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		<title>Web 2.0 na Matemática - Histórico de revisão</title>
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		<updated>2026-05-06T15:45:05Z</updated>
		<subtitle>Histórico de revisões para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php?title=Web_2.0_na_Matem%C3%A1tica&amp;diff=34549&amp;oldid=prev</id>
		<title>Marizetebozelli: /* Indicações de recursos da Web 2.0 para a aprendizagem da  Matemática */</title>
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				<updated>2014-12-16T19:30:12Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;autocomment&quot;&gt;Indicações de recursos da Web 2.0 para a aprendizagem da  Matemática&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;
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		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição de 19h30min de 16 de dezembro de 2014&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 21:&lt;/td&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Uma aula de geometria, por exemplo, com software interativos torna-se muito mais atrativo e significativo. os alunos podem produzir jogos, materiais e postar na rede. Num fórum de discussão, o professor pode lançar um desafio, onde muitos alunos podem opinar, apresentar suas estratégias e avançar significativamente no sentido numérico e nos conhecimentos matemáticos. Os alunos passam também a criar a matemática, seus conteúdos, fórmulas e cálculos passam a ter sentido, passam a ser usados de&amp;nbsp; forma pensada e de acordo com as necessidades.Ferramentas como blogs, Wiki, entre outros. Também há uma variedade de jogos que poderão, a partir da mediação do professor, possibilitar o desenvolvimento do pensamento matemático e os processos cognitivas superiores.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Uma aula de geometria, por exemplo, com software interativos torna-se muito mais atrativo e significativo. os alunos podem produzir jogos, materiais e postar na rede. Num fórum de discussão, o professor pode lançar um desafio, onde muitos alunos podem opinar, apresentar suas estratégias e avançar significativamente no sentido numérico e nos conhecimentos matemáticos. Os alunos passam também a criar a matemática, seus conteúdos, fórmulas e cálculos passam a ter sentido, passam a ser usados de&amp;nbsp; forma pensada e de acordo com as necessidades.Ferramentas como blogs, Wiki, entre outros. Também há uma variedade de jogos que poderão, a partir da mediação do professor, possibilitar o desenvolvimento do pensamento matemático e os processos cognitivas superiores.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Outro aspecto é que a partir do uso de um blog, os alunos podem publicar seus textos, suas produções, suas descobertas e compartilhar seus saberes, seus modos de pensar e construir a matemática. Podem promover a interação tanto entre os alunos da sala, como de outras salas, de outras escolas e de usuários interessados nessa temática.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Outro aspecto é que a partir do uso de um blog, os alunos podem publicar seus textos, suas produções, suas descobertas e compartilhar seus saberes, seus modos de pensar e construir a matemática. Podem promover a interação tanto entre os alunos da sala, como de outras salas, de outras escolas e de usuários interessados nessa temática.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;O professor também pode se valer de vídeos aulas ou até de vídeo conferência, é possível participar de aulas em outros espaços, com professores e alunos de outros locais, ampliando as informações, transformando-as em conhecimento. Enfim as possibilidades de uso são vastas e diversificadas.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;O professor também pode se valer de vídeos aulas ou até de vídeo conferência, é possível participar de aulas em outros espaços, com professores e alunos de outros locais, ampliando as informações, transformando-as em conhecimento. Enfim as possibilidades de uso são vastas e diversificadas&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;.É importante que dentro desse processo que aja intencionalidade pedagógica como elemento essencial, pois não podem ser utilizadas as ferramentas tecnológicas apenas pelo seu uso, mas para propiciar múltiplas aprendizagens&lt;/ins&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;O uso dos fóruns são úteis para promover a discussão a respeito de um assunto específico. O professor pode colocar algumas informações sobre um tema que esteja sendo trabalhado em sala e propor um debate a partir do material produzido nesse ambiente. Para tanto é preciso elaborar critérios para que o debate não caia no senso comum e perca de&amp;nbsp; vista os objetivos traçados.É preciso sistematizar e aprofundar esses temas para que não fique na superficialidade.