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		<title>Wiki_Semed - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Web_2.0_e_Forma%C3%A7%C3%A3o_de_Professores</id>
		<title>Web 2.0 e Formação de Professores</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Alessandrabaccin: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=&amp;lt;p align=&amp;quot;center&amp;quot;&amp;gt;Web 2.0 na Formação de Professores&amp;lt;/p&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align=&amp;quot;right&amp;quot;&amp;gt;Texto elaborado pelos  cursistas Alessandra Carla Baccin, _________________, _____________ &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução==&lt;br /&gt;
A atual constituição da sociedade está relacionada diretamente a um novo padrão de flexibilização e todos os intervenientes no modo de viver, produzir e trabalhar dos indivíduos. Estas mudanças são associadas ao processo de mundialização que nada mais é do que a unificação dos mercados em uma grande rede mundial. A complexidade nesta teia de mercados é tão intensa que Paul Virilio (1999), afirmou que o tempo e o espaço desapareceram como dimensões significativas do pensamento e da ação humana. Assim, a mudança no padrão de acumulação está estreitamente vinculada não apenas a uma mudança no setor produtivo, mas em mudanças na própria sociedade e em todos os elementos a ela ligados. As novas tecnologias modificaram as relações de aprendizagem, possibilitando o surgimento da Educação a Distância como uma modalidade capaz de aproveitar ao máximo a inserção tecnológica da sociedade informacional. A existência de uma cibercultura e o uso da TIC’s no processo de formação vem modificando a educação formal não apenas no Brasil mas em todo o mundo.A implantação de cursos de graduação na modalidade a distância nas instituições públicas foi intensificada nos últimos anos, abrindo um leque de possibilidades para o aprofundamento de estudos da modalidade. O incremento no universo de alunos, professores e gestores que trabalham com a educação a distância, atualmente, possibilita a investigação de elementos importantes em relação ao processo de ensino‐aprendizagem realizado em EaD. Existem vários debates sobre o tema, enfocando os mais diversos aspectos da aprendizagem mediada por tecnologias e suas conseqüências para a educação e formação dos alunos. O número de plataformas de aprendizagem disponíveis hoje aponta para o desenvolvimento nesta modalidade. A busca por um modelo de sucesso na educação a distância e respostas rápidas, foi substituída pela compreensão que somente a construção coletiva e a adequação das propostas pedagógicas ao perfil dos alunos em cada localidade possibilitará o sucesso da EAD. Neste contexto, é necessário transpor as discussões sobre os limites e as possibilidades da aprendizagem em ambientes virtuais na modalidade a distância.Deve-se analisar as multiplicidades de caminhos que o aluno, em seu processo de formação e construção da aprendizagem na modalidade a distância, poderá trilhar a partir da construção sólida de uma cultura digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Web==&lt;br /&gt;
Ao nos pautarmos nos estudos de Carvalho (2008), podemos apontar que  a cultura digital é a cultura da contemporaneidade. As estruturas cognitivas organizadas a partir do contato e interação com as mídias digitais são diferentes das estruturas existentes até então. O internauta estrutura a aquisição do conhecimento através de elementos muito recentes em nossa cultura, como navegação, sites, blogs, chats e downloads. Esta estrutura permite uma interatividade baseada na ludicidade, ampliando em níveis consideráveis, as possibilidades de aprendizagem.&lt;br /&gt;
Ainda em Carvalho (2008), percebemos que a existência de uma sociedade de informação ou sociedade em rede provocou o surgimento da cibercultura como uma dimensão cultural da inserção tecnológica em nosso cotidiano. Os estudos sobre a cibercultura são pesquisados a partir de adaptações da etnografia, chamada de etnografia digital ou netnografia. Estas adaptações para a aplicação da técnica etnográfica no ambiente web foram realizados por Kozinets (2002) e Hine (2005). São estudos recentes que buscam um caminho para orientar a pesquisa e observação da comunicação realizada no ciberespaço.&lt;br /&gt;
Para Hine (2005), o ciberespaço se torna um meio rico para a comunicação com o aumento no número de usuários e a complexidade nas relações de comunicação estabelecidas, constituindo‐se um ambiente privilegiado para a pesquisa.&lt;br /&gt;
O contexto on‐line pode ser definido como um contexto e artefato cultural pela demonstração de que a etnografia pode ser aplicada a ele, uma vez que a etnografia é um método para entender a cultura.  &lt;br /&gt;
Para Kozinets (2002) a etnografia digital é realizada através da combinação entre a participação e observação das comunidades pesquisadas e que as notas de campo das experiências no ciberespaço devem ser agregadas aos artefatos da cultura ou comunidade, tais como downloads, emails, imagens e arquivos de áudio e vídeo.   O autor propõe que a etnografia digital pode ser empregada em três momentos: como ferramenta metodológica para estudar comunidades virtuais puras; comunidades virtuais derivadas e como ferramenta exploratória para diversos assuntos. Á medida que a etnografia digital utiliza os discursos textuais como base, é necessário manter o foco não na análise da pessoa, mas sim no comportamento ou ato.  &lt;br /&gt;
Neste aspecto, a etnografia digital apresenta elementos que utilizados na pesquisa do ciberespaço analisará o comportamento dos usuários nas ferramentas que são livres, criadas a partir do conceito e dos padrões individuais como forma de expressão única. Embora a etnografia digital tenha sido utilizada na investigação dos blogs, nada impede que as demais formas de expressão no web também sejam objeto de estudo. De fato, observar o comportamento do internauta, suas preferências de navegação, caminhos escolhidos para realizar pesquisas, sites favoritos e formas de interação, nos dará importantes pistas para a construção de ferramentas eficazes no desenvolvimento da aprendizagem em AVA´s. É fundamental buscar o lúdico que existe na web e agregá‐lo ao processo de ensino‐aprendizagem proposto em ambientes virtuais.  &lt;br /&gt;
