;br /&gt;
Em um mundo onde as fontes de informação são cada vez mais amplas e acessíveis, faz-se necessário possibilitar uma educação de qualidade a seus alunos, e para que isto aconteça o trabalho começa na gestão escolar.&lt;br /&gt;
Durante muito tempo a escola ficou estacionada. A avaliação era usada para medir e rotular os alunos, classificando entre os bons e os que não sabiam  muita coisa. Atualmente avaliar é uma importante ferramenta para o professor alcançar seus objetivos e oferecer alternativas quando a avaliação não for satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ponto de partida, temos o planejamento educacional que surgiu da necessidade, quando a questão escolar transformou-se em uma questão política. A idéia de planejar é projetar, organizar os objetivos da escola para aquele ano que se inicia. O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem  meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola como um todo não há critérios definidos, cada um segue um rumo, um método, ou um palpite. Ás vezes, esta avaliação se resume a um simples teste de capacidade do aluno de reproduzir ou assimilar conteúdo.&lt;br /&gt;
Segundo Cervi (2008), a avaliação deve ser feita com  objetividade, sabendo aonde se quer chegar em termos de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e pertinência, sendo um processo de coleta de informações confiáveis com o objetivo de formar um juízo de valor sobre o que foi avaliado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, planejar é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social, deve-se evitar a improvisação e estabelecer um conjunto de ações coordenadas entre si, que concorrem para a obtenção de um certo resultado desejado.  Para tanto, a atividade de planejar deve ser o resultado da contribuição de todos aqueles que compõem o corpo profissional da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Vasconcellos (2000), a avaliação deveria ser vista como meios de buscar melhorias nas escolas, mas infelizmente não é isto que acontece. A avaliação acabou  tornando-se o objetivo deste processo, na prática dos alunos e da escola, pois esta que deveria ser um acompanhamento do processo educacional, agora findou-se no desmerecido ditado popular: “o famoso estudar para passa”, proporcionando uma inversão de papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A conexão entre planejar e avaliar===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejar e o avaliar estão interligados. Enquanto o planejamento é o ato pelo qual decidimos o que construir, a avaliação é o ato crítico que nos subsidia na verificação de como estamos construindo o nosso projeto. Portanto a avaliação não existe se não for prevista no planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, avaliar não deve ser seletiva, conteudista, de maneira fechada, sem questionamentos. Antes de avaliar devemos tomar o conhecimento da realidade a qual estamos inseridos, da nossa clientela, da comunidade, da sua realidade. E antes de direcionar e dar qualquer passo, necessitamos responder algumas questões: O que queremos de nossos alunos e da nossa Escola? Onde nós, enquanto escola, estamos errando? Qual o motivo de tanta reprovação e evasão? Com estas respostas podemos nortear os objetivos, organizar o planejamento e buscar através da avaliação o que necessitamos para mudar e direcionar no intuito de melhorias educacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, para resumirmos tudo isso, devemos planejar e avaliar se o nosso planejamento foi satisfatório, pois se não atigimos nossos objetivos devemos replanejar e buscar mecanismos de cosneguiros atingir nossas metas e planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==CONSIDERAÇÕES FINAIS==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:ImagesCAE7CNO7.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inegável o grande avanço da humanidade seguido de seus recursos tecnológicos, que paralelamente seguiu o desenvolvimento e evolução conforme as novas necessidades do homem moderno foram surgindo.&lt;br /&gt;
Essas novas tecnologias possibilitou e ainda possibilita a interação entre as pessoas e seus processos de ensino-aprendizagem. E uma das ferramentas tecnológicas apresentadas aqui, é a Web 2.0, que através da sua conecção na internet é viável a construção de textos coletivos sem a necessidade da presença física dos colaboradores (co-autores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando no âmbito educacional, a web 2.0 vem a ser de grande valia para a exposição das idéias e conhecimentos da coletividade. Estimulando a pesquisa, a autonomia, cooperação, a criatividade e a crítica do alunato, e porque não também dos professores envolvidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta característica de dinamismo de conteúdos, agrega os alunos ao objetivo em comum, dando um diferencial para esse processo de ensino-aprendizagem. Esta ferramenta, não deixa de ser, mais