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;O uso dos fóruns são úteis para promover a discussão a respeito de um assunto específico. O professor pode colocar algumas informações sobre um tema que esteja sendo trabalhado em sala e propor um debate a partir do material produzido nesse ambiente. Para tanto é preciso elaborar critérios para que o debate não caia no senso comum e perca de&amp;nbsp; vista os objetivos traçados.É preciso sistematizar e aprofundar esses temas para que não fique na superficialidade.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Um aspecto relevante a ser destacado num ambiente virtual, tanto o professor como o aluno estão igualmente envolvidos no processo de aprendizagem e na construção de novos saberes. O professor deve estar sempre atento e disponível para interagir com os alunos de forma a promover a cooperação, o conforto entre alunos e a construção de uma prática social com condições que favoreçam o processo de ensino e aprendizagem. O ambiente virtual dá a possibilidade ao aluno de construir os seus conhecimentos, a partir da colaboração com os outros, dando-lhes a oportunidade de aprenderem uns com os outros através de debates, troca de ideias, partilha de experiências e conhecimentos.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Um aspecto relevante a ser destacado num ambiente virtual, tanto o professor como o aluno estão igualmente envolvidos no processo de aprendizagem e na construção de novos saberes. O professor deve estar sempre atento e disponível para interagir com os alunos de forma a promover a cooperação, o conforto entre alunos e a construção de uma prática social com condições que favoreçam o processo de ensino e aprendizagem. O ambiente virtual dá a possibilidade ao aluno de construir os seus conhecimentos, a partir da colaboração com os outros, dando-lhes a oportunidade de aprenderem uns com os outros através de debates, troca de ideias, partilha de experiências e conhecimentos.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Mas todo esse trabalho só é possível com a mediação e intervenção do professor.É preciso ter clareza que os recursos, sejam quais forem, não garantem a aprendizagem. Segundo Smole, 2011 a essência desse trabalho está em saber como problematizar, como elaborar boas perguntas e isso só é possível quando a clareza dos objetivos a serem alcançados. É o professor que possui intencionalidade pedagógica, ele precisa planejar, saber onde quer chegar e porque faz uso deste ou daquele recurso e como os faz.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Mas todo esse trabalho só é possível com a mediação e intervenção do professor.É preciso ter clareza que os recursos, sejam quais forem, não garantem a aprendizagem. Segundo Smole, 2011 a essência desse trabalho está em saber como problematizar, como elaborar boas perguntas e isso só é possível quando a clareza dos objetivos a serem alcançados. É o professor que possui intencionalidade pedagógica, ele precisa planejar, saber onde quer chegar e porque faz uso deste ou daquele recurso e como os faz.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Nesse contexto o professor precisa atualizar-se sempre, procurando adequar, renovar as estratégias de ensino, buscando assim orientar os seus alunos e conscientizar que as novas ferramentas de ensino que a Web 2.0 oferece são importantes e ricas em atividades, projetos, comunicação, partilha, colaboração entre outras possibilidades. É vital entender que não é a imersão na Web 2.0 que possibilita o avanço qualitativo, mas todo um processo a partir dele e nessa esfera está incluso o papel do professor, ele que será responsável em planejar boas situações para que o uso da rede não seja apenas para reforçar as velhas formas de ensinar e aprender, mas de possibilitar novas experiências, novas aprendizagens e novos saberes matemáticos.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Nesse contexto o professor precisa atualizar-se sempre, procurando adequar, renovar as estratégias de ensino, buscando assim orientar os seus alunos e conscientizar que as novas ferramentas de ensino que a Web 2.0 oferece são importantes e ricas em atividades, projetos, comunicação, partilha, colaboração entre outras possibilidades. É vital entender que não é a imersão na Web 2.0 que possibilita o avanço qualitativo, mas todo um processo a partir dele e nessa esfera está incluso o papel do professor, ele que será responsável em planejar boas situações para que o uso da rede não seja apenas para reforçar as velhas formas de ensinar e aprender, mas de possibilitar novas experiências, novas aprendizagens e novos saberes matemáticos&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;, com vistas à alfabetização matemática de todos os alunos&lt;/ins&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;==Referências==&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;==Referências==&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Marizetebozelli</name></author>	</entry>