Dessa forma, o aluno, futuro professor, busca na flexibilidade da Educação a Distância, encontrar uma solução imediata para conciliar seu trabalho e demais afazeres com o estudo. Acredita que realizar um curso na modalidade a distância será mais fácil do que no ensino presencial regular e imagina que a tecnologia será um importante aliado no desenvolvimento de sua aprendizagem. Carvalho (2008) enfatiza que o maior problema neste momento é que, independente das expectativas criadas por este aluno, sua história escolar é dentro de uma escola tradicional, com todos os elementos característicos de um padrão fordista de produção, onde a ênfase estava centrada nos processos mecânicos de memorização, repetição e padronização. Não existe no histórico deste aluno incentivo algum para a construção do conhecimento crítico e autônomo. Ao se deparar com a responsabilidade de sua própria aprendizagem, que inclui gerenciar a quantidade de tempo destinada aos estudos, a realização das atividades e o tom das relações com os tutores/professores, invariavelmente o aluno leva algum tempo confuso, com muitas dificuldades no processo de adaptação.  &lt;br /&gt;
Esta angústia provocada pelos mecanismos internos de adaptação poderia ser minimizada com a realização de transição do aluno para um processo de aprendizagem novo, disponibilizando elementos essenciais para a (re)estruturação dos processos individuais de sistematização do conhecimento e gerenciamento da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Web 2.0==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web 2.0 na aprendizagem=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web 2.0 na aprendizagem da __________________________===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Indicações de recursos da Web 2.0 na Formação de Professores=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Considerações Finais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o exposto,torna-se necessário pensar que a formação de professores por meio da educação a distância demanda, ainda, pesquisa acerca dos reais efeitos na aprendizagem desses indivíduos levando em consideração suas vivências, modos de pensar e agir e como será sua adaptação aos recursos da Web para a consolidação das suas aprendizagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
CARVALHO, Ana Beatriz. A WEB 2.0, EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O CONCEITO DE APRENDIZAGEM COLABORATIVA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES. Anais eletrônicos. 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HINE, C.(org.). Virtual Methods: Issues in Social Research on the Internet. Oxford: Berg, 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KOZINETS,R. The Field Behind the Screen: Using Netnography for Marketing Research in Online Communities. Journal of Marketing Research, Feb 2002;39.1. ABI/INFORM Global, pg.61.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, P.  Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alessandrabaccin</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Web_2.0_e_Forma%C3%A7%C3%A3o_de_Professores</id>
		<title>Web 2.0 e Formação de Professores</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Alessandrabaccin: /* Web 2.0 na Formação de Professores */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=&amp;lt;p align=&amp;quot;center&amp;quot;&amp;gt;Web 2.0 na Formação de Professores&amp;lt;/p&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align=&amp;quot;right&amp;quot;&amp;gt;Texto elaborado pelos  cursistas Alessandra Carla Baccin, _________________, _____________ &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução==&lt;br /&gt;
A atual constituição da sociedade está relacionada diretamente a um novo padrão de flexibilização e todos os intervenientes no modo de viver, produzir e trabalhar dos indivíduos. Estas mudanças são associadas ao processo de mundialização que nada mais é do que a unificação dos mercados em uma grande rede mundial. A complexidade nesta teia de mercados é tão intensa que Paul Virilio (1999), afirmou que o tempo e o espaço desapareceram como dimensões significativas do pensamento e da ação humana. Assim, a mudança no padrão de acumulação está estreitamente vinculada não apenas a uma mudança no setor produtivo, mas em mudanças na própria sociedade e em todos os elementos a ela ligados. As novas tecnologias modificaram as relações de aprendizagem, possibilitando o surgimento da Educação a Distância como uma modalidade capaz de aproveitar ao máximo a inserção tecnológica da sociedade informacional. A existência de uma cibercultura e o uso da TIC’s no processo de formação vem modificando a educação formal não apenas no Brasil mas em todo o mundo.A implantação de cursos de graduação na modalidade a distância nas instituições públicas foi intensificada nos últimos anos, abrindo um leque de possibilidades para o aprofundamento de estudos da modalidade. O incremento no universo de alunos, professores e gestores que trabalham com a educação a distância, atualmente, possibilita a investigação de elementos importantes em relação ao processo de ensino‐aprendizagem realizado em EaD. Existem vários debates sobre o tema, enfocando os mais diversos aspectos da aprendizagem mediada por tecnologias e suas conseqüências para a educação e formação dos alunos. O número de plataformas de aprendizagem disponíveis hoje aponta para o desenvolvimento nesta modalidade. A busca por um modelo de sucesso na educação a distância e respostas rápidas, foi substituída pela compreensão que somente a construção coletiva e a adequação das propostas pedagógicas ao perfil dos alunos em cada localidade possibilitará o sucesso da EAD. Neste contexto, é necessário transpor as discussões sobre os limites e as possibilidades da aprendizagem em ambientes virtuais na modalidade a distância.Deve-se analisar as multiplicidades de caminhos que o aluno, em seu processo de formação e construção da aprendizagem na modalidade a distância, poderá trilhar a partir da construção sólida de uma cultura digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Web==&lt;br /&gt;