um modo de mediação por parte dos professores para com seus alunos, onde junto vai participar dessa construção, desconstrução e reconstrução do conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto coletivo produzido passa a ser teorias de várias cabeças pensantes, trazendo suas próprias experiencias de vida e de pesquisa, transformando-o mais fundamentado e dinâmico. Caindo por terra, a ideia de um único autor para teses de estudos. Mostra o quando cada co-autor tem muito a contribuir e o quanto a coletividade funciona melhor de um só. Portanto, a autoria de um texto, não fica mais resignado a somente um pesquisador e escritor, passa a ser uma inteligência coletiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante disso, a modernidade nos conduz a pensar que tudo está relacionado, interconectado, em interação constante e em processo de transformação. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem frente aos expressivos avanços tecnológicos necessita considerar as necessidades de uma educação permanente, a produção compartilhada de conhecimentos, a autonomia, a interação e interatividade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, ao entendermos que a educação precisa problematizar o saber, contextualizar os conhecimentos, colocá-los em perspectiva, para que os alunos possam apropriar-se deles e aplicá-los em outras situações. Percebe-se, que os recursos de interatividade quando bem programados, fazem com que seus usuários construam e (re) construam conceitos a partir do contato com o outro e com recursos reflexivos como fóruns, wikis, diários de bordo, com a capacidade de instigar ao aluno a construção do texto próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final dessa construção coletiva de texto, o professor pode avaliar o quanto cada co-autor andou no seu processo de desenvolvimento, o quanto próximo ele se encontra dentro da sua autonomia. Percebendo que seu objetivo educacional foi proveitoso e absorvido pelos alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, não devemos esquecer que essas novas tecnologias estão ai para facilitar o fazer pedagógico do professor, oportunizando metodologias diferenciadas e mais significativas, e que Segundo Demo (2010) poderemos formar alunos autores da sua própria história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta forma entre os inúmeros adeptos da Web 2.0 devemos inscrever-nos enquanto professores, já que muitos dos nossos alunos dominam estes serviços, utilizando-os como ferramentas originais para a comunicação. São precisamente estas ferramentas da Web 2.0 que, integradas na sala de aula, podemos incentivar a contemplar a escola, não como um local que se fecha ao mundo exterior, mas como um espaço onde o conhecimento se constrói numa combinação subtil entre o formal e o informal entre a aprendizagem e o divertimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, a web 2.0 é uma ferramenta de altissimo valor e basta sabermos utiliza-la de forma correta, e utilizando de forma correta, ou seja, voltado ao aprendizado do aluno, com a escolha de recursos que visem uma cntrobuição digna ao aprendizado, atingiremos nosso principal obejtivo: o aprendizado do aluno.Precisamos refletir sobre a aplicabilidade teórica e prática de ferramentas que utilizam a plataforma Web 2.0 no processo de ensino e aprendizagem. Devemos aproveitar o estudo da inteligência coletiva, pois sabemos que ela contribui na mudança das características do ensino aprendizado e na construção de práticas pedagógicas mais flexíveis, bem como, metodologias interativas e que compartilham o conhecimento.&lt;br /&gt;
Por todos esses estudos e práticas que estamos vendo e vivenciando, já deu para perceber que as tecnologias Web 2.0 têm um enorme potencial para mudar a natureza do ensino e aprendizagem e repensar o papel tradicional da educação atual e ainda, ter grandes chances de gerar oportunidades para que todos, sem distinção de classe social, credo, região geográfica, possam prever um futuro melhor por meio de novas metodologias educação.Concluindo, as novas tecnologias que a  WEB 2.0 proporciona são caminhos viáveis para todas essas mudanças, necessárias para avançar na busca de novas metodologias que atendam esse novo aprendiz que ensina e aprende ao mesmo tempo, vivenciando uma troca de aprendizagem nunca vista em outras gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==REFERÊNCIAS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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VASCONCELLOS, Celso dos Santos. '''Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo avaliação escolar'''. 11ª ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; v.3)&lt;br /&gt;
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VIRILIO, Paul. '''O espaço crítico'''. Rio de Janeiro: ED.34, 1993.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Analucia</name></author>	</entry>

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