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		<title>Ademilsonferreira: /* Web 2.0 */</title>
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				<updated>2014-09-08T22:59:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;autocomment&quot;&gt;Web 2.0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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		&lt;tr valign='top'&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;← Versão anterior&lt;/td&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição de 22h59min de 8 de setembro de 2014&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 6:&lt;/td&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;==Web 2.0==&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;==Web 2.0==&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;  &lt;/del&gt;A matemática sempre foi vista com maus olhos pelos alunos, pois muitos não gostam da disciplina e em consequência, passam a também ter dificuldades em aprender e a lidar com os problemas e situações matemáticas. Há então motivos de sobra para essa aversão pela matemática, pois, ao longo da sua história, seu ensino foi marcado por inúmeros cálculos, usos de fórmulas incompreensíveis e teoremas sem significado algum para os alunos.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;A matemática sempre foi vista com maus olhos pelos alunos, pois muitos não gostam da disciplina e em consequência, passam a também ter dificuldades em aprender e a lidar com os problemas e situações matemáticas. Há então motivos de sobra para essa aversão pela matemática, pois, ao longo da sua história, seu ensino foi marcado por inúmeros cálculos, usos de fórmulas incompreensíveis e teoremas sem significado algum para os alunos.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;  &lt;/del&gt;De acordo com Bernard Charlot, pesquisador francês, professor de Ciências da Educação da Universidade de Paris 8 e da pós-graduação da Universidade Federal de Sergipe, em entrevista à Nova Escola, há duas línguas diferentes sendo faladas na escola: a dos professores e a dos alunos e essa tensão existe porque os dois lados desconhecem o prazer do saber. &amp;quot;Para os alunos, há uma lógica no ato de estudar e, para os professores, há outra&amp;quot;. O pesquisador traz a discussão sobre o grande abismo que existe entre professores e alunos e o quanto isso interfere no processo de aprendizagem. Os conflitos nascem quando o professor explica algo que não é compreendido, explica novamente sem sucesso e, rapidamente, ele vai considerar o estudante um incapaz. O educador culpa o aluno, mas se sente fracassado também porque a turma não avança. O jovem, por seu lado, pensa que o professor não sabe ensinar.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;De acordo com Bernard Charlot, pesquisador francês, professor de Ciências da Educação da Universidade de Paris 8 e da pós-graduação da Universidade Federal de Sergipe, em entrevista à Nova Escola, há duas línguas diferentes sendo faladas na escola: a dos professores e a dos alunos e essa tensão existe porque os dois lados desconhecem o prazer do saber. &amp;quot;Para os alunos, há uma lógica no ato de estudar e, para os professores, há outra&amp;quot;. O pesquisador traz a discussão sobre o grande abismo que existe entre professores e alunos e o quanto isso interfere no processo de aprendizagem. Os conflitos nascem quando o professor explica algo que não é compreendido, explica novamente sem sucesso e, rapidamente, ele vai considerar o estudante um incapaz. O educador culpa o aluno, mas se sente fracassado também porque a turma não avança. O jovem, por seu lado, pensa que o professor não sabe ensinar.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/del&gt;Muitos professores aprenderam matemática dessa maneira e , em consequência, passaram a também a ensinar dessa forma, sem sentido e sem compreensão. Com a chegada de novos estudos em relação a educação Matemática, uma luz surge no fim do túnel, pois começam a discutir novas formas e maneiras de ensinar matemática, agora voltada a partir das situações- problemas. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Muitos professores aprenderam matemática dessa maneira e , em consequência, passaram a também a ensinar dessa forma, sem sentido e sem compreensão. Com a chegada de novos estudos em relação a educação Matemática, uma luz surge no fim do túnel, pois começam a discutir novas formas e maneiras de ensinar matemática, agora voltada a partir das situações- problemas. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;nbsp;  &lt;/del&gt;Nesse contexto, Abreu (2010) defende que a escola se vê diante da necessidade de repensar a si mesma, assim como rever o papel da sala de aula e da própria organização do trabalho pedagógico. Outrora mera transmissora de conhecimentos previamente sistematizados, a escola é idealizada agora como um ambiente de estímulo e valorização das descobertas, das trocas de experiências e do desenvolvimento de um pensamento crítico reflexivo. Para Santos (2010), conectar a escola à Sociedade Informacional corresponde a assegurar a pertinência da própria instituição escolar em sua tarefa de formar sujeitos capazes de uma atuação plena como cidadãos nesta sociedade. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Nesse contexto, Abreu (2010) defende que a escola se vê diante da necessidade de repensar a si mesma, assim como rever o papel da sala de aula e da própria organização do trabalho pedagógico. Outrora mera transmissora de conhecimentos previamente sistematizados, a escola é idealizada agora como um ambiente de estímulo e valorização das descobertas, das trocas de experiências e do desenvolvimento de um pensamento crítico reflexivo. Para Santos (2010), conectar a escola à Sociedade Informacional corresponde a assegurar a pertinência da própria instituição escolar em sua tarefa de formar sujeitos capazes de uma atuação plena como cidadãos nesta sociedade. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/del&gt;Nessa perspectiva todo o trabalho com a matemática deve ser a partir de situações-problemas, de desafios, da problematização e da contextualização com os saberes que os alunos trazem quando chegam na escola. Nesse contexto, leva-se se em conta, como ponto de partida, as diferentes estratégias construídas pelos alunos. há espaço para que eles possam compartilhar esses saberes, construir bancos de diferentes tipos de estratégias e também de construir repertório. Cabe ao professor validar essas aprendizagens e por meio da intervenção, da sistematização, possibilitar que os alunos avancem para estratégias mais elaboradas e que se apropriem do conhecimento matemático.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Nessa perspectiva todo o trabalho com a matemática deve ser a partir de situações-problemas, de desafios, da problematização e da contextualização com os saberes que os alunos trazem quando chegam na escola. Nesse contexto, leva-se se em conta, como ponto de partida, as diferentes estratégias construídas pelos alunos. há espaço para que eles possam compartilhar esses saberes, construir bancos de diferentes tipos de estratégias e também de construir repertório. Cabe ao professor validar essas aprendizagens e por meio da intervenção, da sistematização, possibilitar que os alunos avancem para estratégias mais elaboradas e que se apropriem do conhecimento matemático.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/del&gt;Nessa nova perspectiva do ensino da matemática o uso de jogos e todo um trabalho, antes, durante e depois do jogo também é muito valorizado e garante a apropriação das habilidades necessárias para que os alunos desenvolvam-se e aprendam bem. Mas, nessa situação, onde e quando a Web. 2.0 pode colaborar nesse processo? Com um universo de interação, ferramentas e plataformas que permitem elaboração e interação, toda a relação ensinar/ aprender sofre um salto qualitativo.É possível que alunos em diferentes locais estejam jogando,interagindo, não só consumindo passivamente, mas também desenvolvendo ideias e conhecimentos matemáticos. A matemática deixa de ser o bicho papão. Para torná-la mais atraente e transformar a rotina da turma é possível usar blogs, fóruns e chats, entre outros.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Nessa nova perspectiva do ensino da matemática o uso de jogos e todo um trabalho, antes, durante e depois do jogo também é muito valorizado e garante a apropriação das habilidades necessárias para que os alunos desenvolvam-se e aprendam bem. Mas, nessa situação, onde e quando a Web. 2.0 pode colaborar nesse processo? Com um universo de interação, ferramentas e plataformas que permitem elaboração e interação, toda a relação ensinar/ aprender sofre um salto qualitativo.É possível que alunos em diferentes locais estejam jogando,interagindo, não só consumindo passivamente, mas também desenvolvendo ideias e conhecimentos matemáticos. A matemática deixa de ser o bicho papão. Para torná-la mais atraente e transformar a rotina da turma é possível usar blogs, fóruns e chats, entre outros.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/del&gt;Esses recursos devem ser escolhidos de acordo com o perfil dos alunos e do trabalho que se quer desenvolver. Cada recurso explora uma habilidade específica e é capaz de proporcionar uma experiência diferente.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Esses recursos devem ser escolhidos de acordo com o perfil dos alunos e do trabalho que se quer desenvolver. Cada recurso explora uma habilidade específica e é capaz de proporcionar uma experiência diferente.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/del&gt;Um aspecto relevante a ser destacado num ambiente virtual, tanto o professor como o aluno estão igualmente envolvidos no processo de aprendizagem e na construção de novos saberes. O professor deve estar sempre atento e disponível para interagir com os alunos de forma a promover a cooperação, o conforto entre alunos e a construção de uma prática social com condições que favoreçam o processo de ensino e aprendizagem. O ambiente virtual dá a possibilidade ao aluno de construir os seus conhecimentos, a partir da colaboração com os outros, dando-lhes a oportunidade de aprenderem uns com os outros através de debates, troca de ideias, partilha de experiências e conhecimentos.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Mas todo esse trabalho só é possível com a mediação e intervenção do professor.É preciso ter clareza que os recursos, sejam quais forem, não garantem a aprendizagem. Segundo Smole, 2011 a essência desse trabalho está em saber como problematizar, como elaborar boas perguntas e isso só é possível quando a clareza dos objetivos a serem alcançados. É o professor que possui intencionalidade pedagógica, ele precisa planejar, saber onde quer chegar e porque faz uso deste ou daquele recurso e como os faz.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Nesse contexto o professor precisa atualizar-se sempre, procurando adequar, renovar as estratégias de ensino, buscando assim orientar os seus alunos e conscientizar que as novas ferramentas de ensino que a Web 2.0 oferece são importantes e ricas em atividades, projetos, comunicação, partilha, colaboração entre outras possibilidades. É vital entender que não é a imersão na Web 2.0 que possibilita o avanço qualitativo, mas todo um processo a partir dele e nessa esfera está incluso o papel do professor, ele que será responsável em planejar boas situações para que o uso da rede não seja apenas para reforçar as velhas formas de ensinar e aprender, mas de possibilitar novas experiências, novas aprendizagens e novos saberes matemáticos.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Ademilsonferreira</name></author>	</entry>