Ao nos pautarmos nos estudos de Carvalho (2008), podemos apontar que  a cultura digital é a cultura da contemporaneidade. As estruturas cognitivas organizadas a partir do contato e interação com as mídias digitais são diferentes das estruturas existentes até então. O internauta estrutura a aquisição do conhecimento através de elementos muito recentes em nossa cultura, como navegação, sites, blogs, chats e downloads. Esta estrutura permite uma interatividade baseada na ludicidade, ampliando em níveis consideráveis, as possibilidades de aprendizagem.&lt;br /&gt;
Ainda em Carvalho (2008), percebemos que a existência de uma sociedade de informação ou sociedade em rede provocou o surgimento da cibercultura como uma dimensão cultural da inserção tecnológica em nosso cotidiano. Os estudos sobre a cibercultura são pesquisados a partir de adaptações da etnografia, chamada de etnografia digital ou netnografia. Estas adaptações para a aplicação da técnica etnográfica no ambiente web foram realizados por Kozinets (2002) e Hine (2005). São estudos recentes que buscam um caminho para orientar a pesquisa e observação da comunicação realizada no ciberespaço.&lt;br /&gt;
Para Hine (2005), o ciberespaço se torna um meio rico para a comunicação com o aumento no número de usuários e a complexidade nas relações de comunicação estabelecidas, constituindo‐se um ambiente privilegiado para a pesquisa.&lt;br /&gt;
O contexto on‐line pode ser definido como um contexto e artefato cultural pela demonstração de que a etnografia pode ser aplicada a ele, uma vez que a etnografia é um método para entender a cultura.  &lt;br /&gt;
Para Kozinets (2002) a etnografia digital é realizada através da combinação entre a participação e observação das comunidades pesquisadas e que as notas de campo das experiências no ciberespaço devem ser agregadas aos artefatos da cultura ou comunidade, tais como downloads, emails, imagens e arquivos de áudio e vídeo.   O autor propõe que a etnografia digital pode ser empregada em três momentos: como ferramenta metodológica para estudar comunidades virtuais puras; comunidades virtuais derivadas e como ferramenta exploratória para diversos assuntos. Á medida que a etnografia digital utiliza os discursos textuais como base, é necessário manter o foco não na análise da pessoa, mas sim no comportamento ou ato.  &lt;br /&gt;
Neste aspecto, a etnografia digital apresenta elementos que utilizados na pesquisa do ciberespaço analisará o comportamento dos usuários nas ferramentas que são livres, criadas a partir do conceito e dos padrões individuais como forma de expressão única. Embora a etnografia digital tenha sido utilizada na investigação dos blogs, nada impede que as demais formas de expressão no web também sejam objeto de estudo. De fato, observar o comportamento do internauta, suas preferências de navegação, caminhos escolhidos para realizar pesquisas, sites favoritos e formas de interação, nos dará importantes pistas para a construção de ferramentas eficazes no desenvolvimento da aprendizagem em AVA´s. É fundamental buscar o lúdico que existe na web e agregá‐lo ao processo de ensino‐aprendizagem proposto em ambientes virtuais.  &lt;br /&gt;
Dessa forma, o aluno, futuro professor, busca na flexibilidade da Educação a Distância, encontrar uma solução imediata para conciliar seu trabalho e demais afazeres com o estudo. Acredita que realizar um curso na modalidade a distância será mais fácil do que no ensino presencial regular e imagina que a tecnologia será um importante aliado no desenvolvimento de sua aprendizagem. Carvalho (2008) enfatiza que o maior problema neste momento é que, independente das expectativas criadas por este aluno, sua história escolar é dentro de uma escola tradicional, com todos os elementos característicos de um padrão fordista de produção, onde a ênfase estava centrada nos processos mecânicos de memorização, repetição e padronização. Não existe no histórico deste aluno incentivo algum para a construção do conhecimento crítico e autônomo. Ao se deparar com a responsabilidade de sua própria aprendizagem, que inclui gerenciar a quantidade de tempo destinada aos estudos, a realização das atividades e o tom das relações com os tutores/professores, invariavelmente o aluno leva algum tempo confuso, com muitas dificuldades no processo de adaptação.  &lt;br /&gt;
Esta angústia provocada pelos mecanismos internos de adaptação poderia ser minimizada com a realização de transição do aluno para um processo de aprendizagem novo, disponibilizando elementos essenciais para a (re)estruturação dos processos individuais de sistematização do conhecimento e gerenciamento da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Web 2.0==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web 2.0 na aprendizagem=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web 2.0 na aprendizagem da __________________________===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Indicações de recursos da Web 2.0 na Formação de Professores=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Considerações Finais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o exposto,torna-se necessário pensar que a formação de professores por meio da educação a distância demanda, ainda, pesquisa acerca dos reais efeitos na aprendizagem desses indivíduos levando em consideração suas vivências, modos de pensar e agir e como será sua adaptação aos recursos da Web para a consolidação das suas aprendizagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
HINE, C.(org.). Virtual Methods: Issues in Social Research on the Internet. Oxford: Berg, 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KOZINETS,R. The Field Behind the Screen: Using Netnography for Marketing Research in Online Communities. Journal of Marketing Research, Feb 2002;39.1. ABI/INFORM Global, pg.61.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, P.  Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.ufpe.br/nehte/simposio2008/anais/Ana-Beatriz-Gomes.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alessandrabaccin</name></author>	</entry>

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		<title>Web 2.0 e Formação de Professores</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Alessandrabaccin: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=&amp;lt;p align=&amp;quot;center&amp;quot;&amp;gt;Web 2.0 na Formação de Professores&amp;lt;/p&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align=&amp;quot;right&amp;quot;&amp;gt;Texto elaborado pelos  cursistas ____________, _________________, _____________ &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução==&lt;br /&gt;
A atual constituição da sociedade está relacionada diretamente a um novo padrão de flexibilização e todos os intervenientes no modo de viver, produzir e trabalhar dos indivíduos. Estas mudanças são associadas ao processo de mundialização que nada mais é do que a unificação dos mercados em uma grande rede mundial. A complexidade nesta teia de mercados é tão intensa que Paul Virilio (1999), afirmou que o tempo e o espaço desapareceram como dimensões significativas do pensamento e da ação humana. Assim, a mudança no padrão de acumulação está estreitamente vinculada não apenas a uma mudança no setor produtivo, mas em mudanças na própria sociedade e em todos os elementos a ela ligados. As novas tecnologias modificaram as relações de aprendizagem, possibilitando o surgimento da Educação a Distância como uma modalidade capaz de aproveitar ao máximo a inserção tecnológica da sociedade informacional. A existência de uma cibercultura e o uso da TIC’s no processo de formação vem modificando a educação formal não apenas no Brasil mas em todo o mundo.A implantação de cursos de graduação na modalidade a distância nas instituições públicas foi intensificada nos últimos anos, abrindo um leque de possibilidades para o aprofundamento de estudos da modalidade. O incremento no universo de alunos, professores e gestores que trabalham com a educação a distância, atualmente, possibilita a investigação de elementos importantes em relação ao processo de ensino‐aprendizagem realizado em EaD. Existem vários debates sobre o tema, enfocando os mais diversos aspectos da aprendizagem mediada por tecnologias e suas conseqüências para a educação e formação dos alunos. O número de plataformas de aprendizagem disponíveis hoje aponta para o desenvolvimento nesta modalidade. A busca por um modelo de sucesso na educação a distância e respostas rápidas, foi substituída pela compreensão que somente a construção coletiva e a adequação das propostas pedagógicas ao perfil dos alunos em cada localidade possibilitará o sucesso da EAD. Neste contexto, é necessário transpor as discussões sobre os limites e as possibilidades da aprendizagem em ambientes virtuais na modalidade a distância.Deve-se analisar as multiplicidades de caminhos que o aluno, em seu processo de formação e construção da aprendizagem na modalidade a distância, poderá trilhar a partir da construção sólida de uma cultura digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Web==&lt;br /&gt;
Ao nos pautarmos nos estudos de Carvalho (2008), podemos apontar que  a cultura digital é a cultura da contemporaneidade. As estruturas cognitivas organizadas a partir do contato e interação com as mídias digitais são diferentes das estruturas existentes até então. O internauta estrutura a aquisição do conhecimento através de elementos muito recentes em nossa cultura, como navegação, sites, blogs, chats e downloads. Esta estrutura permite uma interatividade baseada na ludicidade, ampliando em níveis consideráveis, as possibilidades de aprendizagem.&lt;br /&gt;
Ainda em Carvalho (2008), percebemos que a existência de uma sociedade de informação ou sociedade em rede provocou o surgimento da cibercultura como uma dimensão cultural da inserção tecnológica em nosso cotidiano. Os estudos sobre a cibercultura são pesquisados a partir de adaptações da etnografia, chamada de etnografia digital ou netnografia. Estas adaptações para a aplicação da técnica etnográfica no ambiente web foram realizados por Kozinets (2002) e Hine (2005). São estudos recentes que buscam um caminho para orientar a pesquisa e observação da comunicação realizada no ciberespaço.&lt;br /&gt;
Para Hine (2005), o ciberespaço se torna um meio rico para a comunicação com o aumento no número de usuários e a complexidade nas relações de comunicação estabelecidas, constituindo‐se um ambiente privilegiado para a pesquisa.&lt;br /&gt;
O contexto on‐line pode ser definido como um contexto e artefato cultural pela demonstração de que a etnografia pode ser aplicada a ele, uma vez que a etnografia é um método para entender a cultura.  &lt;br /&gt;
Para Kozinets (2002) a etnografia digital é realizada através da combinação entre a participação e observação das comunidades pesquisadas e que as notas de campo das experiências no ciberespaço devem ser agregadas aos artefatos da cultura ou comunidade, tais como downloads, emails, imagens e arquivos de áudio e vídeo.   O autor propõe que a etnografia digital pode ser empregada em três momentos: como ferramenta metodológica para estudar comunidades virtuais puras; comunidades virtuais derivadas e como ferramenta exploratória para diversos assuntos. Á medida que a etnografia digital utiliza os discursos textuais como base, é necessário manter o foco não na análise da pessoa, mas sim no comportamento ou ato.  &lt;br /&gt;