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		<title>Ademilsonferreira: /* Introdução */</title>
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				<updated>2014-09-08T22:57:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;autocomment&quot;&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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		<author><name>Ademilsonferreira</name></author>	</entry>

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		<title>Rejanecoutinho: /* Indicações de recursos da Web 2.0 para a aprendizagem da  Matemática */</title>
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				<updated>2014-09-07T02:13:16Z</updated>
		
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		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição de 02h13min de 7 de setembro de 2014&lt;/td&gt;
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		<author><name>Rejanecoutinho</name></author>	</entry>

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		<author><name>Rejanecoutinho</name></author>	</entry>

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		<title>Rejanecoutinho: /* Web 2.0 */</title>
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		<author><name>Rejanecoutinho</name></author>	</entry>

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		<title>Admin em 17h51min de 5 de setembro de 2014</title>
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		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

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		<id>http://wiki.semed.capital.ms.gov.br/index.php?title=Web_2.0_na_Matem%C3%A1tica&amp;diff=34434&amp;oldid=prev</id>
		<title>Ademilsonferreira em 21h20min de 4 de setembro de 2014</title>
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		<author><name>Ademilsonferreira</name></author>	</entry>

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		<title>Gilvanialeonardo: /* Web 2.0 */</title>
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;  De acordo com Bernard Charlot, pesquisador francês, professor de Ciências da Educação da Universidade de Paris e da pós-graduação da Universidade Federal de Sergipe, em entrevista à Nova Escola, há duas línguas diferentes sendo faladas na escola: a dos professores e a dos alunos e essa tensão existe porque os dois lados desconhecem o prazer do saber. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;  De acordo com Bernard Charlot, pesquisador francês, professor de Ciências da Educação da Universidade de Paris &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;8 &lt;/ins&gt;e da pós-graduação da Universidade Federal de Sergipe, em entrevista à Nova Escola, há duas línguas diferentes sendo faladas na escola: a dos professores e a dos alunos e essa tensão existe porque os dois lados desconhecem o prazer do saber. &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;quot;Para os alunos, há uma lógica no ato de estudar e, para os professores, há outra&amp;quot;. O pesquisador traz a discussão sobre o grande abismo que existe entre professores e alunos e o quanto isso interfere no processo de aprendizagem. Os conflitos nascem quando o professor explica algo que não é compreendido, explica novamente sem sucesso e, rapidamente, ele vai considerar o estudante um incapaz. O educador culpa o aluno, mas se sente fracassado também porque a turma não avança. O jovem, por seu lado, pensa que o professor não sabe ensinar.&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Gilvanialeonardo</name></author>	</entry>

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