Neste aspecto, a etnografia digital apresenta elementos que utilizados na pesquisa do ciberespaço analisará o comportamento dos usuários nas ferramentas que são livres, criadas a partir do conceito e dos padrões individuais como forma de expressão única. Embora a etnografia digital tenha sido utilizada na investigação dos blogs, nada impede que as demais formas de expressão no web também sejam objeto de estudo. De fato, observar o comportamento do internauta, suas preferências de navegação, caminhos escolhidos para realizar pesquisas, sites favoritos e formas de interação, nos dará importantes pistas para a construção de ferramentas eficazes no desenvolvimento da aprendizagem em AVA´s. É fundamental buscar o lúdico que existe na web e agregá‐lo ao processo de ensino‐aprendizagem proposto em ambientes virtuais.  &lt;br /&gt;
Dessa forma, o aluno, futuro professor, busca na flexibilidade da Educação a Distância, encontrar uma solução imediata para conciliar seu trabalho e demais afazeres com o estudo. Acredita que realizar um curso na modalidade a distância será mais fácil do que no ensino presencial regular e imagina que a tecnologia será um importante aliado no desenvolvimento de sua aprendizagem. Carvalho (2008) enfatiza que o maior problema neste momento é que, independente das expectativas criadas por este aluno, sua história escolar é dentro de uma escola tradicional, com todos os elementos característicos de um padrão fordista de produção, onde a ênfase estava centrada nos processos mecânicos de memorização, repetição e padronização. Não existe no histórico deste aluno incentivo algum para a construção do conhecimento crítico e autônomo. Ao se deparar com a responsabilidade de sua própria aprendizagem, que inclui gerenciar a quantidade de tempo destinada aos estudos, a realização das atividades e o tom das relações com os tutores/professores, invariavelmente o aluno leva algum tempo confuso, com muitas dificuldades no processo de adaptação.  &lt;br /&gt;
Esta angústia provocada pelos mecanismos internos de adaptação poderia ser minimizada com a realização de transição do aluno para um processo de aprendizagem novo, disponibilizando elementos essenciais para a (re)estruturação dos processos individuais de sistematização do conhecimento e gerenciamento da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Web 2.0==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web 2.0 na aprendizagem=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web 2.0 na aprendizagem da __________________________===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Indicações de recursos da Web 2.0 na Formação de Professores=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Considerações Finais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o exposto,torna-se necessário pensar que a formação de professores por meio da educação a distância demanda, ainda, pesquisa acerca dos reais efeitos na aprendizagem desses indivíduos levando em consideração suas vivências, modos de pensar e agir e como será sua adaptação aos recursos da Web para a consolidação das suas aprendizagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
HINE, C.(org.). Virtual Methods: Issues in Social Research on the Internet. Oxford: Berg, 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KOZINETS,R. The Field Behind the Screen: Using Netnography for Marketing Research in Online Communities. Journal of Marketing Research, Feb 2002;39.1. ABI/INFORM Global, pg.61.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LÉVY, P.  Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.ufpe.br/nehte/simposio2008/anais/Ana-Beatriz-Gomes.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alessandrabaccin</name></author>	</entry>

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		<title>Web 2.0 e Formação de Professores</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Alessandrabaccin: /* Considerações Finais */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=&amp;lt;p align=&amp;quot;center&amp;quot;&amp;gt;Web 2.0 na Formação de Professores&amp;lt;/p&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align=&amp;quot;right&amp;quot;&amp;gt;Texto elaborado pelos  cursistas ____________, _________________, _____________ &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução==&lt;br /&gt;
A atual constituição da sociedade está relacionada diretamente a um novo padrão de flexibilização e todos os intervenientes no modo de viver, produzir e trabalhar dos indivíduos. Estas mudanças são associadas ao processo de mundialização que nada mais é do que a unificação dos mercados em uma grande rede mundial. A complexidade nesta teia de mercados é tão intensa que Paul Virilio (1999), afirmou que o tempo e o espaço desapareceram como dimensões significativas do pensamento e da ação humana. Assim, a mudança no padrão de acumulação está estreitamente vinculada não apenas a uma mudança no setor produtivo, mas em mudanças na própria sociedade e em todos os elementos a ela ligados. As novas tecnologias modificaram as relações de aprendizagem, possibilitando o surgimento da Educação a Distância como uma modalidade capaz de aproveitar ao máximo a inserção tecnológica da sociedade informacional. A existência de uma cibercultura e o uso da TIC’s no processo de formação vem modificando a educação formal não apenas no Brasil mas em todo o mundo.A implantação de cursos de graduação na modalidade a distância nas instituições públicas foi intensificada nos últimos anos, abrindo um leque de possibilidades para o aprofundamento de estudos da modalidade. O incremento no universo de alunos, professores e gestores que trabalham com a educação a distância, atualmente, possibilita a investigação de elementos importantes em relação ao processo de ensino‐aprendizagem realizado em EaD. Existem vários debates sobre o tema, enfocando os mais diversos aspectos da aprendizagem mediada por tecnologias e suas conseqüências para a educação e formação dos alunos. O número de plataformas de aprendizagem disponíveis hoje aponta para o desenvolvimento nesta modalidade. A busca por um modelo de sucesso na educação a distância e respostas rápidas, foi substituída pela compreensão que somente a construção coletiva e a adequação das propostas pedagógicas ao perfil dos alunos em cada localidade possibilitará o sucesso da EAD. Neste contexto, é necessário transpor as discussões sobre os limites e as possibilidades da aprendizagem em ambientes virtuais na modalidade a distância.Deve-se analisar as multiplicidades de caminhos que o aluno, em seu processo de formação e construção da aprendizagem na modalidade a distância, poderá trilhar a partir da construção sólida de uma cultura digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Web==&lt;br /&gt;
Ao nos pautarmos nos estudos de Carvalho (2008), podemos apontar que  a cultura digital é a cultura da contemporaneidade. As estruturas cognitivas organizadas a partir do contato e interação com as mídias digitais são diferentes das estruturas existentes até então. O internauta estrutura a aquisição do conhecimento através de elementos muito recentes em nossa cultura, como navegação, sites, blogs, chats e downloads. Esta estrutura permite uma interatividade baseada na ludicidade, ampliando em níveis consideráveis, as possibilidades de aprendizagem.&lt;br /&gt;
Ainda em Carvalho (2008), percebemos que a existência de uma sociedade de informação ou sociedade em rede provocou o surgimento da cibercultura como uma dimensão cultural da inserção tecnológica em nosso cotidiano. Os estudos sobre a cibercultura são pesquisados a partir de adaptações da etnografia, chamada de etnografia digital ou netnografia. Estas adaptações para a aplicação da técnica etnográfica no ambiente web foram realizados por Kozinets (2002) e Hine (2005). São estudos recentes que buscam um caminho para orientar a pesquisa e observação da comunicação realizada no ciberespaço.&lt;br /&gt;
Para Hine (2005), o ciberespaço se torna um meio rico para a comunicação com o aumento no número de usuários e a complexidade nas relações de comunicação estabelecidas, constituindo‐se um ambiente privilegiado para a pesquisa.&lt;br /&gt;
O contexto on‐line pode ser definido como um contexto e artefato cultural pela demonstração de que a etnografia pode ser aplicada a ele, uma vez que a etnografia é um método para entender a cultura.  &lt;br /&gt;
Para Kozinets (2002) a etnografia digital é realizada através da combinação entre a participação e observação das comunidades pesquisadas e que as notas de campo das experiências no ciberespaço devem ser agregadas aos artefatos da cultura ou comunidade, tais como downloads, emails, imagens e arquivos de áudio e vídeo.   O autor propõe que a etnografia digital pode ser empregada em três momentos: como ferramenta metodológica para estudar comunidades virtuais puras; comunidades virtuais derivadas e como ferramenta exploratória para diversos assuntos. Á medida que a etnografia digital utiliza os discursos textuais como base, é necessário manter o foco não na análise da pessoa, mas sim no comportamento ou ato.  &lt;br /&gt;
Neste aspecto, a etnografia digital apresenta elementos que utilizados na pesquisa do ciberespaço analisará o comportamento dos usuários nas ferramentas que são livres, criadas a partir do conceito e dos padrões individuais como forma de expressão única. Embora a etnografia digital tenha sido utilizada na investigação dos blogs, nada impede que as demais formas de expressão no web também sejam objeto de estudo. De fato, observar o comportamento do internauta, suas preferências de navegação, caminhos escolhidos para realizar pesquisas, sites favoritos e formas de interação, nos dará importantes pistas para a construção de ferramentas eficazes no desenvolvimento da aprendizagem em AVA´s. É fundamental buscar o lúdico que existe na web e agregá‐lo ao processo de ensino‐aprendizagem proposto em ambientes virtuais.  &lt;br /&gt;
Dessa forma, o aluno, futuro professor, busca na flexibilidade da Educação a Distância, encontrar uma solução imediata para conciliar seu trabalho e demais afazeres com o estudo. Acredita que realizar um curso na modalidade a distância será mais fácil do que no ensino presencial regular e imagina que a tecnologia será um importante aliado no desenvolvimento de sua aprendizagem. Carvalho (2008) enfatiza que o maior problema neste momento é que, independente das expectativas criadas por este aluno, sua história escolar é dentro de uma escola tradicional, com todos os elementos característicos de um padrão fordista de produção, onde a ênfase estava centrada nos processos mecânicos de memorização, repetição e padronização. Não existe no histórico deste aluno incentivo algum para a construção do conhecimento crítico e autônomo. Ao se deparar com a responsabilidade de sua própria aprendizagem, que inclui gerenciar a quantidade de tempo destinada aos estudos, a realização das atividades e o tom das relações com os tutores/professores, invariavelmente o aluno leva algum tempo confuso, com muitas dificuldades no processo de adaptação.  &lt;br /&gt;
Esta angústia provocada pelos mecanismos internos de adaptação poderia ser minimizada com a realização de transição do aluno para um processo de aprendizagem novo, disponibilizando elementos essenciais para a (re)estruturação dos processos individuais de sistematização do conhecimento e gerenciamento da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Web 2.0==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web 2.0 na aprendizagem=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web 2.0 na aprendizagem da __________________________===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Indicações de recursos da Web 2.0 na Formação de Professores=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Considerações Finais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o exposto,torna-se necessário pensar que a formação de professores por meio da educação a distância demanda, ainda, pesquisa acerca dos reais efeitos na aprendizagem desses indivíduos levando em consideração suas vivências, modos de pensar e agir e como será sua adaptação aos recursos da Web para a consolidação das suas aprendizagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alessandrabaccin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php/Web_2.0_e_Forma%C3%A7%C3%A3o_de_Professores</id>
		<title>Web 2.0 e Formação de Professores</title>
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				<updated>2014-08-31T17:27:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Alessandrabaccin: /* Web */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=&amp;lt;p align=&amp;quot;center&amp;quot;&amp;gt;Web 2.0 na Formação de Professores&amp;lt;/p&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align=&amp;quot;right&amp;quot;&amp;gt;Texto elaborado pelos  cursistas ____________, _________________, _____________ &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução==&lt;br /&gt;
A atual constituição da sociedade está relacionada diretamente a um novo padrão de flexibilização e todos os intervenientes no modo de viver, produzir e trabalhar dos indivíduos. Estas mudanças são associadas ao processo de mundialização que nada mais é do que a unificação dos mercados em uma grande rede mundial. A complexidade nesta teia de mercados é tão intensa que Paul Virilio (1999), afirmou que o tempo e o espaço desapareceram como dimensões significativas do pensamento e da ação humana. Assim, a mudança no padrão de acumulação está estreitamente vinculada não apenas a uma mudança no setor produtivo, mas em mudanças na própria sociedade e em todos os elementos a ela ligados. As novas tecnologias modificaram as relações de aprendizagem, possibilitando o surgimento da Educação a Distância como uma modalidade capaz de aproveitar ao máximo a inserção tecnológica da sociedade informacional. A existência de uma cibercultura e o uso da TIC’s no processo de formação vem modificando a educação formal não apenas no Brasil mas em todo o mundo.A implantação de cursos de graduação na modalidade a distância nas instituições públicas foi intensificada nos últimos anos, abrindo um leque de possibilidades para o aprofundamento de estudos da modalidade. O incremento no universo de alunos, professores e gestores que trabalham com a educação a distância, atualmente, possibilita a investigação de elementos importantes em relação ao processo de ensino‐aprendizagem realizado em EaD. Existem vários debates sobre o tema, enfocando os mais diversos aspectos da aprendizagem mediada por tecnologias e suas conseqüências para a educação e formação dos alunos. O número de plataformas de aprendizagem disponíveis hoje aponta para o desenvolvimento nesta modalidade. A busca por um modelo de sucesso na educação a distância e respostas rápidas, foi substituída pela compreensão que somente a construção coletiva e a adequação das propostas pedagógicas ao perfil dos alunos em cada localidade possibilitará o sucesso da EAD. Neste contexto, é necessário transpor as discussões sobre os limites e as possibilidades da aprendizagem em ambientes virtuais na modalidade a distância.Deve-se analisar as multiplicidades de caminhos que o aluno, em seu processo de formação e construção da aprendizagem na modalidade a distância, poderá trilhar a partir da construção sólida de uma cultura digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Web==&lt;br /&gt;
Ao nos pautarmos nos estudos de Carvalho (2008), podemos apontar que  a cultura digital é a cultura da contemporaneidade. As estruturas cognitivas organizadas a partir do contato e interação com as mídias digitais são diferentes das estruturas existentes até então. O internauta estrutura a aquisição do conhecimento através de elementos muito recentes em nossa cultura, como navegação, sites, blogs, chats e downloads. Esta estrutura permite uma interatividade baseada na ludicidade, ampliando em níveis consideráveis, as possibilidades de aprendizagem.&lt;br /&gt;
Ainda em Carvalho (2008), percebemos que a existência de uma sociedade de informação ou sociedade em rede provocou o surgimento da cibercultura como uma dimensão cultural da inserção tecnológica em nosso cotidiano. Os estudos sobre a cibercultura são pesquisados a partir de adaptações da etnografia, chamada de etnografia digital ou netnografia. Estas adaptações para a aplicação da técnica etnográfica no ambiente web foram realizados por Kozinets (2002) e Hine (2005). São estudos recentes que buscam um caminho para orientar a pesquisa e observação da comunicação realizada no ciberespaço.&lt;br /&gt;
Para Hine (2005), o ciberespaço se torna um meio rico para a comunicação com o aumento no número de usuários e a complexidade nas relações de comunicação estabelecidas, constituindo‐se um ambiente privilegiado para a pesquisa.&lt;br /&gt;
O contexto on‐line pode ser definido como um contexto e artefato cultural pela demonstração de que a etnografia pode ser aplicada a ele, uma vez que a etnografia é um método para entender a cultura.  &lt;br /&gt;
Para Kozinets (2002) a etnografia digital é realizada através da combinação entre a participação e observação das comunidades pesquisadas e que as notas de campo das experiências no ciberespaço devem ser agregadas aos artefatos da cultura ou comunidade, tais como downloads, emails, imagens e arquivos de áudio e vídeo.   O autor propõe que a etnografia digital pode ser empregada em três momentos: como ferramenta metodológica para estudar comunidades virtuais puras; comunidades virtuais derivadas e como ferramenta exploratória para diversos assuntos. Á medida que a etnografia digital utiliza os discursos textuais como base, é necessário manter o foco não na análise da pessoa, mas sim no comportamento ou ato.  &lt;br /&gt;
Neste aspecto, a etnografia digital apresenta elementos que utilizados na pesquisa do ciberespaço analisará o comportamento dos usuários nas ferramentas que são livres, criadas a partir do conceito e dos padrões individuais como forma de expressão única. Embora a etnografia digital tenha sido utilizada na investigação dos blogs, nada impede que as demais formas de expressão no web também sejam objeto de estudo. De fato, observar o comportamento do internauta, suas preferências de navegação, caminhos escolhidos para realizar pesquisas, sites favoritos e formas de interação, nos dará importantes pistas para a construção de ferramentas eficazes no desenvolvimento da aprendizagem em AVA´s. É fundamental buscar o lúdico que existe na web e agregá‐lo ao processo de ensino‐aprendizagem proposto em ambientes virtuais.  &lt;br /&gt;
Dessa forma, o aluno, futuro professor, busca na flexibilidade da Educação a Distância, encontrar uma solução imediata para conciliar seu trabalho e demais afazeres com o estudo. Acredita que realizar um curso na modalidade a distância será mais fácil do que no ensino presencial regular e imagina que a tecnologia será um importante aliado no desenvolvimento de sua aprendizagem. Carvalho (2008) enfatiza que o maior problema neste momento é que, independente das expectativas criadas por este aluno, sua história escolar é dentro de uma escola tradicional, com todos os elementos característicos de um padrão fordista de produção, onde a ênfase estava centrada nos processos mecânicos de memorização, repetição e padronização. Não existe no histórico deste aluno incentivo algum para a construção do conhecimento crítico e autônomo. Ao se deparar com a responsabilidade de sua própria aprendizagem, que inclui gerenciar a quantidade de tempo destinada aos estudos, a realização das atividades e o tom das relações com os tutores/professores, invariavelmente o aluno leva algum tempo confuso, com muitas dificuldades no processo de adaptação.  &lt;br /&gt;
Esta angústia provocada pelos mecanismos internos de adaptação poderia ser minimizada com a realização de transição do aluno para um processo de aprendizagem novo, disponibilizando elementos essenciais para a (re)estruturação dos processos individuais de sistematização do conhecimento e gerenciamento da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Web 2.0==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web 2.0 na aprendizagem=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web 2.0 na aprendizagem da __________________________===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Indicações de recursos da Web 2.0 na Formação de Professores=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Considerações Finais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alessandrabaccin</name></author>	</entry>

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		<title>Web 2.0 e Formação de Professores</title>
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				<updated>2014-08-31T17:27:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Alessandrabaccin: /* Introdução */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=&amp;lt;p align=&amp;quot;center&amp;quot;&amp;gt;Web 2.0 na Formação de Professores&amp;lt;/p&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align=&amp;quot;right&amp;quot;&amp;gt;Texto elaborado pelos  cursistas ____________, _________________, _____________ &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução==&lt;br /&gt;
A atual constituição da sociedade está relacionada diretamente a um novo padrão de flexibilização e todos os intervenientes no modo de viver, produzir e trabalhar dos indivíduos. Estas mudanças são associadas ao processo de mundialização que nada mais é do que a unificação dos mercados em uma grande rede mundial. A complexidade nesta teia de mercados é tão intensa que Paul Virilio (1999), afirmou que o tempo e o espaço desapareceram como dimensões significativas do pensamento e da ação humana. Assim, a mudança no padrão de acumulação está estreitamente vinculada não apenas a uma mudança no setor produtivo, mas em mudanças na própria sociedade e em todos os elementos a ela ligados. As novas tecnologias modificaram as relações de aprendizagem, possibilitando o surgimento da Educação a Distância como uma modalidade capaz de aproveitar ao máximo a inserção tecnológica da sociedade informacional. A existência de uma cibercultura e o uso da TIC’s no processo de formação vem modificando a educação formal não apenas no Brasil mas em todo o mundo.A implantação de cursos de graduação na modalidade a distância nas instituições públicas foi intensificada nos últimos anos, abrindo um leque de possibilidades para o aprofundamento de estudos da modalidade. O incremento no universo de alunos, professores e gestores que trabalham com a educação a distância, atualmente, possibilita a investigação de elementos importantes em relação ao processo de ensino‐aprendizagem realizado em EaD. Existem vários debates sobre o tema, enfocando os mais diversos aspectos da aprendizagem mediada por tecnologias e suas conseqüências para a educação e formação dos alunos. O número de plataformas de aprendizagem disponíveis hoje aponta para o desenvolvimento nesta modalidade. A busca por um modelo de sucesso na educação a distância e respostas rápidas, foi substituída pela compreensão que somente a construção coletiva e a adequação das propostas pedagógicas ao perfil dos alunos em cada localidade possibilitará o sucesso da EAD. Neste contexto, é necessário transpor as discussões sobre os limites e as possibilidades da aprendizagem em ambientes virtuais na modalidade a distância.Deve-se analisar as multiplicidades de caminhos que o aluno, em seu processo de formação e construção da aprendizagem na modalidade a distância, poderá trilhar a partir da construção sólida de uma cultura digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Web==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Web 2.0==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web 2.0 na aprendizagem=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web 2.0 na aprendizagem da __________________________===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Indicações de recursos da Web 2.0 na Formação de Professores=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Considerações Finais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alessandrabaccin</name></author>	</entry>

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